domingo, 25 de agosto de 2013

POVO DE APODI É A FAVOR DA LAGOA CHEIA

O Programa "A VOZ DO PESCADOR" apresentado por Anael Pescador, na rádio Luta FM de Apodi deste sábado (24/08) fez uma enquete com os ouvintes.
Você é contra ou a favor de encher a Lagoa do Apodi? Os ouvintes não paravam de ligar para o programa e por unanimidade, disseram ser a favor de se encher a Lagoa do Apodi.
Para muitos, a Lagoa já devia estar cheia e pediram às nossas autoridades, para tomarem as providências o quanto antes.
Faz tempo, que esse pedido é feito nas emissoras de rádios de nossa cidade, mas infelizmente ninguém faz nada. É uma tristeza, vermos a nossa Lagoa secando, as águas da nossa barragem descendo no Rio Apodi/Mossoró, adutoras sendo construídas e a nossa Lagoa se acabando.
Agora, lembramos da preocupação que diziam ter com a nossa Lagoa

Jovem é arremessada para fora de veículo em Apodi


Na manhã deste domingo (25/08), por voltas das 10H40, uma jovem foi arremessada para fora de um veículo em uma estrada que abona acesso a Barragem de Santa Cruz, situada nas proximidades do município de Apodi.

O Portal SOS Notícias do RN conversou com a assistente social do Hospital de Apodi, Mikaline Freitas, e com a socorrista Lauriana Costa.


Segundo informações, um veículo Volkswagen Saveiro, que vinha da cidade de Martins, sobrou em uma curva, cerca de treze pessoas ocupavam o automóvel. A pessoa de nome Artenes Helen da Silva, 18 anos, foi arremessada para fora do carro em circunstâncias da derrapada.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e prestou socorro para com a vítima, onde a mesma foi encaminhada ao Hospital Regional Hélio Morais Marinho, no entanto, a jovem não aparentava nenhuma lesão física, porém, alegava fortes dores na região lombar. Em seguida, foi conduzida ao Hospital Regional Tarcísio Maia, localizado na cidade de Mossoró.

A polícia esteve no local.

Samuel Williams / Josemário Alves
Da Redação do Portal SOS Notícias do RN.

Hospital Regional Helio Morais Marinho realiza 50 cirurgias eletivas por mês

O Hospital Regional Helio Morais Marinho (HRHMM), esta realizando mensalmente cerca de 50 cirurgias eletivas (não emergenciais) em pacientes de varias cidades da região como Felipe Guerra, Itaú, Rodolfo Fernandes, Severiano Melo dentre outras.

Dentre os vários tipos de cirurgias que estão sendo realizado no Hospital Regional Helio Morais Marinho, destacam-se os procedimentos cirúrgicos de ginecologia, hernioplastia (hérnia) e colecistectomia (vesícula) e varias outras.

Segundo o diretor geral do Hospital, bioquímico, Ivanildo Lima, esses procedimentos cirúrgicos visa diminuir as filas de espera pelas cirurgias eletivas e assim garantir uma melhor assistência à população da região que tem buscado os serviços do hospital.

“Nosso objetivo é o de ampliar o acesso da população aos Procedimentos Cirúrgicos Eletivos de Pequena e Média Complexidade e assim reduzir as demandas reprimidas por essas cirurgias, estimulando aumento no número de procedimentos”, comentou Ivanildo Lima. As cirurgias realizadas no Hospital Helio Morais Marinho, são realizadas por uma equipe de profissionais que atuam nas terças e quinta-feira. Os pacientes são atendidos na unidade de saúde e encaminhados para cirurgias eletivas, após avaliação médica, no sistema de pré-agendamento. Já os procedimentos e cirurgias de alta complexidade são encaminhados para unidades de saúde de Mossoró ou Natal.

*O Vale d Apodi.

Urgente: jovem Danilo de Suzana sofre acidente automobilístico na RN 071 que dar acesso a Taboleiro Grande

Aconteceu a poucos instantes, um acidente tipo capotamento na RN 071, estrada que dar acesso a Taboleiro Grande, mais precisamente na curva em frente a fazenda de Jaime Bessa.
O jovem Danilo Araújo (filho de Suzana) que estava saindo da cidade sobrou na curva e o carro tipo Cobalt, placas OFG 9419 - Souza/PB, pertencente ao vereador Ivanilson Nonato, capotou ultrapassando uma cerca de arame.
Danilo sofreu apenas escoriações pelo corpo e a ambulância do município o socorreu para o hospital maternidade Raimunda Bessa, onde o mesmo recebeu os primeiros atendimentos médicos.
Blog João Moacir/Nossa Pau dos Ferros

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RN será autossuficiente em energia limpa

 Atualmente, 45 parques eólicos estão em construção e outros 65 que ainda não iniciaram as obras somam 3,1 Gigawatts em geração de energia dos ventos, segundo dados da Aneel

Com a velocidade dos avanços tecnológicos, aerogeradores gigantes, como grandes cataventos, geram energia limpa e poupam a atmosfera de toneladas de poluição. De 2011 pra cá, a produção de energias renováveis triplicou no Brasil. O potencial de crescimento é enorme e atrai a atenção de investidores estrangeiros e locais.

Fonte de energia limpa e inesgotável, as usinas eólicas compõem o modelo de energia renovável que mais cresce. A média anual de expansão é de 25% em todo o mundo. No Nordeste brasileiro, medições indicam que a força eólica é o dobro da demonstrada no mapa de ventos.

Mas o setor ainda responde por uma pequena parcela dentro da matriz energética do país, somente 1,47% do total. A expectativa é que até 2020, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), chegue a 7%. Os investimentos e expansão da indústria eólica são considerados essenciais à sustentabilidade.

O Rio Grande do Norte tem a maior matriz energética de eólica do país, 43% de toda energia produzida é proveniente de parques eólicos. A expectativa é que em 2016, além de manter a produção, o Estado passe a exportar cerca de 1/3 do superávit para estados vizinhos.

Jean-Paul Prates, ex-secretário estadual de Energia e atual diretor-presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), lembra que desde 2010, o estado atingiu a autossuficiência energética em geração. Para a economia e o setor industrial isso se traduz em ter a componente energética de um projeto industrial resolvido.

“O maior motor de desenvolvimento da economia do RN, além do recurso humano, é a energia. Resolvido o componente energético é possível resolver qualquer outro problema industrial e socioeconômico. O problema do Nordeste, inclusive - frisa -, não é a seca, mas é energia”, Jean-Paul Prates.

Mas não significa dizer que o Estado deixará de estar conectada a rede de energia. A suficiência volumétrica é quando se gera o volume equivalente a quantidade de consumo. “Autossuficiência não é independência e sim dizer que pode contribuir, pode jogar na rede, na mesma proporção o que retira, o que consome do sistema”, explica Prates.

O investimento para ser independente da rede de energia não é interessante, complementa o diretor setorial de energia eólica do Cerne, Milton Pinto. Isso porque como os ventos não são constantes e não podem ser armazenados, poderia haver paralisações. “O sistema desconecta”.

Além de autossuficiente em capacidade de produzir energia, o estado também é autônomo em fontes energéticas. E mais: poderá chegar a 2016 com o potencial de consumo energético atendido integralmente por fontes renováveis.

O otimismo sopra com a estimativa da capacidade futura, devido ao número de parques já contratados - sem contar os arrematados no último leilão. São 45 parques em construção e outros 65 que ainda não iniciaram as obras que somam 3,1 Gigawatts em geração de energia dos ventos, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além do potencial em gás, termelétrica e biomassa. “O Estado não precisa importar carvão, gás. O RN tem vento, gás e biomassa e vai ter sol. Gera a energia de fontes próprias”, observa Jean-Paul Prates.

Energia é base do desenvolvimento econômico

O meteorologista e professor da Ufal, Luiz Carlos Molion também é categórico: “A verdade é uma só, sem energia no mundo atual não há desenvolvimento econômico e social”. Nesse sentido, a indústria deve aprimorar a tecnologia para que se tenha um baixo consumo e maior eficiência. E quando houver necessidade “colocar as termoelétricas para funcionar”, afirma.

Ao contrário de países que que emplacam a corrida por alternativas às fontes esgotáveis e poluentes, lembra o meteorologista, o Brasil tem uma larga vantagem de abastecimento proveniente das usinas hidrelétricas. “Ainda há muito a ser explorado, cerca de 70% dos recursos hídricos ainda não foi usado, sem contar o potencial da biomassa”, afirma Molion.

Para ele, as usinas eólicas não devem ser vistas como tábuas de salvação, mas como uma alternativa estratégica. “A eólica é uma energia complementar, porque o vento não é constante, não se pode programar o vento para ter a hora que se precisar”, diz em comparação a termoelétricas e hidrelétricas. “Acho que é preciso muita cautela. O Brasil está entrando nesse campo, sem analisar bem esses aspectos”, frisa Molion.

*Tribuna do Norte.

DETRAN: CALENDÁRIO DE LICENCIAMENTO

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