sábado, outubro 25, 2014

Petrobras Youssef: “O Planalto sabia de de tudo!” Delegado: “Quem do Planalto?” Youssef: “Lula e Dilma”

O doleiro Alberto Youssef afirma em depoimento à Polícia Federal que o ex e a atual presidente da República não só conheciam como também usavam o esquema de corrupção na Petrobras
EM VÍDEO - As declarações de Youssef sobre Lula e Dilma foram prestadas na presença de um delegado, um procurador da República e do advogado
EM VÍDEO – As declarações de Youssef sobre Lula e Dilma foram prestadas na presença de um delegado, um procurador da República e do advogado (Ilustração Lézio Jr./VEJA)
A Carta ao Leitor desta edição termina com uma observação altamente relevante a respeito do dever jornalístico de publicar a reportagem a seguir às vésperas da votação em segundo turno das eleições presidenciais: “Basta imaginar a temeridade que seria não publicá-la para avaliar a gravidade e a necessidade do cumprimento desse dever”. VEJA não publica reportagens com a intenção de diminuir ou aumentar as chances de vitória desse ou daquele candidato. VEJApublica fatos com o objetivo de aumentar o grau de informação de seus leitores sobre eventos relevantes, que, como se sabe, não escolhem o momento para acontecer. Os episódios narrados nesta reportagem foram relatados por seu autor, o doleiro Alberto Youssef, e anexados a seu processo de delação premiada. Cedo ou tarde os depoimentos de Youssef virão a público em seu trajeto na Justiça rumo ao Supremo Tribunal Federal (STF), foro adequado para o julgamento de parlamentares e autoridades citados por ele e contra os quais garantiu às autoridades ter provas. Só então se poderá ter certeza jurídica de que as pessoas acusadas são ou não culpadas.
Na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada. Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, colocou os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se pôs à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais. A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef. Encarcerado des­de março, o doleiro está bem mais magro, tem o rosto pálido, a cabeça raspada e não cultiva mais a barba. O estado de espírito também é outro. Antes afeito às sombras e ao silêncio, Youssef mostra desassombro para denunciar, apontar e distribuir responsabilidades na camarilha que assaltou durante quase uma década os cofres da Petrobras. Com a autoridade de quem atuava como o banco clandestino do esquema, ele adicionou novos personagens à trama criminosa, que agora atinge o topo da República.
Comparsa de Youssef na pilhagem da maior empresa brasileira, o ex-diretor Paulo Roberto Costa já declarara aos policiais e procuradores que nos governos do PT a estatal foi usada para financiar as campanhas do partido e comprar a fidelidade de legendas aliadas. Parte da lista de corrompidos já veio a público. Faltava clarear o lado dos corruptores. Na ter­ça-feira, Youssef apre­sentou o pon­­to até agora mais “estarrecedor” — para usar uma expressão cara à pre­sidente Dilma Rous­seff — de sua delação premiada. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:
— O Planalto sabia de tudo!
— Mas quem no Planalto? — perguntou o delegado.
— Lula e Dilma — respondeu o doleiro.
Para conseguir os benefícios de um acordo de delação premiada, o criminoso atrai para si o ônus da prova. É de seu interesse, portanto, que não falsifique os fatos. Essa é a regra que Yous­sef aceitou. O doleiro não apresentou — e nem lhe foram pedidas — provas do que disse. Por enquanto, nesta fase do processo, o que mais interessa aos delegados é ter certeza de que o de­poente atuou diretamente ou pelo menos presenciou ilegalidades. Ou seja, querem estar certos de que não lidam com um fabulador ou alguém interessado apenas em ganhar tempo for­necendo pistas falsas e fazendo acu­sações ao léu. Youssef está se saindo bem e, a exemplo do que se passou com Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras, tudo indica que seu processo de delação premiada será homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na semana passada, ele aumentou de cerca de trinta para cinquenta o número de políticos e autoridades que se valiam da corrupção na Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. Aos investigadores, Youssef detalhou seu papel de caixa do esquema, sua rotina de visitas aos gabinetes poderosos no Executivo e no Legislativo para tratar, em bom português, das operações de lavagem de dinheiro sujo obtido em transações tenebrosas na estatal. Cabia a ele expatriar e trazer de volta o dinheiro quando os envolvidos precisassem.
Uma vez feito o acordo, Youssef terá de entregar o que prometeu na fa­se atual da investigação. Ele já con­tou que pagava em nome do PT mesadas de 100 000 a 150 000 reais a ­parlamentares aliados ao partido no Congresso. Citou nominalmente a ex-mi­nistra da Casa Civil Gleisi Hoff­mann, a quem ele teria repassado 1 mi­lhão de reais em 2010. Youssef disse que o dinheiro foi entregue em um shopping de Curitiba. A senadora ne­gou ter sido beneficiada.
Entre as muitas outras histórias consideradas convincentes pelos investigadores e que ajudam a determinar a alta posição do doleiro no esquema — e, consequentemente, sua relevância pa­ra a investigação —, estão lembranças de discussões telefônicas entre Lula e o ex-deputado José Janene, à época líder do PP, sobre a nomeação de operadores do partido para cargos estratégicos do governo. Youssef relatou um episódio ocorrido, segundo ele, no fim do governo Lula. De acordo com o doleiro, ele foi convocado pelo então presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, para acalmar uma empresa de publicidade que ameaçava explodir o esquema de corrupção na estatal. A empresa quei­xa­va-­se de que, depois de pagar de forma antecipada a propina aos políticos, tive­ra seu contrato rescindido. Homem da confiança de Lula, Gabrielli, segundo o doleiro, determinou a Youssef que captasse 1 milhão de reais entre as empreiteiras que participavam do petrolão a fim de comprar o silêncio da empresa de publicidade. E assim foi feito.
Gabrielli poderia ter realizado toda essa manobra sem que Lula soubesse? O fato de ter ocorrido no governo Dilma é uma prova de que ela estava conivente com as lambanças da turma da estatal? Obviamente, não se pode condenar Lula e Dilma com base apenas nessa narrativa. Não é disso que se trata. Youssef simplesmente convenceu os investigadores de que tem condições de obter provas do que afirmou a respeito de a operação não poder ter existido sem o conhecimento de Lula e Dilma — seja pelos valores envolvidos, seja pelo contato constante de Paulo Roberto Costa com ambos, seja pelas operações de câmbio que fazia em favor de aliados do PT e de tesoureiros do partido, seja, principalmente, pelo fato de que altos cargos da Petrobras envolvidos no esquema mudavam de dono a partir de ordens do Planalto.
Os policiais estão impressionados com a fartura de detalhes narrados por Youssef com base, por enquanto, em sua memória. “O Vaccari está enterrado”, comentou um dos interrogadores, referindo-se ao que o do­leiro já narrou sobre sua parceria com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. O doleiro se comprometeu a mostrar documentos que comprovam pelo menos dois pagamentos a Vaccari. O dinheiro, desviado dos cofres da Petrobras, teria sido repassado a partir de transações simuladas entre clientes do banco clandestino de Youssef e uma empresa de fachada criada por Vaccari. O doleiro preso disse que as provas desses e de outros pagamentos estão guardadas em um arquivo com mais de 10 000 notas fiscais que serão apresentadas por ele como evidências. Nesse tesouro do crime organizado, segundo Youssef, está a prova de uma das revelações mais extraordinárias prometidas por ele, sobre a qual já falou aos investigadores: o número das contas secretas do PT que ele operava em nome do partido em paraísos fiscais. Youssef se comprometeu a ajudar a PF a localizar as datas e os valores das operações que teria feito por instrução da cúpula do PT.
Depois da homologação da de­lação premiada, que parece assegurada pelo que ele disse até a semana passada, Youssef terá de apresentar à Justiça mais do que versões de episódios públicos envolvendo a presidente. Pela posição-chave de Youssef no esquema, os investigadores estão con­fiantes em que ele produzirá as provas necessárias para a investigação prosseguir. Na semana que vem, Alberto Youssef terá a oportunidade de relatar um episódio ocorrido em março deste ano, poucos dias antes de ser preso. Youssef dirá que um integrante da ­coor­­denação da campanha presidencial do PT que ele conhecia pelo nome de “Felipe” lhe telefonou para marcar um encontro pessoal e adiantou o assunto: repatriar 20 milhões de reais que seriam usados na cam­panha presidencial de Dilma Rous­seff. Depois de verificar a origem do telefonema, Youssef marcou o encontro que nunca se concretizou por ele ter se tornado hóspede da Polícia Federal em Curitiba. Procurados, os defensores do doleiro não quiseram comentar as revelações de Youssef, justificando que o processo corre em segredo de Justiça. Pelo que já contou e pelo que promete ainda entregar aos investigadores, Youssef está materializando sua amea­ça velada feita dias atrás de que iria “chocar o país”.
DINHEIRO PARA O PT 
Lula Marques/Folhapress/VEJA
Alberto Youssef também voltou a detalhar os negócios que mantinha com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, homem forte da campanha de Dilma e conselheiro da Itaipu Binacional. Além de tratar dos interesses partidários com o dirigente petista, o doleiro confi rmou aos investigadores ter feito pelo menos duas grandes transferências de recursos a Vaccari. O dinheiro, de acordo com o relato, foi repassado a partir de uma simulação de negócios entre grandes companhias e uma empresa-fantasma registrada em nome de laranjas mas criada pelo próprio Vaccari para ocultar as operações. Ele nega
ENTREGA NO SHOPPING
Sérgio Lima/Folhapress/VEJA
Alberto Youssef confirmou aos investigadores o que disse o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o dinheiro desviado da estatal para a campanha da exministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado, em 2010. Segundo ele, o repasse dos recursos para a senadora petista, no valor de 1 milhão de reais, foi executado em quatro parcelas. As entregas de dinheiro foram feitas em um shopping center no centro de Curitiba. Intermediários enviados por ambos entregaram e receberam os pacotes. Em nota, a senadora disse que não recebeu nenhuma doação de campanha nem conhece Paulo Roberto Costa ou Alberto Youssef
ELE TAMBÉM SABIA
Sérgio Lima/Folhapress/VEJA
Durante o segundo mandato de Lula, o doleiro contou que foi chamado pelo presidente da Petrobras, José sergio Gabrielli, para tratar de um assunto que preocupava o Planalto. Uma das empresas com contratos de publicidade na estatal ameaçava revelar o esquema de cobrança de pedágio. Motivo: depois de pagar propina antecipadamente, a empresa teve seu contrato rescindido. Ameaçado pelo proprietário, Gabrielli pediu ao doleiro que captasse 1 milhão de reais com as empreiteiras do esquema e devolvesse a quantia à empresa de publicidade. Gabrielli não quis se pronunciar
CONTAS SECRETAS NO EXTERIORVEJA
Desde que Duda Mendonça, o marqueteiro da campanha de Lula em 2002, admitiu na CPI dos Correios ter recebido pagamentos de campanha no exterior (10 milhões de dólares), pairam sobre o partido suspeitas concretas da existência de dinheiro escondido em paraísos fi scais. Para os interrogadores de Alberto Youssef, no entanto, essas dúvidas estão começando a se transformar em certeza. O doleiro não apenas confi rmou a existência das contas do PT no exterior como se diz capaz de ajudar a identifi cá-las, fornecendo detalhes de operações realizadas, o número e a localização de algumas delas.
UM PERSONAGEM AINDA OCULTO
VEJA
 
O doleiro narrou a um interlocutor que seu esquema criminoso por pouco não atuou na campanha presidencial deste ano. Nos primeiros dias de março, Youssef recebeu a ligação de um homem, identifi cado por ele apenas como “Felipe”, integrante da cúpula de campanha do PT. Ele queria os serviços de Youssef para repatriar 20 milhões de reais que seriam usados no caixa eleitoral. Youssef disse que chegou a marcar uma segunda conversa para tratar da operação, mas o negócio não foi adiante porque ele foi preso dias depois. Esse trecho ainda não foi formalizado às autoridades.
O círculo vai fechando
Crédito: Broglio/AP/VEJA
ATÉ A MÁFIA FALOU – Tommaso Buscetta, o primeiro mafi oso a fazer delação premiada. Na Sicília, seu sobrenome virou xingamento
​Quem delata pode mentir?
Alexandre Hisayasu
A delação premiada tem uma regra de ouro: quem a pleiteia não pode mentir. Se, em qualquer momento, fi car provado que o delator não contou a verdade, os benefícios que recebeu como parte do acordo, como a liberdade provisória, são imediatamente suspensos e ele fica sujeito a ter sua pena de prisão aumentada em até quatro anos.
Para ter validade, a delação premiada precisa ser combinada com o Ministério Público e homologada pela Justiça. O doleiro Alberto Youssef assinou o acordo com o MP no fi m de setembro. Desde então, vem dando depoimentos diários aos procuradores que investigam o caso Petrobras. Se suas informações forem consideradas relevantes e consistentes, a Justiça – nesse caso, o Supremo Tribunal Federal, já que o doleiro mencionou políticos – homologará o acordo e Youssef será posto em liberdade, como já ocorreu com outro delator envolvido no mesmo caso, Paulo Roberto Costa. O ex-diretor da Petrobras deu detalhes ao Ministério Público e à Polícia Federal sobre o funcionamento do esquema milionário de pagamento de propinas que funcionava na estatal e benefi ciava políticos de partidos da base aliada do governo. Ele já deixou a cadeia e aguarda o julgamento em liberdade. O doleiro continua preso.
Até o ano passado, a lei brasileira previa que o delator só poderia usufruir os benefícios do acordo de delação ao fi m do processo com o qual havia colaborado – e se o juiz assim decidisse. Ou seja, apenas depois que aqueles que ele tivesse incriminado fossem julgados é que a Justiça resolveria se o delator mereceria ganhar a liberdade. Desde agosto de 2013, no entanto, esses benefícios passaram a valer imediatamente depois da homologação do acordo. “Foi uma forma de estimular a prática. Você deixa de punir o peixe pequeno para pegar o grande”, diz o promotor Arthur Lemos Júnior, que participou da elaboração da nova lei.
Mais famoso – e prolífero – delator da história recente, o mafi oso Tommaso Buscetta levou à cadeia cerca de 300 comparsas. Preso no Brasil em 1983, fechou acordo com a Justiça italiana e foi peça-chave na Operação Mãos Limpas, responsável pelo desmonte da máfi a siciliana. Depois disso, conseguiu proteção para ele e a família e viveu livre nos Estados Unidos até sua morte, em 2000.
Fonte: www.veja.com.br/Skarlack.

PSDB pede investigação contra Lula e Dilma à Procuradoria-Geral da República

Após a divulgação da revista Veja desta semana, o PSDB entrou com uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) para que a presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sejam investigados. Segundo a revista, o doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), prestou depoimento no qual liga a presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao esquema de corrupção na Petrobras.
A informação foi publicada pela revista Veja. Segundo o PT, a reportagem é inverídica, difamatória e caluniosa”. O PT também protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) pedido de abertura de inquérito criminal para investigar o vazamento do suposto depoimento. Na petição, os advogados também pedem acesso à integra do depoimento de delação premiada feito entre o doleiro, o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal.

*O Xerife.

PREFEITO DE PEDRO AVELINO FOI CASSADO PELO TRE

O TRE cassou hoje e mandou afastar o prefeito de Pedro Avelino, Sérgio Cadó, do PMDB.
O Pleno modificou a decisão de primeiro grau que havia absolvido o prefeito.
Pela decisão do TRE, deve assumir o presidente da Câmara.

Médicas do RN são baleadas em tentativa de assalto na BR 101

Três médicas do Rio Grande do Norte foram surpreendidas por um homem armado, quando estavam em um trecho da BR 101, passando próximo a Mamanguape, na Paraíba. Duas das jovens foram baleadas ao fugirem do criminoso, que tentou abordá-las para assaltar.

As médicas tinham parado o veículo em que estavam suspeitando de algum problema mecânico no veículo. A ocorrência foi registrada na tarde desta quinta-feira (23). Uma das mulheres, no entanto, percebeu que um homem armado havia saído de dentro do matagal estava se aproximando do carro.

Nesse momento, elas correram, entraram novamente no carro e saíram em disparada. Foi então que o criminoso atirou. Uma das médicas foi atingida no braço e outra no abdômen. As três conseguiram chegar a um posto da Polícia Rodoviária Federal e foram socorridas para Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, já na capital João Pessoa.

A médica baleada no abdômen passou por um procedimento cirúrgico e está em recuperação. Já a colega dela foi medicada e já liberada. A PRF ainda realizou diligências na área, mas nenhum suspeito foi localizado.
 
*JBelmont.

sexta-feira, outubro 24, 2014

DEBATE COM OS PRESIDENCIÁVEIS AÉCIO E DILMA

AO VIVO: debate final entre Aécio e Dilma
No 1º bloco, presidenciáveis fazem perguntas entre si, com tema livre. Colunistas comentam em TEMPO REAL. Nas redes sociais, use #DebateNaGlobo.

Crime de homicídio na cidade de Baraúna-RN

Um crime de homicídio foi registrado na tarde de sexta 24 de Outubro de 2014, na cidade de Baraúna no Rio Grande do Norte.

Leandro de Lima da Costa, 21 anos de idade,morador da Rua Professor Amauri Ribeiro, foi alvejado com cerca de seis disparos de arma de fogo, os disparos atingiram a região da cabeça e braço. Leandro não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Segundo informações, Leandro chegava em sua residência quando foi abordado por dois individuos em uma motocicleta que efetuaram vários disparos contra o mesmo e fugiram.

Uma viatura da policia militar realizou o isolamento até a chegada do Instituto Técnico e Científico de Polícia que fez a remoção do corpo para sede dor órgão em Mossoró.


*Informações e imagens: O Câmera.

  Veja a galeria de fotos

PESQUISA DO IBOPE FICOU PARA O SÁBADO

 
Era esperado hoje a divulgação da pesquisa do IBOPE para o governo do estado do Rio Grande do Norte.
A pesquisa do Ibope, que seria divulgada no RNTV segunda edição, não foi divulgada e ficou para amanhã, sábado, 25 de outubro.
Na véspera da eleição, é que o povo potiguar vai conhecer os números da pesquisa, aumentando assim, a ansiedade do eleitor norte rio grandense.
Vamos aguardar!!

TSE aprova novas eleições para três municípios no dia 7 de dezembro

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, em sessão extraordinária administrativa nesta sexta-feira (24), a realização de novas eleições para o cargo de prefeito e vice-prefeito, no dia 7 de dezembro, nos municípios de Jumirim e Bento de Abreu, ambos em São Paulo, e no município de Jaguari, no Rio Grande do Sul. Todos os processos foram relatados pelo ministro João Otávio de Noronha.

Em Jumirim, o prefeito e o vice-prefeito Ademir do Nascimento e Edson Lisboa de Camargo foram cassados por improbidade administrativa. Em Bento de Abreu, Terezinha do Carmo Salesse e Cristiano Cordeiro Novais foram cassados com base na Lei da Ficha Limpa. E em Jaguari foram cassados João Mário Cristofari e Sidinei Rodrigues dos Santos, por compra de votos.

JÚNIOR SOUZA PARTICIPOU DO PROGRAMA LUTA AO MEIO DIA DE HOJE

O Programa Luta ao Meio Dia de hoje teve a participação do vereador Júnior Souza. Júnior, que é o Diretor Geral da Rádio Luta FM fez comentários da campanha eleitoral de 2014 e também sobre a gestão municipal de Apodi.
O vereador Júnior Souza, em suas palavras disse, que o município de Apodi está chegando a uma situação dificílima, devido a falta de cuidados com o gerenciamento dos recursos públicos e Apodi pode ficar impossibilitado de fazer convênios.
Ainda no programa, Júnior citou, que a câmara convocou Secretários do município para fazer alguns esclarecimentos na última terça feira, mas ninguém deu se quer justificativas, ou seja não compareceram. Considerado por Júnior Souza, uma falta de respeito com a Câmara Municipal de Apodi, chamada a Casa do Povo!

RESUMO DO DEBATE ENTRE OS CANDIDATOS AO GOVRNO DO RN

Henrique Alves parabeniza a Caern e diz que, se eleito, empresa será mais valorizada

Durante debate, o candidato Henrique Alves elogiou o trabalho da Caern: “A Caern realiza função estratégia na modelagem que aí está. Não terá interferência política. Vamos valorizar os quadros da Caern. Há 1 bilhão e 400 milhões para sanear toda Natal e 80% do Rio Grande do Norte. A Caern profissionalizada e parabenizo a empresa que aí está. A Caern será valorizada”.

Robinson Faria diz que destinará 10% do orçamento para segurança 
 
O candidato Robinson Faria respondeu questionamento sobre segurança, durante o debate: “O grito do povo é segurança pública. Vou investir 10% do orçamento na segurança. Vamos convocar novos policiais, implantar projetos, o Ronda do Quarteirão, vamos implantar a Fronteira Digital. Vamos trazer para perto do Governo a Polícia Militar. Cumprir as promoções verticais. E a partir da parceira com a Polícia Civil, vamos ter uma polícia moderna”

Em debate, Henrique afirma: “minha vida é de coerência”

O candidato Henrique Alves falou sobre as obras realizadas que “ajudou” a promover junto ao Governo Federal: “Eu fui buscar a barragem de Oiticica. Irrigação de 10 mil hectares na chapada de Apodi. O meu dever é ajudar o meu Estado. Faço isso com muita consciência. Minha vida é de coerência, ajudar o Estado”.

Henrique Alves diz que “o acordão verdadeiro é Rosalba apoiar Robinson”

O candidato Henrique Alves disse que “o verdadeiro acordão é Rosalba apoiar Robinson”. E ele citou o fato do sobrinho da governadora, Betinho Rosado Segundo, ter sido eleito pela coligação do PSD.

Questionado sobre a capacidade financeira do Estado, Henrique Alves disse que é preciso buscar financiamento externo. “Precisa arrumar a casa para que nas finanças possamos mostrar um Estado responsável, transparente”, comentou.


Henrique Alves “Eu já fiz e tenho compromisso com a transparência”

 
O candidato do PMDB, Henrique Alves, disse que tem compromisso com a transparência. “Eu não vou fazer eu já fiz. Comandei a derubada da PEC 37 que retirava poder do Ministério Público e acabei com votação secreta para cassação de parlamentar. Hoje é voto aberto. Eu já fiz, e quem já fez tem compromisso com a transparência”, comentou

Robinson Faria: “nosso governo terá marca da inovação”

Ao ser questionado sobre corrupção, Robinson Faria disse que, caso eleito, vai inovar na questão de corrupção e transparência. “Vou procurar os órgãos de controle e vou criar um comiê de monitoramento. A sociedade vai acompanhar passo a passo do nosso governo. O Governo gerá comitê com órgãos de controle, vamos unificar toda parte de compra de Estado”.

Henrique Alves: “mostro ao RN o trabalho, apresentei 680 proposições”

Henrique Alves no debate: “apresentei mais de 680 proposições. Em relação a ZPE assumi a relatoria e fiz outro projeto. Em relação aos royalties dobrei e distribui para todos os municípios brasileiros. Isso me fez 11 mandatos consecutivos, deputado federal. São votações que me fazem o representante do povo”.

O candidato disse ainda que “essa é a luta que se traduz no voto”.

Henrique Alves destaca que a “Ufersa de Angicos foi luta minha”

O candidato Henrique Alves citou uma série de obras propostas por ele para o Estado. “A duplicação da Reta Tabajara, a barragem de Oiticica. Desenvolvi ações em todo Estado”.

O peemedebista ressaltou que a Ufersa foi uma luta dele. “Essa foi uma conquista nossa para cidade de Angicos”, disse.

CONCESSIONÁRIA VIEIRA MOTOS SHINERAY

Venham conferir a nova concessionária Vieira Motos Shineray com todos os modelos de cinquentinhas, motos, triciclos e quadriciclos.

Dispondo de manutenção e peças com profissionais qualificados, na compra de qualquer moto você estoura um balão e concorrer a uma bicicleta elétrica e outros brindes.

Financiamento em até 24 vezes, consorcio em até 60 meses.

Apodi-RN - BR-405 - saída pra Mossoró

Fone: (084) 3333-3324 ou 9938-2332.

FINAL DA CAMPANHA DE HENRIQUE EM APODI MARCADA POR MULTIDÃO

Um verdadeiro show da Nação Bacurau no comício de encerramento da campanha de Henrique Alves em Apodi nesta quinta (23). O povo saiu nas ruas vibrando e cantando as musicas da campanha, demonstrando total confiança na vitória do candidato no próximo domingo. O encerramento aconteceu na Praça Robson Lopes, onde ficou lotada de Bacuraus.

ISTOÉ/Sensus: Aécio lidera com nove pontos de vantagem sobre Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.
De acordo com Guedes, a pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios revela que o índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff se mantém bastante elevado para quem disputa. 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, a taxa de rejeição pode indicar a capacidade de crescimento de cada um dos candidatos. Quanto maior a rejeição, menor a possibilidade de crescimento. Outro indicador apurado pela pesquisa Istoé/Sensus diz respeito á votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado. Nessa situação, Aécio também está à frente de Dilma, embora a petista esteja ocupando a Presidência da República desde janeiro de 2011. O tucano é citado espontaneamente por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. 0,2% citaram outros nomes e 12,8% disseram estar indecisos ou dispostos a votar em branco.
PESQUISA ISTOÉ/Sensus
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR-01166/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – De 21 a 24 de outubro
Margem de erro – +/- 2,2%
Confiança – 95%.

Veja: Dilma e Lula sabiam de tudo, diz doleiro à PF

Na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada. Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, pôs os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se colocou à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais. A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef. Encarcerado desde março, o doleiro está bem mais magro, tem o rosto pálido, o cabelo raspado e não cultiva mais a barba.

O estado deespírito também é outro. Antes afeito às sombras e ao silêncio, Youssef mostra desassombro para denunciar, apontar e distribuir responsabilidades na camarilha que assaltou durante quase uma década os cofres da Petrobras. Com a autoridade de quem atuava como o banco clandestino do esquema, ele adicionou novos personagens à trama criminosa, que agora atinge o topo da República. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:
- O Planalto sabia de tudo!
- Mas quem no Planalto?, perguntou o delegado.
- Lula e Dilma, respondeu o doleiro.

AGENDA DOS CANDIDATOS PARA ESTA SEXTA FEIRA, 24/10

Confira a agenda para esta sexta-feira (24) dos candidatos ao governo do estado, em ordem alfabética:

Henrique Alves (PMDB)

 
7h: Visita a Central de Abastecimento (Ceasa), em Natal.
9h: Caminhada no bairro Guarapes, na Zona Oeste de Natal.
11h: Visita o bairro de Cidade Alta, na Zona Leste de Natal.
15h: Carreata em Parnamirim, na Grande Natal.
17h – Carreata em Macaíba, na Grande Natal.

Robinson Faria (PSD)
 

10h: Caminhada em bairros da Zona Oeste de Natal.
15h: Caminhada em homenagem às mulheres no bairro do Alecrim, na Zona Leste de Natal.
18h30: Caravana em Macaíba, na Grande Natal.

157ª Morte violenta em Mossoró: Jovem foi morta na meio da rua no Abolição IV

Um crime de homicídio foi registrado na noite de quinta feira 23 de Outubro de 2014, no Bairro Abolição IV em Mossoró Rio Grande do Norte.

Josy Mayara da Silva, 30 anos de idade, moradora da Av. Presidente Costa e Silva Bairro Abolição IV, foi alvejada com vários disparos de arma de fogo e morreu antes da chegada do socorro médico.

Segundo informações, Josy caminhava na Rua Onzeme Rosado no mesmo Bairro, quando indivíduos de motocicleta efetuaram vários disparos contra a mesma e fugiram. Segundo populares Josy era usuária de drogas.

Uma viatura da Polícia Militar realizou o isolamento até a chegada do Instituto Técnico e Científico de Polícia, que fez a remoção do corpo para a sede do órgão.

 

*Informações e imagens: O Câmera.

  Veja a galeria de fotos

quinta-feira, outubro 23, 2014

ÚLTIMO DEBATE COM OS CANDIDATOS AO GOVERNO DO RN HOJE NA CABUGI

A Inter TV Cabugi promove hoje, 23 o debate com os candidatos ao governo do Rio Grande do Norte que disputam o segundo turno. O programa será mediado pelo jornalista Ari Peixoto e vai ao ar logo após a novela Império. Henrique Eduardo Alves (PMDB) e Robinson Faria (PSD) confirmaram presença no debate.

A ordem em que os candidatos farão as perguntas foi sorteada em reunião realizada na quarta-feira (8) com a presença de assessores dos candidatos. De acordo com as regras, o debate terá três blocos. No primeiro e no segundo bloco haverá uma rodada de perguntas com tema livre e uma rodada com tema determinado. O terceiro bloco será para as considerações finais de cada candidato.

Os candidatos terão trinta segundos para fazer a pergunta; um minuto e meio para a resposta; um minuto para a réplica; e um minuto para a tréplica. No último bloco, cada candidato terá dois minutos e trinta segundos para fazer as considerações finais.

PT canta vitória antecipada e celebra a eficiência do jogo sujo

A verdade sobre o segundo turno em um artigo
Por Reinaldo Azevedo

Os petistas estão numa euforia espantosa. Nesta quinta-feira, cantam a vitória, dão o resultado das urnas como líquido e certo, já contam, como se diz em Dois Córregos, a minha terra, com o ovo na barriga da galinha — ou na entranha da serpente. Nas redes sociais, as agressões atingem altitudes inéditas. A violência retórica toma o lugar do pensamento; a desqualificação do outro vira o principal argumento.
Numa disputa tão acirrada, a despeito do que digam os institutos de pesquisa, é cedo para comemorar. O primeiro turno nos ensinou, já lembrei aqui, que uma eleição só acaba quando termina, com diria Chacrinha.
O que eu lamento — e isto nada tem a ver com as minhas escolhas pessoais — é que há, sim, uma grande chance de essa eleição ser decidida pelo discurso terrorista, pelo medo, pela mentira, pela maledicência, pela má-fé.
Todos os votos são legítimos. Não existe uma consciência ideal que faça escolhas ideais. Mas é preciso repudiar a mentira, venha de onde vier; repudiar a desinformação, pouco importa a sua origem.
O Bolsa Família vai continuar; não depende da vontade do futuro presidente da República. A política de valorização do salário mínimo será mantida, não importa o nome do mandatário nos próximos quatro anos. É mentira que o governo de São Paulo tenha omitido informações sobre a crise hídrica ou que mantenha um racionamento informal.
Pior: busca-se decidir uma eleição desqualificando pessoalmente um adversário. Ignora-se de modo deliberado o que pensa para dar relevo à fofoca, à baixaria, às acusações mais sórdidas.
Governar, acreditem, pode ser mais difícil do que vencer a eleição. Qualquer que seja o presidente da República, começará o mandato em 1º de janeiro sabendo que praticamente a metade dos que compareceram às urnas escolheu outro nome. Mais: dadas as abstenções, brancos e nulos, o próximo titular da Presidência lá terá chegado com o voto da minoria, não da maioria. Assumirá legitimamente o posto, mas isso não muda o fato de que a maioria fez escolhas diversas.
A violência retórica que tomou conta da campanha, com sua indústria de mentiras, desqualificações e difamações, tornará muito difícil o trabalho do mandatário. Infelizmente, há forças políticas no Brasil — e é claro que me refiro especialmente ao PT — que ainda não aprenderam que é a existência de uma oposição ativa que justifica e legitima um governo.
Não tem jeito: os petistas acreditam que só um resultado é legítimo nas urnas: o que lhes dá a vitória. Os companheiros aceitam o pressuposto democrático, desde que vençam. Essa concepção de política já chegou ao colapso. Caso se sagre vitoriosa ainda desta vez, será por muito pouco. E será em razão do terror. Caso o PT realmente vença, terá quatro anos turbulentos pela frente. Se é que vai conseguir, nessa hipótese, chegar ao fim do mandato.

Por Reinaldo Azevedo/Skarlack.

CONCESSIONÁRIA VIEIRA MOTOS SHINERAY

Venham conferir a nova concessionária Vieira Motos Shineray com todos os modelos de cinquentinhas, motos, triciclos e quadriciclos.

Dispondo de manutenção e peças com profissionais qualificados, na compra de qualquer moto você estoura um balão e concorrer a uma bicicleta elétrica e outros brindes.

Financiamento em até 24 vezes, consorcio em até 60 meses.

Apodi-RN - BR-405 - saída pra Mossoró

Fone: (084) 3333-3324 ou 9938-2332.