domingo, 30 de novembro de 2014

Transporte universitário de Apodi deverá retornar nesta segunda, diz AENTS

Boa notícia! Depois de muitas discussões e indecisões, o amigo Josemário Alves informa, os estudantes universitários poderão ter o ônibus de volta amanhã, segunda feira!
Os ônibus que conduzem os estudantes universitários de Apodi até Mossoró deverão retomar o serviço nesta segunda-feira, 01 de dezembro. A notícia foi divulgada pela Associação dos Estudantes de Nível Técnico e Superior de Apodi (AENTS), em nota publicada nas redes sociais.
De acordo com o informe, a boa notícia foi repassada à associação pela empresa responsável pelo transportes, no início da tarde.
“Os motoristas que realizam o translado, ainda não conseguiram os certificados, mas outros motoristas que já possuem vão realizar as viagens. Pela manhã, serão dois ônibus por parte do Poder Executivo Municipal, e quatro veículos a tarde. O ônibus com os alunos da UFERSA, irá normalmente”, informa a nota.
Para atender a grande quantidade de estudantes, poderá ser contratado outros ônibus, sendo o pagamentos destes realizados pelos próprios universitários. “Iremos tentar detectar a necessidade total, para saber se os alunos precisarão entrar com contrapartida por parte da AENTS”, conclui a associação.
Os veículos que prestam serviço a prefeitura de Apodi, através do programa Transformação, estão paralisados desde o início do mês de novembro por determinação da Polícia Rodoviária Federal, após constatar irregularidades nos mesmos.
Desde então, os universitários vem tentando chamar a atenção da sociedade para a problemática que está prejudicando centenas de estudantes. Manifestações públicas, panfletagem e entrevistas nos mais diversos meios de comunicação foram algumas das ações realizadas pelos universitários. Algumas reuniões com o chefe do poder executivo municipal também foram feitas, mas sem sucesso.
 
*Fonte: SOS Notícias do RN.

Vândalos depredaram igreja em São Rafael

Segundo a Polícia Militar de São Rafael, na madrugada de hoje (30), uma ou mais pessoas invadiram a matriz de Nossa Senhora da Conceição, quebraram imagens, rasgaram a Bíblia e reviraram toda a igreja, provavelmente em busca de objetos de valor financeiro.

O fato revoltou a população, já que a comunidade católica comemora nesse período a festa da padroeira. Os policiais acreditam que algum suspeito tenha se ferido, já que havia sangue em vários pontos.


*O Xerife.

O América do RN é rebaixado para série C do Brasileirão

Com o América perdendo de goleada para o Paraná por 4x1 e o ABC sendo derrotado pelo Bragantino em Natal por 2x0 não teve como o América escapar do rebaixamento.

O Joinville é o campeão do Campeonato Brasileiro da Série B. O JEC acabou perdendo para o Oeste por 1 a 0, mas contou com o empate, por 1 a 1, entre Náutico e Ponte Preta para ficar com a taça. O Avaí, por sua vez, ficou com a última vaga da zona de acesso, enquanto que o América-RN se juntou ao Vila Nova, Portuguesa e Icasa na Série C da próxima temporada

Os que sobem para série A no próximo ano:

1ºJoinville-SC 70
2ºPonte Preta-SP 69
3ºVasco da Gama-RJ 63
4ºAvaí-SC 62

Os rebaixados para série C são:

17ºAmérica-RN 43
18ºIcasa-CE 43
19ºVila Nova-GO 32
20ºPortuguesa-SP 25.


*JBelmont.

Energia: PLANTAS ADAPTADAS AO SEMIÁRIDO POTIGUAR PODEM IMPULSIONAR PRODUÇÃO DE BIODIESEL, APONTA ESTUDO DA UFRN

Por Luciano Galvão Filho

Duas espécies de plantas bem adaptadas ao semiárido podem incrementar a produção de biodiesel no estado, segundo pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Em estudo conduzido em Apodi, na região Oeste, as culturas do cártamo e da faveleira têm mostrado potencial tanto para serem matérias-primas da extração de óleo, quanto para tornarem-se alternativa de renda para agricultores potiguares.

A ideia é encontrar um cultivo viável para áreas onde a agricultura tradicional enfrenta dificuldades em se estabelecer, devido ao solo empobrecido e ao clima severo da região. Ao mesmo tempo, o projeto quer somar novas variedades de vegetais às matrizes de biocombustíveis brasileiras, com duas novidades: serem espécies apropriadas à lavra no semiárido e que não competem com a plantação de alimentos.

Juliana Espada Lichston, coordenadora do trabalho e professora do Departamento de Botânica e Zoologia da UFRN, explica que as análises avaliam, em detalhes, desde o cultivo das espécies até a capacidade das sementes em serem usadas na produção de biodiesel. Entre outros pormenores, as investigações preocupam-se com fatores como o tempo que as plantas levam para crescer e dar frutos, as características que as tornam mais resistentes às condições extremas, os métodos ideais para armazenar as sementes e a qualidade do óleo extraído.

“Nossa intenção é levar os resultados encontrados para cooperativas, a princípio em Apodi, onde o projeto começou, mas depois para todo o estado”, projeta Juliana Lichston. “Assim conseguiremos alcançar o maior número possível de agricultores familiares, pequenos produtores que hoje desenvolvem outras culturas, algumas delas problemáticas”, afirma.

A pesquisa conta com financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Os recursos destinados ao projeto são de aproximadamente R$ 500 mil. No estudo, desenvolvido em parceria com o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (IFRN), o cártamo e a faveleira são cultivados em uma área de aproximadamente um hectare no município do Oeste Potiguar, onde encontram-se distribuídos em diferentes cenários: plantadas juntas ou separadamente, com ou sem irrigação.

Os dados coletados em campo são complementados com experimentos conduzidos em laboratórios da Universidade e comparados a relatos registrados na literatura científica especializada. Os primeiros resultados aferidos são considerados promissores pelos membros da pesquisa.

Anastácia Vaz
Juliana Lichston, coordenadora do trabalho, explica que análises avaliam capacidade das sementes em serem usadas na produção de biodiesel

“São duas espécies de grande potencial para o semiárido. A faveleira é nativa, é uma árvore, perene, que você cultiva, ela cresce e fica a vida toda. Já o cártamo, cultivado tradicionalmente no Sul do Brasil, responde às condições da região acelerando seu ciclo de vida, que passa a ser de dois meses e meio”, comenta Juliana Lichston. “Isso é excelente, porque o produtor consegue rapidamente ter as sementes para a venda ou para a produção de óleo”, avalia.

“Nosso objetivo é aliar as duas plantas, uma de ciclo rápido e uma perene, para ver o quanto elas podem render de fato para os produtores”, continua a coordenadora da iniciativa. “As duas espécies, tanto o cártamo quanto a faveleira, têm um teor altíssimo de óleo, e um óleo muito bom pra biodiesel”, analisa.

Atualmente a participação do cultivo de plantas voltadas à produção de biocombustível na economia do estado “é praticamente zero”, afirma Antônio Carlos Magalhães Alves, coordenador de Agropecuária da Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Norte. Segundo o gestor, iniciativas em anos anteriores experimentaram as culturas da mamona e do girassol, mas fracassaram por fatores técnicos e econômicos.

Apesar do cenário pouco desenvolvido, Antônio Carlos acredita que há potencial para crescimento. “A demanda por oleaginosas é grande. Tanto que, hoje, a planta da Petrobras em Guamaré compra soja de outros estados para a extração de biodiesel”, relata.

Transdisciplinaridade
Além de preocupar-se com a aplicação dos estudos na agricultura familiar e na capacidade dos vegetais examinados transformarem-se em fonte de renda sólida para pequenos produtores, as análises desenvolvidas na UFRN também pretendem identificar as características das plantas que as tornam resistentes a condições rigorosas de solo e de clima, assim como entender de que forma elas conseguem produzir boas quantidades de óleo nessas ciscunstâncias.

João Paulo Matos Santos Lima, colaborador do projeto e professor do Departamento de Bioquímica da UFRN, explica que são verificadas sementes em fase inicial. Observam-se genes expressos que apresentem diferenças em relação às espécies atualmente exploradas comercialmente, como a soja e o milho, que possam significar maior resistência à seca, ao solo salino e à alta temperatura.

“A ideia é compreender o metabolismo”, diz João Paulo Lima. “Em etapas posteriores, bem posteriores mesmo, poderemos identificar o potencial desses genes serem inseridos em outras plantas e partir para outra estratégia, voltada à biotecnologia, como, por exemplo, produzir uma soja com melhor rendimento e menor necessidade de água. É um caminho muito longo, mas o pontapé inicial é esse que estamos dando”, comenta.

O pesquisador também avalia a longevidade das sementes em diferentes condições de armazenamento, aquelas normalmente utilizadas por pequenos agricultores. A análise verifica as consequências do envelhecimento das sementes no vigor para germinação e na quantidade de óleo disponível.

Marta Costa, professora do Instituto de Química da UFRN, participa do estudo e relaciona as caracetrísticas do plantio do cártamo e da faveleira com as características químicas do óleo extraído a partir de suas sementes. A quantidade de óleo presente nas plantas, o tempo de vida e a qualidade do combustível produzido são examinados pela cientista, que observou, no óleo retirado do cártamo, propriedades semelhantes às de outros vegetais. “O cártamo é adequado para comercialização, assim como a soja e o girassol, já consolidados no mercado para a produção de biodiesel. Ele é competitivo, com uma grande vantagem: é uma espécie que não concorre com a produção de alimentos”, pondera Marta Costa.

As análises da faveleira, por sua vez, encontram-se em fase inicial, com conclusão prevista para 2015. “Pela primeira vez, teremos resultados que correlacionem o cultivo na região com a qualidade do óleo, e isso é muito interessante”, afirma.


Juliana Lichston
Pesquisa analisa a possibilidade do volume de gás carbônico capturado ser convertido em créditos de carbono, que podem agregar rentabilidade à produção


Outros benefícios

Além da viabilidade para cultivo em regiões quentes e secas, a faveleira também é capaz de recuperar nutrientes do solo de ambientes degradados, o que os torna, em parte, mais férteis. De acordo com Juliana Espada Lichston, esse foi um dos motivos que levaram à escolha da espécie para a pesquisa.

“O semiárido nordestino tem em torno de 60% a 65% de área em processo de desertificação. É uma questão ambiental delicada se pensarmos que há uma grande população que vive naquela região”, diz a cientista. “Plantas que melhorem esse processo, que consigam recuperar em parte esse solo, precisam ser estudadas”, analisa.

Outro aspecto investigado é a capacidade das culturas analisadas de remover gás carbônico da atmosfera, o que é conhecido como sequestro de carbono. A pesquisa liderada por Juliana Lichston avalia a possibilidade do volume de gás carbônico capturado ser convertido em créditos de carbono, que, se negociados no mercado internacional, podem agregar rentabilidade à produção.

“É uma tendência mundial os produtores rurais comercializarem créditos de carbono”, relata a coordenadora. “Existem alguns marcos regulatórios no país sobre como negociar os créditos e a nossa intenção é dar toda a orientação aos produtores”, planeja.

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174ª Morte violenta na cidade de Mossoró: Moto taxista foi morto no parque das Rosas no Santa Delmira

A cidade de Mossoró, no Oeste do Rio Grande do Norte, registrou no início da noite de sábado, 29 de Novembro, o 2º crime de homicídio do dia e o 12º do mês que ainda não terminou.

O moto taxista Alcimar Marques da Silva de 40 anos de idade residente na Rua Santa Isabel no Promorar, foi morto na esquina da Rua Flores de Laranjeiras no Parque das Rosas na região do conjunto Santa Delmira.

Segundo informações, Alcimar trabalhou muito tempo como Garçom no Bar do Trevo na entrada do conjunto Santa Delmira, mas já há algum tempo estava trabalhando como moto taxista no bairro.

A Polícia recebeu informações que Alcimar chegou ao local tentando fugir dos atiradores. Após os disparos, barulhos de uma motocicleta em fuga foram ouvidos, mas ninguém viu nada. Na polícia não há registro de delitos praticados pela vítima.

A possibilidade de crime de latrocínio não está descartada, mas aparentemente nada foi levado da vítima. A família tem informações se Alcimar vinha sofrendo algum tipo de ameaças.

Após os procedimentos realizados no local pela Polícia Civil e pela equipe do Instituto Técnico e Científico de Polícia, Itep, o corpo foi removido e será necropsiado na sede do órgão em Mossoró.


*Informações e imagens: O Câmera.

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Vitória de Camila: de rebelde a campeã

O roteiro da vida de Camila Vitória Xavier, 13 anos, é como o de um filme: uma garota problemática no colégio é convidada para iniciar uma atividade esportiva, se apaixona pelo esporte e acaba se transformando numa grande campeã. Dessa vez a vida é quem está imitando a arte, para satisfação do professor Alexandre Magno, que no final de semana passada viu a sua aluna se transformar em campeã sul-americana de judô, em Lima no Peru.
Junior Santos

Camila Vitória Xavier, de 13 anos
A menina que já tem a Vitória como sobrenome, vem sendo considerada como um verdadeiro achado para o judô potiguar, pois com um ano e meio de treinos ela já conseguiu um cartel que, para o técnico e professor Alexandre Magno, é de impressionar.

“É muito raro um atleta com tão pouco tempo de treinamento estar pronto para competir. Camila é muito dedicada, sabe que chegou depois de suas oponentes no judô e, por isso, deve se dedicar mais e assim vem conseguindo surpreender as adversárias que, tecnicamente, são mais qualificadas”, ressalta.

Foi um apelo de uma mãe desesperada, que pode ter dado ao Rio Grande do Norte a chance de conhecer uma atleta de bastante futuro e que, se não desanimar por algum motivo e seguir na carreira com dedicação, terá uma grande oportunidade de estar representando o Brasil na Olimpíada de 2020.

“A mãe de Camila é empregada na casa de dois alunos meus, que falaram sobre o problema dela com a filha que estava dando muito trabalho na escola. Faltando aula e até pulando os muros para fugir da escola. Diante da situação pedi para que eles trouxessem a menina para treinar sem pagar nada, com bolsa integral com a turma no Colégio CEI. Como o Judô é um esporte que exige muita disciplina, bastou apenas eu dar essa explicação para ela. Dali em diante eu não tenho nada a reclamar, ela me dá motivos apenas para elogios”, salientou Alexandre.

Fenômeno
Com alguns meses treinando, ela já conseguia bater adversárias que para muitas alunas até com mais tempo de judô, eram imbatíveis. Com a melhoria de sua condição técnica, Camila passou a fazer jus a um dos sobrenomes e acumulou vitorias. Primeiro foi campeã dos Jern’s disputando a competição pelo Colégio Municipal Luiz Maranhão Filho, em Parnamirim. Depois vieram o terceiro lugar nos Jogos Brasileiro da Juventude, em Londrina (PR) e o vice-campeonato brasileiro, no Amapá, resultado que a credenciou como a representante feminina da categoria sub-15 no Sul-americano.

“Um atleta do Nordeste, ainda mais do RN, fazer parte de uma seleção brasileira já podemos dizer que é uma dificuldade muito grande. Ela ainda chegar lá e trazer o título sul-americano, é outro feito maior ainda. Há cinco anos não se via nenhum potiguar conseguir uma escalada como essa”, comemora o treinador.

Segundo Alexandre Magno, Camila reúne condições que fazem parte do histórico de vida dos grandes atletas, aquelas pessoas diferenciadas. Primeiro assimila muito bem as coisas que são passadas para ela, segundo é dedicada e não se esconde do treinamento, terceiro é o jeito tímido. “As pessoas muito extrovertidas por serem assim geralmente desviam o foco, ela não. A timidez de Camila faz ela manter o foco fixo naquilo que deve fazer na luta”, explica Magno.

Mas o sucesso dessa menina talvez não tivesse rompido os limites do Rio Grande do Norte se não fosse o apoio do grupo de pais dos alunos do Colégio CEI (Romualdo Galvão), que através de cotas e apoio de algumas empresas conseguiram levantar os recursos suficientes para oportunizar Camila Vitória mostrar todo seu talento no Peru. A viagem da atleta junto com a do seu treinador beirou a casa dos R$ 8 mil, recursos levantados com cotas e a participação de empresas como a Academia Arena, Dois A Engenharia, Locainfo, Shopping Cidade Jardim, Arabella Turismo e o próprio CEI.

A campeã sul-americana, que sequer saiu da faixa azul, já despertou a cobiça de representantes de outros estados, mas Alexandre Magno acredita que é muito cedo para deixar a atleta sair. “Tenho muito cuidado com essas coisas. Primeiro por ela ser uma garota imatura ainda, então quando envolve mulher nós temos de ser mais criteriosos com isso. Outro ponto é que no nosso estado nós temos uma estrutura boa para trabalhar o aluno num nível bom até a categoria sub-18. Depois desse patamar, quem for bom e tiver meta de ser atleta olímpico deve sair mesmo e passar a treinar com pessoas que têm foco e participam da seleção brasileira. A oportunidade dela ainda vai chegar”, afirma.
 

*Fonte: Tribuna do Norte/Blog do Robson Freitas.

ACIDENTE NA BR 405 COM ÔNIBUS DA EMPRESA JARDINENSE

Um ônibus da viação Jardinense que saiu de Caicó na manhã deste sábado se envolveu em um grave acidente com um veiculo modelo corsa classic com placas de Jucurutu, na Rodovia Federal BR-405 entre as cidades de Pau dos Ferros e São Francisco do Oeste na região do Alto Oeste do Rio Grande do Norte.
O acidente do tipo colisão frontal deixou o condutor do veículo corsa preso nas ferragens sendo preciso o auxílio do Corpo de Bombeiros e do SAMU da cidade de Pau dos ferros para fazer o trabalho de desencarceramento.

Segundo informações, a vitima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para o Hospital Regional Dr. Cleodon Carlos de Andrade (HRCCA) na cidade de Pau dos Ferros. Ainda de acordo com informações, o condutor ainda não identificado pela reportagem, teve fratura exposta na tíbia direita mas está bem e consciente.

Os passageiros do micro-ônibus da viação Jardinense não sofreram ferimentos graves ficando o susto e os danos materiais também no Ônibus. A Policia Rodoviária Federal esteve no local e fez o registro do acidente.

*Informações: Jair Sampaio.