Atendendo a um desejo do próprio Jungmann, o velório será realizado em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.Pernambucano, Raul Jungmann participou por mais de cinco décadas da vida pública brasileira. Ao longo de sua trajetória, exerceu mandatos como vereador e deputado federal.
Também liderou quatro ministérios nos governos Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer: Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública destacou, em nota, que Jungmann prestou relevantes serviços ao Estado brasileiro e deixou importante contribuição à vida pública nacional. “Neste momento de dor, o Ministério da Justiça e Segurança Pública manifesta solidariedade aos familiares, amigos e a todos os que conviveram com Raul Jungmann, expressando sinceras condolências”, afirma no comunicado o ministro Wellington César Lima e Silva.
O ministro da Defesa, José Mucio, observou que Jungmann era um “homem do diálogo, das parcerias, da construção de pontes e da busca de soluções. Um grande amigo, um democrata, um visionário. Um homem que fará muita falta”.
Em 2022, assumiu a presidência do Ibram, onde buscou uma agenda de transformação do setor mineral, com foco na defesa de uma mineração mais comprometido com a sustentabilidade.
Em nota, a presidente do Conselho Diretor do Ibram, Ana Sanches, afirmou que Raul Jungmann foi um “homem público de estatura singular, defensor da democracia e comprometido com o interesse público”.
O Serviço Geológico do Brasil (SGB) também manifestou pesar. “Ao longo de sua trajetória, Raul Jungmann contribuiu de forma relevante para o fortalecimento das instituições brasileiras e para o debate sobre temas estratégicos para o desenvolvimento nacional. Em sua última atuação, como diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), teve papel significativo nos avanços do setor, sempre pautado pelo compromisso com o interesse público”, afirma o SGB.






































