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26 fevereiro 2026

Abraço Brasil cobra governo federal por investimentos nas rádios comunitárias

(Foto: ABRAÇO BRASIL )
A Abraço Brasil voltou a cobrar do governo federal medidas concretas de apoio às rádios comunitárias do país. A entidade afirma que, apesar dos compromissos assumidos no início do atual mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, o segmento segue sem avanços significativos em políticas públicas e financiamento.

Segundo a associação, havia expectativa de que um novo edital da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República possibilitasse o repasse de recursos para emissoras comunitárias. A iniciativa, no entanto, ainda não foi lançada, frustrando as expectativas de centenas de associações de rádios espalhadas pelo país.

Além disso, os Planos Nacionais de Outorgas (PNOs), considerados fundamentais para ampliar o acesso de comunidades ao serviço de radiodifusão comunitária, seguem parados. Para a entidade, a falta de avanço também se reflete na tramitação de projetos que tratam de melhorias para o setor, que não receberam prioridade no âmbito do governo federal.

Em novembro do ano passado, a Abraço Brasil também encaminhou um ofício ao ministro chefe da Casa Civil, Guilherme Boulos, solicitando uma agenda para tratar das demandas do setor e no ofício foram apresentadas todas as reivindicações da categoria, inclusive foi solicitada uma audiência com o presidente da República Luís Inácio Lula da Silva para discussão de caminhos para fortalecer a radiodifusão comunitária no país. Conforme a entidade, até o momento não houve retorno ao pedido de reunião e nem respostas as demandas apresentadas no ofício.

O presidente da entidade, Geremias dos Santos, avalia o cenário como preocupante e cobra maior comprometimento do Executivo com o fortalecimento da comunicação comunitária. "A situação hoje é caótica. As rádios comunitárias cumprem um papel social fundamental nas comunidades, mas seguem sem políticas públicas efetivas. Havia uma expectativa muito grande em relação ao novo edital da Secom e ao avanço dos PNOs, mas até agora nada saiu do papel. O governo precisa retomar o diálogo com o setor e transformar os compromissos assumidos em ações concretas”, afirmou.

A Abraço Brasil também reivindica um PNO exclusivo para as comunidades indígenas e quilombolas. O presidente da Abraço Brasil sonha com um país onde todas as comunidades indígenas e quilombolas tenha o seu meio de comunicação popular, já pensou, todas as 391 etnias indígenas com a sua rádio comunitária?

A Abraço Brasil representa emissoras comunitárias em todo o país e defende a ampliação das políticas públicas voltadas à comunicação popular, incluindo financiamento, desburocratização e atualização da legislação que regula o funcionamento dessas rádios. Segundo Santos, sem medidas estruturais, muitas emissoras continuam enfrentando dificuldades para manter suas atividades e garantir o acesso das comunidades à informação local.

Com Gás do Povo, revendedores registram aumento na procura por gás

Além de beneficiar as famílias brasileiras, em sua maioria chefiadas por mulheres, o Gás do Povo impactou o movimento nas revendas credenciadas. “Depois que a gente aderiu ao Gás o Povo, a gente sentiu que o movimento mudou, aumentou, com mais gente à procura do gás”, destacou o vendedor Amarilto Santos. Ele trabalha em um dos pontos do Distrito Federal credenciados no programa.

Segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), haverá aumento de 3,9% nas vendas de botijões de gás em 2026, puxadas pelo Gás do Povo.

A adesão das revendedoras ao Gás do Povo é voluntária. Basta estar autorizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e em situação regular na Receita Federal do Brasil. Também é necessário que a empresa tenha conta corrente PJ na Caixa e adquira a máquina de cartão “Azulzinha”, que será o meio de pagamento do revendedor no âmbito do programa.

O Gás do Povo é voltado às famílias compostas por pelo menos duas pessoas. É necessário estar no Programa Bolsa Família e possuir renda per capita de até meio salário mínimo, com os dados atualizados no Cadastro Único nos últimos dois anos.

Abigail Gomes é dona de casa e mora com o marido e as duas filhas em Vicente Pires, Região Administrativa do Distrito Federal. Beneficiária do Programa Bolsa Família, ela recarregou, pela primeira vez, o botijão de gás de forma gratuita. Ela comemorou que a gratuidade proporcionou um alívio no bolso, já que antes era necessário ter sempre uma reserva para complementar o valor da compra na modalidade do antigo Auxílio Gás dos Brasileiros.

“Eu fiz a troca aqui e a gente não teve que acrescentar nada. Foi o valor que tinha no vale e eu já estou levando meu botijão cheio e estou muito feliz com isso”, celebrou a dona de casa.

O domicílio de Abigail é um dos 6,4 milhões em todo o País que passam a ter acesso à fonte de energia limpa e segura com o Gás do Povo. Desde a primeira fase de implementação do programa, em novembro de 2025, o Governo do Brasil já investiu mais de R$ 642 milhões.

APLICATIVO – Para acessar o benefício, não é necessário ir até um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou postos do Cadastro Único. O acesso é feito pelo aplicativo “Meu Social – Gás do Povo”, onde é possível verificar a situação do vale e localizar as revendas credenciadas. As famílias podem recarregar o botijão de gás diretamente na revenda ou optar por receber o produto em casa, pagando apenas a taxa de entrega.

CARTÃO – Quem não tem celular ou acesso à internet pode utilizar o cartão do Programa Bolsa Família (com chip), o cartão de débito da Caixa ou informar o CPF do Responsável Familiar na maquininha “Azulzinha” ou no aplicativo “Azulzinha Aproxima”.

RECARGA DE BOTIJÃO – O Programa Gás do Povo foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste mês. A iniciativa visa mitigar o efeito do preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) sobre o orçamento das famílias de baixa renda.

O objetivo da política é ampliar o acesso à energia limpa e segura, reduzindo o uso de alternativas como lenha e carvão, que expõem principalmente mulheres e crianças a riscos à saúde. A previsão é que, em março, 15,5 milhões de famílias sejam contempladas com a recarga gratuita do botijão.

O alto custo da recarga e as dificuldades de distribuição, principalmente em áreas mais afastadas, impediam muitas famílias de acessar energia limpa e segura. Como consequência, era comum o uso de alternativas precárias, como lenha, carvão e querosene, que expõem principalmente mulheres e crianças à fumaça tóxica, doenças respiratórias e risco de queimaduras. A política busca enfrentar esse cenário.

A política também institui o Programa Nacional de Acesso ao Cozimento Limpo, que passa a estruturar as ações de combate à pobreza energética. O modelo integra a gratuidade do botijão e outras modalidades de cocção limpa, com fontes diversificadas de financiamento, mecanismos de monitoramento e governança reforçada, incluindo comitê gestor permanente e publicação periódica de relatórios.

*Gláucia Lima 

CANTORIAS NO DISTRITO DE MELANCIAS E SÍTIO GARRAFA!!!


MOSSORÓ/RN: EXAME DESCARTA MPOX EM PACIENTE INTERNADA

Foto: NIAID
A possibilidade de mpox foi descartada em uma jovem de 19 anos que está internada no Hospital Rafael Fernandes, em Mossoró, na Região Oeste do Rio Grande do Norte. O resultado do exame, que foi feito em uma clínica particular, saiu nesta quarta-feira (25).

Com o resultado, que foi confirmado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap), o estado não registra, até esta quarta, nenhum caso de mpox em 2026.

🔍 A mpox é uma doença viral que causa febre e lesões na pele que viram bolhas e feridas, transmitida principalmente pelo contato direto com essas lesões ou com objetos contaminados.

A jovem deu entrada na UPA de São Manoel, em Mossoró, no dia 20 de fevereiro, depois de apresentar sintomas virais e lesões na pele, o que fez a equipe médica suspeitar de infecção por mpox. A paciente havia acabado de retornar de uma viagem feita a João Pessoa.

A unidade informou que a jovem estava consciente e se alimentando bem, mas seguia apresentando erupções cutâneas na terça (24).

Na noite de terça, a paciente foi transferida para o Hospital Rafael Fernandes, que é referência no tratamento de doenças infectocontagiosas. Lá, ela foi isolada e tinha quadro de saúde estável.

Segundo a Sesap, a jovem vai passar por uma avaliação médica antes de receber alta.
O que é a Mpox?

Conforme o Ministério da Saúde, a Mpox é uma doença viral. Os principais sinais e sintomas da doença são: lesões na pele, aumento de ínguas, febre, dor de cabeça e no corpo, calafrios e fraqueza.

A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais e objetos contaminados.

O tratamento da doença é feito de acordo com suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. Até o momento, não há medicamento específico para a doença. Segundo o Ministério da Saúde.

*Do G1 RN 

UERN lança campanha para arrecadar alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade social e a instituições filantrópicas

Durante a Aula Magna, foi lançada a campanha “Uern Pela Vida no combate à fome” que tem como finalidade arrecadar cestas báscias que serão destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade social e a instituições filantrópicas.

Para contribuir com as doações par a campanha, a Universidade sugeriu aos participantes da Aula Magna que fizessem a doação de 1kg de alimento não perecível.

O período de arrecadação será de 24 de fevereiro a 27 março, com a distribuição dos donativos prevista para os dias 30 a 31 de abril.

Em Mossoró, a doação dos alimentos pode ser feita na Reitoria, Progep, Ouvidoria, Unidades Acadêmicas e na Prae. Já nas cidades de Assú, Caicó, Natal, Patu e Pau dos Ferros, as doações ocorrem nas secretarias e nas ouvidorias dos respectivos campi.

Coordenada pela Diretoria de Desenvolvimento de Pessoas e Qualidade de Vida, da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (DDPQV/Progep), o campanha ocorre sempre às vésperas da Semana Santa, no período da Quaresma, marcado pela reflexão e solidariedade. A proposta é visa reforçar a responsabilidade social da Uern, incentivando a participação tanto da comunidade acadêmica quanto da sociedade em geral na ação solidária.

A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, com ênfase no ODS 2 da Agenda 2030, que busca erradicar a fome e promover a segurança alimentar.

*Blog do PC

ÓTICAS GOMES


Saída de Haddad do governo depende de reunião entre Lula e Trump

Foto: Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (25) que a data de sua saída do cargo dependerá da possível viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos para reunião com o presidente americano, Donald Trump.

Em entrevista a jornalistas, Haddad disse que pretende se reunir com Lula nesta quinta (26) para definir se integrará a comitiva presidencial. A expectativa é de que o encontro bilateral ocorra entre os dias 15 e 20 de março, embora ainda não haja confirmação oficial.


“Se eu for [viajar], a data de saída é uma, se eu não for, a data é outra”, declarou o ministro na portaria do Ministério da Fazenda, após retornar da Índia e da Coreia do Sul, onde acompanhou o presidente Lula.

Desde o fim de 2025, Haddad indica a intenção de deixar a pasta para colaborar com a campanha de reeleição de Lula. Inicialmente, ele cogitou deixar o cargo ainda em fevereiro, mas a mudança deve ficar para meados de março.

Antes de sair, o ministro pretende concluir estudos sobre alternativas de financiamento para a proposta de tarifa zero no transporte público, que devem ser apresentados até abril, e a regulamentação sobre a tributação de criptoativos.
Sucessão

O nome mais cotado para assumir o comando da Fazenda é o do atual secretário-executivo da pasta, Dario Durigan. Caso a mudança se confirme, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, assumirá a secretaria-executiva.

Apesar de descartar publicamente candidatura nas eleições deste ano, Haddad enfrenta pressão dentro do PT para disputar o governo de São Paulo ou uma das duas vagas para o Senado no estado. O ministro, no entanto, continua a dar declarações de que não quer disputar as próximas eleições.

*Fonte: Agência Brasil

Conab aponta queda de preços na maioria das frutas mais vendidas nas Ceasas

Das cinco frutas mais comercializadas nos principais mercados atacadistas do país, quatro ficaram mais baratas no último mês. De acordo com os dados do 2º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), banana, laranja, mamão e melancia registraram queda na média ponderada de preços de janeiro quando comparada a dezembro.

O movimento de redução foi acompanhado pela batata e cebola, como mostra o documento divulgado nesta quarta-feira (25/2) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A maior redução foi verificada para a melancia, com queda de 29,96% na média ponderada, mesmo diante da menor oferta da fruta devido à redução da safra paulista, ao lento crescimento da safra gaúcha, à oferta estagnada no sul da Bahia e à entressafra em Goiás. A variação negativa é influenciada especialmente pela menor demanda registrada, principalmente, na Ceasa do Rio de Janeiro. Para o mamão a Conab verifica uma queda de 11,04% dos preços na média ponderada, diante do aumento da oferta, principalmente da variedade papaya originária do norte capixaba e do formosa produzido no sul baiano.

O mercado da banana registrou queda nas cotações de 8,99% na média ponderada, influenciada especialmente pela maior oferta da variedade nanica. As temperaturas mais altas favoreceram o amadurecimento da fruta e, associadas a chuvas regulares, contribuíram para melhor enchimento e qualidade dos cachos. Para a laranja, em janeiro, foram apresentadas pequenas variações de preços com preponderância de queda, chegando a uma diminuição de -4,83% na média ponderada, sendo as maiores reduções registradas nos entrepostos de Campinas (-8,74%) e Goiânia (-9,58%) diante da maior oferta local.

Dentre as hortaliças, a batata e a cebola acompanham o movimento de queda registrado. A redução na média ponderada de preços para o tubérculo chega a 11,75%, explicada pela maior oferta do produto, impulsionada pela safra das águas que contribui para o abastecimento do mercado e para a manutenção das cotações em patamar reduzido. Já no caso da cebola, a diminuição de 11,01% nas cotações é incomum para a época e motivada pela oferta proveniente de Santa Catarina, que cresceu 115% em relação a dezembro de 2025.
Demais produtos

Em contrapartida, alface, cenoura, tomate e maçã tiveram alta nos preços. No caso da folhosa, o aumento chega a 36,56% na média ponderada devido às chuvas nas regiões produtoras, que ao mesmo tempo em que dificultam a colheita e provocam perdas no campo, também comprometem a qualidade e reduzem a vida útil da hortaliça. Além disso, o excesso de precipitações restringe novos plantios, influenciando a oferta nas semanas seguintes.

A cenoura teve nova alta de preços em janeiro. A média ponderada entre as Ceasas apresentou elevação de 8,55%. A elevação dos preços em relação a dezembro está associada à redução na oferta da raiz, que apresentou queda de 9%. Apesar da alta mensal, os preços ainda permanecem abaixo dos verificados em janeiro de 2025. A Conab também verificou aumento de 9,46% nos preços médios do tomate, diante da redução das áreas com frutos em ponto de colheita, o que resultou em menor volume comercializado na maioria das Ceasas, pressionando os valores para cima.

Com menor quantidade de maçã nos mercados, as cotações da fruta também tiveram alta de 7,75% na média ponderada. A queda de oferta registrada nas Ceasas pode ser explicada pela finalização dos estoques mantidos nas câmaras frias catarinenses e gaúchas, pela menor oferta da maçã eva paranaense e pelo fim do pico da safra paulista. O aumento de preços só não foi mais elevado por causa da menor demanda pela fruta.
Exportações

Em janeiro de 2026, o volume total de frutas enviado ao exterior foi de 98,44 milhões de toneladas, queda de 12% em relação a janeiro de 2025. O faturamento foi de U$S 112 milhões (FOB), superior 4,4% em relação ao mesmo mês de 2025, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Mesmo com a queda mensal para melões, limões, uvas e melancias, a temporada começou o ano com boas vendas, principalmente para a Europa e a Ásia, após recordes registrados em 2025.
Destaques

Nesta edição, a seção de Destaques das Ceasas aborda a importância das Ceasas como indutoras da utilização da cadeia do frio em frutas e hortaliças no processo de conservação desses alimentos.

Atualização do Boletim

A 2ª edição deste ano do Boletim Prohort traz um novo leiaute, planejado para facilitar a leitura das principais informações sobre o mercado atacadista. A nova versão do documento simplifica a linguagem e reorganiza as informações, de forma a tornar o acesso à informação mais simples, claro e ágil, assegurando o compromisso da Companhia com a melhoria contínua de seus serviços e com a comunicação transparente.

As informações completas sobre preços e comercialização praticados em janeiro nas principais Centrais de Abastecimento brasileiras estão reunidas no 2º Boletim Prohort.