sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Campanha para ajudar Izinha do bairro malvinas em Apodi a comprar 01 cadeira de rodas Motorizada, no valor R$ 11.000 reais - parte II

A campanha segue passo a passo, hoje recebemos a importância de R$ 190,00 reais dos trabalhadores da Empresa Agrícola Famosa, o dinheiro foi depositado na conta poupança exclusiva para essa ação. QUEM QUISER DOAR A CONTA É: 31.904 - X variação: 51 , Agencia Banco do Brasil : 0892-3 , em nome de Luiza Fernandes de Souza.

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Governo faz estudo sobre impacto da liberação de cassino e bingo no Brasil

A pedido do Palácio do Planalto, o Ministério do Turismo iniciou no final do ano passado uma ampla pesquisa para avaliar os impactos da eventual liberação de cassinos no Brasil e os possíveis modelos de

exploração de jogos de azar.

O G1 apurou que a pesquisa servirá para subsidiar a proposta que o Executivo vai defender no Congresso Nacional para permitir essa atividade e aumentar, com isso, a arrecadação da União e dos estados.

A proposta inicial, conforme a apuração do G1, é autorizar a instalação de cassinos somente em hotéis e mediante regulamentação.
No final do ano passado, líderes da base aliada disseram ter sido consultados, em reunião com a presidente Dilma Rousseff, sobre a possibilidade de aprovar um projeto de lei que permita jogos de azar no país. No entanto, nenhum representante do governo falou, até hoje, oficialmente sobre o tema.

Embora o Palácio do Planalto não tenha divulgado um posicionamento sobre o assunto, o ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, responsável pela articulação política defende, pessoalmente a liberação do jogo.
Já tramitam tanto na Câmara quanto no Senado propostas de liberação de jogos de azar (mais detalhes no final desta reportagem).

O governo deverá usar os dados da pesquisa feita pelo Ministério do Turismo para modificar esses projetos em tramitação ou apresentar um novo texto.
Segundo apurou o G1, antes de dar início a uma articulação junto aos parlamentares, Berzoini aguarda o estudo para definir, junto ao núcleo político do Planalto, como serão as estratégias do Executivo no Congresso Nacional.

A pesquisa do Ministério do Turismo teve início no último trimestre de 2015. O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), já se reuniu com empresários donos de cassinos de Las Vegas, nos Estados Unidos, e de Punta del Leste, no Uruguai. O objetivo foi obter informações sobre a lucratividade do setor e modelos de operação das casas de jogos.

Henrique Alves também pretende se reunir com representantes de países que permitem o funcionamento de cassinos, a fim de conhecer os modelos de tributação e as regras adotadas pelos governos para evitar que a exploração de jogos seja usada para o cometimento de crimes como lavagem de dinheiro.

Uma das propostas estudadas pelo Ministério do Turismo é liberar jogos de azar somente em estados mais pobres ou remotos do país, como o Acre, para desenvolver a economia e estimular o turismo nessas regiões.

Um dado que o governo pretende usar para fortalecer o argumento em defesa dos cassinos e bingos é o fato de que somente 50 dos 194 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU) proíbem jogos de azar.

Senado
A Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional do Senado, que analista propostas da chamada Agenda Brasil, aprovou em dezembro um projeto que regulamenta a exploração de jogos de azar – como jogo do bicho, bingo e cassinos.

A matéria, cujo relator é o senador Blairo Maggi (PR-MT), autoriza o credenciamento de uma casa de bingo a cada 150 mil habitantes no município e até 35 cassinos no país. O texto também proíbe que políticos eleitos explorem jogos de azar.

O projeto prevê que o Brasil pode arrecadar R$ 15 bilhões com a legalização dos jogos. O ex-líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), chegou a falar em uma estimativa de arrecadação de até R$ 20 bilhões.

O texto foi aprovado em caráter terminativo – ou seja, irá para a Câmara sem a necessidade de passar pelo plenário do Senado.
Senadores que não concordam com o projeto, no entanto, prometem entrar com recurso no retorno das atividades do Congresso, em fevereiro, para que o texto seja discutido também no plenário da Casa.

O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que encabeçou junto com o senador José Serra (PSDB-SP) o movimento para levar o texto ao plenário, afirmou que já coletou as nove assinaturas necessárias (ao menos 10% dos 81 senadores) para apresentar o recurso.

“Esse projeto tem de ser mais discutido, porque é um assunto altamente polêmico. Há quem veja isso como uma possibilidade de facilitar a lavagem de dinheiro. Além disso, também há a visão de que pode destruir famílias”, afirmou.

Câmara
Ao mesmo tempo em que tramita no Senado, o assunto é discutido numa comissão especial na Câmara dos Deputados. Em 28 de outubro, foi instalada na Casa a comissão especial do marco regulatório dos jogos no Brasil.
Com base em diversos projetos que tratam da exploração de jogos de azar, o objetivo da comissão é elaborar um marco regulatório sobre o tema.

O projeto principal analisado pela comissão, apresentado em 1991 pelo então deputado Renato Vianna (PMDB-SC), diz que o "jogo do bicho" deve ser descriminalizado, de forma que possa ser regulamentado e tributado, e que os benefícios sejam "canalizados" para obras de interesse social.

Até o fim de 2015, a comissão ainda estava na fase de realizar audiências públicas e ainda não tinha um relatório sobre o tema.

Fonte: G1

Piso salarial dos professores terá reajuste de 11,36% em 2016

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira (14) que o novo piso salarial dos professores terá aumento de 11,36% a partir de janeiro de 2016. O salário base passa de R$ 1.917,78 para R$ 2.135,64.

O valor deve ser pago para docentes com formação de nível médio com atuação em escolas públicas com 40 horas de trabalho semanais.

O ministro destacou que, entre 2009 e 2015, o crescimento real para o piso de 46% além da inflação. "Seguramente foi um dos melhores crescimentos salariais para todas as categorias", disse.

De acordo com o ministro, prefeitos e governadores têm buscado a pasta para tentar mudar a fórmula de cálculo do reajuste anual para tentar diminuir o índice. Hoje, o reajuste do salário dos professores é computado com base em números do censo escolar e calculado pelo Ministério da Fazenda.

Conforme a legislação vigente, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Como contribuição, o ministério repassa 10% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para 10 estados e 1,9 mil municípios.
Segundo Mercadante, o MEC também foi procurado para fazer mudança na forma com que o dinheiro é repassado. Em 2015, o governo federal liberou R$ 1,19 bilhão pelo Fundeb. Neste ano, a previsão é de R$ 1,34 bilhão.
O ministro ressaltou que a atual forma de cálculo possibilitou aumentos reais, mas os administradores alegam que as receitas de cidades e estados não tem crescido no mesmo ritmo.

"Isso tem gerado fortes conflitos sindicais, greves prolongadas e disputas judiciais. Evidentemente não contribui para a qualidade da educação no Brasil", alertou.
O ministro afirmou que o MEC faz um apelo para negociação entre sindicatos e gestores nos estados e cidades em que há alegada impossibilidade de pagar o novo piso. "Não é com greve prolongada que a gente melhora a educação", disse Mercadante.

Desde o ano passado, o MEC criou um fórum para debater novas propostas feitas por administradores para regulamentar o aumento. O fórum é uma das exigências da meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE).

O mesmo plano, aprovado pelo Congresso, também determina como obrigação "valorizar" o salário médio dos professores para que ele se aproxime dos profissionais de mesma formação.
Mercadante disse que nenhuma das novas propostas de cálculo propostas por governadores e outros gestores avançou no Congresso.
"Essas propostas não conseguiram sensibilizar os deputados. (...) E o MEC tem uma lei para cumprir", afirmou Mercadante.
"Não há como solicitar ao MEC descumprir a lei, mesmo reconhecendo que há problemas fiscais."
Mercadante reconheceu que o país vive em um momento de “economia delicada”. “O problema fiscal do país decorre da recessão. Mas houve também uma perda de receita muito significativa especialmente a partir da crise de 2009”, disse o ministro, que aproveitou o anúncio do reajuste dos professores para defender novamente a volta da CPMF.
Ele criticou a política de desonerações fiscais em projetos apoiados pelo Congresso e mencionou dificuldade em evitar as chamadas “pautas bomba” -- que geram mais gasto para o governo. “O Congresso às vezes estendeu as desonerações além do que era prudente”, afirmou Mercadante. “Às vezes foram longe demais.”

Lei de 2008
A lei que estabelece o piso salarial nacional para professores foi promulgada pelo governo federal em 17 de julho de 2008. Inicialmente contestada pelos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará, a obrigatoriedade do piso foi aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
À época, os governadores questionavam os custos com a folha de pagamento, que poderiam ultrapassar o que é estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, e fim da autonomia dos estados e municípios. Os argumentos foram derrubados por 8 votos a 1 no STF.
A legislação determina diversas obrigações municípios, estados e à União. Além de dever pagar pelo menos o valor fixado por lei para professores com formação de nível médio e jornada de 40 horas semanais, os governos devem ajustar o salário para outras jornadas de trabalho segundo o piso.
Ainda de acordo com a lei, na jornada total, pelo menos um terço das horas trabalhadas pelos professores devem ser fora da sala de aula (a chamada "hora-atividade").

Fonte: G1

Wilson Oliveira e a arte de pedir para o próximo.

Todos os dias recebemos pessoas pedindo ajudas, e todos os dias ajudamos a todos que nos pedem, a estrada é essa e vamos continuar nela batendo nas portas, ganhando alguns sim e muitos nãos, buscando recursos e apoios aonde estiver.

Emplacamento de 'cinquentinhas' sobe 280% em 2015, com nova regra

O emplacamento dos ciclomotores, tipo de moto conhecida como "cinquentinhas", aumentou 280,3% em 2015, quando comparado a 2014, informou a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motos e Similares (Abraciclo), nesta quinta-feira (14).
De janeiro a dezembro do ano passado, foram 64.692 unidades registradas, enquanto no mesmo período de 2014, o número foi de 17.011 ciclomotores.
Somente em dezembro de 2015, 25.520 unidades foram emplacadas, representando um crescimento de 1.669,8% sobre 1 ano atrás.
Esse crescimento foi impulsionado por uma nova regra para os ciclomotores, que começou a valer em julho passado. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) determinou que as motos de até 50 cc de cilindrada deveriam ser emplacadas pelos Detrans (Departamentos Estaduais de Trânsito).
Antes, a tarefa era dos munícipios e o índice de emplacamento era baixo. As prefeituras alegavam não ter condições de arcar com o processo e muitas "cinquentinhas" circulavam sem placa, apesar de o Código de Trânsito obrigar o licenciamento.
Com a nova regra, os Detrans emplacam não somente os modelos novos, mas também os usados, por isso não é possível relacionar o crescimento a um aumento do comércio de "cinquentinhas". Tanto que as vendas desse tipo de moto no atacado, isto é, para as distribuidoras, caíram 41,9% em 2015, também segundo a Abraciclo, na comparação com 2014.
Essa alta de emplacamentos ocorre em um momento que o mercado geral de motos está em baixa e fechou 2015 com uma queda de 16,8% na produção.
Prazo para a habilitação
Como também já era previsto por lei, para conduzir as "cinquentinhas" é necessário habilitação, mas a falta de placa prejudicava a fiscalização. Como muitos usuários não tinham o documento, o Denatran deu um prazo até 29 de fevereiro para que os usuários obtenham a documentação.
Segundo o órgão, os usuários podem escolher entre a ACC, habilitação específica para os ciclomotores, ou a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do tipo A, que é a mesma de motos e também válida para as "cinquentinhas".
Entre as considerações do Contran para este novo prazo, está a "necessidade de reforçar e incluir conteúdo específicos à formação de condutores de ciclomotores".

Fonte: G1

Suspeita de trabalho escravo, fábrica de cigarros é proibida de atuar no RN

Um das empresas líderes na produção de cigarros no país, a Souza Cruz está impedida de firmar novos contratos de compra e venda de tabaco no Rio Grande do Norte. A pena, em caso de descumprimento, é de multa diária no valor de R$ 10 mil. A decisão liminar é da 4ª Vara do Trabalho de Natal, após analisar uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho que denuncia uma fraude trabalhista e situação de trabalho escravo no município de Brejinho, a pouco mais de 50 quilômetros de Natal.

Em Nota, a Souza Cruz disse que “repudia veementemente qualquer relação de trabalho análogo ao trabalho escravo e garante que cumpre rigorosamente as leis trabalhistas brasileiras”, e que “em outras ocasiões o Judiciário já se manifestou a favor da Souza Cruz, confirmando a inexistência de vínculo empregatício entre Souza Cruz e os fumicultures e a validade dos contratos de compra e venda de tabaco”. Por fim, “esclarece que as operações na localidade foram encerradas em janeiro de 2014 e, portanto, não estão sendo firmados novos contratos com produtores de tabaco, e que está tomando as medidas necessárias para suspender a liminar em questão”.

Para o procurador do Trabalho José Diniz de Moraes, que assina a ação do MPT, “o contrato acabava por transferir todos os riscos e custos da produção ao agricultor, além de tratar-se de um esquema utilizado pela Souza Cruz com intuito de ocultar relação econômica equiparada à empregatícia e se furtar das obrigações trabalhistas e previdenciárias”. O TRT informou também que a empresa foi intimada várias vezes para comparecer a audiências na sede do MPT, mas não compareceu nem apresentou manifestação.
Com a decisão, assinada pela juíza do Trabalho Anne de Carvalho Cavalcanti, foi reconhecida a fraude na relação de trabalho, “realizada através de contrato bilateral fictício de compra e venda de folhas de tabaco, que na realidade beneficiava apenas a Souza Cruz e dava margem a condições de trabalho semelhantes à escravidão. Esse tipo de contrato agora está proibido de ser firmado pela empresa no estado”.
Diante das irregularidades, o MPT ajuizou ação que pede uma condenação final da Souza Cruz no valor de R$ 5 milhões pelo dano moral coletivo causado. Também é requerido o ressarcimento de R$ 100 mil por trabalhador envolvido.

O esquema
Segundo o TRT, uma equipe de fiscalização da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego constatou que a empresa aliciava agricultores em Brejinho para que firmassem os contratos, “iludindo-os com promessas de vantagens econômicas impossíveis de concretização”.

Ainda de acordo com o tribunal, os empregados eram obrigados a contrair financiamento bancário no valor de R$ 11.700 destinado à aquisição de equipamento de secagem que custava R$ 8.700, e construção de estufa de alvenaria. Como o financiamento não era bastante para iniciar a plantação, uma segunda dívida era contraída, diretamente com a Souza Cruz, para custear os insumos da produção. Desta forma, a empresa fornecia tudo, de sementes até fertilizantes e agrotóxicos, para pagamento na colheita. “Tais dívidas asseguravam a dependência econômica do agricultor por muitos anos, chegando a sujeitar os trabalhadores rurais às condições análogas a de escravos, prática conhecida como servidão por dívida”, explica o procurador do Trabalho.
Conforme apurado, além de intermediar o financiamento, a própria Souza Cruz vende os insumos, fiscaliza a produção, é também quem classifica o produto e determina o preço final, para seu fornecimento exclusivo.
“As folhas não eram pesadas em Brejinho, mas na sede da empresa em Patos (PB), distante e jamais acompanhada pelos trabalhadores, que reclamavam dos pesos verificados, sempre bem menores do que o esperado, mas nada podiam fazer para contestá-los”, narra a ação.

Resultado
O TRT relata que os ganhos eram inferiores aos apontados em materiais promocionais da companhia, sendo a produtividade superdimensionada e nunca alcançada na região. De acordo com o procurador, “os agricultores praticamente pagavam para trabalhar, com gastos muito mais altos do que os valores irrisórios recebidos pela venda, fazendo com que trabalhassem apenas para pagar a dívida contraída e ainda assim sem conseguir nunca o suficiente para quitar”.

Ao relatar o prejuízo sofrido com o cultivo do fumo, uma das testemunhas contou que deve a agiota, que precisou vender o boi da carroça e trabalhar por fora, pois faltou dinheiro para pagar os trabalhadores e garantir o sustento da família, a ponto de passar necessidade, sendo acolhido pelos pais, enquanto era pressionado pela Souza Cruz.

Prejuízos à saúde
O Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Norte também divulgou que os depoimentos confirmam que a aplicação de agrotóxicos era realizada sem treinamento devido e sem uso adequado de Equipamento de Proteção Individual, os chamados EPIs, cuja distribuição era insuficiente. "Ao todo, cerca de 10 agricultores trabalhavam no cultivo de um lote, mas era distribuído apenas um conjunto individual de EPI, e descartável, portanto, quantitativamente insatisfatório e absolutamente inadequado ao reuso", argumenta o procurador.
Além disso, durante a plantação, manuseio e coleta, as folhas soltavam uma espécie de musgo (seiva), que em contato com a pele causava irritação e mal-estar, sintomas característicos da doença da “folha verde”. No processo da secagem, a empresa exigia que a estufa fosse alimentada com lenha 24h por dia, por aproximadamente 3 dias ininterruptos, para manter a temperatura elevada estável e garantir a qualidade do produto.
Segundo relatos, as altas temperaturas somadas aos vapores do fumo e dos agrotóxicos resultavam em adoecimentos constantes dos agricultores, vítimas de doenças de pele, gástricas, diarreias e doenças respiratórias, que repercutem até os dias atuais, bem como de intoxicação, náuseas, vômito, cólica abdominal, fraqueza, tontura e dores de cabeça.
A ação alerta que em relação à produção e à qualidade do produto, as exigências eram criteriosas, mas, quando se tratou de resguardar a saúde e segurança do trabalhador, a Souza Cruz negligenciou atenção ao treinamento e uso dos EPIs. “Mais uma vez observa-se o desprezo com a dignidade do trabalhador, exposto a agentes nocivos do cultivo da folha de fumo sem proteção, o que exige uma reparação”, defende o procurador do Trabalho.

Fonte: G1

CHUVAS REGISTRADAS PELA EMPARN DE ONTEM PARA HOJE


Per.: das 7:00hs de 14/01/2016 as 7:00hs de 15/01/2016

No. Postos Existentes: 197 No. Postos sem Contato: 82

No. de Postos com Chuva: 55 No. de Postos sem Chuva: 60

MESORREGIAO OESTE POTIGUAR

Itau(Particular) 48,0

Tabuleiro Grande(Prefeitura) 40,0

Rodolfo Fernandes(Prefeitura) 38,3

Venha Ver(Emater) 33,0

Severiano Melo(Prefeitura) 25,1

Apodi(Base Fisica Emparn) 9,0

Tenente Ananias(Emater-st Mororo) 8,5

Sao Francisco Do Oeste(Prefeitura) 7,5

Pau Dos Ferros(Particular) 5,0

Felipe Guerra(Prefeitura) 4,0

Portalegre(Particular) 4,0

Dr. Severiano(Emater) 3,4

Apodi(Prefeitura) 3,1

Gov. Dix-sept Rosado(Particular) 2,5

Assu(Particular) 1,8

Mossoro(Prefeitura) 1,8

Assu(Emater/st. Casa Forte) 1,6

Agua Nova(Prefeitura) 1,3

Olho D'agua Dos Borges(Particular) 1,0

Sao Miguel(Emater) 1,0

Vicosa(Prefeitura) 1,0

MESORREGIAO CENTRAL POTIGUAR
Parelhas(Emater) 12,5

Florania(Sitio Jucuri) 8,2

Ouro Branco(Sindicato Trab.rurais) 2,7

MESORREGIAO AGRESTE POTIGUAR

Jundia(Emater) 53,8

Nova Cruz(Emater) 36,0

Santa Cruz(Emater) 20,5

Jacana(Emater) 16,5

Sao Bento Do Trairi(Prefeitura) 13,5

Lajes Pintadas(Prefeitura) 12,2

Monte Alegre(Emater) 10,0

Coronel Ezequiel(Particular) 8,0

Parazinho(Emater - Ex-particular) 6,4

Lagoa De Pedras(Prefeitura) 3,7

Santo Antonio(Emater) 3,5

Vera Cruz(Emater) 3,5

Passa E Fica(Prefeitura) 2,4

Bento Fernandes(Sec Agricultura) 2,0

Tangara(Emater) 2,0

Sao Paulo Do Potengi(Emater) 1,2

Serrinha(Emater) 1,1

Santa Maria(Sind.trab.rurais) 1,0

MESORREGIAO LESTE POTIGUAR

Espirito Santo(Prefeitura) 78,5

Canguaretama(Base Fisica Da Emparn) 75,0

Canguaretama(Emater/barra De Cunhau) 42,5

Senador Georgino Avelino(Particular) 40,7

Baia Formosa(Destilaria Vale Verde) 30,0

Nisia Floresta(Particular) 23,8

Montanhas(Prefeitura) 15,6

Goianinha(Emater) 13,3

Parnamirim(Base Fisica Da Emparn) 6,6

Natal 5,4

Sao Goncalo Do Amarante(Base Fisica Da Emparn) 2,1

Extremoz(Emater) 1,7

Pureza(Emater) 0,7

RN registra 151 crianças adotadas em 2015

A Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude do Judiciário potiguar (CEIJ/RN) registra que 151 crianças foram adotadas no Rio Grande do Norte, no período compreendido entre janeiro e novembro de 2015. “Os números de adoção em 2015 foram considerados positivos, mas podem ser melhorados com campanhas de conscientização para o acolhimento de crianças com mais de cinco anos, com necessidades especiais e em grupos de irmãos, que são as que encontram maiores dificuldades em serem adotadas”, avalia o juiz coordenador José Dantas Paiva da acerca das estatísticas sobre adoção no Rio Grande do Norte.

Natal contabiliza a acolhida como membro da família por mais de 50 crianças durante o mencionado período. Para continuar a obter resultados favoráveis, o magistrado afirma que já há campanhas previstas para 2016. A primeira delas deve ser realizada em maio, quando acontece a 2ª Semana Estadual de Adoção. Segundo dados do Cadastro Nacional de Adoção 42 crianças estão aptas a serem adotadas no Estado.

Para entrar para o Cadastro Nacional de Adoção, José Dantas ressalta a importância de o adotante se conscientizar acerca do processo para ter certeza de que quer realizar a adoção. A partir disso, os interessados devem “procurar uma das Varas da Infância e Juventude na cidade para preencher o cadastro com o juiz da sua comarca, onde vão passar por uma avaliação psicológica e participar de um curso sobre os efeitos jurídicos e sociais da adoção”, explica o magistrado.

É importante que o processo de adoção tramite pelo Poder Judiciário para garantir o registro legal da criança. O juiz José Dantas explica que “a adoção informal, além de ser configurada como crime, cria uma instabilidade constante dentro da família que compromete a criação do filho. Também correi o risco da mãe que entregou o filho para adoção se arrepender e querer interferir no processo, criando assim o litígio para obter a guarda criança”.


*Nominuto.com

COMERCIANTE APODIENSE MORRE VÍTIMA DE PARADA CARDÍACA

O comerciante apodiense, conhecido como Raimundo da Cantina, 69 anos faleceu na manhã de hoje (15/01) na RN que dá acesso a cidade de Caraúbas.
De acordo com informações, Raimundo da Cantina estava se deslocando para a cidade de Caraúbas, quando se sentiu mal, o motorista apressou, mas ao chegar no hospital daquela cidade, o comerciante já estava sem vida.
Raimundo da Cantina, era comerciante há muito tempo em Apodi e deixa muitos amigos e fregueses.
A toda a família, as nossas condolências e que Deus conforte a todos que sofrem com a sua partida!

Bombeiros combatem incêndio em um estabelecimento comercial em Mossoró

O Corpo de Bombeiros Militar do RN (CBMRN) foi acionado na tarde desta quinta-feira (14) para combater um incêndio em um estabelecimento comercial, no centro da cidade de Mossoró. O incêndio, possivelmente, iniciou após uma pessoa, que estaria realizando a limpeza do prédio, ter ateado fogo em um lixo acumulado no interior da edificação. Como a carga era composta de papéis e similares, o fogo tomou proporções maiores precisando do auxílio do Corpo de Bombeiros que controlaram as chamas.
Durante a operação, a Rua Coronel Gurgel, precisou ser interditada por questão de segurança, sendo o trânsito desviado pelas ruas paralelas. O Corpo de Bombeiros disponibilizou, nesta ação, duas viaturas, sendo um caminhão de combate a incêndio e uma resgate, além de 10 militares.

De acordo com a Central de Gerenciamento de Emergência da Corporação, “o maior risco encontrado na ocorrência esteve relacionado ao confinamento do espaço, que dificultou a vazão da grande quantidade de fumaça que se acumulou na edificação”.

*Assessoria Sesed
*O Câmera.

12ª Morte violenta em Mossoró em 2016: Adolescente é assassinado dentro de casa no Costa e Silva

A cidade de Mossoró, no oeste do Rio Grande do Norte, registrou na tarde de hoje, 14 de janeiro de 2016, mais uma morte violenta.

Matheus Martiniano Dantas Félix, de apenas 16 anos de idade, foi morto dentro do quarto da casa onde dormia, na Rua João Pedro de Oliveira, no Costa e Silva.

Segundo informações, dois indivíduos chegaram na residência de motocicleta procurando por “Matheus” e foram direto ao quarto onde o mesmo dormia e efetuaram os disparos. Matheus morreu na hora.

Dois indivíduos numa motocicleta foram perseguidos pela equipe da Rocam comandada pelo Sgt Renixon. Quando passavam pelo centro da cidade, eles deixaram cair um revolver que pode ter sido o mesmo utilizado para matar Matheus. Os elementos conseguiram escapar da perseguição.

Existe uma informação, que Matheus foi detido ontem, acusado de participar de um arrastão numa Unidade de Saúde no bairro Alameda dos Cajueiros, em Mossoró. Ele chegou a ser conduzido para a Delegacia, mas como era menor de idade, foi ouvido e colocado em liberdade.

A equipe da Delegacia de Homicídios, deverá investigar se a morte de Matheus Martiniano Dantas Félix, tem alguma relação com o delito praticado ontem, na Unidade de Saúde.

Depois dos procedimentos no local o corpo de Matheus Martiniano Dantas Félix, foi removido e será necropsiado na sede da Unidade Regional do Itep em Mossoró. 


*O Câmera.

Macau-RN: Presos fogem e prefeitos permanecem atrás das grades

De Thaisa Galvão: Quatro detentos fugiram do presídio de Macau nesta quinta-feira.

E a saída do quarteto da cadeia levantou uma questão.

Em Macau, presos mesmo só o ex-prefeito Flávio Veras (PMDB), que se mantém no CDP de Pirangi, em Natal, e o prefeito afastado Kerginaldo Pinto, que permanece no Quartel Geral do Comando da Polícia Militar, também em Natal, mesmo lugar que abriga o ex-governador do Rio Grande do Norte, Fernando Freire.

CHEIROX, PERFUMARIA E PAPELARIA!!!

Propina na PF: demitidos 4 da Máfia dos Passaportes

Do Xerife: O Governo federal demitiu quatro policiais federais envolvidos no esquema descoberto no departamento de imigração em São Paulo, por facilitação da entrada de estrangeiros e suas permanências no Brasil, sob pagamento de propina.

Os agentes foram excluídos dos quadros dia 31 de dezembro. Eles já tinham os bens indisponíveis pela Justiça a pedido do Ministério Público Federal, na esteira da operação Piàn Jú, iniciada em 2009.

A limpa no setor é prioridade para o Ministério da Justiça diante da iminência dos Jogos Olímpicos e a preocupação do serviço secreto em evitar a entrada de terroristas.


Do Blog: Não tomam vergonha não? Tomar eles tomam, mas não faz efeito!