sexta-feira, 6 de julho de 2012

Alunos da UERN reclamam de professores faltosos na volta as aulas


Ramon Nobre/Da Redação do Jornal De Fato.
A greve durou mais de 50 dias, e mesmo após o seu encerramento, muitos alunos da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), estão sem aulas. O motivo é que muitos professores não estão comparecendo a sala de aula, o que vem causando um sentimento de revolta nos estudantes.
Camila Fernandes, de 21 anos, estudante do segundo período de Direito, questionou qual o sentido de a greve ter terminado se os professores não estão cumprindo com o compromisso.
"Passamos 57 dias de greve, vamos pra faculdade e não temos aula. Qual a intenção de voltar e os professores não irem dar aula?", comentou Camila.
Outro aluno, que não quis se identificar com medo de represálias dos professores, explicou que não mora em Mossoró, e que os docentes deveriam ao menos comunicar aos alunos quando não pudessem ir a faculdade.
"É revoltante. Moro distante e o professor nem avisa quando não vem dar aula. Tenho que esperar ate 13h para ir embora. É uma universidade, tem que ser organizada. Os professores deveriam ter um pouco mais de consideração pelo aluno, que apoiou eles ate o final da greve"
O presidente da Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (ADUERN), Flaubert Torquato, disse acreditar que a situação dos faltosos não é generalizado, e explicou que a orientação da Aduern é que os professorem voltem imediatamente aos postos de trabalho.
"A orientação da Aduern é que todos os professorem tem que voltar as aulas. A greve encerrou na sexta, a deliberação da assembleia foi que as aulas voltariam na segunda. Fizemos um acordo com o governo, Esperamos que os colegas saibam que tem que voltar ao trabalho. Se for por algum motivo que impeça realmente que o professor compareça a UERN, tudo bem. Acho que não está ocorrendo de forma generalizada, mas espero que isso seja regularizado o mais rápido possível. Se isso persistir, cabe a universidade tomar as providências", explicou Flaubert.

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Preso é baleado dentro da Cadeia Pública em Mossoró


Por Luciano Maia - Comunicação OAB Mossoró/O Câmera.
Integrantes da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção de Mossoró estiveram na quinta-feira (05/07), por volta do meio dia, na Cadeia Pública Juiz Manoel Onofre de Souza apurando denúncias de que um preso havia sido alvejado com um disparo de espingarda calibre 12 na região das nádegas.
As primeiras informações eram que o tiro havia sido acidental, mas segundo depoimento do detento Adeildo de Souza Dantas, de 26 anos, conhecido como “Veinho”, o disparo foi proposital e ocorreu por volta das 19h30 de quarta-feira (04/07) na cela 2 do Bloco 1.
“Veinho” informou aos membros da OAB que o diretor da cadeia, major Humberto Pimenta, o procurou para saber se ele estava na cela, pois segundo o próprio oficial chegaram denuncias de que o preso tinha escapado e havia sido visto na Favela das Malvinas, em Mossoró.
O diretor confirmou a versão do preso e informou que esteve na cela acompanhado por três agentes carcerários para verificar se a denúncia era falsa e que chegou a conversar com o detento.
Ao retornar ao seu gabinete, major Humberto escutou um disparo. Durante as investigações sobre o que havia ocorrido para ocasionar o disparo, surgiram versões diferentes. Inicialmente, o diretor foi informado, pelo próprio “Veinho”, que o tiro teria sido acidental e que teria ocorrido quando agentes realizavam uma revista na cela onde ocorreu uma fuga na semana passada, localizada há poucos metros da cela onde estava “Veinho”.
Outra versão seria de que logo após o major Humberto ter constatado de que a denúncia de fuga, um dos agentes aproximou-se e pediu para ele ir para os fundos da cela. “Quando me virei para atender a ordem do agente, caminhei uns três passos e o agente atirou”, relatou.
O preso foi alvejado com munição de borracha, acabou socorrido e depois foi encaminhado para o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) onde foi medicado e liberado para retornar até o presídio. O diretor da cadeia disse que já identificou o agente autor do disparo e que instaurou sindicância para apurar o caso. A corregedoria da Secretaria de Justiça e Cidadania também encaminhou oficio ao diretor pedindo informações sobre o caso.
Segundo relato do próprio detento ouvido pela Comissão de Direitos Humanos, durante depoimento prestado diante do diretor da cadeia pública, major Humberto Pimenta, e na presença de alguns agentes penitenciários responsáveis pela escolta do preso, foi de que o agente autor dos disparos é acostumado a insultar e agredir presos custodiados.
Na ata de ocorrência, escrita pelo autor do tiro, consta que agentes realizavam uma revista quando os presos da cela onde “Veinho” estava tentaram impedir que a grade fosse fechada e, por isso, foi obrigado a efetuar dois disparos de advertência. “Veinho” está preso por vários homicídios, mas é considerado pelo diretor como um detento de bom comportamento.
O diretor determinou o imediato afastamento do agente autor do disparo, atitude que foi elogiada pelos membros da Comissão de Direitos Humanos, até a conclusão do inquérito administrativo e de um relatório da OAB que será enviado às autoridades responsáveis.

Kelly Fonseca é a nova Miss RN

Kelly Fonseca é eleita Miss RN 2012 - Foto: Canindé Soares

A estudante de jornalismo Kelly Fonseca, de Guamaré, foi eleita, na noite de ontem, no Vila Hall/Hotel Vila do Mar, em Natal, a miss Rio Grande do Norte.
Morena de 1,8 metro e 23 anos, Kelly Fonseca recebeu a coroa das mãos da miss Brasil Priscila Machado, já que a miss RN 2011, Daiane Menezes, está viajando.
O organizador do concurso, George Azevedo, anuncia que agora começa a preparação da vencedora para participar do Miss Brasil.
Por: Carlos Skarlack.

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