segunda-feira, 3 de junho de 2013

A SITUAÇÃO DE APODI É ESSA...

 Até os cães tão reclamando nessa gestão, expulsaram eles do açogue eles vieram protestar em frente a prefeitura....MAS PROTESTAR PRA QUEM? SE POR ALI NINGUEM TA RESOLVENDO NADA........
Rua Padre Renato - Apodi/RN, continuam usando lixo para aterro em vez de CALÇAMENTOS.....................na segunda foto final da rua Luis Jacinto gestões passadas USARAM O RECOMENDADO o SIMPLES CALÇAMENTO COM PARALELEPIPEDOS e resolveram o problema.....


Mercado PÚBLICO de Apodi/RN, há dias que a limpeza não é feita, no banheiro AS CENAS DE MATERIAL ORGÂNICO SÃO IMPRÓPRIAS PARA VISÃO E OLFATO, AS PESSOAS FAZEM XIXI ENTRE OS QUIOSQUES. A PROCURA DE AR PURO....
 

83ª Morte Violenta em Mossoró em 2013

Acerto de contas pode ter sido o motivo de mais uma morte violenta registrada pela Central de Operações da Policia Militar no final da manhã de segunda feira 03 de Junho de 2013, no loteamento Santa Helena no Bairro Santo Antônio.

José Renato da Silva, 19 anos de idade, morador da Rua Maria Batista dos Santos, foi alvejado três vezes com disparos de arma de fogo, sendo um na perna e dois na cabeça, quando caminhava pela na Rua Francisco Aníbal da Trindade no bairro morava e morreu antes do socorro medico.

Renato era investiga por participação na morte de um indivíduos conhecido como Adriano Gabiru em Agosto de 2012 e do idoso Francisco da Silva Melo “’Chico”’ de 59 anos de idade, morto no mesmo local de Adriano, também no mês de Agosto, na rua José Ribamar Barreto na Favela do conjunto Wilson Rosado.

No dia 04 de Abril de 2013, Adriano sofreu uma tentativa de homicídio, quando foi alvejado no rosto com um disparo de espingarda, na calçada de sua residência. Segundo informações, depois de receber alta hospitalar, o mesmo foi embora de Mossoró e teria voltado recentemente.

Adriano foi surpreendido na manhã de hoje quando caminhava em via publica. O mesmo teve uma das pernas quebrada pelos disparos.

Peritos do Instituto Técnico e Científico de Polícia, Itep, realizaram os procedimentos no local e removeram o corpo para ser periciado na sede do órgão.

*Informações e imagens: O Câmera.

APODI= Policia Militar fiscaliza uso abusivo de som.

Apodi - na noite de ontem, 02, por determinação do Capitão Brilhante, deu-se início uma fiscalização em bares com intuito de coibir o uso abusivo de som que cause poluição sonora. O ponto principal da fiscalização se deu no calçadão da lagoa, local onde constantemente ocorre esse tipo de ocorrência. Foi empregado um grande efetivo de policia divididos em três viaturas e duas motos, e foram apreendidos um veículo do tipo Chevrolet Montana, o qual seu condutor estava fazendo uso do som acima dos decibéis permitido por lei, e uma caixa amplificada em um bar que também fazia uso do som acima dos decibéis tolerado, onde os proprietários serão autuados pelo crime de poluição sonora, Art. 54 da lei 9.605/98, Pena: reclusão, de um a quatro anos, e multa. Segundo o Cap. Brilhante, a fiscalização com aferição do decibelímetro será feita em toda a área da 2ªCIA, e a tolerância será zero, tendo em vista a poluição sonora ser 80% das ocorrências atendidas pela Policia Militar.
*Sentinelas do Apodi

 

Metade das escolas do RN não possui bibliotecas

 Muitos dos alunos da rede pública procuram biblioteca apenas para realizar trabalhos didáticos

Os esforços do poder público em dotar as escolas oficiais de bibliotecas ainda estão longe de ser sentido em Natal e no Rio Grande do Norte, até de forma a mudar o comportamento e o hábito de leitura dos jovens estudantes. A diretora executiva do Instituto de Desenvolvimento da Educação, Cláudia Santa Rosa, o problema estrutural aponta para isso, pois conforme o próprio Censo Escolar dentre 50% e 60% delas não têm bibliotecas ou um espaço específico para acomodação de livros.

“A comunidade escolar que respondeu ao Censo não reconhece, mesmo havendo um pequeno espaço, que tenha alguma biblioteca ou estante com livros”, afirmou Cláudia Santa Rosa, que também participou de um estudo de desenvolvimento do comportamento de leitores, feito em 180 escolas entre os anos de 2011 e 2012, no qual constatou-se, ainda assim, um crescimento vertical na relação das crianças, dos jovens e professores, “onde há projetos sistemáticos e consistentes de formação de leitores”.

Para Cláudia Santa Rosa, o óbvio era de se esperar que todas as escolas alvo do estudo tivesse um trabalho de formação de leitores, “mas infelizmente, em termos práticos, isso não acontece”.

Segundo ela, as escolas que têm projetos e tomam isso como uma estratégia, conseguem avanços na mudança comportamental e dos hábitos de leituras dos alunos, mas existem muitas escolas “que ainda não compreenderam essa importância”, inclusive com envolvimento de toda a sociedade e do gestor público.

Cláudia Santa Rosa afirmou que existe uma carência de biblioteca, um problema que não é só do Rio Grande do Norte, mas de todo o Brasil: “O último estudo do projetos “Todos pela Educação”, dá conta que para chegar em 2020, que é o prazo estabelecido pela lei federal nº 12.244/ 2010, para que todas as escolas públicas e privadas do país tivessem uma biblioteca, precisaria abrir 34 bibliotecas por dia”. Segundo ela, “só ai se vê o tamanho do déficit” de bibliotecas, devido a falta de uma política pública “que valorize o livro e a cultura, a gente tem uma dívida histórica com as áreas cultural e educacional”.

Santa Rosa pegou o exemplo da Biblioteca Câmara Cascudo, em Natal, que está interditada para uma reforma que se arrastava há quatro anos, mas já começou na última quinzena de maio. O custo da reforma é de R$ 919,96 mil e está a cargo da construtora Flague. O acervo está encaixotado ou postos em estantes na própria biblioteca, na rua Potengi, em Petrópolis.

Ela criticou a demora na reforma da Biblioteca Câmara Cascudo, “que deveria cuidar e agregar todo o sistema municipal e estadual de bibliotecas escolares e comunitárias” do Rio Grande do Norte. “Por aí a gente avalia a situação das demais, pois hoje Natal só dispõe da Biblioteca Esmeraldo Siqueira, na Capitania das Artes, e a gente não conhece nenhuma ação ou programa consistente e sistemático de atividades para atrair a comunidade escolar”.

Falta estímulo para que alunos frequentem as bibliotecas

A TRIBUNA DO NORTE percorreu três das principais escolas estaduais de Natal, como a E.E. Estadual Winston Churchill, na Cidade Alta, onde estudam 870 alunos. A diretora Maria Eliane de Carvalho considera que o acervo de sua biblioteca “é bom”, com pelo menos 2.500 livros. Segundo ela, a aquisição de novos livros – principalmente os paradidáticos, porque os pedagógicos são distribuídos pelo governo federal -, ocorrem anualmente. “A gente recebe cerca de R$ 1.500 a R$ 2.000 para a compra de livros, nas feiras como a do campus universitário”.

A diretora do Winston Churchil que a frequência dos alunos à biblioteca é quando eles vão fazer alguma atividade didática. Maiara Lino e Andressa Martins são duas frequentadoras da E.E. Winston Churchill e admitem que “preferem mais a literatura estrangeira”.

Maiara Lino ainda declarou que a pouca frequência dos alunos à biblioteca escolar deve-se a falta de diversidade de títulos, por isso, recorre, também, a um colega de classe, que por ter o pai comerciário, tem acesso à biblioteca do restaurante do Serviço Social do Comércio (Sesc), na descida da avenida Rio Branco, quase em frente à E.E. Winston Churchill: “A gente leva uns três livros por semana”. “Este ano a gente já leu mais de 20 livros”, reforça o colega dela, Adrian Fernandes, que também acredita que muitos jovens “porque ficam mais em frente do PC”. Artur Felipe Lima afirmou que até 2011 “não era de ler muito”, mas depois que leu o primeiro livro, por influências dos amigos, começou a ter o hábito da leitura.

Fonte: Tribuna do Norte.

DETRAN: CALENDÁRIO DE LICENCIAMENTO

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