segunda-feira, 9 de maio de 2016

CARAÚBAS: MULHER DESISTE DE VIVER E COMETE SUICÍDIO

Na tarde desta segunda-feira (09), a Polícia Militar de Caraúbas, na região Oeste Potiguar, registrou um caso de suicídio no Conj. Habitacional Maria Bandeira, que fica as margens da rodovia estadual, RN 233.

O fato ocorreu com uma mulher identificada como Maria Mônica dos Santos, 30 anos, que morreu enforcada com um lençol que estava amarrado ao seu pescoço e um armador de rede, dentro de um quarto em sua residência.

De acordo com informações, Maria Mônica foi encontrada enforcada e provavelmente depois que colocou a lençol no pescoço, ficou dando voltas até ficar de joelho. Ela já tinha tentado contra sua própria vida várias vezes, através de enforcamento, tomando remédios e pulando de uma moto em movimento.

Ainda de acordo com informações, Maria Mônica, deixou um bilhete para a família contando os motivos que levaram a mesmo a cometer o suicídio. 


*Informação: Icém Caraúbas.

DIÁRIO DO IMPEACHMENT: EM TEMPO REAL

ÚLTIMAS NOTÍCIAS SOBRE ANDAMENTO DO IMPEACHMENT

Renan ignora decisão de Maranhão e mantém processo de impeachment

POR UOL/Carlos Skarlack.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou na tarde desta segunda-feira (9) que está mantida para a próxima quarta-feira (11) a votação no plenário do Senado sobre o pedido de abertura do processo de impeachment contra Dilma Rousseff.

O processo de impeachment foi aprovado em votação realizada pela Câmara dos Deputados no dia 17 de abril. Entretanto, o presidente em exercício da casa, Waldir Maranhão (PP-MA), anunciou ainda nesta segunda-feira a anulação da votação dos deputados, alegando – entre outras coisas – que os líderes dos partidos não poderiam orientar cada deputado como votar. Caso a determinação de Maranhão prevalecesse, o pedido seria novamente apreciado pelos deputados.

“Essa decisão agora do presidente em exercício da Câmara é absolutamente intempestiva”, criticou Renan.

“Não poderia a formalidade tornar nulo o ato prévio”, disse Renan Calheiros. “O Senado já está com este assunto há várias semanas. Já houve leitura da autorização no plenário, indicação pelos líderes, eleição dos membros aqui no Senado, instalação da Comissão Especial, que fez nove reuniões presididas pelo senador Raimundo Lira, apresentação, defesa, acusação e votação de seu parecer”, completou.

Em seu pronunciamento, o presidente do Senado relembrou o processo de impeachment de Fernando Collor (1992), quando o Senado também foi comunicado a respeito de uma possível anulação. Na ocasião, a casa não acatou a anulação.

Às 17h05
Renan decide ignorar Maranhão e seguir com impeachment

POR VEJA
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse na tarde desta segunda-feira a senadores que participaram da reunião de emergência convocada por ele que dará prosseguimento ao processo de impeachment contra a presidente Dilma Roussett, ignorando a decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA).

A avaliação de Renan, conforme relatos dos parlamentares presentes ao encontro, é de que o ato de Maranhão foi “ilegal” e “intempestivo”. Ele disse ainda aos senadores que a Câmara não poderia tomar a decisão de anular a sessão em que 367 deputados deram aval ao prosseguimento do processo de impeachment para o Senado 30 dias após a votação da admissibilidade – muito menos quando o Senado está prestes a deliberar sobre o tema. “O presidente do Senado disse que é uma decisão contra a qual não caberia recurso quase 30 dias depois. Isso deveria ter sido analisado 48 após a sessão”, afirmou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), ao deixar a reunião emergencial.

Na reunião de líderes, PT e PCdoB fizeram apelos para que a decisão de Wladir Maranhão fosse cumprida, mas Renan não cedeu. Com isso, a leitura do parecer da comissão especial que, na última sexta-feira, deu aval para o seguimento do processo contra Dilma será feita ainda hoje, abrindo prazo de 48 horas para que o plenário do Senado julgue se abre processo contra a petista – decisão que, se tomada, afasta a presidente do cargo por 180 dias.

Às 16h02
Eduardo Cunha: “Decisão de Maranhão é absurda, ilegal e antirregimental”

POR ÉPOCA
O presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha(PMDB-RJ), afirmou que a decisão de Waldir Maranhão (PP-MA) de anular o processo de impeachment é ilegal e foi uma manobra do Palácio do Planalto. “Decisão é absurda, ilegal e antirregimental. Foi feita fora da Câmara”, disse Cunha.

>> Anulação do impeachment gera incertezas sobre processo

Cunha afirmou que não tem nenhuma relação com a decisão de Maranhão. “Que piração (sobre Maranhão ter agido por influência dele)! Isso é plantação do Palácio. Qualquer um sabe que ele está com o governo”, afirmou. “Esse é o verdadeiro golpe. Por isso me tiraram.” O mandato de deputado federal de Cunha foi suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por unanimidade na quinta-feira (5).

Às 15h49

Renan vai rejeitar a decisão de anular votação do impeachment na Câmara

POR O GLOBO

Leitura do parecer do relator está prevista para hoje.

Às 15h33

Michele Temer diz que ato do presidente em exercício da Câmara Federal foi “atitude desesperada

POR VEJA

Às vésperas da votação do impeachment e da decisão que pode levá-lo ao posto máximo da administração pública, o vice-presidente da República Michel Temer (PMDB) classificou como uma “atitude desesperada” do governo utilizar o presidente interino da Câmara Waldir Maranhão (PP-MA) para tentar anular o processo de impedimento contra a presidente Dilma Rousseff.

O vice, que discute arremates finais para a montagem de sua equipe de governo, está no Palácio do Jaburu, residência oficial em Brasília. (Laryssa Borges, de Brasília)

Às 15h28

OAB diz que vê anulação do impeachment com ‘extrema preocupação’

POR CBN

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil afirma que a decisão de Waldir Maranhão atende interesses momentâneos de alguns grupos políticos, mas ignora decisões legítimas já tomadas. A OAB estuda entrar com uma ação no STF.

Às 15h14

Joice Hasselmann ao vivo

Às 15h10

Aécio Neves diz que matéria sobre o impeachment é preclusa



Às 15h01

Presidente interino da Câmara Federal se reuniu com chefe da AGU antes de tentar suspender o impeachment

O presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), foi visto na manhã desta segunda-feira na sede da Advocacia-Geral da União (AGU), em Brasília. Antes de decidir anular a sessão plenária que aprovou o impeachment e autorizou o Senado a processar e julgar a presidente Dilma Rousseff por crime de responsabilidade, ele não pediu auxílio à consultoria legislativa da Câmara – a Secretaria Geral da Mesa Diretora também não tinha conhecimento dos termos da decisão, divulgada à imprensa por meio de nota. (Felipe Frazão, de Brasília)

Às 14h59

Renan convoca reunião de emergência para discutir impeachment

POR VEJA


O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), durante leitura do processo de impeachment contra a presidente da República, Dilma Rousseff, sob denúncia de crime de responsabilidade – 19/04/2016(Moreira Mariz/Ag. Senado)

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), convocou líderes partidários e senadores para uma reunião de emergência na tarde desta segunda-feira para discutir a decisão do presidente interino da Câmara Waldir Maranhão (PP-MA), que anulou sessão do impeachment. A tendência é que Renan não acolha a determinação por considerar não haver base jurídica no despacho do parlamentar. O presidente da comissão especial do impeachment no Senado Raimundo Lira (PMDB-PB) informou que, até o momento, está mantida a orientação para ler ainda nesta tarde o parecer do colegiado favorável à continuidade do procedimento contra Dilma. A leitura deste parecer abre prazo para que o julgamento do impeachment seja feito nesta quarta-feira e para que a petista possa ser afastada por até 180 dias.(Laryssa Borges, de Brasília)

Às 14h55


Pedido para anular votação entrou fora do prazo, diz primeiro-secretário

O deputado Beto Mansur (PRB-SP), primeiro-secretário da Câmara, afirmou nesta segunda-feira (9) que o pedido da Advocacia Geral da União de anulação da votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff não foi rejeitado na ocasião em que foi apresentado porque entrou “fora do prazo”.

O recurso foi protocolado no dia 25 de abril – a sessão que aprovou a autorização para abertura do processo de impeachment foi no dia 17. De acordo com Beto Mansur, no dia 25, o processo já tinha sido enviado da Câmara para o Senado.

“A AGU entrou fora de prazo com questionamento no dia 25 de abril. Poderia ter sido arquivado. Mas foi desconsiderado, porque estava fora de prazo”, afirmou Mansur.

Às 14h51

AO VIVO: SESSÃO DO SENADO FEDERAL PELA TV SENADO

Para o jurista e ex-deputado federal Ney Lopes, recurso contra impeachment é factoide do PT e do Governo e não terá efeitos

POR NEY LOPES


Um total factoide a polêmica decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados Waldir Maranhão (PP-MA), ao anular a votação do impeachment na Câmara.

Não merece perda de tempo, nem cabe o estrelismo de recursos ao STF.

Uma decisão soberana do plenário legislativo só poderia ser alterada por decisão desse mesmo plenário.

Ademais, a matéria regulada pelo Regimento Interno não está na alçada do STF, por tratar-se de interna corporis.

O impeachment, que tramita normal e legalmente, continuará no Senado, a quem caberá simplesmente não tomar conhecimento do despacho do presidente da Câmara.

A matéria não é regulada por Códigos, ou pela verborragia de juristas em busca de luzes.

Trata-se de matéria Regimental, sob o comando da LC de técnica legislativa.

Havendo um recurso na casa legislativa, a palavra final será sempre do plenário, principalmente quando foi esse colegiado o autor soberano da decisão impugnada.

Inexiste a possibilidade de um mero despacho administrativo aplicar o efeito suspensivo a um processo de impeachment, cujo rito foi previamente estabelecido pelo STF.

A cena do final da manhã de hoje, 9, é mero factoide do governo e do PT.

Nenhum efeito causará, em relação ao impedimento iminente da presidente Dilma Rousseff.
Em pouco tempo, as especulações e as manchetes da mídia cederão lugar à realidade, e o processo de impeachment continuará tramitando como dantes, no quartel de abrantes!
Fonte: Blog do Ney Lopes

Às 14h35
Governador do Maranhão, que é do PC do B, usou presidente da Câmara Federal em defesa de Dilma

POR UOL


A decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular o impeachment da presidente Dilma Rousseff foi costurada nos mínimos detalhes com o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B).

No domingo (8), Dino esteve com Maranhão em São Luís, em encontro em sua residência. No fim da tarde, os dois pegaram um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) e seguiram para Brasília, onde escreveram a decisão que atende a um recurso da Advocacia-Geral da União (AGU).

No mesmo domingo, Maranhão fez de tudo para omitir sua agenda de encontros em São Luís, seu berço eleitoral. Normalmente, ele voltaria para Brasília na segunda ou terça-feira, mas decidiu adiantar seu retorno para o domingo.

Às 14h28
Presidente interino da Câmara concederá entrevista às 16h, depois de decidir anular votação do impeachment

POR G1


O presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu nesta segunda-feira (9), por meio de uma decisão monocrática, anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff realizada na Casa no dia 17 de abril. Ele acolheu pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. (leia ao final da reportagem a íntegra da decisão de Maranhão)

A assessoria da Câmara informou que o presidente em exercício da Casa irá fazer um pronunciamento no Salão Verde, às 16h, para explicar a sua decisão.

Waldir Maranhão substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando da casa legislativa. O deputado do PP votou contra a continuidade do processo de impeachment na votação da Câmara, descumprindo decisão de seu partido, que havia fechado questão a favor do afastamento da presidente da República. 

PARABÉNS PARA OS ANIVERSARIANTES DE HOJE!!!

Parabéns Rita Torres! Felicidades e muitos anos de vida!!!
 Aécio Júnior, parabéns e muitas anos de vida!!!
Vanúbia Gurgel, parabéns e muitas felicidades, não só hoje, mas todos os dias de sua vida!!!
Netinha Oliveira, feliz aniversário!! Parabéns e tudo de bom!!!
Adriely Veras, parabéns pelo aniversário!! Felicidades, paz, saúde e tudo de bom!!!

Sessão do Senado começa sem leitura de parecer de impeachment e Renan consulta regimento da Casa

De Thaisa Galvão: A sessão do Senado foi aberta há pouco pelo vice-presidente da Casa, Jorge Viana (PT-AC), e sem a leitura do parecer da comissão especial do impeachment que recomenda a abertura do processo pelo Senado, como estava previsto.

O presidente Renan Calheiros estaria consultando o regimento interno e deve anunciar ainda hoje a posição do Senado em relação à decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, de anular o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

CUIDADO COM O MOSQUITO!!!


Com afastamento de Dilma, Sérgio Moro poderá pedir a prisão de Lula

De Thaisa Galvão: O pedido de prisão do presidente Lula, pelo Ministério Público de São Paulo e acatado pela justiça de São Paulo, já está nas mãos do juiz Sérgio Moro.
Moro não tem como julgar ainda, porque há um processo no STF, onde o Supremo terá que definir se Lula pode ou não pode assumir a Casa Civil do governo Dilma Rousseff.
Mas, pelo andar da carruagem, na quarta-feira o Senado afastará a presidente.
E a partir daí, a ação no STF sobre a posse de Lula, perde o objeto, dando a Sérgio Moro o direito de julgar o pedido de prisão do ex-presidente.

Há duas semanas a Polícia Federal solicitou à carceragem de Curitiba, vagas para prováveis novas prisões em flagrante.
Por isso a PF transferiu 4 presos: os publicitários João Santana e Mônica Moura, o senador Gim Argello e o empresário Ronan Maria Pinto.

Ato de Maranhão foi 'equivocado', diz presidente da comissão especial

O presidente da comissão especial do impeachment no Senado, Raimundo Lira (PMDB-PB), disse nesta segunda-feira (9) que a decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a votação do impeachment na Casa foi “essencialmente política” e “equivocada”. A declaração foi gravada em vídeo e distribuída à imprensa pela assessoria do senador.

Na gravação, Lira também disse que a Câmara “perdeu qualquer tipo de ingerência” sobre o processo de impeachment quando o protocolou no Senado. Para o senador, o rito na Câmara seguiu todas as regras que o Supremo Tribunal Federal “preconizou”.

“A sessão de admissibilidade na Câmara seguiu rigorosamente o que preconizou o que determinou o STF e, no momento em que a Câmara protocolou a denúncia no Senado, a Câmara perdeu qualquer ingerência sobre o processo de impeachment. Portanto, isso que o presidente da Câmara decidiu foi uma decisão essencialmente política e, no meu entendimento, equivocada”, disse Raimundo Lira na gravação.

Raimundo Lira comandou os trabalhos da comissão especial do Senado que recomendou a abertura do processo de impeachment pela Casa. Na sexta-feira (6), o colegiado aprovou o relatório do senador Antonio Anastasia – favorável ao julgamento da presidente Dilma Rousseff – por 15 a 5.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ainda não se manifestou publicamente sobre a decisão da presidência da Câmara.

A sessão de votação do parecer está prevista para iniciar na quarta-feira (11) pela manhã. No entanto, como cada senador terá 15 minutos para fazer considerações sobre o relatório, a sessão deverá invadir a madrugada de quinta-feira (12). Se a maioria simples dos senadores presentes (metade mais um) aprovar o relatório da comissão, a presidente será afastada da sua função por 180 dias. Para que a sessão tenha início, é necessária a presença de pelo menos 41 senadores.

Se a maioria dos senadores decidir pela abertura do julgamento no Senado, o vice Michel Temer assumirá a presidência enquanto os parlamentares julgam a presidente. O processo não precisa terminar em 180 dias e, se ultrapassar este prazo, Dilma reassumiria o governo.

Do G1.

OAB diz que vai ao STF contra 'suspensão' do impeachment

Waldir Maranhão (PP-MA) acolheu pedido da Advocacia-Geral da União.
Maranhão assumiu presidência da Câmara com afastamento de Cunha.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nota nesta segunda-feira (9) afirmando que deve recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, de suspender o processo de impeachment da presidente da República.

Leia a íntegra da nota:
"OAB avalia ir ao STF contra suspensão do processo de impeachment

O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, manifestou-se na manhã desta segunda-feira (09), sobre a decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, de suspender o processo de impeachment da presidente da República.

Lamachia determinou ao departamento jurídico do Conselho federal da OAB a realização imediata de um estudo para ingressar junto ao Supremo Tribunal Federal contra a decisão.

"A OAB vê com extrema preocupação a decisão tomada pelo presidente interino da Câmara. Esse tipo de ação atende a interesses momentâneos de alguns grupos políticos, mas ignora as decisões legítimas já tomadas. O Brasil está na UTI política, vivendo o ápice de uma crise ética e institucional. A OAB não aceita que, neste momento em que a sociedade brasileira espera que a crise seja superada com respeito a Constituição Federal, coloque-se em prática um vale-tudo à margem da Carta", afirma Claudio Lamachia."

Waldir Maranhão substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando da casa legislativa. O deputado do PP votou contra a continuidade do processo de impeachment na votação da Câmara, descumprindo decisão de seu partido, que havia fechado questão a favor do afastamento da presidente da República.

No despacho no qual anulou a votação da Câmara, Maranhão marcou uma nova votação, para daqui a 5 sessões do plenário da Casa, para os deputados federais voltarem a analisar o pedido impeachment. O prazo começa a contar no momento em que o processo for devolvido para a Casa pelo Senado.

Segundo o G1 apurou, Waldir Maranhão participou, durante o fim de semana e na manhã desta segunda-feira, de reuniões com integrantes do governo federal, deputados do PT e do PC do B. O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, teria participado desses encontros.


Do G1.

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'Senado tem que ignorar', diz Janaina sobre anulação de impeachment

Presidente em exercício da Câmara anulou votação do impeachment.
Waldir Maranhão (PP-MA) acolheu pedido da Advocacia-Geral da União.

A advogada Janaina Paschoal, coautora do pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, defendeu nesta segunda-feira (9) que o Senado deve ignorar a decisão do presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a votação na Câmara dos Deputados. “Senado tem que ignorar e tocar o processo. Os argumentos são absolutamente insubsistentes”, afirmou ao G1.

Waldir Maranhão (PP-MA) decidiu anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff realizada na Casa no dia 17 de abril acolhendo pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Maranhão substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando da casa legislativa.

“Uma loucura, um absurdo. Ele [Maranhão] não tem competência para isso. O procedimento está no Senado. O Senado é soberano. Essa decisão é extemporânea. Ainda que o processo estivesse na Câmara, ele não tem poder para anular o trabalho todo do plenário. Esse argumento de uma eventual falta de argumentação é absolutamente injustificado. Os deputados não têm que fundamentar o voto”, afirmou Janaina.

“É uma decisão que não se sustenta. Eu entendo que o Senado tem que tocar o procedimento conforme previsto. Eu ouvi alguns deputados dizerem que vão ao Supremo. Não acho que seja esse o caminho. O Senado tem que ignorar e tocar o processo. Os argumentos são absolutamente insubsistentes. É mais uma prova de que o governo não tem como se defender”, disse.

Para a advogada, Maranhão “está a serviço do governo e do partido do governo”. “Não tem explicação, é tão ilógico. O Legislativo tem que entender que se ele não se impuser, toda hora essa questão vai acabar indo ao Supremo. Estão perdendo poder. E como é que o cidadão interino quer dar ordem no Senado? Cabe ao Senado colocar esse senhor no seu lugar”, completou.

Votação anulada
No despacho no qual anulou a votação da Câmara, Maranhão marcou uma nova votação, para daqui a 5 sessões do plenário da Casa, para os deputados federais voltarem a analisar o pedido impeachment. O prazo começa a contar no momento em que o processo for devolvido para a Casa pelo Senado.

No momento em que a decisão de Waldir Maranhão veio a público, a presidente da República participava de uma cerimônia no Palácio do Planalto na qual propôs ao Congresso a criação de cinco novas universidades federais em quatro estados. Em meio ao discurso de Dilma, os convidados que lotavam o salão nobre do palácio celebraram o ato do presidente em exercício da Câmara ao tomarem conhecimento por meio da internet.

Segundo o primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara, Beto Mansur (PRB-SP), o pedido foi entregue fora do prazo, quando a Câmara já havia enviado o processo de impeachment ao Senado.

"A AGU entrou fora de prazo com questionamento no dia 25 de abril. Poderia ter sido arquivado. Mas foi desconsiderado, porque estava fora de prazo", afirmou Mansur. Quando assumiu a presidência da Casa, Maranhão decidiu analisar o recurso.



Do G1.

Presidente em exercício da Câmara anula votação do impeachment

Waldir Maranhão (PP-MA) acolheu pedido da Advocacia-Geral da União.
Maranhão assumiu presidência da Câmara com afastamento de Cunha.

O presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu nesta segunda-feira (9) anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, ocorrida no dia 17 de abril. Ele acolheu pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.

O deputado do PP, que substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando da casa legislativa, marcou uma nova votação do pedido impeachment para daqui a 5 sessões do plenário da Câmara, contadas a partir do momento em que o processo for devolvido para a Casa pelo Senado.

Em nota divulgada à imprensa, Maranhão diz que a petição da AGU ainda não havia sido analisada pela Casa e que, ao tomar conhecimento dela, resolveu acolher. Na decisão, ele argumenta “ocorreram vícios que tornaram nula de pleno direito a sessão em questão”.

Para Maranhão, os partidos políticos não poderiam ter fechado questão a favor ou contra o impeachment. Quando há o chamado fechamento de questão, os deputados devem seguir a orientação partidária sob pena de punição, como expulsão da legenda.

“Não poderiam os partidos políticos terem fechado questão ou firmado orientação para que os parlamentares votassem de um modo ou de outro, uma vez que, no caso deveriam votar de acordo com as suas convicções pessoais e livremente”, destacou o presidente em exercício da Câmara na decisão.

Maranhão argumenta ainda que os deputados não poderiam ter anunciado suas posições antes da sessão da Câmara que decidiu dar continuidade ao processo de afastamento da presidente Dilma. Ele também afirma que a defesa de Dilma deveria ter tido o direito de falar durante a votação do impeachment.

“Não poderiam os senhores parlamentares antes da conclusão da votação terem anunciado publicamente seus votos, na medida em que isso caracteriza prejulgamento e clara ofensa ao amplo direito de defesa que está consagrado na Constituição. Do mesmo modo, não poderia a defesa da senhora Presidente da República ter deixado de falar por último no momento da votação, como acabou ocorrendo”, afirma.

Por fim, Maranhão alegou que o resultado da votação deveria ter sido formalizado por resolução, por ser, segundo ele, o que dispõe o regimento interno da Câmara dos Deputados e o que estava previsto no processo de impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello.

“Por essas razões anulei a sessão realizada nos dias 15, 16 e 17 e determinei que uma nova sessão seja realizada para deliberar sobre a matéria no prazo de 5 sessões contados da data em que o processo for devolvido pelo Senado à Câmara dos Deputados”, disse.

“Para cumprimento da minha decisão, encaminhei ofício ao presidente do Senado, para que os autos do processo de impeachment sejam devolvidos à Câmara dos Deputados”, concluiu Waldir Maranhão.

Reunião no fim de semana
Segundo o G1 apurou, Waldir Maranhão participou, durante o fim de semana e na manhã desta segunda-feira, de reuniões com integrantes do governo federal, deputados do PT e do PC do B. O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, teria participado desses encontros.

Embora o PP tenha fechado questão a favor do impeachment, Waldir Maranhão descumpriu a decisão do partido e votou contra a continuidade do processo na sessão do dia 17 de abril. Considerado parlamentar com atuação discreta, a única vez em que Maranhão discursou no plenário foi para defender a presidente Dilma, quando votou contra o impeachment.

Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)
Ato do presidente em exercício da Câmara que anula a votação do processo de impeachment na Câmara (Foto: Reprodução)

Fonte: Globo.com

MOTOQUEIRO SE ACIDENTA AO BATER EM ANIMAL NA RN QUE LIGA APODI A CARAÚBAS

Um acidente na RN 233, que liga Apodi a Caraúbas foi registrado na manhã de hoje. Nas proximidades de Olho D'Água do Milho o motoqueiro conhecido como Lazinho da Borracha bateu em uma garrota (gado) e sofreu escoriações pelo corpo. O mesmo foi socorrido por George do Boticário, que o conduziu para o hospital e passa bem. 
O Professor Wilton Firmino também ajudou no socorro deixou a motocicleta e os capacetes da vítima no hotel. 
Sempre viajamos por essa rodovia e percebemos o quanto é perigoso, pois na RN tem muitos animais, além de alguns buracos que podem causar acidentes.

Aluno esfaqueia aluno dentro de escola em São José de Mipibú

Um adolescente esfaqueou outro dentro de sala de aula na tarde desta sexta-feira (6) na escola Cloris Trigueiro Peixoto, na comunidade e Pau Brasil, em São José de Mipibú. Segundo outros alunos, a vítima foi atingida com uma facada nas costas desferida por outro adolescente depois de uma confusão no interior da escola. Testemunhas informaram que tudo começou depois de uma bomba de artifício explodida no 9° ano. Professores precisaram do auxílio da Polícia Militar, para saírem do interior do Colégio. A vítima foi socorrida ao Pronto Socorro e não corre risco de morte.

*Fonte: http://190rn.com/

CLINI VIDA!!!!


CARAÚBAS: Mais um dia de muito trabalho na Escola Lourenço Gurgel.

Tema: A importância da Matemática para o Desenvolvimento Humano.
Programação:
1. Oficinas;
2. Palestras;
3. Jogos;
4. Dinâmicas;
5. Atividades e
6. Aulão para o ENEM - 2016.

Participação dos alunos do curso de matemática da UERN (Núcleo de Apodi).


DETRAN: CALENDÁRIO DE LICENCIAMENTO

DETRAN: CALENDÁRIO DE LICENCIAMENTO