domingo, 13 de março de 2016

Manifestantes fazem maior protesto nacional contra o governo Dilma

Do G1: Manifestações contra a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), o ex-presidente Lula e o PT aconteceram neste domingo (13) em todos os estados do país, em mais de 250 municípios. O maior protesto ocorreu na Avenida Paulista, em São Paulo.

Segundo levantamento do G1, a Polícia Militar contou 3,4 milhões de pessoas nas ruas do país, e os organizadores, 6,6 milhões (balanço atualizado às 21h10). O maior número de participantes havia sido registrado no protesto de 15 de março do ano passado: 2,4 milhões, segundo a PM, e 3 milhões pelos dados dos organizadores. Os protestos deste domingo ocorreram em mais cidades, em comparação com março de 2015.

Na capital paulista, a Polícia Militar estima que cerca de 1,4 milhão de pessoas estiveram no ato. Segundo o Instituto Datafolha, o protesto reuniu 500 mil pessoas. Já o movimento Vem Pra Rua, um dos organizadores, contabilizou 2,5 milhões de pessoas na Avenida Paulista. No Rio de Janeiro, os organizadores falaram em 1 milhão na Praia de Copacabana. A PM não divulgou números.

Também foram realizados protestos de apoio ao governo Dilma, a Lula e ao PT. Recife (PE), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), São Bernardo do Campo (SP), Vitória (ES), Monte Claros e Coronel Fabriciano (MG) e São Luís (MA) tiveram atos a favor do governo petista.

As manifestações foram pacíficas, com poucos incidentes isolados em algumas cidades. Grande parte dos manifestantes vestia verde e amarelo e levava cartazes contra a corrupção, o governo federal e o PT.

Além de pedirem a saída de Dilma, várias pessoas protestaram contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lembraram que, na semana passada, o Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva do líder petista.

Outro nome citado nos atos, mas de maneira positiva, foi o do juiz da Operação Lava Jato. Sérgio Moro foi exaltado em faixas em diversas cidades brasileiras.

Em São Paulo, políticos foram hostilizados, entre eles Marta Suplicy (PMDB), o governador do estado, Geraldo Alckmin (PSDB), e o senador Aécio Neves (PSDB).

Veja os atos nas principais cidades e clique nos nomes para saber mais:

Acre
Rio Branco - Manifestantes se reuniram em frente ao Palácio Rio Branco, no Centro da capital acreana para protestar contra a presidente Dilma Rousseff (PT), o ex-presidente Lula e em apoio às ações da operação Lava Jato.

Durante a concentração os manifestantes cantaram os hinos nacional e acreano, além de aplaudir o juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato em primeira instância.


Alagoas
Maceió - Milhares de pessoas participaram da manifestação contra o governo Dilma. A mobilização começou na Praça Vera Arruda, na Jatiúca, e seguiu em caminhada pela orla da capital alagoana até a praça que fica no Alagoinha, na Ponta Verde.

Representantes do Movimento Brasil estimam que mais de 35 mil pessoas participaram da manifestação na capital alagoana e a Polícia Militar diz que foram cerca de 25 mil manifestantes.

Amapá
Macapá - Manifestantes que pediam o fim da corrupção no país realizaram um ato na tarde deste domingo na orla de Macapá. O público se concentrou às 15h no entorno da Fortaleza de São José e encerrou o protesto por volta de 18h após caminhada até a sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Ao final, a organização estimou pelo menos 3 mil pessoas no movimento. A Polícia Militar (PM) falou em mil participantes.
 

Manifestantes protestara contra o governo Dilma em Macapá (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Amazonas
Manaus - A praia da Ponta Negra, na Zona Oeste da capital, foi o local escolhido para a realização de uma manifestação contra o governo Dilma Rousseff e a favor das investigações da Operação Lava Jato. O ato começou por volta das 16h10.

A organização informou que 80 mil pessoas estavam presentes no início do protesto. Segundo eles, o número subiu para 100 mil por volta das 17h30. A Polícia Militar (PM) contabilizou 35 mil pessoas, segundo dados do Comando de Policiamento Metropolitano.

Bahia
Salvador - Segundo a Polícia Militar, cerca de 20 mil pessoas participaram do ato. A organização do movimento estima que o ato reuniu cerca de 50 mil participantes. Muitas pessoas levaram cartazes com pedido de impeachment da presidente Dilma Roussef e em faixas e cartazes pedindo a prisão do ex-presidente Lula.

Também ocorreram demonstrações de apoio ao juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato. Uma hora após a saída do Farol da Barra, os manifestantes chegaram ao Morro do Cristo, na orla da Barra, onde fizeram oração.
 

Manifestação em Salvador começou por volta das 10h50 no Farol da Barra (Foto: Henrique Mendes/G1 BA)

Ceará
Fortaleza - Segundo os organizadores, foram 100 mil manifestantes no protesto contra Dilma, Lula e PT em Fortaleza. A Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública informaram que não vão divulgar estimativa de público presente.

Durante a manhã, manifestantes e políticos realizaram uma manifestação em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff em Fortaleza. De acordo com os organizadores, o ato é um "aquecimento" para uma manifestação agendada para 18 de março.
 

Manifestantes fazem ato de apoio ao ex-presidente Lula no Polo de Lazer da Parangaba, em Fortaleza (Foto: Gioras Xerez/G1)

Distrito Federal
Brasília - Integrantes de movimentos pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff ocuparam a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para uma marcha entre o Museu da República e o Congresso Nacional. Seis carros de som acompanharam a marcha.

A Polícia Militar estimou em 100 mil o número de participantes na manifestação em Brasília. Para os organizadores, havia 200 mil. A Polícia Militar destacou mais de 2 mil policiais para atuar na segurança.

Espírito Santo
Durante a tarde, houve concentração em Vila Velha e passeata até a Praça do Papa, em Vitória. A organização disse que 200 mil pessoas foram às ruas protestar contra o governo. Já a Polícia Militar informou que 120 mil manifestantes se encontraram na Praça do Papa, no momento de maior concentração. O protesto começou às 14h e terminou às 17h35.

Uma carreata a favor do ex-presidente Lula aconteceu, à tarde, em Vitória. O ato foi organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Em Colatina, a concentração começou em frente à Praça da Catedral, às 10h. De acordo com a organização, um grupo de 800 pessoas seguiu pela avenida Getúlio Vargas e atravessou a Ponte Florentino Avidos. Segundo PM, protesto reuniu 500 pessoas.
 

Manifestantes saem às ruas de Colatina em ato pelo impeachment de Dilma (Foto: Mayara Mello/ TV Gazeta)

Manifestantes também foram às ruas em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do estado. A organização informou que 3 mil pessoas participaram da manifestação em Cachoeiro. Para Polícia Militar, eram 2,5 mil manifestantes nas ruas da cidade.

Goiás
Goiânia - Manifestantes protestaram neste domingo (13) contra a corrupção e pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), em Goiânia e no interior. Na capital, os organizadores disseram que 100 mil pessoas participaram do ato. Já a assessoria de imprensa da Polícia Militar estimou que foram cerca de 60 mil manifestantes.

Houve também manifestações em Anápolis, Jataí, Rio Verde, Itumbiara, Morrinhos, Caldas Novas e Catalão, no interior do estado.
 

Manifestantes caminham pelas ruas de Goiânia em ato contra o governo (Foto: Murillo Velasco/G1)

Maranhão
São Luís - O ato contra governo Dilma reuniu mais de 4 mil pessoas em São Luís, segundo a PM. Para a organização, a manifestação reuniu 5 mil pessoas. Os manifestantes montaram pelo menos três tendas e utilizam um trio elétrico.

Os organizadores ressaltam a união da sociedade na discussão dos temas de importância do país, o apoio às operações Lava-Jato, que investiga um esquema de corrupção da Petrobras, e ao juiz Sérgio Moro.

Um ato a favor do governo Dilma reuniu 100 pessoas na Praça do Anjo, no bairro Anjo da Guarda, em São Luís. Já a Polícia Militar afirma que 200 pessoas foram ao local.
 

Manifestação na avenida Litorânea, orla de São Luís (MA), contrária ao governo, às 10h (Foto: Clarissa Carramilo/G1)

Na segunda maior cidade do Estado, Imperatriz, 800 manifestantes foram à Praça Brasil, no Centro, protestar contra o governo Dilma, de acordo com as estimativas da PM. Já os organizadores disseram que 5 mil pessoas compareceram ao local.

Mato Grosso
Cuiabá - Segundo os organizadores, cerca de 40 mil pessoas participaram da manifestação. A Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp) estimou 32 mil. Os manifestantes percorreram a Avenida Getúlio Vargas até a Praça Oito de Abril, num percurso de aproximadamente 2 km.

Mato Grosso do Sul
Campo Grande - Na capital do estado, os manifestantes começaram a concentração na praça do Rádio Clube e na avenida Afonso Pena, região central, à tarde. Um grupo de motociclistas também participou do protesto. A PM diz que 100 mil estiveram no protesto. Segundo os organizadores, foram 110 mil.

Corumbá e outros nove municípios do estado - Maracaju, Mundo Novo, Aquidauana, Coxim, Três Lagoas, Dourados, Chapadão do Sul, Nova Andradina e Naviraí - tiveram manifestações contra o governo federal.
 

Corumbaenses saem às ruas em manifesto contra o governo federal (Foto: Laura Toledo/ TV Morena)

Conforme a PM, em Aquidauana, protestou reuniu 70 pessoas. Em Corumbá, a 415 quilômetros da capital, 600 pessoas protestaram contra o governo Dilma. Em Coxim, moradores fizeram carreata com buzinaço, faixas e cartazes.

Minas Gerais
Belo Horizonte - Manifestantes realizaram protesto contra o governo Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula e o PT. Os manifestantes se concentraram na Praça da Liberdade, na Região Centro Sul de Belo Horizonte. Os organizadores calcularam 100 mil manifestantes e a Polícia Militar, 30 mil.
 

Segundo a PM, às 11h20, 30 mil pessoas estavam na Praça da Liberdade (Foto: Pedro Ângelo/ G1)

O ato contou com a presença do senador Aécio Neves e do ex-governador Antonio Anastasia. Candidato derrotado no segundo turno da eleição presidencial em 2014 pelo PSDB, Aécio falou sobre a presença dele. “Estamos aqui ao lado dos mineiros e ao lado dos brasileiros para dizer chega, basta! O Brasil merece algo melhor e com a força do povo nós vamos construir um novo caminho para o Brasil”, disse Aécio.
 

BELO HORIZONTE - O senador Aécio Neves (PSDB) participa da manifestação em Belo Horizonte. Aécio foi ovacionado pelos manifestantes. (Foto: Pedro Ângelo/ G1)

Além da capital, outras cidades mineiras protestaram neste domingo. Foram realizados atos em Varginha, Uberlândia, Poços de Caldas, Governador Valadares, Uberaba, Ipatinga, Mogi das Cruzes, Pouso Alegre, Juiz de Fora, Araxá e Montes Claros.

Em Uberlândia, os manifestantes protestaram pelo combate à corrupção política e em apoio à operação “Lava Jato”, da Polícia Federal. Após o fim do protesto, a organização disse que 25 mil pessoas compareceram. A Polícia Militar informou 22 mil.
 

Manifestação em Uberlândia contra governo Dilma reuniu mais de 20 mil pessoas (Foto: Caroline Aleixo/G1)

Pará
Belém - Milhares de paraenses foram às ruas da capital protestar contra a corrupção no Brasil. Vestidos de verde e amarelo, os manifestantes pediram o impeachment da presidente Dilma Rousseff e apoiaram o juiz Sérgio Moro na operação "Lava Jato".
 

Manifestantes levam faixas nas cores da bandeira brasileira e gritaram “Fora Dilma” em Belém (Foto: Tarso Sarraf/O Liberal)

De acordo com as estimativas da organização do evento, a manifestação começou com 4 mil pessoas, aumentou para 10 mil e chegou a 50 mil participantes. Já a Polícia Militar informou que não vai se manifestar sobre os números do protesto deste domingo.

Paraíba
Manifestantes se reuniram no Busto de Tamandaré, em João Pessoa, na Praça da Bandeira, em Campina Grande, e na Praça Edvaldo Motta, em Patos, para protestar contra a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT. O ato público também demonstrou apoio à Operação Lava Jato e ao juiz federal Sérgio Moro.

Em João Pessoa, enquanto a organização estimou 20 mil participantes, a Polícia Militar calculou duas mil pessoas.
 

Manifestação em João Pessoa na tarde deste domingo (Foto: Caio Ismael/G1)

Paraná
Curitiba - Manifestantes se reuniram no centro de Curitiba, na Praça Santos Andrade, para protesto contra o governo federal na tarde deste domingo. Segundo estimativa da Polícia Militar, foram cerca de 200 mil. Também foram realizados atos em Foz do Iguaçu, Paranavaí, Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa e Guaíra.
 

Segundo a organização e a PM, 200 mil pessoas participaram da manifestação em Curitiba neste domingo (Foto: Giuliano Gomes/PRPRESS)

Em Foz do Iguaçu, os manifestantes se reuniram por volta das 10h na Praça do Mitre, no Centro da cidade, e seguiram em passeata e carregando faixas até a Praça da Paz, onde por volta das 11h30 soltaram milhares de balões, encerrando o ato.
 

Manifestantes percorreram as principais ruas de Foz do Iguaçu na manhã deste domingo (13); ato foi encerrado na Praça da Paz com a soltura de balões (Foto: Caio Vasques / RPC)

Pernambuco
Recife - A capital pernambucana teve atos a favor e contra o governo. Os manifestantes contrários ao governo Dilma Rousseff se reuniram na Avenida Boa Viagem. Segundo a PM, foram 120 mil pessoas. Os organizadores estimaram público de 150 mil. Também houve protesto em Garanhuns, município a 27 quilômetros distante de Caetés, cidade natal do ex-presidente Lula.
 

Protesto contra Dilma no Recife (Foto: Bruno Marinho)

Enquanto a orla de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, era tomada pelos manifestantes contrários ao governo petista, um grupo de apoiadores da presidente se reuniu no Marco Zero, na capital pernambucana, para prestar apoio ao governo petista.

Piauí

Teresina - Centenas de pessoas se reuniram na Avenida Raul Lopes para pedir a saída da presidente Dilma Rousseff, bem como declarar apoio ao juiz Sério Moro e à Lava Jato. Segundo a organização do ato, 10 mil pessoas estiveram presente na manifestação. Estimativa da Polícia Militar apontou três mil participantes.

Rio de Janeiro
Rio - Os manifestantes contrários ao governo Dilma se reuniram na Praia de Copacabana. Quase quatro horas após o início do protesto, organizadores estimaram a presença de cerca de 1 milhão de pessoas. A Polícia Militar não divulgou balanço.

Também houve protestos em outras cidades, como Volta Redonda e Nova Friburgo.

Às 11h20, uma hora e 20 minutos após o horário marcado para o início do ato, os manifestantes ocupavam cerca de 8 quarteirões da Praia de Copacabana e as duas pistas da Avenida Atlântica.

Para Bernardo Santoro, coordenador estadual do Movimento Brasil Livre (MBL), o ato em Copacabana foi um sucesso. "Mais de 1 milhão de pessoas engajadas por um Brasil sem PT, por um Brasil com impeachment", disse.

Rio Grande do Norte
Natal - Manifestantes contrários ao governo Dilma Rousseff se reuniram na Praça Cívica. Às 16h40, os organizadores disseram que eram 15 mil os presentes ao ato em Natal. A Polícia Militar informou que cerca de 8 mil pessoas estavam no protesto.

Os defensores da saída da presidente levaram bandeiras do Brasil, faixas amarelas e verdes, bonecos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com roupa de presidiário, o “Pixuleco”, além de cartazes com desenho de cobra jararaca. É uma alusão a um discurso feito por Lula.

Rio Grande do Sul
Porto Alegre - O protesto contrário ao governo de Dilma Rousseff foi realizado na tarde deste domingo no Parcão, no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Segundo a Brigada Militar, cerca de 100 mil pessoas participaram, e que não houve incidentes. Os organizadores dizem que havia cerca de 140 mil manifestantes.
 

Manifestantes protestam em Porto Alegre neste domingo (Foto: Igor Grossmann/G1)

Também em Porto Alegre, militantes do PT se reuniram no Parque Farroupilha em ato de apoio ao governo Dilma. De acordo com a Brigada Militar (BM), 5 mil pessoas se reuniram para o chamado "coxinhaço". Já os representantes da Frente Brasil Popular, organizadores do ato, afirmam que havia 10 mil pessoas na manifestação.

Outras cidades do estado registraram manifestações contra o governo, como Caxias do Sul, Santa Rosa e Pelotas.

Rondônia
Porto Velho - A manifestação contra o governo da presidente Dilma iniciou por volta das 16h (horário local), no Espaço Alternativo. Segundo Dani Bueno, um dos organizadores do ato, a manifestação tem três principais objetivos: apoiar a Operação Lava Jato, que o Congresso Nacional aceite o impeachment contra Dilma e o fim dos políticos corruptos.

Ji-Paraná - No município distante cerca de 370 km da capital Porto Velho, a população realizou uma caminhada na BR-364. A PM afirmou que cerca de 300 pessoas estavam presentes, enquanto a organização não divulgou números. Em Vilhena, cerca de 1,5 mil pessoas fizeram um protesto, segundo números da Polícia Militar.
 

Manifestantes caminharam até a principal ponte da cidade de Ji-Paraná, RO (Foto: Pâmela Fernandes/G1)

Roraima
Boa Vista - O Centro Cívico foi o local escolhido para a realização de uma manifestação contra o governo Dilma Rousseff. O ato iniciou por volta das 16h15 (17h15 horário de Brasília) e acabou por volta das 18h (19h horário de Brasília).

Conforme a Polícia Militar, a manifestação, que ocorreu em frente à Assembleia Legislativa de Roraima, reuniu cerca de 2 mil pessoas. A organização do protesto informou que mais de 5 mil pessoas compareceram ao ato no Centro da capital.
 

Manifestantes se reuniram na Praça do Cnetro Cívivo neste domigo (13) (Foto: Marcelo Marques/ G1 Roraima)


São Paulo
São Paulo - Na capital paulista, milhares de pessoas protestaram contra o governo Dilma, o ex-presidente Lula e ao PT na Paulista. Os manifestantes, que ocuparam cerca de 2 km da avenida, carregavam cartazes apoiando o juiz Sérgio Moro e pedindo impeachment de Dilma.

Segundo o Instituto Datafolha, a manifestação em São Paulo já é o maior protesto na história da cidade e reuniu 500 mil pessoas. O protesto nas Diretas Já, em 1984, reuniu 400 mil. Já o maior ato anti-Dilma teve 210 mil pessoas em março de 2015, segundo o Datafolha.

Já segundo a Polícia Militar, o ato que pediu o impeachment da presidente Dilma reuniu 1,4 milhão de pessoas na capital paulista e 400 mil em outras cidades do estado, segundo informou o major Emerson Macera. O movimento Vem Pra Rua contabilizou 2,5 milhões de pessoas na Avenida Paulista, segundo o porta-voz do grupo, Rogério Chequer.

A senadora Marta Suplicy foi hostilizada enquanto dava entrevista em frente à Fiesp. Sob gritos de "perua", "vira casaca" e "fora PT", ela deixou voltou ao prédio com militantes. Em nota, a assessoria dela diz que Marta "foi positivamente saudada por centenas de manifestantes e que apenas um senhor exclamou em voz alta a frase 'PMDB é igual ao PT'".

Estiveram também na manifestação o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e os senadores José Serra e Aécio Neves, os três do PSDB. Alckmin e Aécio foram recebidos com xingamentos por alguns manifestantes, segundo relatos dos jornais Folha de S. Paulo, O Globo e da rádio CBN. Os dois também foram aplaudidos por outros manifestantes.

A reportagem da GloboNews perguntou para Aécio Neves: "O que o senhor achou da reação das pessoas?". O senador respondeu: "É extremamente positiva, hoje estamos unidos em um só objetivo, terminar o governo Dilma".
 

Aécio Neves e o governador Alckimin estiveram na manifestação da Av. Paulista, em São Paulo, contra o Governo Dilma Rousseff, neste domingo (13) (Foto: Marcelo D. Sants/FramePhoto/Estadão Conteúdo)
 

Protesto contra Dilma na Avenida Paulista (Foto: Miguel Schincariol/AFP)

São José do Rio Preto - O protesto reuniu 20 mil pessoas, segundo os organizadores e também a PM, e acabou por volta das 12h30. Os manifestantes foram com caras pintadas, bandeiras contra o governo e até patos infláveis.
 

Manifestantes levaram bandeirão na passeata em Rio Preto (Foto: Renata Fernandes/G1)

Araçatuba - Os manifestantes levaram balões, bandeiras e faixas com frases contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. Alguns manifestantes estavam de bicicleta e percorreram trechos das avenidas.

Campinas - Os manifestantes se concentraram no Largo do Rosário, no Centro, e iniciaram uma passeata pelas vias da cidade. Segundo a Polícia Militar, havia, pelo menos, 10 mil participantes às 10h. A PM não divulgou os números finais.
 

Manifestantes contra o governo reunidos na Avenida Francisco Glicério, em Campinas (Foto: Felipe Boldrini/EPTV)

Catanduva - Os manifestantes se reuniram por volta das 9h em frente à praça Matriz e saíram em passeata pelas principais ruas da cidade. Segundo a Polícia Militar, o protesto reuniu 5 mil pessoas. Os organizadores estimaram em 7 mil.

Ribeirão Preto - De acordo com a Polícia Militar, 70 mil pessoas aderiram ao ato contra o governo Dilma. Ele começou às 10h e foi encerrado às 13h após queima de fogos e de ser entoado o Hino Nacional. Os organizadores estimaram em 60 mil pessoas.
 

Manifestação contra a presidente Dilma em Ribeirão Preto, SP (Foto: Érico Andrade)

Taubaté - De acordo com a organização, cerca de 15 mil pessoas participaram do ato contra o governo Dilma. Já a Polícia Militar contabilizou 10 mil manifestantes. A manifestação, que começou às 14h, foi encerrada por volta das 16h na Praça Dom Epaminondas.

Diversas outras cidades de São Paulo, como Jundiaí, Votuporanga, Piraju, Itapeva, Tietê, Piracicaba, Indaiatuba, São Carlos, Andradina, Bebedouro, Avaré, Bauru, Rio Claro e Presidente Prudente, tiveram protestos neste domingo.

Santa Catarina
Florianópolis - Na capital catarinense, o ato começou às 16h e encerrou às 18h, quando o público cantou o hino nacional. Segundo os organizadores, 100 mil pessoas estavam reunidas na Avenida Beira-Mar. PM informou que havia 95 mil manifestantes.

Foram realizados protestos contra o governo Dilma em diversas cidades do estado, como Lages, Curitibanos, Fraiburgo, Capinzal, Ouro, Urubici, Xanxerê, São Miguel do Oeste, Canoinhas, Gaspar e Turvo.
 

Em Lages, na Serra catarinense, público usava verde e amarelo na manifestação (Foto: Paulo Marques/Divulgação)

Sergipe
Aracaju - Ato ocorreu na Orla da Praia da Atalaia. A manifestou começou por das 15h e chegou ao fim por volta das 18h. Segundo André Gentil, do Movimento Vem Pra Rua, um dos organizadores do ato, o protesto reuniu cerca de 10 mil pessoas na capital sergipana. O número apresentado pela Polícia Militar foi de cerca de 8 mil manifestantes.

Tocantins
Araguaína, Gurupi e Porto Nacional tiveram protestos pela manhã no estado. Na capital Palmas, o ato ocorreu à tarde e, segundo a PM, 7 mil pessoas participaram. os organizadores falam em 30 mil manifestantes. Eles pediram o fim da corrupção e o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), além de apoio ao juiz Sérgio Moro.
 

Moradores de Gurupi se concentram para iniciar o protesto contra a presidente Dilma (Foto: Jairo Santos/ TV Anhanguera)

Ministro Henrique diz que não tentou segurar o PSDB para Rogério porque nunca interferiu em outras legendas

Thaisa Galvão: O ministro Henrique Alves nega que tenha tentado, junto ao PSDB, segurar o partido para o deputado Rogério Marinho.

E disse que jamais “ousou” interferir nas questões de outras legendas…

O ministro considera a informação um “desatino” e desafia quem diga com quem ele se reuniu para tratar do assunto.

Curraisnovense morre em grave acidente na BR 226

A PM de Currais Novos informa que, por volta das 17h desse domingo (13), uma grave colisão frontal foi registrada na BR 226, a cerca de doze quilômetros daquele município.

O acidente envolveu um veículo Chevrolet Prisma, de placas OWA 9489, conduzido pelo o curraisnovense Eliziário Cândido de Medeiros (71 anos) e uma caminhonete Chevrolet D20, de placas KFH 4029.

O idoso morreu na hora e o corpo ficou preso nas ferragens, enquanto os ocupantes do outro veículo foram socorridos ao Hospital Regional.

 Imagens de Thaisa Galvão.

*O Xerife.

Henrique tenta segurar comando do PSDB para Rogério

Thaisa Galvão: Como o PMDB definiu que agora fará dobradinha com o PSDB – como assim? – o ministro Henrique Alves (PMDB) convesou com membros da cúpula tucana.

O titular da pasta do Turismo foi tratar sobre mudanças no PSDB do Rio Grande do Norte.

Henrique foi reivindicar a permanência do deputado Rogério Marinho no comando do partido tucano.

Não foi muito bem sucedido na conversa

Ouviu que os tucanos terão novo comando no RN…e pronto.

PROTESTOS NO BRASIL, NESSE DOMINGO, 13 DE MARÇO

RIO GRANDE DO NORTE: Em Natal, os organizadores estimaram em 10 mil pessoas o número de partipantes. Mais cedo, a PM informou que seriam 2 mil os presentes no protesto contra o governo na Praça Cívica.

*Do G1.


PROTESTOS NO BRASIL, NESSE DOMINGO, 13 DE MARÇO

Meio que improvisado pelo aplicativo Whatsapp, alguns Tocantinopolinos se reuniram na entrada da cidade mais precisamente em frente o nome Tocantinópolis e resolveram botar a cara nas ruas saindo em passeata pelas principais avenidas da cidade, realizando um buzinaço e alguns com os veículos contendo cartazes de "Fora Dilma", "Fora PT", "Moro Neles", e "Sérgio Moro estamos com Você". 
TocNoticias.

*Do G1.

PROTESTOS NO BRASIL, NESSE DOMINGO, 13 DE MARÇO

RESUMO: Além do Distrito Federal, 20 estados realizam manifestações contra o governo Dilma (PT) neste domingo (13) – AL, BA, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PE, PR, RJ, RN, RO, RS, SE, SP, SC e TO. Na foto, manifestantes atravessam via que liga a cidade de Vila Velha a Vitória, no Espírito Santo.

*Do G1.

PROTESTOS NO BRASIL, NESSE DOMINGO, 13 DE MARÇO

SÃO PAULO: A saltadora e velocista brasileira Maurren Maggi participa do protesto contra a presidente Dilma. "Eu estou aqui porque eu sou brasileira, estou cumprindo meu papel. Eu, como todos os brasileiros, estou cansada", afirmou.

*Do G1.

PROTESTOS NO BRASIL, NESSE DOMINGO, 13 DE MARÇO

SANTA CATARINA - Em Criciúma, protesto contra o governo reúne 5 mil pessoas. A PM não informou ainda o número de participantes.

*Do G1.

Manifestantes fazem atos a favor do governo Dilma, Lula e PT

Do G1: Além dos protestos contra o governo Dilma Rousseff (PT), algumas cidades - Recife (PE), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), São Bernardo do Campo (SP) e Coronel Fabriciano (MG) realizam atos a favor do governo Dilma, do ex-presidente Lula e do PT.

Na capital cearense, manifestantes fizeram ato em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e contra o impeachment de Dilma. De acordo com os organizadores, o ato é um "aquecimento" para uma manifestação agendada para 18 de março.

"Será uma grande concentração democrática para o Brasil", disse o senador petista José Pimentel. O ato reuniu cerca de 300 pessoas no Polo de Lazer da Parangaba. Os manifestantes gritavam palavras de ordem como "não vai ter golpe" e "fica, Dilma".

Em Porto Alegre (RS), militantes do PT se reuniram no Parque Farroupilha em ato de apoio ao governo Dilma. Segundo os organizadores, entre 5 a 10 mil pessoas compareceram ao protesto pró PT. A Brigada Militar não informou número de pessoas.

 
Em Porto Alegre, militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) se reuniram no Parque Farroupilha (Foto: G1 RS)

Em São Bernardo do Campo (SP), um grupo de militantes do PT foi até o prédio onde mora o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para prestar apoio. O líder petista chegou a sair às ruas para conversar com grupo de apoiadores.

Lula sai às ruas para conversar com grupo de apoiadores, em São Bernardo do Campo, neste domingo (13). (Foto: AFP PHOTO / NELSON ALMEIDA )

Segundo a Guarda Municipal, cerca de 400 pessoas se concentravam no local às 10h30 deste domingo. Os manifestantes usavam camisetas com os nomes de Lula e da presidente Dilma Rousseff.

Enquanto a orla de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, era tomada pelos manifestantes contrários ao governo Dilma Roussef, um grupo de apoiadores da presidente se reuniu no Marco Zero, na capital pernambucana, para prestar apoio ao governo petista.

A manifestação pró-Dilma e PT ocorre no Marco Zero do Recife. Cerca de 50 pessoas estão no local (Foto: G1 PE)

O ato contou com carro de som e um grupo de maracatu. Os defensores de Dilma e do ex-presidente Lula acompanharam discursos de políticos ligados ao PT. Durante o ato, duas palavras de ordem foram repetidas: "Abaixo a imprensa" e "Não vai ter golpe!"

Em Minas Gerais, manifestantes a favor do PT e da presidente Dilma percorreram as ruas de Coronel Fabriciano, no Leste do estado. A PM calculou a participação de 250 pessoas, mas a organização disse que havia 400.

Manifestação a favor do PT em Coronel Fabriciano, MG (Foto: Patrícia Belo/G1)

PROTESTO EM EM NATAL MARCADO PARA AS 15 HORAS

Marcado para começar às 15 horas, em Natal, o protesto contra a corrupção e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Abaixo a programação:

Ato reúne 100 mil na Esplanada, diz PM; organização fala em até 200 mil

Do G1: Integrantes de movimentos pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff ocuparam na manhã deste domingo (13) a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para uma marcha entre o Museu da República e o Congresso Nacional. Antes do início da caminhada, os manifestantes rezaram em frente à Catedral de Brasília. Seis carros de som acompanharam a marcha.

A Polícia Militar estimou em 100 mil o número de participantes na manifestação, o que faz do ato o maior já realizado em Brasília em protesto contra o governo. Para os organizadores, havia entre 180 mil e 200 mil.

A previsão anterior da PM era de que havia 50 mil pessoas na Esplanada, mas o número foi revisto depois que os manifestantes se juntaram para a marcha.

A PM destacou mais de 2 mil policiais para atuar na segurança. Todos os manifestantes que saíam com mochilas ou bolsas da estação Central do Metrô, a cerca de 500 metros do local de concentração do ato, eram revistados. De acordo com a corporação, não foi registrado nenhum incidente grave durante a manifestação.

A concentração para o ato estava marcada para ter início às 10h, em frente ao Museu da República, no início da Esplanada, mas muitos manifestantes chegaram até duas horas antes do horário previsto, com faixas, cartazes e camisetas contra o governo.

Além das críticas à presidente Dilma, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a condenados no mensalão e no escândalo de desvios na Petrobras, aops presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), os manifestantes faziam referências de apoio ao juiz Sério Moro, que está à frente da operação Lava Jato.

Manifestantes exibem faixa de apoio ao juiz federal Sérgio Moro (Foto: Mateus Rodrigues/G1)

O ato foi convocado pela web e se repete em cidades de ao menos 14 estados e no DF. Em Brasília, uma manifestaçãos a favor da presidente chegou a ser marcada, mas foi oficialmente suspensa depois de o PT ser notificado pelo governo por não ter feito o aviso previamente.

Por causa do protesto, o acesso à Esplanada dos Ministérios foi bloqueado desde a meia-noite. O trânsito ficou fechado nos dois sentidos desde a alça oeste da Rodoviária do Plano Piloto até o balão próximo ao quartel do Corpo dos Bombeiros, chegando à L4 Sul. Também houve interdição dos eixos Norte e Sul – e a suspensão do Eixão do Lazer. A alternativa para motoristas é circular pelas vias que ficam atrás dos ministérios.

Policiais militares usaram detectores de metais nos acessos à Esplanada e em trecho do trajeto da marcha para verificar se os manifestantes não portavam itens proibidos. Na lista constam vidro cortantes, fogos de artifício, hastes para bandeiras e máscaras.

O servidor da Câmara Rosano Garbin levou à manifestação uma faixa em apoio à Lava Jato que, segundo ele, é uma das ferramentas que contribuem para estimular a população a se posicionar contra a corrupção. Para ele, a saída para a crise política é Temer assumir a Presidência, pois passa "mais credibilidade" ao setor privado a ao Congresso.

A empresária Clarisse Lessa, de 75 anos, carrega faixa com frases contra Dilma, Lula e o PT (Foto: Mateus Rodrigues/G1)

O casal Rafael e Socorro Pinzon foi para o ato com uma bandeira do Brasil para a plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto. Do lugar era possível ver toda a mobilização dos grupos que pedem o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

"Queremos protestar contra a corrupção e a inflação. Está demais, não estamos aguentando", disse o aposentado. "Corrupção se transformou em um crime banal. Todo mundo mete a mão. Acho que as classes D e C poderiam estar bem melhor se não fosse a corrupção."

A empresária Clarisse Lessa, de 75 anos, carregava uma faixa com frases contra Dilma, Lula e PT. Ela disse acreditar no impeachment como forma de "fazer o país voltar a caminhar". "Tenho uma microempresa e, por dia, a gente recebe cinco currículos de gente desempregada, desesperada pra trabalhar. Esse país virou um absurdo", afirmou.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, os atos contra Dilma foram marcados pelos movimentos "Vem Pra Rua", "Brasil Livre", "Brasil Futuro", "Ocupa Brasília" e "Limpa Brasil" entre 3 de dezembro e 1º de março. O último protesto com pedido de impeachment da presidente aconteceu em 13 de dezembro.

 
Manifestantes em frente ao Congresso Nacional em ato contra o governo Dilma Rousseff neste domingo (13), em Brasília (Foto: Raquel Morais/G1)

Também marcado pela web, o movimento terminou com a queima de um caixão que simbolizava o governo petista. A mobilização durou três horas e reuniu 6 mil pessoas, de acordo com a PM, e 30 mil, segundo a organização.

(Raquel Morais, Mateus Rodrigues e Lucas Nanini, do G1 DF, e Filipe Matoso e Gustavo Garcia, do G1, em Brasília)
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500 QUILOS DE DROGA APREENDIDO NA REGIÃO DO SERIDÓ

A PM apreendeu meia tonelada de droga na região do Seridó/RN.

Protestos reúnem manifestantes contra Dilma e PT no Tocantins

Do G1: Araguaína, Gurupi e Porto Nacional iniciaram os protestos na manhã deste domingo (13), no Tocantins. Os manifestantes das três cidades pediram o fim da corrupção e o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). As faixas e cartazes também demonstravam apoio à operação Lava Jato e ao juiz Sérgio Moro.

Araguaína

 
Em Araguaína, no norte do estado, cerca de 5 mil pessoas participaram do ato segundo a organização. A PM calculou 1,5 mil. A manifestação foi organizada pela Ong SOS Liberdade e protestava contra a presidente Dilma e pedia o fim da corrupção. A Associação Comercial e o Sindicato Rural da cidade também participaram do ato.
 
Em Araguaína, o protesto começou na Praça das
Bandeiras (Foto: Lucas Ferreira/ TV Anhanguera)

A concentração começou por volta das 8h30 na Praça das Bandeiras. O grupo caminhou pela avenida Cônego João Lima, principal centro comercial da cidade, e parou em frente à sede da Polícia Federal por volta das 11h.

Na caminhada manifestantes exibiram um boneco que simbolizava o ex-presidente Lula e pediam a prisão dele.

O grupo também apoia a operação Lava Jato e o juiz Sérigio Moro, responsável pelas investigações.

A manifestação foi pacífica e nenhuma confusão foi registrada durante o ato. Cerca de 30 policiais reforçaram a segurança durante o ato.

Gurupi

 
Na região sul do Tocantins o protesto reuniu cerca de 500 manifestantes, segundo a organização. Já a Polícia Militar estimou que 400 pessoas estavam no local. O grupo se reuniu no centro de Gurupi, na rua 7, próximo à feira coberta, por volta das 9h.

Os manifestantes não caminharam pela cidade, apenas se concentraram no local com faixas e dando gritos de ordem pedindo o fim da corrupção e o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A manifestação foi organizada pelo movimento Vem pra rua.
 
Em Gurupi os manifestantes se reuniram na rua 7 (Foto: Jairo Santos/ TV Anhanguera)

Porto Nacional

 
Em Porto Nacional, a 60 km de Palmas, o protesto começou por volta das 9h30. O grupo se concentrou na avenida Frederico Lemos e caminhou até a feira coberta, encerrando o ato por volta das 11h.

A Polícia Militar e os manifestantes informaram que cerca de 1 mil pessoas participaram do ato, organizado pelo movimento Vem Pra Rua.

Diógenes Gonçalves Albuquerque Filho, um dos organizadores, disse que o protesto era contra a corrupção e pedia o impeachment da presidente Dilma Rousseff. "Nós damos total apoio à operação Lava Jato e à prisão dos políticos corruptos do país", disse.

DETRAN: CALENDÁRIO DE LICENCIAMENTO

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