quinta-feira, 10 de maio de 2012

TRABALHO DO MAESTRO JANILSON DE CARVALHO EM APODI - RN








Homem que matou a ex mulher na Serra do Mel foi preso hoje pela manhã


Policiais do Pelotão de Policia Militar de Serra do Mel prenderam na manhã de quinta feira 10 de Maio de 2012, “Alvacir Soares Nunes” de 41 anos de idade, acusado de matar com cutiladas de faca peixeira, sua ex companheira “Maria Elinaria Soares Nunes” de 28 anos. O crime aconteceu na Vila Maranhão, no inicio da noite de ontem.
Na manhã de hoje, os policiais receberam a informação que Alvacir estava em deslocamento para o lote de propriedade da família. Os policiais montaram uma “campana” na tentativa de prender o acusado.
Quando percebeu a presença da guarnição, Alvacir tentou correr, mas foi alcançado e preso pelos militares. O acusado foi levado para a delegacia de Serra do Mel, onde houve um principio de tumulto. Moradores que se encontravam no local tentaram linchar o acusado.
Alvacir disse que matou a mulher por causa de ciúmes. Ele disse que estava sendo traído. O casal estava separado e ele não aceitava a situação. Ele disse ainda que sentia saudades dos filhos. 
Alvacir foi conduzido para a Delegacia de Furtos e Roubos em Mossoró, onde foi lavrado o flagrante, pelo crime de homicídio. O Bacharel, Herlanio Cruz, titular da delegacia de Policia Civil de Serra do Mel e adjunto da especializada de Furtos e Roubos em Mossoró, disse que na Serra do Mel não havia segurança para manter o acusado preso.

Fonte: O Câmera.

Desigualdade nas Casas de Cultura do RN

Criadas para abrigar e fomentar atividades culturais no Rio Grande do Norte de forma descentralizada, as trinta Casas de Cultura espalhadas pelo Estado constituem um bom termômetro para mensurar a situação em que se encontra o segmento artístico potiguar. A reportagem da TN visitou, nesta terça-feira (8), quatro delas e constatou que a palavra "desigualdade" é a que melhor define a situação. Apesar da amostragem ser concentrada na região Agreste, em Santa Cruz, São José do Campestre e Nova Cruz, e no litoral Sul, onde visitou Goianinha, o resultado traça um panorama do atual quadro em que as Casas se encontram. 
Sabe-se que algumas delas, localizadas principalmente na região Oeste, estão com estrutura comprometidas e algumas com portas fechadas, caso da Casa de Cultura de Macau; mas o fato é que as que estão funcionando refletem, em primeiro lugar, o grau de envolvimento da comunidade com o equipamento. Cada Casa conta com espaços básicos: auditório (para 100 pessoas em média), sala de administração, ateliê para oficinas de artes, sala de leitura e minibiblioteca.
Como o Governo Estadual banca, basicamente, as despesas com água e luz, os outros dois fatores que fazem a diferença são a capacidade de articulação dos agentes de cultura que coordenam os espaços e o comprometimento da Prefeitura local. Se fosse necessário atribuir uma sequência de classificação, chegaríamos a seguinte lista: São José do Campestre mostrou a maior movimentação e, apesar da Prefeitura não dar o apoio necessário, a deficiência é contornada pelo envolvimento das pessoas e pela dedicação da equipe que dirige o lugar desde que foi inaugurado em 2008.
Em seguida aparece Goianinha, destacada pela estrutura física disponível e pela presença da Prefeitura, que também utiliza a Casa para abrigar a Secretaria Municipal de Cultura. Em Santa Cruz, a diversidade da programação é pequena, mas mantém o lugar funcionando; já em Nova Cruz, os dois ambientes limitam as atividades, a estrutura apresenta sinais de
abandono e não há programação fixa definida. As realidades e o perfil são bem diferentes, confira alguns pontos levantados:
Júnior Santos
São José do Campestre, 100 km da capital
SÃO JOSÉ DO CAMPESTRE - 100 km da capital
- Inaugurada em 2008
- Investimento: 95 mil
- Coordenação: Alexandre Domingos (desde 2008).
- Funciona de segunda a domingo, das 8h às 22h, em antigo galpão para armazenamento e venda de algodão.
- Estrutura: pinacoteca, minimuseu, cantina e lojinha. Possui computador, mas sem conexão com a internet.
- Programação fixa: ensaios de grupos folclóricos (Boi de Reis Sete Estrelas), dança (de rua e popular), teatro popular e banda de rock; aulas de alfabetização; oficinas de música (flauta doce). 
- Atividades extras: exposições, palestras, cursos e oficinas esporádicas. Local de treinamento de agentes de saúde.
- Ponto de Cultura: recursos da primeira parcela (R$ 60 mil) foram utilizados para aquisição de instrumentos, equipamentos de som, ventiladores e data show.
- Situação: inaugurada há quase quatro anos, a Casa está bem conservada. Boa parte da manutenção é feita pelos próprios administradores. Serviços de zelador e limpeza são realizados por voluntários. Apesar de ser o único espaço cultural da cidade, a Prefeitura não oferece contrapartida. O lugar foi assaltado recentemente, quando levaram botijão de gás, liquidificador e aparelho DVD.

Júnior Santos
Goianinha, 55km da capital
GOIANINHA - 55 km da capital
- Inaugurada em 2008
- Investimento: 180 mil
- Coordenação: Ana Maria Barbalho Teixeira (secretária municipal de Cultura), Dione Maria Almeida da Silva e Alene Grasiele
- Funciona de segunda a sexta, das 7h às 17h, em imóvel que pertencia ao município. No local também funciona a Secretaria de Cultura.
- Estrutura: sala de reunião, duas salas para administração, auditório e ateliê. A minibiblioteca foi desativada e o acervo transferido para a biblioteca municipal. Boa parte das atividades são realizadas de forma descentralizada, em diversos espaços culturais vinculados à Secretaria/Casa. Possui três computadores e acesso à internet.
- Programação fixa: aulas de música, artes plásticas, capoeira, dança, exibições semanais de filmes. Exposição permanente de fotografias.
- Atividades extras: exposições, lançamentos de livros e realização de palestras, cursos e oficinas. Assistência na elaboração de projetos. 
- Ponto de Cultura: a primeira parcela dos recursos foram utilizados na aquisição de computador, impressora e equipamentos audiovisual.
- Situação: das quatro Casas visitadas é a mais bem equipada. O auditório tem ar-condicionado. Governo do RN só banca a energia elétrica, e das três lojinhas de artesanato, apenas duas estão funcionando.
Júnior Santos
Nova Cruz, 90km da capital
NOVA CRUZ - 90 km da capital
- Inaugurada em 2003
- Investimento: 90 mil
- Coordenação: Aldo Soares e Joelson Galdino (desde 2011).
- Funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 14h às 17h, na antiga estação de trem da cidade. 
- Estrutura: apenas os espaços padrão (administração, auditório e ateliê). Um dos corredores funciona como minimemorial (acervo diminuto). O computador não funciona há mais de um ano.
- Programação fixa: não há nada agendado.
- Atividades extras: o ateliê está sendo ocupado com oficina de arte Naïf e o auditório sede espaço para alunos que participam do Programa Mais Educação do MEC (aulas de dança e canto coral).
- Ponto de Cultura: apesar de funcionar no primeiro andar do edifício e realizar eventos em parceria, desenvolve atividades paralelas.
- Situação: dentre as quatro Casas de Cultura visitadas pelo VIVER é que apresenta estrutura mais comprometida. O imóvel não passou por nenhuma reforma em quase dez anos de funcionamento. O auditório não possui palco e as mesas e cadeiras do ateliê não são adequadas às atividades artísticas. A Prefeitura local oferece serviços de limpeza e zelador.
Júnior Santos
Santa Cruz, 110km da capital
SANTA CRUZ - 110 km da capital
- Inaugurada em 2004
- Investimento: 280 mil
- Coordenação: Débora Requiel e Carla Andréa (desde 2011).
- Funciona de segunda a sexta (8h às 12h e 14h às 17h), em imóvel construído em 1923, sede da antiga delegacia e cadeia pública
- Estrutura: sala para aulas de dança (com espelho e barras) e espaço para montagem de sala multimídia. Também abriga sede dos Escoteiros. Não tem computador na administração. 
- Programação fixa: balé para crianças; dança para adultos; e aulas de capoeira.
- Atividades extras: local de ensaio para o grupo Impacto Circence; realização de palestras, cursos e oficinas esporádicas.
- Ponto de Cultura: recursos já estão disponíveis, mas equipe ainda trabalha no projeto para utilizar a verba. A meta é comprar equipamento audiovisual (câmeras, ilha de edição, data show).
- Situação: o imóvel não passou por nenhuma reforma ou melhoria desde a inauguração. Pintura gasta e necessidade de reparos básicos na alvenaria. O auditório está temporariamente desativado, pois serve como oficina para montagem de cenário e figurino do Auto de Santa Rita. Serviços de limpeza, zelador e segurança não são fornecidos pela Prefeitura local como contrapartida.

Fonte: TN Online.

DETRAN: CALENDÁRIO DE LICENCIAMENTO

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