terça-feira, 6 de janeiro de 2015

MISSA DE UM ANO DA MORTE DE JOÃO FAUSTINO


Sexta-feira, dia 9, já faz um ano que morreu o ex-senador João Faustino.

E a missa de um ano de morte será celebrada às 10 da manhã, na igreja de Santo Agostinho, no conjunto dos Professores.

Entre a UFRN e Cidade Jardim.

Municípios sofrem com escassez de água

Em virtude da baixa no volume dos mananciais e/ou poços, as cidades de Luís Gomes, São Francisco do Oeste, São Miguel, João Dias estão com seus sistemas de água em colapso. As informações foram divulgadas pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN).

De acordo com a assessoria de comunicação da Caern, uma vez que a empresa é usuária dos mananciais, monitorados e autorizados a captação pela Semarh, quando ocorre a situação de colapso é imediatamente suspenso o faturamento pela Caern, e a população passa a ser abastecida pela Administração Pública (Governo do Estado, Prefeituras, Defesa Civil, Exército), que adota a medida mais adequada de acordo com a localidade.

Especificamente em São Miguel, o Açude Bonito está com menos de 1% de sua capacidade de armazenamento, por isso, a Caern suspendeu o faturamento. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH) perfurou dois poços e a Caern para auxiliar neste processo, está instalando bombas para captação da água. Estes poços serão usados exclusivamente para fornecer água para o abastecimento da população.

O colapso em Luís Gomes iniciou em novembro de 2011, quando foi suspenso o faturamento, e permaneceu até junho passado. Em julho de 2014, a Caern tentou retomar o abastecimento, feito a partir do Açude Lulu Pinto, mas como não foi possível fornecer de maneira contínua, houve novo colapso em novembro passado, sem haver cobrança de fatura à população desde então.

Atualmente a cidade de São Francisco do Oeste, encontra-se em colapso pela baixa no Açude São Gonçalo. Somente um poço é usado para fornecer água, mas este não tem capacidade suficiente para atender sozinho toda a população. Por isto, o faturamento permanece suspenso desde novembro de 2013, quando a cidade iniciou um sistema de rodízio. Essa complementação de água deverá ser feita pela Prefeitura da cidade

João Dias que havia entrado em colapso em novembro de 2011 voltou em julho passado a abastecer pelo sistema da Caern (poço amazonas), mas em outubro de 2014, voltou a colapsar. Além destas, as cidades de Paraná, Antônio Martins, Tenente Ananias e Carnaúba dos Dantas permanecem em colapso desde 2014. A Companhia orienta que a população use a água disponível de maneira racional, principalmente nas atividades diárias, evitando o desperdício e possibilitando que as reservas ainda disponíveis tenham maior tempo de uso para abastecimento.

RODÍZIO DE ABASTECIMENTO

A seca continua a afetar o interior do Estado do Rio Grande do Norte. Para minimizar os efeitos da estiagem e prolongar o uso da água a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN) está abastecendo a cidade de Caicó através de rodízio nos sistemas. A cidade recebe água tratada captada a partir da Adutora Manoel Torres e pelo sistema Itans. A empresa divulgou calendário informando como funcionará o rodízio de abastecimento em Caicó durante este mês de janeiro. Por exemplo, o Centro, Acampamento e Barra Nova serão abastecidos todos os dias com manobras leves. Outros bairros serão abastecidos por 48 horas e 48 horas desabastecidos.


*Jornal: Gazeta do Oeste.

3º FEIRÃO DE RIVANI VARIEDADES!!!


Colisão entre trens deixa 40 feridos

Rio de Janeiro (AE) - Cerca de 40 pessoas, segundo o Corpo de Bombeiros, ficaram feridas quando dois trens da SuperVia (concessionária de trens suburbanos da Região Metropolitana do Rio) colidiram, ontem à noite, nas imediações da estação Presidente Juscelino, em Mesquita, na Baixada Fluminense Conforme os bombeiros, a maioria das vítimas teve ferimentos superficiais.
Douglas Viana
Vagões ficaram seriamente danificados, mas não houve vitimas fatais entre as 40 pessoas que foram atendidas nos hospitais após o acidente
Os trens estavam no ramal que vai da Central do Brasil, no centro do Rio, até Japeri, município da Região Metropolitana. Uma das composições estava parada na estação quando foi atingida pela outra. Os feridos foram encaminhados ao Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, também na Baixada Fluminense.

Segundo a SuperVia, o Corpo de Bombeiros e o Grupamento de Polícia Ferroviária foram imediatamente acionados para prestar o atendimento necessário. “Técnicos da SuperVia estão no local para apurar as causas do incidente e dar a assistência necessária aos passageiros”, informou, em nota, a empresa. Devido a esse acidente, a circulação no ramal Japeri encontra-se suspensa.

Segundo o secretário estadual de Transportes, Carlos Roberto Osório, a expectativa era de reativar o ramal ainda na noite de ontem. “A informação preliminar que recebi é que o trem que se chocou era reformado, não era novo, mas não estava na eminência de ser substituído. As novas composições já estão contratadas para serem substituídas até o final do ano. Era uma operação normal de embarque e desembarque de passageiros. A causa foi o trem que se chocou, mas vamos aguardar o detalhamento das investigações”, disse.

O secretário disse que o maquinista pode ser testemunha importante do acidente. “A informação que recebemos é que o maquinista não sofreu ferimentos e ele será ouvido por investigadores. Temos ele como testemunha, que é o próprio maquinista. Não temos previsão, mas vamos trabalhar para que esse ramal seja liberado ainda essa noite”, afirmou Carlos Roberto Osório.

A Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp) abriu um boletim de ocorrência para apurar as causas do acidente. A agência informou que técnicos foram para o local para começar a investigação e para avaliar a qualidade do atendimento aos feridos e aos usuários do sistema pela concessionária Supervia. Os procedimentos adotados pela concessionária para o restabelecimento da operação no ramal também serão avaliados, informou a Agetransp.

Ana Cláudia Pereira da Silva de Oliveira, de 53 anos, que trabalha no Engenho de Dentro, no Subúrbio, estava ano meio do vagão feminino quando, segundo disse, já chegando à estação de Juscelino, houve um estrondo muito forte e uma colisão violenta, que chegou a amassar as barras de ferro em que os passageiros se seguravam.

A luz se apagou e ela disse que houve muito pânico, gritos e correria. Muita gente perdeu bolsas e celulares, segundo disse, e, quando conseguiu ser retirada do vagão por pessoas que estavam do lado de fora do trem ajudando os passageiros, pôde ver que muitos passageiros estavam machucados com cortes na cabeças, nas costas, e nos pés.

“Eu tive sorte, mas também estou machucada. Bati a cabeça e as costas e estou com muita dor. Estou indo para a UPA para examinarem”, contou ela, por volta das 21h30, num ponto de ônibus, à espera da condução para ir à clínica.

Ana Cláudia disse que o trem estava muito cheio e que deveriam ser 20h30 quando o trem bateu em outra composição.


*TN.

3º MEGA FEIRÃO DE RIVANI VARIEDADES


Dilma aparece com aprovação de 57,14% dos natalenses

O governo federal sob a gestão da presidente Dilma Rousseff (PT) foi avaliado pela pesquisa do instituto Certus, encomendada pelo portal Nominuto.com, no fim do ano passado. A petista foi aprovada por 57,14% dos natalenses, enquanto que outros 33,78% da população da capital potiguar desaprovou a gestão. A parcela de 8,07% dos entrevistados pelo instituto disse não saber apontar uma avaliação e 1,01% não responderam.
Mais de 14% dos natalenses (exatos 14,12%) apontaram a gestão da petista como “ótima” e 31,93% como “boa”. Em contrapartida, 29,08% dos entrevistados definiram como “regular”, 7,73% “ruim” e 15,80% como “péssima”. A coleta de dados foi realizada no período de 20 a 21 de dezembro de 2014, quando foram ouvidas 595 pessoas por amostra de domicílio. O público alvo foram maiores de 16 anos com residência fixa em Natal. A margem de erro é de 3,0% para mais ou para menos com intervalo de confiabilidade de 95%.

*O Xerife.

Carlos Eduardo tem gestão aprovada por 75% dos natalenses, revela pesquisa

O prefeito do Natal está bem avaliado pela população natalense. Em pesquisa encomendada pelo portal Nominuto.com ao instituto Certus, no fim do ano passado, sobre os conceitos da população de Natal com relação à gestão do prefeito Carlos Eduardo (PDT), 74,79% dos entrevistados apontaram satisfação com o Executivo atual. Em contrapartida, uma fatia de 18,15% disse desaprovar a gestão municipal, outra de 5,88% declarou não saber fazer essa avaliação e 1,88% das pessoas ouvidas pelo instituto preferiu não responder à questão.

Para obter um quadro mais preciso dessa avaliação, a pesquisa também apurou que quase 60% (exatos 59,49%) definem a administração de Carlos Eduardo como “ótima” e “boa”. A soma dos que consideram a gestão do pedetista como “regular” foi de 25,21%. Dentre os que a avaliam como “ruim” e “péssima”, estão 12,10% dos entrevistados.

A coleta de dados foi realizada no período de 20 a 21 de dezembro de 2014, quando foram ouvidas 595 pessoas por amostra de domicílio. O público alvo foram maiores de 16 anos com residência fixa em Natal. A margem de erro é de 3,0% para mais ou para menos com intervalo de confiabilidade de 95%.


*O Xerife.

A Velha Dilma de sempre

“Ligado ao PT há muitos anos, Barbosa desmoralizou-se. Aceitou a reprimenda sem chiar. Baixou a cabeça. Aferrou-se ao emprego com gosto. E sem um pingo de vergonha”, escreve jornalista

Por Ricardo Noblat, via Carlos Skarlack.

Ninguém em Brasília, por mais próximo que fosse de Dilma, acertaria um bolão que perguntasse assim: “No segundo governo, quanto tempo a presidenta levará para desautorizar publicamente um dos seus auxiliares?”

O mais esperto dos apostadores talvez cravasse “uma semana”. E logo seria apontado como desafeto de Dilma.

Resposta certa: menos de um dia. A vítima: Nelson Barbosa, ministro do Planejamento.

No meio da tarde da última sexta-feira, uma vez empossado, Barbosa se viu no centro de uma roda de jornalistas carentes de informações sobre o ajuste fiscal que vem por aí.

Quem circula com passe livre pelo Palácio do Planalto informa que o ajuste será mais duro do que o imaginado aqui fora. Crivado de perguntas, o ministro resolveu saciar a curiosidade dos jornalistas.

E disse que o governo irá propor ao Congresso uma nova regra para o reajuste do salário mínimo a partir de 2016. A regra atual, criada em 2008, cairá em desuso até dezembro.

Barbosa teve o cuidado de garantir que “continuará a haver aumento real do salário mínimo”, cláusula pétrea da Era PT. Segundo ele, “a política do reajuste do salário mínimo é correta, mas precisa ser reavaliada”.

Dilma não gostou quando soube da entrevista. E no sábado de manhã, na Base Naval de Aratu, na Bahia, onde descansa, subiu nas tamancas ao ler o que os jornais publicaram a respeito.

Um telefonema de Aloizio Mercadante, chefe da Casa Civil da presidência da República, deu conta a Dilma da reação negativa das centrais sindicais à entrevista de Barbosa.

Se não fosse a pessoa autoritária que é, acostumada a infundir medo e a humilhar subordinados, de uma simples secretária ao general que um dia saiu chorando do Palácio do Planalto depois de tratado aos gritos, Dilma poderia ter telefonado para Barbosa e tirado tudo por menos.

Afinal, o ministro nada disse que não tivesse sido antes negociado com ela. E aprovado por ela.

Uma Dilma tolerante, disposta a criar um ambiente favorável ao trabalho em equipe, a ouvir antes de falar, e a compartilhar o poder, na verdade seria outra Dilma e não essa que temos.

Dividir o poder não se resume ao loteamento de cargos do governo entre partidos que o apoiam, mais ainda sabendo que tal prática favorece a corrupção acima de tudo. Como demonstrado.

Mas quem disse que Dilma admite abrir mão de nacos do poder? Somente ela mesma…

Barbosa distribuiu uma nota oficial na tarde do sábado dando o dito pelo não dito: “A proposta de valorização do salário mínimo a partir de 2016 seguirá a regra atualmente vigente”.

Ou seja: um ponto importante da nova política econômica foi revogado mal o governo começou. E começou mal.

Para provar que manda, Dilma desmoralizou seu ministro. Não satisfeita em fazê-lo, deixou que assessores vazassem para a imprensa sua indignação com “declarações consideradas inoportunas”.

Ligado ao PT há muitos anos, Barbosa desmoralizou-se. Aceitou a reprimenda sem chiar. Baixou a cabeça. Aferrou-se ao emprego com gosto. E sem um pingo de vergonha.

Nos fim do governo passado, Guido Mantega, da Fazenda, foi um ministro demissionário no exercício do cargo. Dilma antecipou que o mandaria embora caso se reelegesse.

Barbosa poderá atravessar no cargo os próximos quatro anos. Nem por isso recuperará a autoridade perdida em menos de 24 horas.

A sorte do novo governo depende cada vez mais de Joaquim Levy, sucessor de Mantega. Saiba Dilma que ele não é de levar desaforo para casa.

Fonte: Blog do Noblat.