quinta-feira, 15 de novembro de 2018

HAKUNA MATATA CLÍNICA VETERINÁRIA E PET STORE ESTÁ AJUDANDO AO ABRIGO DE ANIMAIS DE JESUS!

Ontem fomos entregar a primeira doação de ração para os animais do abrigo de Jesus, agradeço a todos os voluntários que estão doando, em nome de: Rafaela, @cris_elane @nagmacilene, Josué pelo desconto, antonieldes, @aprigida e todos os outros que doaram e continuam doando! Eles querem agradecer, arraste para o lado para receber o muito AUbrigado deles 👉🏻 @ Rio Grande do Norte.
Quem quer ajudar, faz assim!
O Bog parabeniza a HAKUNA MATATA!!! 

QUATRO FREIRAS SOBREVIVEM A CAPOTAMENTO DE CARRO NA BR-427 NO RN

Segundo a PRF, acidente aconteceu na manhã desta quinta-feira (15) em Serra Negra do Norte.
Minivan ficou destruída após capotar — Foto: PRF/Divulgação
Quatro freiras sobreviveram a um capotamento de carro nesta quinta-feira (15) na BR-427, na altura da cidade de Serra Negra do Norte, no interior potiguar. Todas usavam cinto de segurança, segundo informou a Polícia Rodoviária Federal.
Ainda de acordo com a PRF, duas das religiosas escaparam ilesas, uma teve ferimentos leves e a outra fraturou um braço.
As freiras, que têm entre 40 e 60 anos, haviam saído pela manhã da cidade de Cajazeiras, na Paraíba, a caminho de Tibau do Sul, no litoral Sul do RN.
No caminho, ao tentar desviar de um buraco na rodovia, a freira que conduzia o veículo, uma minivan modelo Spin, acabou perdendo o controle da direção e o carro capotou.
Ainda bem que todas as religiosas estavam usando cinto. Isso demonstra a importância dos equipamentos de segurança”, ressaltou o inspetor Roberto Cabral, da assessoria de comunicação da PRF.

Apesar dos danos ao veículo, as quatro religiosas escaparam sem ferimentos — Foto: PRF/Divulgação

*G1 RN

SAI CONCORRÊNCIA DO CONCURSO DA CAERN

A primeira fase do concurso público 2018 da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) será realizada neste domingo (18), com prova escrita objetiva e discursiva, além de uma redação. As concorrências para vagas por função já foram divulgadas pela banca responsável pelo certame, o Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade).
No total foram 2.271 inscritos, sendo distribuídos da seguinte forma:  

722 inscritos para a função de Técnico em Segurança do Trabalho
832 para Administrador
230 para Analista de Sistema
365 para contador
112 pessoas para o cargo de economista
A divulgação dos gabaritos está prevista para terça-feira (20), pelo site do Ibade. O concurso contará ainda com prova de títulos. Todas as informações sobre o certame estão disponíveis no site do Ibade: www.ibade.org.br.

OPERAÇÃO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO RESGATA 25 PESSOAS DE TRABALHO ESCRAVO NO INTERIOR DO RN

Resgatados trabalhavam de forma informal na extração da palha das palmeiras nativas e em cerâmicas locais — Foto: Ministério do Trabalho
Uma ação realizada pelo Grupo Móvel de Fiscalização do Ministério do Trabalho resgatou nesta semana 25 trabalhadores submetidos a trabalho degradante na zona rural de Carnaubais, na região Oeste potiguar. Segundo o MP, os resgatados trabalhavam de forma informal na extração da palha das palmeiras nativas e em cerâmicas locais.
A operação do Ministério do Trabalho contou com a participação de representantes do Ministério Público do Trabalho, do Ministério Público Federal, da Defensoria Pública Federal e da Polícia Federal.
Nas áreas de extração fiscalizadas foram resgatados 19 trabalhadores. Destes, 10 laboravam e pernoitavam no meio da mata, e outros 9 que estavam pernoitando no interior do baú de um velho caminhão que servia como local de moagem. Outros 6 foram resgatados em cerâmicas locais. Eles dormiam no local, sem as mínimas condições de higiene e segurança.
“As palhas de carnaúba são amarradas e submetidas ao processo de secagem, com a disposição da matéria-prima no chão para exposição ao sol. Uma vez seca, a palha é ‘batida’ em maquinário próprio, processo pelo qual se extrai o pó da carnaúba. O pó é vendido então para a indústria, passando muitas vezes pela mão de intermediários que o transformam em cera utilizada em produtos automobilísticos, cosméticos e componentes eletrônicos”, explica a coordenadora da ação, Gislene Ferreira dos Santos Stacholski.
Rede
Na primeira propriedade de extração fiscalizada, de 15 trabalhadores que atuavam no meio da mata, todos na informalidade, 5 dormiam em redes presas aos troncos das árvores, inclusive no tronco das carnaúbas. “O empregador fornecia apenas uma lona para que fosse utilizada caso chovesse”, conta a coordenadora.
Os fiscais constataram que nenhum dos 15 trabalhadores contratados na propriedade havia sido registrado. Cada empregado recebia uma média de R$ 300 a R$ 350 por quinzena, já descontados o valor referente à alimentação, de acordo com a produção da equipe.
Segundo ela, a “degradância das condições de vida e trabalho desses trabalhadores se ampliava ainda mais porque, afora a falta de alojamento, nenhuma estrutura que compõe uma área de vivência minimamente digna era ofertada a eles”.
Também ficou constatado que não havia instalações sanitárias ou chuveiros para banho. “A falta de disponibilização de banheiro obrigava todos os trabalhadores a satisfazerem suas necessidades de excreção no mato, nas proximidades do rancho, sem condições mínimas de saúde, higiene, conforto ou privacidade”, explica Gislene Stacholski.
O MT acrescentou que os empregados tomavam banho no meio da vegetação, a céu aberto, sem o mínimo de privacidade, com a utilização de baldes de água.
Sem estrutura
Ainda de acordo com o Ministério do Trabalho, a auditora relata que o local também não dispunha de estrutura adequada para preparo e conservação de alimentos e consumo de refeições. O cozinheiro utilizava fogareiros improvisados no chão do rancho. “Os empregados cavavam um buraco no chão para colocar a madeira e, em cima, uma grelha de ferro, que servia de suporte para as panelas. Não havia também local para as refeições, que eram consumidas com os trabalhadores em pé, nas redes, sentados no chão ou sobre tocos de madeira”, destaca.
Stacholski também ressaltou que os pertences pessoais dos trabalhadores ficavam pendurados e espalhados no rancho, no chão ou em galhos de árvores, e os trabalhadores não recebiam Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) obrigatórios. “As botas que usavam estavam em péssimo estado de conservação, tendo sido adquiridas com recursos próprios, ou eles usavam apenas chinelos comuns”, complementou.
Carroceria
Na segunda área fiscalizada, os 9 trabalhadores dormiam na carroceria fechada de um caminhão. Todos foram resgatados, pois a estrutura do veículo não garantia estabilidade ou conforto térmico no seu interior, o que deixava os obreiros sujeitos às variações do clima. “A ventilação era deficitária, pois o pequeno corte feito na lateral do baú não era suficiente para a correta renovação e circulação do ar, sobretudo considerando a sujidade do local com amontoados de palha e de pó da carnaúba e a sua superlotação. A esses problemas se soma a falta de uma estrutura de coleta e depósito de lixo, favorecendo a ausência de higiene e organização”, relata a auditora.
Gislene Stacholski disse também que a degradância das condições de vida e trabalho desses trabalhadores se ampliava porque, “afora a falta de alojamento, nenhuma estrutura que compõe uma área de vivência minimamente digna era ofertada aos trabalhadores”. Ela diz que não havia instalações sanitárias, chuveiro para banho, local adequado para preparo, conservação e tomada de refeições. Fora isso, não eram fornecidos água potável e EPIs obrigatórios aos empregados.
Em outra área de extrativismo fiscalizada foram resgatados cinco obreiros, que haviam sido recrutados do município de Assu, no interior do estado, para executar a extração, secagem e moagem da palha de carnaúba. O pó resultante desse processo era vendido a cerâmicas locais. Eles viviam e pernoitavam no meio do carnaubal, sem nenhum alojamento. O pernoite era feito em redes compradas pelos próprios rurícolas e estendidas no meio do mato, entre árvores que lhes dessem um mínimo de sustentação.
Os trabalhadores tinham ainda que arcar com os custos dos EPIs, como botas, luvas, camisas de manga longa, bonés árabes para proteção solar e outros. Também tinham que pagar pelas ferramentas de trabalho, como as lâminas utilizadas no corte da palha das palmeiras de carnaúba, conhecidas como “quicé”.
Insegurança - Nas cerâmicas fiscalizadas, os trabalhadores atuavam na fabricação de tijolos e lajotas de cerâmica. Trabalhavam durante o dia e pernoitavam no local de produção, em pequenos alojamentos no pátio das cerâmicas. “A localização do alojamento, dentro do parque industrial das cerâmicas, é inadequada, sendo uma área de circulação de materiais e pessoas, sem condições adequadas para abrigar trabalhadores. Além disso, apresentavam problemas de manutenção, higiene e asseio”, diz a auditora.
Não havia instalações sanitárias, e as necessidades fisiológicas de todos os trabalhadores eram satisfeitas no mato. O local também não continha armários para as roupas e os objetos pessoais, nem camas para descanso. Os alimentos eram preparados e cozidos em fogueira improvisada no chão e consumidos de forma precária, em meio aos tijolos.
Máquinas interditadas
“As condições de trabalho também eram marcadamente inseguras, com diversas irregularidades que ensejavam risco grave e iminente, com ausência total de medidas necessárias e suficientes de controle dos riscos, tanto que todas as máquinas foram interditadas por não possuir os requisitos mínimos de proteção de contenção de projeção de peças, materiais, com exposição de correias e partes perigosas. Somavam-se a isso diversos riscos elétricos, que se espalhavam por todo o ambiente de trabalho”, esclarece a coordenadora da ação.
Por descumprir a legislação trabalhista e manter os trabalhadores em condições de degradância, os empregadores foram autuados pela fiscalização e terão de arcar com os custos de rescisão trabalhistas a todos não registrados e aos resgatados, que alcançam R$ 43 mil para os operários da atividade de extração de carnaúba e R$ 22 mil para os trabalhadores das cerâmicas.
Os empregadores terão ainda que arcar com o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de todos os funcionários. Os resgatados receberão ainda do Ministério do Trabalho três parcelas do seguro-desemprego a que têm direito.

*G1 RN

Juíza Gabriela Hardt assume Lava Jato com mãos de ferro

Se existe um perfil de mulher poderosa, valente e destemida é o da juíza Gabriela Hardt, que substituiu Moro na Lava Jato. A mulher anda com a faca dos dentes. Se Moro com toda aquela sua simpatia e cordialidade provocou ódio no fã clube da corrupção, imaginem ela. No primeiro depoimento de Lula, a magistrada já deu várias cortadas na “folga” do réu.

O Xerife.

CARAÚBAS-RN: QUER ESTUDAR NUMA ESCOLA DE QUALIDADE?

Venha conhecer nossa escola e garanta seu futuro educacional. Venha estudar numa escola que prima por uma educação de qualidade. Garanta já sua vaga, matrículas abertas para 2019!
Escola Lourenço Gurgel de Oliveira

Nota de esclarecimento sobre o trabalho com os animais feito por Eribaldo Nobre (Jesus) que faz em Apodi, RN

NOTA FEITA PELA PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO DOS ANIMAIS DE MOSSORÓ, A PRINCIPAL PARCEIRA QUE MANTÉM FINANCEIRAMENTE APAA

1- Eribaldo Gomes Nobre, o criticado, é voluntário do LAR DA CRIANÇA POBRE DE MOSSORÓ. Antigamente, bem uns 10 anos atras, era funcionário do LAR em Mossoró, porque era diretor das 2 Escolas do LAR DA CRIANÇA POBRE DE MOSSORÓ em Apodi. Ainda é diretor de 1 escola a outra foi fechada porque o LAR EM MOSSORÓ não podia mais pagar os professores. Eribaldo não recebe verba nenhuma por seu trabalho em Apodi, nem da escola nem da APA (Associação de Protetores de Animais), o LAR de Mossoró só paga para ele as contribuições para o INSS sobre 3 salários.
2- A APA surgiu, quando eu, r. Ellen, não tive mais espaço para tantos animais abandonados que me foram entregues em Mossoró. Lembrei que Eribaldo tinha espaço (terra para plantação), e pedi que ele deixasse os animais lá com ele; compramos mais um pedaço de terra, e eu me responsabilizei pela manutenção dos animais abandonados. Desde aquele tempo, quase toda semana enviamos animais abandonados para a APA, e junto alimentos para eles.
3- Visitei muitas vezes o abrigo em Apodi, em anos recentes pelo menos 1 vez por ando, de surpresa para Eribaldo, e sempre admirei a boa administração dele. Nunca encontrei o abrigo dos animais sem a limpeza necessária, sem água e comida para os animais, ou sem proteção contra sol e chuva. Sempre há pessoas perto dos animais para cuidar. E todo ano todos cachorros são vacinados contra raiva.
4- Claro que o povo nos entrega também animais doentes não quer mais porque dão trabalho. Doenças de pele, cinomose, consequência de acidente, desnutrição etc. Alguns animais melhoram no abrigo, outros continuam doentes e finalmente morrem assim também como as pessoas doentes que vão para o hospital. Custear tratamento caro para nós é impossível, mas tratamos os animais doentes com remédios doados. Muitos deles já eram maltratados por seus donos anteriores ou abandonados na rua. Cura. podemos poucos, somente evitar que sejam atropelados na rua ou que morram de fome, sede ou crueldades propositais.
5- Animais silvestres: nós mesmas em Mossoró recebemos um papagaio e macacos de pessoas de Mossoró que tiveram medo de ficar com eles. Pedimos Eribaldo de acolhê-los, lá onde há um ambiente mais silvestre. Desses vivem ainda o papagaio e 1 macaca.

6- Jumentos: Uma autoridade da DETRAN diz a Eribaldo que, desde este acolhe os jumentos nas estradas, o número de vitimas humanos fatais por atropelamento diminuiu de 10 para 4
7- Morte relativamente frequente: É para saber que cachorros, gatos e jumentos tem um tempo de vida bem mais curto do que nós humanos. Se colocarmos 5 anos por média que um animal vive no abrigo (quase todos já chegam adultos ou mesmo velhos, então é normal que com 500 animais no abrigo, todo ano morram 100, todo mês uns 8. Quem se admira que perto do abrigo acharam carcaças- não tem experiência com animais
8- Não há motivo de acusar Eribaldo, que contribui essencialmente para amenizar os sofrimentos de muitos animais e pessoas.

AGRADEÇO MUITO A ERIBALDO POR SEU SERVIÇO FEITO POR AMOR.

Por Irma Ellen Scherzinger
Mossoró, 13/11/2018

APODI-RN: Jogos internos Lourdes Mota 2018 parte II

Nos dias 13 e 14 de novembro foram realizadas as partidas de Futsal dos Jogos Internos da Escola Lourdes Mota no Ginásio Wilson Custódio.
O futsal foi dividido em dois níveis, sendo um composto pelas equipes do 6º A e 7º B e o outro, por duas equipes do 8º A, 9º A e 9º B. No primeiro nível as duas equipes jogaram entre si numa melhor de três, sendo campeã a equipe do 6º A. No segundo nível as equipes jogavam entre si e as duas melhores campanhas fariam a final. 

A final foi entre as equipes do 9º A e 9º B. Foi um jogo muito bom de grandes oportunidades e um futebol envolvente. A equipe que aproveitou as melhores oportunidades foi a do 9º A vencendo por 2 a 1 e sagrando campeã.
Parabéns a todos os envolvidos nos jogos.

6º A - Equipe Campeã
9º b - Equipe Vice Campeã
9º A - Equipe Campeã
Fotos: Dehon Sousa

VI FACUC COMEÇA AMANHÃ!!