Em Minas Gerais, estimativas oficiais do Instituto Nacional de Câncer apontam mais de 10.200 diagnósticos da doença ao longo de 2026. Entre os fatores de atenção estão a idade e o histórico familiar.
Exames ajudam na investigação da doença
A avaliação começa com uma consulta ao urologista. O protocolo tradicional combina o exame de sangue para medir o PSA e o exame de toque retal.
O urologista Fernando Marsicano explica que a análise laboratorial é importante no acompanhamento da saúde masculina. Segundo ele, o PSA é um dos marcadores específicos utilizados na oncologia que podem sugerir a presença da doença.
Quando os exames iniciais apresentam alterações ou suspeitas, os especialistas podem solicitar exames complementares de imagem, como a ultrassonografia.
A confirmação definitiva do diagnóstico ocorre por meio de biópsia do tecido prostático.
Histórico familiar exige atenção
A ocorrência de câncer de próstata em parentes de primeiro grau é um sinal de alerta. O aposentado João Cláudio da Cunha perdeu o pai para a doença e, dez anos depois, também recebeu o diagnóstico.
Como o tumor foi identificado em estágio inicial, ele passou por cirurgia para retirada da lesão e não precisou fazer radioterapia ou quimioterapia.
A experiência reforça a importância de procurar atendimento médico e investigar possíveis alterações o quanto antes.
Quando começar a avaliação preventiva
A recomendação geral da Sociedade Brasileira de Urologia é que homens a partir dos 50 anos procurem avaliação anual.
Para homens negros ou com histórico de câncer de próstata em familiares diretos, a orientação é iniciar a rotina preventiva aos 45 anos.








































