domingo, 16 de junho de 2013

NIANE DONATO: PARABÉNS!!!

Parabéns e muitos anos de vida!!! Muita saúde, paz, felicidade
e alegria... Tudo de bom para você... neste dia tão especial! Feliz Aniversário!!!

ENTREVISTA DE HENRIQUE ALVES

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), é muito cauteloso ao responder sobre o pleito de 2014. Ele defende que o momento é da união da classe política do Rio Grande do Norte e afirma que, no final deste ano, devem ser abertas as discussões sobre o cenário eleitoral. Embora com ponderação, o deputado admite que a governadora Rosalba Ciarlini pode ser candidata natural à reeleição. No entanto, observa que a definição do candidato a governador do grupo virá a partir de critérios objetivos, com pesquisa qualitativa, análise sobre avaliação do Governo junto à população e perspectiva de vitória. Para Henrique Eduardo, julho será o momento de uma nova reunião do Conselho Político do Governo do Estado. “Acho que a modificação que ocorreu em recursos hídricos, na saúde e na agricultura, já foi um passo a favor”, observa. O presidente estadual do PMDB afirma que não pretende disputar o Governo em 2014, porque o projeto é concorrer à reeleição e, assim, continuar na Câmara dos Deputados. Sobre o recente encontro com a vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, Henrique Eduardo afirma que os canais foram desobstruídos. Já sobre uma possível sinalização de aproximação com o prefeito Carlos Eduardo, ele afirma que a intenção é ajudar à cidade de Natal. Acompanhe a entrevista com o presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Henrique Eduardo Alves.

Como o senhor avalia o cenário para o pleito de 2014?
Acho que é muito cedo. Qualquer visão que se insista em ter agora não é a que vai acontecer, não é a verdadeira. Como falta muito tempo, a realidade vai se impor de forma diferente. É inútil discutir agora cenários que poderão não ser verdadeiros. É uma questão apenas de enxergar diferente.

Mas há quem esteja conversando sobre 2014...
Eu acho que esse é um ano muito importante para o Rio Grande do Norte. É o momento de juntar as energias, buscar vitórias para o nosso Estado. Se você tratar essa questão eleitoral e radicalizar, começa a ter olhares atravessados dos interessados. E quero que nessa hora todos olhem para o presente e o futuro do Rio Grande do Norte.

O senhor acha que caminha para uma aliança com o PT? Os petistas colocam como pré-condição não ter o DEM no palanque. Será possível uma aproximação dada essa condição?
O PMDB não defende e nem participará de nenhuma solução radicalizada. A história mostra que esse radicalismo não leva aos melhores resultados. Nenhuma solução radical imposta terá a melhor compreensão do PMDB. E digo mais: a questão hoje colocada é que o PMDB é parceiro, sim, da governadora Rosalba. Não adianta querer tapar o sol com a peneira. O PMDB faz parte da base de apoio da governadora. Eu tenho muita autoridade para falar sobre isso porque não a apoiei para governadora na eleição de 2010.

Na ocasião havia posicionamentos diferentes no PMDB...
Eu apoiei Iberê Ferreira, mas, como perdi a eleição e Garibaldi Filho, nesta linha, ganhou, ou ele vinha para cá ou eu ia para lá. Como eu sei ganhar e sei perder, e perdi, para reunificar o PMDB, somei no apoio à governadora. Quem construiu a realidade de hoje foi a liderança vitoriosa do senador Garibaldi junto à candidata Rosalba. Eu me adaptei a essa realidade. O PMDB faz, sim, parte da base da governadora Rosalba, ao lado do PR, do PP e de outros partidos. Esse é o quadro de hoje. Se será o de 2014, até lá saberemos.

O PMDB havia marcado reunião para maio onde discutiria a relação com o Governo Rosalba Ciarlini. Por que desmarcou? Receio de divisão no partido?
Eu marquei essa reunião lá atrás, mas havia possibilidade de uma coincidência de estar aqui a presidenta Dilma. Para não ter que desmarcar na véspera, eu adiei. Mas aproveitei também, porque senti que o clima estava sendo contaminado e aqui ou acolá poderia conduzir a uma radicalização do processo para lançamento de candidatura de governador. Não era a reunião que eu queria ter para programar encontros regionais, discutir o Rio Grande do Norte, ter esse papel de construção do qual o PMDB quer ser protagonista.

Isso não obstruiu o debate no partido?
Não. Há instrumentos que possibilitam ao PMDB essa posição. Hoje o partido tem o ministro de Estado, o presidente da Câmara. Então eu tenho obrigação de pensar assim. Quando eu vi que a coisa poderia ser meramente eleitoral e radicalizada nesse sentido, aproveitei e não realizei mais. Não quero uma reunião do PMDB para discutir quem vai ser governador, lançar candidatura, radicalizar o processo. Não é hora para isso. Estamos vivendo um momento único no Rio Grande do Norte. Eu não sei quando vai se repetir. Se começarmos agora a nos dividindo, ir para lá ou ir para cá, termina a sinergia se perdendo. Essa é a hora do Rio Grande do Norte atrair investimentos para imensos desafios que precisamos superar.

Mas alguns parâmetros já são possíveis vislumbrar para 2014? Por exemplo, o PMDB terá candidato próprio ao Governo?
Hoje não teria motivo para uma definição. Fazemos parte da base de um Governo, que vai discutir na época, entre seus participantes, que rumo tomar. Então, não poderia afirmar, hoje, se haverá candidatura própria do PMDB. Veja, se nós estamos integrando um sistema político com vários partidos, essa decisão deverá ser conjunta. Na época, vamos ver o quadro e, com muito realismo, identificar, as tendências, sentir o que o povo quer. Na época certa, portanto, poderemos aferir.

Mas adiar essa definição não seria prejudicial ao partido?
Não gostaria que fosse uma posição isolada. Lógico que todos pensam em candidatura própria para presidente da República, para o Governo do Estado. Essa é uma vontade de qualquer partido. Mas na hora em que você integra um sistema político com outros partidos, não pode ter esse egoísmo como ponto principal. Você tem que participar dessa articulação conjunta até porque uma andorinha só não faz verão. Ninguém pense que sozinho vai ganhar uma eleição por mais forte que possa estar. Temos que buscar parceiros, construir aliança. Se fazemos parte de um grupo, com alianças políticas, acho que no final do ano ou início de 2014, vamos nos sentar, examinar o quadro, com uma grande pesquisa qualitativa que nos oriente, e saber qual a vontade do povo do Rio Grande do Norte.

Pelo fato da governadora Rosalba Ciarlini ter o direito de ser candidata à reeleição, isso quer dizer que no grupo político, do qual o PMDB faz parte, ela é a preferencial para concorrer?
Na hora em que ela tem o direito de ser candidata, como Garibaldi Filho teve, e outros tiveram, acho que é a preferência natural. O que precisa saber é se o direito da governadora será exercido ou não por ela. Nessa avaliação terá que se fazer também com dados objetivos, reais.

O que se deve levar em consideração para definir se a governadora concorrerá à reeleição?
Como estará sua posição administrativa, como estará avaliado o seu governo e a expectativa de vitória eleitoral. Mas a primeira avaliação será para saber se a solução natural da reeleição estará viável política e eleitoralmente. Esse será o primeiro dado a ser colhido com o qual poderemos concordar ou não. Mas na hora certa, na hora própria e de forma muito leal.

O senhor se sente motivado a ter o nome cogitado nessas discussões que vão ter para uma chapa majoritária?
Não. Minha motivação é continuar na Câmara Federal. Acho que tenho papel importante a desempenhar no quadro nacional. Uma saída minha, neste momento da conjuntura nacional, deixaria um vácuo importante. O Rio Grande do Norte precisa manter (essa posição) até para ajudar o governador. Meu projeto, sim, é uma reeleição para deputado federal.

Na próxima legislatura, o senhor poderia ser reconduzido a presidente da Câmara?
Aí é o sonho dos sonhos. O sonho já realizei. O ‘sonho dos sonhos’ que pode acontecer ou não, dependerá do resultado da eleição, do tamanho da bancada, do entendimento com o PT e com outros partidos...

Mas esse sonho, como definido pelo senhor, faz parte do seu projeto?
Estou muito envolvido, e concentrado, no atual mandato. Está começando ainda, não quero atropelar as coisas. Não tenho o direito de atropelar. Na hora em que você adquire uma experiência, como adquiri, tem que saber que todo dia é a sua agonia ou todo dia sua alegria. É construir passo a passo o caminho.

Mas descarta a possibilidade de uma candidatura ao governo?
Para uma candidatura a governador eu não ofereço o meu nome, porque estou em um projeto nacional que é muito importante para o Rio Grande do Norte.

O nome do ministro da Previdência Garibaldi Filho para o Governo é uma possibilidade no PMDB?
Sim, poderia ser, porque acho que em qualquer pesquisa que se realize, o nome de Garibaldi vai pontuar em primeiro lugar tranquilamente. Mas é um direito dele também (concorrer ou não). Garibaldi está em um bom momento, é ministro da Previdência. Com a reeleição da Dilma, ele, certamente, continuará ministro nesta ou em outra pasta. É um espaço que o Rio Grande do Norte também não pode jogar fora.

Embora o senhor fale em alinhamento do PMDB com o Governo Rosalba, o próprio ministro, em declarações à imprensa, não mostra descontentamento com a administração estadual?
Eu reconheço que o Governo Rosalba não tem atendido as expectativas do PMDB como um todo. Tanto é assim que provocou aquela reunião de Brasília. Mas aconteceram mudanças. Acho que a modificação que ocorreu em recursos hídricos, na saúde e na agricultura, já foi um passo a favor. Se poderemos ter outro nessa direção, isso a gente poderá avaliar. Agora, a insatisfação é evidente. O Governo passa por dificuldades. Mas eu acho que o PMDB tem o dever e, eu aprendi isso com o meu pai (Aluízio Alves), de ajudar. Não pode dizer: “Na hora em que está tudo bem, serei governo. Na hora em que as coisas não estão bem, largarei o barco”. Não é assim. Tem que ajudar a melhorar, a corrigir. Foi isso que aprendi com meu pai.

A deputada Fátima Bezerra confirmou que tem o nome dela posto para o Senado. O PMDB admite discutir isso?
Não sei, porque na formação de aliança não pode se discutir só o Senado. Essa será uma eleição que envolve governador, senador, bancadas federal e estadual. A aliança precisa se construída coletivamente e ver também o que é melhor para eleger deputados estaduais, como é melhor para eleger uma forte bancada federal. Vamos discutir esse assunto, na época própria, coletivamente.

Há quem fale em um desconforto do PR no Governo Rosalba Ciarlini. O senhor conversou sobre o assunto com o deputado João Maia?
Não. Eu estou cuidando do PMDB, o que já é muito. O deputado João Maia tem muita competência, experiência, é um líder forte partidariamente. Sabe conduzir. Mas eu não tenho a menor dúvida, está na hora de outro conselho político daquele se reunir para avaliar o que foi feito de lá para cá, se as mudanças aconteceram. Eu ainda acho o Governo muito preso nas suas decisões. Ainda acho que não está interagindo como deveria.

O que está travando esse Governo? O que acontece que a governadora não consegue reverter os índices de desaprovação?
Primeiro, as medidas econômicas e de investimento que vão gerar um melhor futuro para o Rio Grande do Norte são a longo prazo. Agora mesmo temos um exemplo importante. A presidenta Dilma esteve aqui e destinou, em várias vertentes, quase R$ 2 bilhões para investimentos no Rio Grande do Norte. Essas coisas precisam acontecer para mostrar ao cidadão que o Estado está se desenvolvendo, crescendo e isso pode melhorar a análise do desempenho dos Governos Federal e Estadual. Vamos ver se isso acontece e se vai ser suficiente para recuperar também a posição do governadora Rosalba Ciarlini ou se é preciso um pouco mais. De qualquer modo, o Governo precisa ainda conversar mais, interagir. Mas há também limitações financeiras, que têm levado o Governo a dizer muito “não” àqueles que precisam. Vamos ver se essa é uma questão financeira ou de ordem gerencial, de competência. Essa análise precisa ser feita logo para saber se as circunstâncias melhoram do ponto de vista político e administrativo.

O vice-governador Robinson Faria, em declaração recente, disse que os partidos que estão na oposição não devem mais esperar o PMDB. Como o senhor viu essa afirmação?
O PMDB nunca pediu a ninguém para esperar. Pelo contrário, estamos dizendo que, a meu ver, não é hora do PMDB discutir política eleitoral. Quem achar que nesta hora vai conversar eleição 2014 com o PMDB , ajustando chapa, candidaturas, vai cometer um erro. Essa não é a hora para isso.

Por quê?
Eu fico imaginando o cidadão norte-rio-grandense, preocupado com a segurança, com a saúde pública... Não passa pela cabeça dele quem será o governador eleito em outubro de 2014. Quem discute isso agora são mais os atores políticos, em nível estadual, municipal. O cidadão não está preocupado em saber quem vai tentar melhorar a sua vida a partir de janeiro de 2015. Quer saber as medidas que serão adotadas neste momento. O PMDB não vai, no que depender da minha condução, mas não mando no partido, precipitar um processo eleitoral. Apenas os que já são candidatos pensam nisso 24 horas por dia. Não é o caso, a meu ver, de ninguém do PMDB.

Quem lança candidatura agora ao Governo e Senado está cometendo um erro estratégico?
Pode ser que pense: “Quem é coxo, parte cedo”. Talvez alguém acha que precisa começar a viabilizar o nome, porque não tem uma estrutura partidária maior para dar suporte na hora da decisão. Respeito muito. Mas o PMDB não está nesse cenário e, se depender de mim, não estará até o final do ano.

Houve desobstrução no diálogo do PMDB com o PSB?
Acho que houve e eu vi com muito bons olhos o gesto da ex-governadora Wilma em vir aqui à minha casa por iniciativa dela. Eu agradeci e ela foi muito correta. Não discutimos candidatura de 2014. Foi apenas o recomeço de uma relação. Eu tinha uma relação com a ex-governadora muito boa. Foi um gesto político interessante dela que eu registrei.

O senhor também tem dado sinais de reaproximação com o prefeito de Natal, Carlos Eduardo?
O prefeito Carlos Eduardo foi eleito e todos nós sabemos que Natal hoje está deteriorada, carente de serviços públicos, de cidadania. O prefeito terá em mim, 24 horas por dia, toda a disposição e apoio para ajudar. Já as questões políticas, o tempo dirá.

Se o senhor não oferece o seu nome para ser candidato a governador, se o ministro Garibaldi Filho também já disse que não oferece, o PMDB tem como apresentar candidatura própria?
É impressionante como vocês querem falar sobre esse assunto. Não é hora de discutir isso. Veja, os leitores podem observar, quero registrar, como perguntam sobre esse assunto. Mas não é o momento. Precisamos pensar no Rio Grande do Norte. Temos imensos desafios. O novo porto, o transporte leve sobre trilho, a necessidade de modernizar nosso Estado. Não vou discutir política eleitoral agora.

Há uma expectativa do Rio Grande do Norte com senhor na presidência da Câmara dos Deputados. Teme frustrar essa expectativa?
Não. Não vou frustrar, até porque eu penso nisso 24 horas por dia. O meu sonho — pessoal, emocional e político — já realizei. Um deputado de um Estado pequeno, que tem a menor bancada, de oito deputados, foi representante da bancada do PMDB e consegue pelo seu partido se eleger presidente da Câmara, que tem 513 parlamentares. Essa realização pessoal, da minha vida pública, da minha coerência, eu já realizei na hora que sentei ali. Agora, a partir dali, eu quero realizar outro: ser um grande presidente da Câmara para o Brasil e para o Rio Grande do Norte. Vou lutar por isso no que eu puder.

O senhor confirma o edital de licitação da Reta Tabajara para o dia 20?
Vão sair os dois dia 20 (o edital de licitação da Reta Tabajara e do projeto da duplicação da BR 304). A gente espera começar em dezembro a obra da BR 304. Isso porque vai ser pelo RDCI que é mais rápido. Pelo RDCI (Regime Diferenciado Integrado de Construção), a empresa faz o projeto e vai construir a obra. O ganhador do projeto, nesse edital, que eu espero até dezembro estar realizado, fica com a construção também.

Esse (a duplicação da BR-304) é o projeto mais importante para esse período no qual o senhor estará na presidência da Câmara?
Não. A gente quer conquistar para o Estado, que é urgente, o novo porto. Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco, estrangularam um pouco o nosso porto, que perde competitividade e espaços. Temos que construir o novo porto. E podemos também tentar ampliar a refinaria Clara Camarão, em Guamaré. Ela era para ser maior. Esse é um dos objetivos que a gente poderia traçar. Tem vários projetos que o Estado precisa viabilizar e, para isso, deve ter unidade.

Como viabilizar a conquista desses projetos?
Não é só Henrique na Câmara porque uma andorinha só não faz verão. Eu sou forte se eu conseguir unir a bancada, com a Assembleia, com o Governo, aí sim nos apresentaremos unidos e fortes perante o Governo Federal. Há uma questão que também me preocupa muito e precisa de ações urgentes. É a saúde pública. Precisamos de ações que fortaleçam os hospitais regionais e assim diminua o inchaço que há em Natal, com pacientes vindos do interior. A segurança pública também é outro aspecto muito importante. Hoje o que temos é a insegurança pública. É necessário o envolvimento de todos para o reforço dos segmentos que envolvem a segurança com o apoio do Governo Federal.

*Fonte: www.tribunadonorte.com.br

UNIVERSITÁRIOS PODEM USAR TRANSPORTE ESCOLAR

A presidente Dilma Roussef, promulgou a Medida Provisória nº 593/2012, transformando-a na Lei Federal nº 12.816/2013, que dispõe sobre o apoio da União às redes públicas de educação básica na aquisição de veículos pra o transporte escolar.

A medida visa autorizar os municípios a utilizarem o transporte escolar municipal por estudantes universitários.

Câmaras Municipais: Fecam/RN entregam regimentos atualizados e discutem sobre a obrigatoriedade de dar transparência


E a Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte (Fecam/RN) reuniu, nesta sexta-feira, vereadores representantes de 80 Câmaras Municipais do Estado. Eles receberam regimentos internos atualizados e trocaram informações sobre a obrigatoriedade de dar transparência aos atos e contas das casas legislativas.

O evento faz parte de um conjunto de ações que estão sendo desenvolvidas pela nova diretoria da entidade junto às Câmaras.

Algumas Câmaras Municipais do Estado ainda são regidas por regras antigas e defasadas. Com objetivo de modernizar o trabalho dos vereadores, a Fecam/RN atualizou, adaptou e entregou um novo regimento interno aos presidentes das Câmaras. “Além dos regimentos, a Fecam está prestando orientação jurídica gratuita às câmaras associadas.

Estamos integrando o que há de melhor nas legislações e tentando levar essa modernização a todo o Estado”, destacou Francisco José Júnior, presidente da Fecam/RN.

*A Tribuna.

Apodi = Moto taxista alvejado nas proximidades do Bar do Gato veio a óbito

Apodi- Recebemos a informação que na madrugada de hoje, o Moto taxista de nome, Patrício de Souza Ferreira, 30 anos, que foi encontrado baleado caído ao chão na manhã de ontem, não resistiu e veio a óbito no hospital Tarcísio Maia em Mossoró. As investigações ficaram na responsabilidade do delegado de Apodi, Dr. Renato Oliveira. Ainda não se sabe ao certo o que teria motivado o assassinato, mas a princípio o que esta se caracterizando um acerto de contas, tendo em vista não terem levado absolutamente nada da vítima.

Relembre o caso AQUI
 
*Sentinelas do Apodi.

Prefeito Flaviano Colhendo Frutos da Gestão da Ex-Prefeita Gorete

Prefeito flaviano monteiro começa a receber herança do grande trabalho da Ex-Prefeita Gorete Silveira, A Prefeita que projetou um Apodi para o futuro.
A aquisição, a través do Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA integra as ações da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).
Dentre eles, alguns receberam motoniveladoras, outros receberam retroescavadeiras e também teve município que foi beneficiado com os dois tipos de máquina, Como aconteseu com Apodi. ( veja)http://apodiforte.blogspot.com.br/2012/06/prefeitura-de-apodi-adquire.html
 
Destaca-se que todos os municípios que manifestaram interesse em receber a retroescavadeira, em um total de 3.394, estão na Portaria 10/2013 MDA e receberão a máquina ao longo do ano de 2013.
Esclarecemos que todos os municípios que preencheram a carta-consulta receberão uma motoniveladora cada. Entretanto, dado o limite de máquinas adquiridas no pregão eletrônico n°12/2012, foram selecionados inicialmente 2.058 municípios, mediante a aplicação dos seguintes critérios:
I – municípios inscritos nas modalidades associativa e consórcio público;
II – municípios com maior valor da produção agropecuária – até 3 pontos;
III – municípios com maior extensão territorial – até 3 pontos;
IV – municípios com menor receita corrente per capita – até 4 pontos;
V – melhor distribuição regional dos municípios contemplados mediante seleção dos 10(dez) melhor classificados em cada unidade federativa.

Confira a relação dos municípios que receberão motoniveladoras (todos já receberam retroescavadeiras anteriormente)

Afonso Bezerra
Apodi
Augusto Severo
Baraúna
Bodó
Caiçara Do Norte
Caraúbas
Cerro Corá
Coronel João Pessoa
Cruzeta
Doutor Severiano
Encanto
Fernando Pedroza
Frutuoso Gomes
Grossos
Ielmo Marinho
Ipanguaçu
Itaja
Jandaíra
João Camara
Jucurutu
Lagoa Nova
Lucrécia
Nova Cruz
Olho-d'agua Do Borges
Parelhas
Passa e Fica
Pedra Grande
Pedro Avelino
Pendencias
Portalegre
Pureza
Rafael Fernandes
Santana Do Matos
São Bento Do Norte
São Francisco Do Oeste
São Miguel Do Gostoso
São Paulo do Potengi
São Pedro
São Tomé
Serra Do Mel
Serra Negra do Norte
Serrinha dos Pintos
Touros
Umarizal
Upanema
Venha-Ver
Vera Cruz


FONTE: RN APODI NEWS

ABERTURA DA FESTA DE SÃO JOÃO BATISTA EM APODI - RN

Começou na noite de ontem (15/06) a festa de São João Batista, padroeiro de Apodi. Na abertura houve procissão pelas principais ruas da cidade, missa celebrada pelo pároco da cidade, Pe. Maciel Rodrigues, apresentação da Banda de Música Independente de Apodi, barracas com comidas típicas e show religioso com Padre Nunes e Banda.
Tico de Bevenuto e Ideuza Gurgel, Presidente do GASPEC.
Na festa de São João 2013, o GASPEC instalou sua barraca e recebeu muitas visitas na 1ª noite. Venda de adesivos, camisetas da festa e outras atividades é o que está sendo apresentado na Barraca do GASPEC.
Público presente na frente da Igreja Matriz de Apodi.
Apresentação da Banda de Música Independente de Apodi.

DILMA RECEBE VAIAS NA ABERTURA DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES

A presidente Dilma Rousseff foi vaiada neste sábado, na abertura da Copa das Confederações. Primeiro, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, fez breve discurso de “gratidão às autoridades brasileiras, lideradas pela presidente Dilma Rousseff”. Foi quando soou a primeira vaia. Em seguida, a própria presidente falou rapidamente e foi vaiada.

Durante as vaias, Blatter chegou a pedir respeito aos cerca de 70 mil torcedores presentes ao estádio. “Amigos do futebol brasileiro, onde está o respeito e o fair play, por favor?”, disse o presidente da Fifa.

O pedido do dirigente só fez as vaias aumentarem e Dilma declarou a abertura oficial do torneio sob intensa vaia da torcida em Brasília. “Declaro oficialmente aberta a Copa das Confederações Fifa 2013”.

Ônibus de banda de forró capota na Serra de Teixeira na tarde deste sábado

Um grave acidente foi registrado na tarde deste sábado, dia 15, por volta das 16:30h na Serra de Teixeira - PB. De acordo com informações cerca de oito pessoas ficaram feridas durante o tombamento do ônibus da Banda Forrozão Talismã. 22 pessoas estavam no ônibus no momento do sinistro.

Várias viaturas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU e do Corpo de Bombeiros foram deslocadas até o local do acidente. As vítimas tiveram escoriações, mas nenhuma delas corre risco morte.

De acordo com informações do motorista, problemas nos freios teriam causado o acidente. A habilidade do condutor evitou que o ônibus caísse na ribanceira, pois o motorista teria percebido há tempo e apenas o tombamento ocorreu.

A Banda Forrozão Talismã estava vindo da cidade de Maceió – Alagoas com destino a cidade de Nova Olinda – PB, onde faria apresentação. Todos os feridos foram removidos para o Hospital Regional de Patos.

*Patosonline.

DETRAN: CALENDÁRIO DE LICENCIAMENTO

DETRAN: CALENDÁRIO DE LICENCIAMENTO