sábado, 19 de dezembro de 2015

CHUVA DE GRANIZO É REGISTRADA NO INTERIOR DO RIO GRANDE DO NORTE

Para á alegria e surpresa dos moradores de uma comunidade rural situada no município de Santana do Seridó, no Rio Grande do Norte. Uma chuva de granizo foi registrada na última sexta-feira (18).
A chuva chegou a crescer á alegria dos agricultores. Chegou a ser registrada 99 milímetros em uma comunidade rural da cidade.

Santana do Seridó fica distante há 270 km da capital do estado. A chuva foi tão forte que u muro de um balneário chegou a cair, causado pela chuva que despertou a alegria e emoção dos moradores.

Não é a primeira vez que na cidade registra a chuva de granizo, no final do ano de 2013 também choveu granizo na cidade.
O último registro foi registrado em fevereiro do corrente ano, na cidade de Santana do Matos. Os moradores foram surpreendidos com a chuva de granizo que chegou a danificar alguns telhados de residência.
As gotas de água que se evaporam dos rios, mares e da superfície terrestre, quando chegam às nuvens e encontram temperaturas abaixo de -80°C, viram gelo. Congelado, o vapor de água fica com mais peso do que a nuvem pode aguentar e cai, em forma de pedra de gelo, que chamamos de granizo.

Como se forma a chuva de granizo ?

A chuva de granizo, no entanto, não acontece nas regiões polares. O motivo? É que o granizo só se forma em um único tipo de nuvem, a cumulonimbus, também responsável por trovões e relâmpagos. Essa nuvem atinge até 25 km de altitude a partir da linha do Equador. "E ela só aparece nas regiões mais quentes", explica Mario Festa, professor de Meteorologia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo. Isso acontece porque ela se forma graças a temperaturas elevadas e alto índice de umidade relativa do ar, mais raro nos países frios.

A ocorrência do granizo, portanto, é mais frequente nas regiões equatoriais, e vai diminuindo gradativamente ao longo das regiões tropicais, extratropicais e temperadas. "Por isso, em algumas épocas do ano é até possível ter chuva de granizo na Escandinávia, mas é raro. Já nos polos, realmente, nunca foi registrada", diz o professor.
A pedra de gelo tem, em média, 0,5 a 5 centímetros de diâmetro, mas isso pode variar. Nos Estados Unidos, na década de 1970, foi registrado um granizo com 14 centímetros de diâmetro, com 750 gramas.

Assu Noticias

Controladoria-Geral da União de olho no RN

Os auditores da Controladoria-Geral da União (CGU) caíram em campo, para avaliar a aplicação de R$ 2,7 bilhões em 45 municípios brasileiros. Os resultados foram divulgados ontem (19), tendo como foco a execução de políticas públicas.

No Rio Grande do Norte foram selecionados Ceará-Mirim e Maxaranguape, mas a CGU não gostou dos resultados por aqui. No primeiro, foram identificadas falhas na aplicação das verbas federais. Na segunda cidade, os auditores encontraram falhas na aplicação de recursos do FUNDEB, para aperfeiçoamento do SUS e atenção básica e obras não finalizadas no setor turístico.

PGR pede inquérito para investigar o senador José Agripino

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a abertura de mais um inquérito contra o senador José Agripino (DEM-RN) para investigar suspeitas de peculato qualificado e lavagem de dinheiro. Segundo o apurado, um funcionário fantasma estaria lotado no gabinete do senador.

De acordo com informações da Folha de S. Paulo, em 2009, Victor Neves Wanderley foi nomeado para o cargo de assessor parlamentar e a quebra de sigilo bancário mostrou que, em datas próximas ao pagamento do salário, fez saques em espécie e depósitos na conta de um primo de Agripino. Atualmente, o salário base de Wanderley é de R$ 7.415,57. Em depoimento à Polícia Federal, Victor Neves Wanderley confirmou que nunca chegou a trabalhar em atividades do Senado, apesar de receber salário. A PGR pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para aprofundar as investigações e realizar diligências para reunir fatos que comprovem as irregularidades.

Tribuna do Norte

Eduardo Cunha cita repasse de R$ 5 milhões a Michel Temer

Segundo informações contidas em uma das manifestações do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, e reunidas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), teria recebido R$ 5 milhões do dono da OAS, José Adelmário Pinheiro, o Leo Pinheiro, um dos empreiteiros condenados em decorrência do escândalo da Petrobras.

A Informação fundamentou as buscas da Operação Catilinárias, realizada na última terça-feira (15). De acordo com a Folha de S.Paulo, a informação do pagamento foi mencionada em uma troca de mensagens entre Leo Pinheiro e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em que o deputado reclama que o empreiteiro pagou a Temer e deixou "inadvertidamente adiado" o repasse a outros líderes peemedebistas. "Eduardo Cunha cobrou Leo Pinheiro por ter pago, de uma vez, para Michel Temer a quantia de R$ 5 milhões, tendo adiado os compromissos com a 'turma'", afirmou Janot.

A conversa estava armazenada no celular do dono da OAS, apreendido em 2014.

Em resposta, Michel Temer enviou à Folha de S.Paulo extrato de cinco doações da OAS ao PMDB declaradas à Justiça Eleitoral entre maio e setembro de 2014, totalizando valor semelhante ao citado por Pinheiro, ou R$ 5,2 milhões.


Fornecido por Notícias ao Minuto

CGU identifica suposto desvio de R$ 452 mi em verbas federais em 2015

A Controladoria-Geral da União (CGU) divulgou nesta sexta-feira (18), em balanço de operações especiais realizadas pelo órgão em 2015, que, ao longo do ano, o

órgão identificou prejuízo de R$ 452 milhões em recursos federais enviados a municípios.

Responsável pelo combate à corrupção no Executivo federal, a CGU auditou as contas de 130 municípios. A maior parte das supostas irregularidades, informou o ministério, foram identificadas em processos de licitação.
As áreas mais afetadas pelos prejuízos provocados pela corrupção nos municípios são saúde e educação, que, de acordo com o levantamento, representam 67% das áreas atingidas pelas irregularidades.
Na saúde, apontou a CGU, o principal setor prejudicado é de saneamento básico (18%). Já na educação os recursos desviados seriam, majoritariamente, destinados ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Municípios vulneráveis
A CGU também divulgou sexta-feira (17) ter identificado, em 45 municípios analisados, falhas graves nos repasses do governo federal em 26,5% dos casos. Em outros 73,5% foram identificadas falhas médias ou formais. Segundo o órgão, no entanto, os resultados não indicam necessariamente corrupção, pois há falhas cometidas por desinformação e despreparo do gestor público, e não por má-fé ou de forma intencional.
No total, foram 1284 irregularidades gerais encontradas em 274 ordens de serviço. São consideradas falhas graves as irregularidades que afetam o municípios em setores de grande relevância como saúde e educação. Entre elas estão principalmente obras paradas e falta de infraestrutura para realização dos serviços públicos.
Os números são parte do 1º Ciclo do Programa de Fiscalização em Entes Federativos. De acordo com a CGU, equipes de auditores visitaram os 45 municípios distribuídos em todos os estados entre agosto e outubro deste ano. Ao todo, foi analisada a transferência de R$ 2,7 bilhões pelo governo federal para a execução de políticas públicas. Entre os 45 municípios mais vulneráveis, 15 estão estão localizados no nordeste.
Segundo o secretário federal de Controle Interno da CGU, Francisco Bessa, a má gestão dos recursos seria a principal causa das irregularidades. Os gestores públicos teriam dificuldades de gerir os repasses federais. No caso da falta de conclusão das obras, os gestores estariam elaborando "licitações frágeis".
"Se você começou e não terminou é por que o licitante, ou seja, quem deveria ter terminado aquela obra, fez o destrato, abandonou a obra. Quando você volta atrás para ver como é que foi conduzido o procedimento licitatório, o procedimento, o edital e o próprio contrato não previram condições que poderiam oferecer mais segurança para o gestor municipal", disse Bessa.
A escolha dos lugares analisados não foi feita por sorteio. Para definir os municípios, a CGU desenvolveu uma metodologia que se baseia num grupo de indicadores que apontam os locais com maior fragilidade para aplicar recursos públicos. A seleção incluiu 4 capitais, 24 municípios com até 50 mil habitantes, 7 com população entre 50 e 100 mil habitantes e 10 com mais de 100 mil habitantes.
Transparência
O balanço da Controladoria também procurou avaliar a relação entre a transparência das contas públicas e a corrupção. Em uma escala de 1 a 10, a média da transparência medida nos municípios que foram alvo das auditorias ficou em 2,16. Excluindo as capitais, que tem maior capacidade institucional para os registros, a nota cai para 1,5.
Para o secretário federal de Controle Interno da CGU, a melhoria da transparência na administração pública pode causar uma "revolução".
Segundo ele, uma das principais medidas a serem tomadas é garantir o respeito à Lei de Acesso a Informação. Em vigência desde 2013, a lei obriga todos os gestores públicos a disponibilizarem informações ao público.
Francisco Bessa destacou que a transparência facilita a fiscalização por parte da população. "Se eu sou pai de uma criança e meu filho é levado para a escola por um transporte contratado pela prefeitura. Com essas informações de contratação e serviço prestado, eu, pai, vou fiscalizar, porque é a vida do meu filho. No Maranhão, no ano passado, oito crianças morreram porque estavam sendo transportadas em um pau-de-arara", ponderou o secretário da CGU.
Desde 2003, a CGU deflagrou 199 operações especiais em parceira com outras instituições de investigação, como Polícia Federal e Ministério Público Federal.
Polícia Federal
A CGU e a Polícia Federal assinaram também nesta sexta-feira um acordo de cooperação. O objetivo é firmar um compromisso de ação conjunta entre os órgãos nas investigações em combate à corrupção. Atualmente, o órgão possui 115 investigações em andamento conjuntamente com outros órgãos de fiscalização.
Segundo o diretor de Investigação de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Maurício Leite, o termo fortalece a relação que já existe garantindo a especificação de cada órgão. "Naquelas operações especiais que há um envolvimento, que foram frutos eventualmente de um relatório da auditoria, realizada pela CGU e que há um indicativo de um ilícito criminal praticado, há participação da atuação dos nossos técnicos especializados, isso contribui muito com a melhoria da qualidade da prova apresentada ao Ministério Público Federal e ao judiciário", afirma.
Segundo o diretor, a Polícia Federal também deve registrar recorde de operações este ano. Até hoje, o maior número registrado ao ano foi em 2014, com de 390 operações . "Hoje, sem contabilizar o mês de dezembro, nós já estamos em torno de 420 operações", conta Maurício Leite.


Fonte: G1

MPRN denuncia prefeito de Mossoró por desvio de recursos públicos

O Ministério Público Estadual (MPRN) denunciou ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) o prefeito de Mossoró Francisco José Lima Silveira Júnior

pelo desvio de R$ 75.924,67 em recursos da Câmara Municipal de Mossoró, quando ainda exercia mandato como vereador no município localizado no Oeste potiguar. De acordo com o MPRN, o valor atualizado chega aos R$ 155.100,15.

Segundo o Ministério Público, o esquema investigado funcionou entre janeiro de 2005 e julho de 2007. O MP sustenta que Silveira Júnior utilizava recursos liberados pela Câmara de Mossoró a título de verba de gabinete em proveito próprio.
De acordo com o documento entregue ao TJ, os valores eram repassados ao gabinete do então vereador por meio de cheques nominais a um familiar que ocupava o cargo de chefe de gabinete e era o indicado para retirar os cheques mensais relativos à verba de gabinete.
Segundo o MP, as investigações apontaram que os cheques liberados para o gabinete do então vereador foram sacados no caixa pelo chefe de gabinete e, nas operações bancárias seguintes, desviados para ele para as contas pessoais do atual prefeito de Mossoró. Ainda dentro da operação bancária, os cheques eram liquidados no caixa e, em seguida, na mesma sessão de atendimento, o chefe de gabinete realizava o depósito na conta-corrente do denunciado.
Ainda de acordo com o MP, alguns dos cheques chegaram a ser depositados diretamente na conta do prefeito. A denúncia aponta ainda que houve meses em que as verbas de gabinete foram recebidas em duplicidade.
De acordo com o Ministério Público, com a denúncia oferecida, o prefeito de Mossoró terá prazo de 15 dias para apresentar resposta à Justiça, a partir do momento que for notificado pelo Judiciário.


Fonte: G1

Operação desarticula esquema de fraude em vistoria de veículos na PB

Onze mandados de busca e apreensão na Paraíba e um no Rio Grande do Norte foram cumpridos pela Polícia Civil da Paraíba, na manhã desta sexta-feira (18),

durante a ‘Operação Espectro’. A ação policial ocorreu após ser instaurado inquérito que apurou um esquema fraudulento de vistorias veiculares destinadas a transferência de propriedade, intermunicipal e interestadual, realizadas por uma empresa com funcionários do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) da Paraíba.

A dona da empresa investigada foi detida em um condomínio de luxo na cidade de Natal. E o prejuízo ao Estado causado pelo esquema fraudulento é de cerca de R$ 5 milhões.
O delegado Yasley Almeida, que coordenou a operação, disse que um ex-superintendente do Detran da Paraíba também vai ser investigado. “Nós já qualificamos e interrogamos funcionários do Detran que trabalhavam na comissão de licitação na época em que a empresa investigada venceu a concorrência”, acrescentou.
Ele destacou ainda que “Durante a investigação comprovou-se a prática dos crimes de organização criminosa, falsificação documental, uso de documento falso, fraude à licitação corrupção ativa e passiva, bem como sonegação fiscal atinente ao não recolhimento do imposto sobre serviços - ISS decorrente da realização de vistorias de identificação veicular”, destacou o delegado.
A operação foi realizada por mais de 60 policiais civis para cumprimento de mandados. Na Paraíba foram cumpridos os mandados em João Pessoa, Bayeux, Santa Rita, Campina Grande, Monteiro, Guarabira, Patos, São Bento, Sousa e Cajazeiras.


Fonte: G1

Quase uma tonelada de drogas é incinerada pela Polícia Civil

A Delegacia Especializada em Narcóticos (Denarc) incinerou 835 quilos de entorpecentes que foram apreendidos entre os anos de 2007 a 2015, na manhã desta sexta-feira

(18). Esta é a segunda queima de drogas feita pela Denarc em 2015.

Entre as drogas que foram incineradas estavam 689 quilos de maconha, 41 quilos de crack, 12 quilos de cocaína, três gramas de pedras de cristal e 85 quilos de fenacetina (composto usado para ser diluído na composição de cocaína e crack).

A queima das drogas foi autorizada pela Justiça e aconteceu na cerâmica São Francisco (Antiga cerâmica Samburá), na cidade de São Gonçalo do Amarante. No dia 26 de junho, a Especializada incinerou 665 quilos de drogas na mesma cerâmica.


Fonte: Assessoria Degepol

DETRAN: CALENDÁRIO DE LICENCIAMENTO

DETRAN: CALENDÁRIO DE LICENCIAMENTO