sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Escolha do novo procurador-geral de Justiça será dia 19 de abril

O Ministério Público do Rio Grande do Norte já tem definida a data para a escolha da lista tríplice de onde a governadora Rosalba Ciarlini indicará o novo procurador-geral de Justiça. A eleição está definida para o dia 19 de abril e os promotores têm até o dia 4 de abril para realizarem a inscrição.

Apesar da determinação em lei que a escolha seja realizada por parte do ocupante do cargo de Chefe do Executivo Estadual, é praxe que o gestor indique o candidato que teve mais votos entre os promotores. 

O atual procurador-geral, Manoel Onofre Neto, deixará o cargo que ocupou desde junho de 2009. Ainda não há a confirmação sobre quais serão os concorrentes ao cargo.
 
TN Online.

Presídio Federal de Mossoró recebe bandidos de Santa Catarina

O Ministério da Justiça está determinando que os bandidos que estão provocando terror em Santa Catarina sejam transferidos para o Presídio Federal de Mossoró.

A medida é uma solução para os ataques criminosos que vêm ocorrendo nas ruas de Florianópolis.

Os ataques são ordenados de dentro da Penitenciária de São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis, por membros da facção criminosa Primeiro Grupo Catarinense (PGC).

A violência vem atingindo ônibus, veículos de particulares, agências bancárias e prédios públicos, ao estilo da ação do PCC de São Paulo.

A transferência dos bandidos para o Presídio Federal de Mossoró, deve ser feita nesta sexta-feira (15), sob comando da Força Nacional de Segurança.

O presídio federal de Mossoró, construído em parceria dos governos Lula (PT) e Wilma de Faria (PSB), foi inaugurado em 2010, com a chegada do primeiro bandido conhecido com.o "João Grandão".

A partir daí, outros perigosos passaram pela cidade como o narcotraficante Fernandinho Beira-Mar e o líder do tráfico de drogas do Rio de Janeiro, conhecido como FB.

Outro bandido perigo que passou por Mossoró foi Nestor Ramon Caro-Chaparro, o mega traficante colombiano "El Duro", que foi transferido de Mossoró pelo FBI para os Estados Unidos da América em 2011.

Outro  que ocupou cela no presídioo federal foi o bicheiro Carlinhos Cachoeira.


Fonte: JBelmont.

O Vereador Laete Oliveira afirmou pelo Facebook:


Passado o carnaval que parece ter sido a primeira e a mais importante prioridade do nosso prefeito, esta é impressão que tenho, esperamos agora ser ágil como foi para organizá-lo com as que consideramos ser prioridades em nosso Município, cito: Educação, piso salarial dos trabalhadores da área, e melhoria de sua infraestrutura física, ações de socorro as famílias atingidas pela estiagem, reinício e conclusão das obras deixadas pela gestão passada, ações básicas das áreas de Assistência Social e de Saúde e uma tomada de decisões quanto a política de desenvolvimento urbano urgente, entre outras.

Vi no Josenias Freitas.

'Renúncia irritou ala conservadora da Igreja', constata vaticanista

A decisão de Bento XVI de renunciar foi um gesto de "realpolitik", pragmático. A avaliação é de um dos principais vaticanistas, o italiano Marco Politi, que acaba de publicar um livro sobre o pontificado de Bento XVI. Em entrevista, Politi apontou que, no fundo, a demissão de Bento XVI foi sua "única grande reforma" nos oito anos de seu pontificado. Mas uma iniciativa que ficará para a história e fará muitos pensarem sobre o futuro da Igreja.

A entrevista é de Jamil Chade e Filipe Domingues e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 14-02-2013.

Segundo o especialista, a ala mais conservadora da Igreja teria ficado irritadíssima com Bento XVI por conta de sua renúncia, temendo uma "desmistificação" do cargo de papa a partir de agora.

Eis a entrevista.

Como foi a reação dentro do Vaticano diante da renúncia?

Os conservadores temem a decisão. O temor é de que isso possa causar uma desmistificação do papel do papa. E que, no futuro, um papa possa ser colocado sob pressão para se demitir em determinadas situações. Mas a decisão foi muito lúcida e muito bem planificada. Foi um gesto revolucionário - a única grande reforma de seu pontificado, um exemplo e um estímulo à reflexão. Na Alemanha, há cardeais que já falam abertamente de que seria justo colocar um limite de idade para o papa. Bento XVI completou a reforma de João Paulo II, estabelecendo idades para cardeais e sua participação no conclave. Agora, mandou a mensagem de que um papa pode, sim, renunciar. Nos tempos modernos, não se pode permitir um papa doente.

Fala-se muito de que a renúncia foi um ato político. Como o sr. avalia isso?

Foi um gesto de realpolitik e de reconhecimento da incapacidade sua de cuidar da Igreja, pois não basta ser um intelectual ou teólogo. Para guiar a instituição de 1 bilhão de fiéis, ele precisava de um pulso de governador.

Há o risco de que católicos no mundo não entendam essa decisão de Bento XVI?

Acho que a massa dos fiéis entendeu. Muitos ficaram surpresos e, no começo, desorientados. Mas não houve uma oposição ou mau humor. Na Praça São Pedro, não vimos nenhum grupo pedindo que ele fique. Entenderam que foi justamente uma troca de governo. O papa foi muito pragmático.

Quais são as perspectivas para o conclave, diante dessa situação inédita?

Dentro do conclave, todas as cartas estão embaralhadas. Será um conclave muito complicado. Em 2005, havia um grupo forte de apoio e de mobilização pela candidatura de Ratzinger. Mas ele era o único ator mais forte. O cardeal Martini seria uma opção, mas estava doente. Hoje, temos vários candidatos. Mas nenhum deles tem um pacote de votos claro. O vencedor será um candidato de centro. Não poderá ser alguém de continuidade de Ratzinger. Mas não sabemos se essa pessoa está disposta a fazer as reformas que a Igreja precisa para enfrentar seus desafios.

Quais são esses desafios?

O primeiro é a crise de padres. Não há padres para todas as paróquias. Outro é o papel das mulheres dentro da Vaticano. Há ainda o tema da sensualidade no mundo moderno, o homossexualismo, o divórcio. Finalmente, há a questão do papel do papa.

Um papa do mundo em desenvolvimento estaria sendo considerado?

A primeira questão é se haverá um papa italiano ou não. Os 29 cardeais italianos no conclave estão sobrerrepresentados. Mas isso não quer dizer que todos eles queiram um italiano. Há divisões. No passado, eram os estrangeiros que pediam para que o papa fosse um italiano. Mas há a impressão depois que os escândalos de corrupção foram revelados de que muitos querem que a internacionalização do papado continue. Ele poderá vir da América do Norte ou Sul. Eu dou menos chances aos africanos. Na América Latina existem vários candidatos. Mas há que ver se haverá um mais forte que concentre a atenção. Em 2005, no conclave, os latino-americanos fecharam um acordo de que apoiariam um nome da região se um cardeal começasse a se destacar.

Do: Instituto Humanistas Unisinos (humanitas@unisinos.br)

DETRAN: CALENDÁRIO DE LICENCIAMENTO

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