terça-feira, 20 de outubro de 2015

( lá se foram ) Os BILHÕES que o PT investiu em Cuba que só serão conhecidos em 2027

Desde que assumiu o poder, em 2006, Raúl Castro abriu Cuba a investimentos estrangeiros a fim de melhorar setores como transporte, agricultura e habitação. A abertura ocorreu após a queda do turismo na ilha e dos preços do níquel, o que prejudicou muito a economia do país. Antes dessa reorganização de investimentos, China e Venezuela já eram grandes parceiros econômicos de Cuba, mas após 2007 o Brasil passou a ser bastante solícito com relação às necessidades da ilha.

Em visita a Fidel Castro em janeiro de 2008, o então presidente Lula, após afirmar que a relação com Cuba “politicamente sempre foi excelente, mas talvez tivesse menos substância econômica”, anunciou US$ 1 bilhão em financiamentos brasileiros para setores como construção de rodovias, empreendimentos hoteleiros, produção de medicamentos e vacinas e importação de alimentos.

Mais tarde, em 2010, o Brasil já havia se tornado o segundo sócio comercial de Cuba na América Latina, e no fim do terceiro trimestre daquele ano o fluxo comercial bilateral entre os países alcançou 300 milhões de dólares. Lula tentou justificar os investimentos:

“Trabalhamos com a perspectiva de que o bloqueio a Cuba não faz mais nenhum sentido e que em algum momento ele pode cair. Portanto, Cuba terá uma capacidade extraordinária de transitar no comércio internacional. Por isso que o Brasil está entusiasmado em fazer o financiamento para que empresas brasileiras possam trabalhar aqui e ajudar no desenvolvimento do País.”

(Lula, em fevereiro de 2010)

Em 2011, o site oficial do governo brasileiro anunciou investimento de US$ 200 milhões entre 2012 e 2015 para ajudar na produção agrícola de Cuba, e o país já havia adiantado um crédito de US$ 70 milhões. No início de 2012, assinou convênio para a criação de uma fábrica de medicamentos com recursos brasileiros e tecnologia cubana e já em 2013 concedeu US$ 176 milhões para a modernização de cinco aeroportos.

A obra mais escandalosa, no entanto, é a modernização do porto de Mariel, localizado a 50km de Havana. Inicialmente, o governo brasileiro havia destinado US$ 433 milhões de um total de US$ 800 milhões necessários para a reforma. Em 2012, soube-se que o país financiaria 85% das obras por meio do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Mas ontem, após a inauguração, Dilma afirmou que o Banco financiou na verdade US$ 802 milhões (quase 2 bilhões de reais) só na primeira fase do projeto.

Em pronunciamento, a presidente disse que “o Brasil acredita e aposta no potencial humano e econômico de Cuba“, e anunciou ainda que o país cederá mais US$ 290 milhões (ou mais de R$ 700 milhões) para a segunda etapa da obra. Para fins comparativos, o investimento total do BNDES em todos os portos brasileiros entre 2014 e 2017 será de US$ 16 bilhões, o que dá uma média de R$ 260 milhões por porto.

Com tantos investimentos, o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, chegou a tornar secretos os documentos que tratam de financiamentos do Brasil aos governos de Cuba e Angola (um dos países mais corruptos do mundo) sob a justificativa de que foi uma solicitação deles. Não são as únicas nações a receber investimentos do BNDES – foram ao menos 15 em 2012 – mas as únicas a ter o financiamento colocados em sigilo até 2027 pelo governo petista.


Mais médicos, mais bilhões
                

Em agosto de 2013, foi anunciado que a primeira leva de 4 mil médicos cubanos custaria aos cofres públicos mais meio bilhão de reais somente até fevereiro de 2014, mesmo sendo necessários “apenas” R$ 280 milhões para arcar com os custos destes profissionais. Nada disso impediu que há dois dias o governo anunciasse a importação de mais 2 mil profissionais. A expectativa, no entanto, é que até a fase final do programa esse número chegue a 10 mil.

Fonte: http://www.implicante.org/blog/os-bilhoes-que-o-pt-investe-em-cuba-e-so-serao-conhecidos-em-2027/

Comissão aprova aumento do piso salarial dos professores

O piso salarial dos professores em todo o país pode passar de R$ 1.917,78 para R$ 2.743,65 por mês. É o que prevê o projeto de Vanessa Graziottin (PCdoB-AM), aprovado na reunião desta terça-feira (20) da Comissão de
Educação, Cultura e Esporte (CE).

O relatório foi elaborado por Ângela Portela (PT-RR) e estabelece que a integralização do novo piso deverá ser feita de forma progressiva, no decorrer de três anos.

Um aspecto considerado “relevante” pelas senadoras é que deverá caber ao governo federal, durante cinco anos, a responsabilidade financeira pela integralização dos salários em vigor, para que atinjam o montante referente ao novo piso salarial.

“Sabemos que muitos estados atravessam crises, e esta seria uma medida condizente para que os professores percebam melhores vencimentos”, frisou Ângela Portela.

Com este objetivo, passariam a ser destinados 5% da arrecadação das loterias federais administradas pela Caixa para a complementação dos salários dos professores da educação básica.

O projeto segue para a análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Para os senadores Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Simone Tebet (PMDB-MS), que votaram a favor, a CAE terá condições de aprimorar o texto. Especialmente quanto à dificuldade que estados e municípios ainda apresentam para o cumprimento da lei do piso.

Fonte: Congresso em Foco

Diretora de cadeia pública é morta dentro de carro em Ingá, na Paraíba

A diretora da cadeia pública do município de Ingá, na Paraíba, Cordula Veloso Borges, foi morta a tiros dentro de um carro na manhã desta terça-feira (20) na BR-230, quando seguia para trabalhar.

De acordo com a Polícia Militar, a mulher tinha acabado de sair de casa quando um outro veículo emparelhou com o dela e um ocupante disparou quatro vezes.

Ainda conforme as primeiras informações da PM, dois familiares dela também estavam no veículo, mas não ficaram feridos. Testemunhas contaram que, após os disparos, o outro veículo fugiu do local. Até as 15h10 (horário local) a polícia fazia buscas na região, mas ninguém tinha sido preso.

Uma das primeiras pessoas a chegar ao local do crime foi o dono de um restaurante que fica do outro lado da rodovia. Ele afirmou que viu quando a vítima saiu do carro pedindo socorro. “Eu e minha esposa ouvimos os tiros e aí corremos. Quando eu corri, ela vinha saindo do carro pedindo socorro, aí ligamos para a polícia e para o Samu para socorrê-la”, disse Evandro Sobral.

Familiares da vítima disseram não saber se ela vinha recebendo ameaças. “Ela era uma pessoa muito prestativa. A gente está esperando a justiça tomar conta”, lamentou Agnaldo Veloso, primo da vítima.

G1 PB

Juiz proíbe internações em centros para menores infratores do Ceará

A Justiça determinou nesta terça-feira (20) a suspensão de novas internações em centros educativos de jovens infratores vindos do interior e da Grande Fortaleza. A decisão é do juiz Manoel Clístenes de Façanha Gonçalves, titular da 5ª Vara da Infância e da Juventude da Capital, e vale por 90 dias. A determinação estabelece que podem haver internação apenas se o caso foi analisado pela Justiça.

Segundo o Tribunal de Justiça, a medida considera o "estado crítico e a superlotação das unidades, além da falta de estrutura adequada". o juiz também considerou "violações de direitos fundamentais e humanos que esses problemas trazem aos internos".

As rebeliões no centros de Fortaleza são frequentes. Na semana passada, foram cinco movimentos de rebelião, alguns deles com destruição de celas e compartimentos das unidades. Para o advogado do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca) Acássio Pereira, a superlotação e a falta de atividades socioeducativas dos centros para menores em conflito com a lei são as principais causas das rebeliões constantes.

"Há um cenário de colapso, com superlotação de até 400%. Nem no sistema prisional tem esse número. Os internos não têm atividades socioeducativas, atividades de lazer e esporte. Eles passam praticamente 24 horas em celas lotadas. Isso forma o contexto das rebeliões", diz o membro da Cedeca.

O magistrado determinou ainda que a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), gestora das unidades socioeducativas de Fortaleza, envie semanalmente todas as informações de internação e liberação de adolescentes das unidades de Fortaleza, divididos por idade, gênero e tipo de medida.

A portaria recomenda, ainda que a STDS apresente, em até 90 dias, um plano de ação para garantir as obrigações dispostas no artigo 94 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Também estabelece a criação de uma comissão vinculada ao Juízo, com a finalidade de, semanalmente, visitar e inspecionar as unidades de internação. A comissão será formada por integrantes do Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Fórum DCA e outras entidades representativas.

G1 CE

Aulas no Campus Apodi serão retomadas na próxima quinta-feira (22)

O IFRN Campus Apodi informa que por decisão de uma Assembléia ocorrida hoje(20), as aulas na instituição serão retomadas na próxima QUINTA- FEIRA (22).

Fonte: http://portal.ifrn.edu.br/campus/apodi/noticias/aulas-no-campus-apodi-serao-retomadas-na-proxima-quinta-feira-22

Ao explicar entrega dos cargos, grupo de Fátima critica o governo e o PSD-RN

Uma nota da tendência do PT Avante, que tem a senadora Fátima Bezerra com uma das lideranças nacionais e principal representante no Rio Grande do Norte, faz uma série de críticas ao governo Robinson Faria. As críticas foram feitas ao explicar de forma mais detalhada, na tarde desta terça-feira (20), os motivos para a entrega dos cargos da Fundação José Augusto, que era ocupado por integrantes da corrente petista. A nota afirma que a FJA acumula dificuldades administrativas, que o governo não conseguiu dialogar com os professores da UERN em greve e que o PSD-RN, partido presidido pelo governador Robinson Faria, adotou práticas que não são de parceiros políticos na disputa de cargos federais com representação no Estado.

“Em virtude de dificuldades e divergências que se acumulam nesses 10 meses de relações político-administrativas com o governo do PSD estamos disponibilizando os cargos ocupados por nossos militantes Rodrigo Bico e Laissa Costa, diretor presidente e diretora administrativa, respectivamente da Fundação José Augusto”, destaca a nota, ao mostrar logo na abertura do texto que há conflitos políticos entre os petistas liderados pela senadora e o partido do governador.

Segundo a nota, houve, por parte do governo, insistência na ocupação dos prédios da Pinacoteca do Estado “para outros fins que não a cultura”. Além disso, aponta os militantes da Avante, o presidente da Fundação José Augusto não conseguiu ser recebido pelo governador “para discutir a implementação do projeto de cultura defendido no processo eleitoral e que foi fruto de ampla discussão com os segmentos artísticos”.

A nota, que foi publicada nas redes sociais, afirma que há divergência também na condução das relações com os professores e servidores da UERN em greve. O documento afirma que o governo “não conseguiu fazer prosperar o diálogo para pôr fim a mais longa paralisação na instituição”.

A exoneração da secretaria adjunta de Educação, Socorro Batista, há pouco mais de um mês, é lembrada. Os petistas ligados a Fátima destacam que o afastamento foi sem qualquer comunicado, antes ou depois da publicação do ato de exoneração, à senadora ou à própria professora que teve que deixar o cargo. “A comunicação foi feita pelo Diário Oficial do Estado”. lamenta.

“Tudo que sabemos até hoje são notícias da mídia que dão conta da insatisfação do governo com a defesa que a mesma fez da categoria em greve na UERN. Cabe esclarecer que Socorro Batista foi atuante dirigente sindical da categoria e dela ninguém poderia esperar postura diferente”. Para a Avante, corrente de Fátima Bezerra, trata-se de “mais um equívoco por parte do governo na condução do processo”.

O caso que envolveu a substituição do superintendente da CBTU-Natal mereceu destaque na nota. O documento afirma que João Maria Cavalcanti fazia um trabalho de recuperação de viabilidade econômica e de credibilidade junto aos usuários de um serviço publico. Mas, as tentativas de negociação que mobilizaram o deputado Mineiro e a senadora Fátima, não demoveu o PSD/RN de substituí-lo.

“Entenderam [o PSD e suas lideranças] que o legítimo seria a ocupar a superintendência da CBTU pelo fato da empresa estar ligada ao Ministério das Cidades, cujo ministro é do partido. Estranho esse argumento, uma vez que não é essa a regra aplicada em nenhuma secretaria ou órgão do governo do Estado administrado pelo PSD, pelo que se tem notícia”, critica os militantes da corrente que é liderada por Fátima Bezerra.

A nota também responde, indiretamente, ao deputado Fernando Mineiro que na manhã desta terça-feira afirmou que a decisão de Fátima Bezerra foi unilateral e equivocada: “Esclarecemos que essa decisão é coletiva, de uma Tendência Petista com representatividade no partido, e não apenas da senadora Fátima Bezerra, apesar dela também compor o coletivo”.

Apesar do tom de oposição, a nota afirma que não há decisão oficial do PT para rompimento, nem houve a discussão interna sobre essa definição. “Nosso comunicado não significa ou pretende que o partido inicie a partir dele qualquer discussão de rompimento ou afastamento do governo do PSD”, disse.

Mesmo assim, as críticas políticas e administrativas ao governo do Estado e ao PSD-RN devem aumentar o clima de animosidade entre a senadora e o governador Robinson Faria. As discussões internas no PT também devem ficar mais intensas. As tendências lideradas por Fernando Mineiro e pelo vereador Hugo Manso preferem ficar na base aliada do governo estadual e com as indicações que possuem no primeiro escalão, como as Secretarias de Educação e de Juventude.

TN

Bancários rejeitam proposta dos bancos e greve continua, diz sindicato

Os bancários rejeitaram nesta terça-feira (20) uma proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste salarial de 7,5% e decidiram manter a greve, segundo informações da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Os bancários pedem reajuste salarial de 16%.

Procurada pelo G1, a Fenaban ainda não se pronunciou. Segundo a Contraf, as negociações devem continuar na manhã de quarta-feira (21), em São Paulo.

A greve dos bancários entrou no 15º dia e fechou 12.567 agências pelo país - 408 a menos que no dia anterior. O número de centros administrativos também diminuiu, de 44 na segunda-feira (19) para 33 nesta terça. De acordo com o Banco Central, o país tem 22.975 agências instaladas no país.

Atendimento aos clientes

Os bancos não fazem levantamentos sobre o impacto da paralisação das agências, mas destacam que as instituições oferecem diversos canais alternativos para a realização de transações financeiras.

De acordo com a Febraban, os clientes poderão fazer saques, transferências e outras operações por canais alternativos de atendimento, como caixas eletrônicos, internet banking, aplicativos no celular (mobile banking), telefone, além de casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos credenciados.

O que pede a categoria

A greve foi iniciada no dia 6. Os bancários pedem reajuste salarial de 16%, com piso de R$ 3.299,66, e Participação nos Lucros e Resultado (PLR) de três salários mais R$ 7.246,82. A categoria também reivindica vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá de R$ 788 cada. A categoria também pede pagamento para graduação e pós, além de melhorias nas condições de trabalho e segurança.
A proposta inicial apresentada pela Febraban, rejeitada em assembleias, oferece reajuste salarial de 5,5%, com piso entre R$ 1.321,26 e R$ 2.560,23. A Federação propôs ainda PLR pela regra de 90% do salário mais R$ 1.939,08, limitado a R$ 10.402,22 e parcela adicional (2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 3.878,16).

Foram também propostos os seguintes benefícios: auxílio-refeição de R$ 27,43, auxílio-cesta alimentação e 13ª cesta de R$ 454,87,auxílio-creche/babá de R$ 323,84 a R$ 378,56, gratificação de compensador de cheques de R$ 147,11, qualificação profissional de R$ 1.294,49, entre outros.

Greves em 2013 e em 2014

No ano passado, os bancários fizeram uma greve entre 30 de setembro e 06 de outubro. Os trabalhadores pediam em reivindicação inicial reajuste salarial de 12,5%, além de piso salarial de R$ 2.979,25, PLR de três salários mais parcela adicional de R$ 6.247 e 14º salário. A categoria também pedia aumento nos valores de benefícios como vale-refeição, auxílio-creche, gratificação de caixa, entre outros. A greve foi encerrada após proposta da Fenaban de reajuste de 8,5% nos salários e demais verbas salariais, de 9% nos pisos e 12,2% no vale-refeição.

Em 2013, os trabalhadores do setor promoveram uma greve de 23 dias, que foi encerrada após os bancos oferecerem reajuste de 8%, com ganho real de 1,82%. A duração da greve na época fez a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pedir um acordo para o fim da paralisação, temendo perdas de até 30% nas vendas do varejo do início de outubro.

G1

PATUENSE ESTÁ DESAPARECIDO

Sérgio Marque Pereira da Silva, tem 45 anos de idade, saiu de casa na cidade de Patu, onde mora e não retornou mais.

Segundo informações, ele foi visto ontem, 19 de outubro, por volta de 18 horas, próximo ao Cemitério público da cidade de Olho D'agua do Borges.

Sérgio, quando saiu de casa estava com uma camiseta branca, calção amarelo, chinela japonesa. Ele anda com um saco e uma garrafa térmica.

Peço ajuda para quem encontrá-lo, entrar em contato com os números 84 – 9.9920-2795 /9.9709-0437 /9.9684-4999.

Garibaldi destina emenda para a irrigação da Barragem de Santa Cruz do Apodi e Walter para o Sistema Adutor de Currais Novos

O senador Garibaldi Filho e o deputado federal Walter Alves, ambos do PMDB, defendem que obras hídricas sejam prioritárias para as emendas coletivas da bancada federal do Rio Grande do Norte.

Tanto a emenda sugerida pelo senador Garibaldi quanto a apresentada por Walter destinam recursos ao Ministério da Integração Nacional, que, por intermédio do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS) é responsável pelas obras da Barragem de Santa Cruz e da adutora de Currais Novos. Segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emparn), o atual período de seca é o pior desde quando a instituição começou o monitoramento pluviométrico no estado, em 1911.

Acordo com o governo prevê que cada bancada elegerá uma de suas emendas para ser obrigatoriamente executada, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A liberação das outras deverá ser pleiteada caso a caso, quando o Orçamento começar a ser cumprido. O RN tem direito a 15 novas emendas e três remanejadas de Orçamento anterior. Os três senadores e oito deputados escolhem, individualmente, 11 emendas. As outras quatro são definidas consensualmente.

A expectativa do senador Garibaldi Filho é a de que tanto a sua emenda como a de Walter sejam liberadas em virtude de as obras da Barragem de Santa Cruz e da adutora de Currais Novos já estarem em andamento. “As duas contam com recursos no Orçamento, mas eles são insuficientes, por isso estamos fazendo esta complementação”, explicou o parlamentar potiguar.


*Informações: Heitor Gregório.

CARAÚBAS: ALUNOS DA ESCOLA ESTADUAL SEBASTIÃO GURGEL

Turma do 2º ano do Ensino Médio da Escola Estaduadual Sebastião Gurgel. Barulhentos, mas estudiosos!!!
Ninguém sabe que é Renata, de boné do Outubro Rosa!

Em assembleia, grevistas da UERN decidem manter paralisação

Os professores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, em greve desde o dia 25 de maio, decidiram manter a paralisação. A Associação de Docentes da UERN (Aduern) definiram pela manutenção do movimento durante assembleia realizada na manhã desta terça-feira (20) em Mossoró, na região oeste do Estado.

Professores da UERN optaram por manter paralisação durante assembleia realizada nesta terça-feira, me Mossoró
De acordo com o comunicado postado pela Aduern em uma rede social, a associação deve esperar pela decisão judicial do desembargador Conérlio Alves, que aguardava uma definição da audiência de conciliação entre o Governo do Estado e os grevistas.

Audiência não alcançou acordo

Durante o encontro realizado ontem (19) no prédio da Governadoria, em Natal, a chefe do Gabinete Civil do governo, Tatiana Mendes Cunha, recebeu o comando de greve, em audiência da qual participara, ainda, a deputada federal Fátima Bezerra, o deputado estadual Fernando Mineiro, ambos do PT, e o reitor da UERN, Pedro Fernandes, e afirmou que o governo “não podia se comprometer” com o pleito dos grevistas – de estabelecer um acordo até 2017 para concessão de reajuste salarial.

Tatiana Cunha afirmou que o governo não pode assumir o compromisso de dar o reajuste de 52% em duas vezes, diante da limitação imposta pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo ela, a posição do governo é de voltar a conversar com os servidores e professores da Uern a respeito de reajuste salarial, se dentro de dois anos o Estado tiver superado a questão do limite prudencial imposto pela LRF.

O governo pede a imediata suspensão da paralisação dos servidores da Uern, o que deverá ser julgado pelo plenário da Corte na sessão ordinária da manhã desta quarta-feira (21).

Para o desembargador Cornélio Alves, o que impediu a negociação foi o Governo não aceitar a extensão do auxílio transporte de 12,3% para os inativos. A categoria também pede a reposição dos dias parados, através da apresentação de um calendário de reposição; e negociação para a concessão da reposição com a melhora da situação fiscal do Estado.

Técnicos voltam ao trabalho amanhã

Mesmo com a manutenção da greve dos professores, os servidores técnicos administrativos da UERN decidiram voltar ao trabalho a partir de amanhã (21). Eles estavam em greve desde o dia 25 de novembro e acataram a proposta do Governo do Estado que prevê abono de 12,035% de auxílio transporte aos servidores ativos e a concessão de reajuste para ativos e inativos a partir de 2017, dependendo do Limite Prudencial.

O Governo também se comprometeu a realizar concurso público para preenchimento de vagas provenientes de aposentadorias e falecimentos, em fevereiro de 2016. Também consta na proposta, a liberação de recursos para conclusão de obras em andamento na UERN. 


Fonte: Tribua do Norte.

CONVITE DE CANTORIA!!!!

ATRIZ YIONÁ MAGALHÃES MORRE NO RIO AOS 80 ANOS DE IDADE

Morreu no Rio, na manhã desta terça-feira (20), a atriz Yoná Magalhães, de 80 anos. Ela estava internada, desde o dia 18 de setembro, na Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio. A atriz foi internada devido a um quadro de insuficiência cardíaca. Após uma cirurgia, ela foi para a UTI, onde permaneceu até esta terça.

Atriz de”Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), Yoná Magalhães entrou para a vida artística para ajudar a família quando o pai ficou desempregado. “Eu tinha que ajudar de alguma maneira, não sabia muito como, queria continuar os meus estudos. Gostava de brincar de teatro, essas coisas que todo mundo faz. Então eu digo: ‘Quem sabe não é por aí, né?’ Fui fazendo pequenas pontas, pequenos papéis, isso em meados da década de 1950, até que consegui um contrato com a Rádio Tupi”.

Yoná Magalhães Gonçalves nasceu no dia 7 de agosto de 1935, no bairro do Lins, no Subúrbio do Rio de Janeiro. Depois de passar pela rádio, ela estrelou sua primeira telenovela, convidada por Antônio Leite. Em seguida, participou de novelas e do Grande Teatro da TV Tupi e excursionou pelo Brasil com as peças “O Amor é Rosa Bombom e Society em Baby-Doll”, em 1962, com a companhia de André Villon e Ciro Costa.

Declaração de Cunha: 'Lamento que seja com um governo brasileiro o maior escândalo de corrupção do mundo', diz Cunha

Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse nesta segunda-feira, 19, lamentar que seja com um governo brasileiro o maior escândalo de corrupção do mundo. A declaração foi uma resposta à presidente Dilma Rousseff, que, durante entrevista neste domingo, 18, na Suécia, lamentou que "seja com um brasileiro" a denúncia de contas não declaradas na Suíça contra o presidente da Câmara.
"Eu lamento que seja com um governo brasileiro o maior escândalo de corrupção do mundo", afirmou o peemedebista, referindo-se aos casos de corrupção na Petrobrás investigados pela Operação Lava Jato. Cunha é um dos políticos denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Em delação premiada, o lobista Júlio Camargo afirmou ter entregado R$ 5 milhões ao presidente da Câmara oriundos de desvios de contratos da estatal.
Na entrevista, Cunha afirmou que o fato de ele estar na presidência da Câmara não representa ameaça ao governo de paralisia das votações. "Ninguém votou mais rápido aqui as coisas do que eu. Teve dia de eu votar três medidas provisórias. Todas as medidas do governo foram votadas aqui até com muita celeridade", afirmou. De acordo com ele, as derrotas do governo na Casa são consequência da desorganização da base aliada.
"Se o governo sofreu derrotas aqui ou não teve quórum para algumas votações é porque não tem uma base em condições de dar esse quórum e vencer as votações", afirmou. Segundo ele, o que o governo precisa é recompor sua base. "O presidente (da Câmara) é apenas o coordenador dos trabalhados e pautador", afirmou. "Da minha parte, vai ser votada igual está sendo votada, tudo com celeridade e seriedade", disse.
Renúncia. Mesmo após o surgimento de provas contundentes que agravam as denúncias contra si, Cunha, declarou repetidas vezes durante a entrevista que não pretende renunciar do cargo. O peemedebista disse não se sentir isolado politicamente e afirmou que não precisa que seu partido ajude em sua defesa.
Cunha negou ainda que haja articulação entre ele e o Planalto para negociar sua permanência na presidência da Casa em troca da não instauração de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
"Vai continuar exatamente do jeito que está. Eu continuarei, não renunciarei e aqueles que desejam porventura minha saída vão ter de esperar o fim do mandato para escolher outro", declarou. "É importante deixar claro o seguinte: fui eleito pela Casa. Aqui só cabe uma maneira de eu sair, é renunciar. E não vou renunciar. Então, aqueles que acham que podem contar com minha renúncia, esqueçam, eu não vou renunciar", reforçou o presidente da Câmara.
Ele disse seguir presidindo a Câmara "com toda tranquilidade" e que tem "toda legitimidade" para praticar todos os atos inerentes à função para a qual foi eleito. Questionado se espera ajuda do PMDB para sua defesa, Cunha disse que "não espera nada". "Não preciso que ninguém ajude na minha defesa. Minha defesa será feita por mim mesmo e pelos meus advogados no momento e no fórum apropriado. Não tenho nenhuma preocupação com isso", afirmou.
Segundo o peemedebista, ele precisará apenas provar sua inocência em relação às acusações para que maioria dos integrantes do Conselho de Ética e do plenário possam "se satisfazer" com a defesa. Indagado se tem contas na Suíça, Cunha não negou e disse que só falará sobre esse assunto por meio de nota ou dos advogados.
Na entrevista, o presidente da Câmara afirmou ainda que ninguém do governo o procurou para fazer acordo. "Não tem articulação. Não tem plano A, B, C, D ou E, não tem plano nenhum. Qualquer discussão especulação está sendo feito é perda de tempo", afirmou.

*Fonte: msn.com

DECLARAÇÃO DE DILMA: "EU LAMENTO QUE SEJA UM BRASILEIRO", DIZ DILMA SOBRE CUNHA

A presidente Dilma Rousseff afirmou três vezes neste domingo (18/10) em Estocolmo, na Suécia, que "lamenta" que as denúncias envolvendo o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, envolvam um brasileiro. Segundo ela, não houve acordo entre os chefes dos dois poderes, Executivo e Legislativo, por mais estabilidade política, mas acusou "a oposição" de ter firmado um entendimento com Cunha. Dilma está na Suécia na primeira etapa de uma turnê pelo norte da Europa que envolve ainda a Finlândia.
+ Cunha perde apoio no Conselho de Ética
Na tarde de hoje (18/10) após se encontrar com os monarcas da Suécia, o rei Carlos XVI e a rainha Silvia, a presidente concedeu sua primeira entrevista. Questionada pelo Estado sobre se considera pertinente firmar um acordo com Eduardo Cunha que garanta a trégua na tramitação do impeachment na Câmara, Dilma descartou a hipótese. "Eu acho fantástico essa conversa de que o governo está fazendo acordo com quem quer que seja", disse ela, atacando seus opositores. "O acordo de Eduardo Cunha não é com o governo, era com a oposição. Era público e notório. Até na nota aparece", disse ela.
A presidente se referia a um comunicado emitido em 8 de outubro pelas direções do PSDB, DEM, PPS e PSB, no qual a oposição pediu o "afastamento do cargo" do presidente da Câmara para que ele pudesse "exercer seu direito constitucional à ampla defesa". A nota foi interpretada como fraca, uma prova de que a oposição não deseja de fato sua renúncia. Dilma disse que não comentaria as denúncias de que Cunha tem contas não declaradas na Suíça, nas quais teria recebido propinas.
Mas, indagada sobre a repercussão internacional do escândalo de corrupção envolvendo o presidente da Câmara, a presidente afirmou três vezes: "Eu lamento que seja um brasileiro". Sobre se a crise política estaria menos intensa após as denúncias contra Cunha, a presidente afirmou não ver "grandes alterações ao longo desse semestre", mesmo depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou a interpretação do presidente da Câmara sobre o rito processual de um eventual processo de impeachment.
"Nós ainda temos de alcançar uma estabilidade política baseada em um acordo no sentido de que os interesses partidários, pessoais, de cada corrente, têm de ser colocados abaixo dos interesses do País", argumentou. Indagada sobre a qual "acordo" se referia, a presidente respondeu: "Com toda a sociedade".

*Revista Época.

CLINI VIDA!!!!