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14 março 2026
Concurso IBGE com 39 mil vagas tem cronograma previsto; veja!
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística tem autorização para abrir um novo concurso IBGE com 39.108 vagas temporárias para o Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola.
A estimativa do órgão é que os editais sejam publicados ainda neste primeiro semestre. No momento, o IBGE realiza a escolha da banca organizadora. Por serem muitos cargos contemplados, a autarquia executa dois processos licitatórios.
É possível que uma mesma banca vença os dois processos, como também que instituições diferentes fiquem responsáveis pelos concursos a depender dos cargos.
Por esse motivo, o IBGE trabalha com a previsão de que dois editais sejam divulgados. O primeiro já deve sair até o mês de abril.
Fonte do Qconcursos Folha Dirigida passou, com exclusividade, os cronogramas previstos para o concurso IBGE a depender do cargo. Veja a seguir:
Analista censitário (AC), agente censitário administrativo (ACA), agente censitário de informática (ACI), agente operacional regional (AOR), agente censitário regional (ACR) e agente censitário de qualidade (ACQ)Assinatura do contrato com a banca organizadora: até 30 de março de 2026;
Edital: até 15 de abril de 2026;
Prova: até 31 de agosto de 2026; e
Resultado: 31 de outubro de 2026.
Agente censitário supervisor (ACS) e recenseadorAssinatura do contrato com a banca organizadora: até 15 de maio de 2026;
Edital: até 30 de junho de 2026;
Prova: até 31 de outubro de 2026; e
Resultado: 31 de dezembro de 2026.
Caso a mesma banca organizadora seja escolhida para os dois processos licitatórios, é possível que ocorra a publicação de um único edital para todos os cargos. Isso será resolvido pelo IBGE e pela instituição contratada.
A estimativa do órgão é que os editais sejam publicados ainda neste primeiro semestre. No momento, o IBGE realiza a escolha da banca organizadora. Por serem muitos cargos contemplados, a autarquia executa dois processos licitatórios.
É possível que uma mesma banca vença os dois processos, como também que instituições diferentes fiquem responsáveis pelos concursos a depender dos cargos.
Por esse motivo, o IBGE trabalha com a previsão de que dois editais sejam divulgados. O primeiro já deve sair até o mês de abril.
Fonte do Qconcursos Folha Dirigida passou, com exclusividade, os cronogramas previstos para o concurso IBGE a depender do cargo. Veja a seguir:
Analista censitário (AC), agente censitário administrativo (ACA), agente censitário de informática (ACI), agente operacional regional (AOR), agente censitário regional (ACR) e agente censitário de qualidade (ACQ)Assinatura do contrato com a banca organizadora: até 30 de março de 2026;
Edital: até 15 de abril de 2026;
Prova: até 31 de agosto de 2026; e
Resultado: 31 de outubro de 2026.
Agente censitário supervisor (ACS) e recenseadorAssinatura do contrato com a banca organizadora: até 15 de maio de 2026;
Edital: até 30 de junho de 2026;
Prova: até 31 de outubro de 2026; e
Resultado: 31 de dezembro de 2026.
Caso a mesma banca organizadora seja escolhida para os dois processos licitatórios, é possível que ocorra a publicação de um único edital para todos os cargos. Isso será resolvido pelo IBGE e pela instituição contratada.
(Foto: Magno Lopes/IBGE)
Por conta das restrições do período eleitoral, as contratações dos aprovados só poderão ser feitas no ano que vem.
Para o primeiro grupo de cargos, a admissão deve ocorrer em janeiro de 2027. Já para os agentes censitários supervisores (ACS), a previsão é para abril de 2027, e, para os recenseadores, maio de 2027.
Mais de 163 mil vagas previstas em concursos para 2026. Comece a estudar agora!
Confira vagas, cargos e requisitos do concurso IBGE 2026
As vagas temporárias foram autorizadas, em dezembro de 2025, para atuação no Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola.
As 39 mil oportunidades englobam atividades desde o planejamento técnico até a coleta, supervisão e processamento das informações em todo o território nacional.
Veja a distribuição das vagas por cargos a seguir:
Para o primeiro grupo de cargos, a admissão deve ocorrer em janeiro de 2027. Já para os agentes censitários supervisores (ACS), a previsão é para abril de 2027, e, para os recenseadores, maio de 2027.
Mais de 163 mil vagas previstas em concursos para 2026. Comece a estudar agora!
Confira vagas, cargos e requisitos do concurso IBGE 2026
As vagas temporárias foram autorizadas, em dezembro de 2025, para atuação no Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola.
As 39 mil oportunidades englobam atividades desde o planejamento técnico até a coleta, supervisão e processamento das informações em todo o território nacional.
Veja a distribuição das vagas por cargos a seguir:
analista censitário: 1.020 vagas;
recenseador: 27.330 vagas;
agente censitário supervisor: 4.143 vagas;
agente operacional regional: 1.286 vagas;
agente censitário regional: 1.286 vagas;
agente censitário administrativo: 1.432 vagas;
agente censitário de informática: 1.446 vagas; e
agente censitário de qualidade: 1.165 vagas.
Para recenseador, o requisito será o nível fundamental completo. Já para agente censitário e agente operacional será exigido o ensino médio.
O analista censitário, por sua vez, exigirá o nível superior dos candidatos. Ainda não há informações sobre os salários atuais e os locais de trabalho.
Por tradição, os concursos do IBGE são regionalizados, ou seja, com vagas distribuídas por todo o país.
Último concurso IBGE para o Censo teve três bancas organizadoras
Esta não será a primeira vez caso bancas diferentes sejam escolhidas para as vagas temporárias do IBGE.
Em 2022, para o Censo Demográfico, foram escolhidas três bancas organizadoras, a depender do cargo:
Fundação Getulio Vargas (FGV)agente censitário municipal (ACM);
agente censitário supervisor (ACS); e
recenseador.
Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)coordenador censitário de área (CCA); e
agente censitário de administração e informática (ACAI).
Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan)agente censitário de pesquisa por telefone (ACT); e
supervisor censitário de pesquisas e codificação.
No processo seletivo organizado pela FGV, por exemplo, foi oferecido o maior volume de vagas: 206.891.
Os candidatos foram avaliados por provas objetivas, contendo questões de Língua Portuguesa, Matemática/Raciocínio Lógico, Ética no Serviço Público, Noções de Administração/Situações Gerenciais e Conhecimentos técnicos.
ATENÇÃO: editorialmente, o Qconcursos Folha Dirigida utiliza o termo concurso público sempre que uma seleção é ou pode ser composta por provas objetivas.
IBGE tem 9.580 vagas abertas para agentes e supervisores
No ano passado, o IBGE abriu um concurso com 9.580 vagas temporárias, sendo 8.480 para agente de pesquisas e mapeamento (APM) e 1.100 para supervisor de coleta e qualidade (SCQ). As inscrições foram encerradas no dia 17 de dezembro.
Ambos os cargos têm como requisito o ensino médio completo. Especificamente para supervisor, ainda é necessário ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), no mínimo, na categoria ‘B’.
O atual concurso do IBGE teve provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, aplicadas no dia 1º de março de 2026. Os gabaritos oficiais já foram divulgados.
Os salários dos aprovados e convocados serão de R$2.676,24 para agente e R$3.379 para supervisor.
Os contratados ainda terão direito ao vale-transporte e aos benefícios, como o novo auxílio-alimentação no valor de R$1.175 e o auxílio pré-escolar.
Os contratos terão duração de até um ano, podendo ser prorrogados desde que o prazo total não exceda a três anos, conforme indicado na Lei nº 8.745/1993.
recenseador: 27.330 vagas;
agente censitário supervisor: 4.143 vagas;
agente operacional regional: 1.286 vagas;
agente censitário regional: 1.286 vagas;
agente censitário administrativo: 1.432 vagas;
agente censitário de informática: 1.446 vagas; e
agente censitário de qualidade: 1.165 vagas.
Para recenseador, o requisito será o nível fundamental completo. Já para agente censitário e agente operacional será exigido o ensino médio.
O analista censitário, por sua vez, exigirá o nível superior dos candidatos. Ainda não há informações sobre os salários atuais e os locais de trabalho.
Por tradição, os concursos do IBGE são regionalizados, ou seja, com vagas distribuídas por todo o país.
Último concurso IBGE para o Censo teve três bancas organizadoras
Esta não será a primeira vez caso bancas diferentes sejam escolhidas para as vagas temporárias do IBGE.
Em 2022, para o Censo Demográfico, foram escolhidas três bancas organizadoras, a depender do cargo:
Fundação Getulio Vargas (FGV)agente censitário municipal (ACM);
agente censitário supervisor (ACS); e
recenseador.
Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)coordenador censitário de área (CCA); e
agente censitário de administração e informática (ACAI).
Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan)agente censitário de pesquisa por telefone (ACT); e
supervisor censitário de pesquisas e codificação.
No processo seletivo organizado pela FGV, por exemplo, foi oferecido o maior volume de vagas: 206.891.
Os candidatos foram avaliados por provas objetivas, contendo questões de Língua Portuguesa, Matemática/Raciocínio Lógico, Ética no Serviço Público, Noções de Administração/Situações Gerenciais e Conhecimentos técnicos.
ATENÇÃO: editorialmente, o Qconcursos Folha Dirigida utiliza o termo concurso público sempre que uma seleção é ou pode ser composta por provas objetivas.
IBGE tem 9.580 vagas abertas para agentes e supervisores
No ano passado, o IBGE abriu um concurso com 9.580 vagas temporárias, sendo 8.480 para agente de pesquisas e mapeamento (APM) e 1.100 para supervisor de coleta e qualidade (SCQ). As inscrições foram encerradas no dia 17 de dezembro.
Ambos os cargos têm como requisito o ensino médio completo. Especificamente para supervisor, ainda é necessário ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), no mínimo, na categoria ‘B’.
O atual concurso do IBGE teve provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, aplicadas no dia 1º de março de 2026. Os gabaritos oficiais já foram divulgados.
Os salários dos aprovados e convocados serão de R$2.676,24 para agente e R$3.379 para supervisor.
Os contratados ainda terão direito ao vale-transporte e aos benefícios, como o novo auxílio-alimentação no valor de R$1.175 e o auxílio pré-escolar.
Os contratos terão duração de até um ano, podendo ser prorrogados desde que o prazo total não exceda a três anos, conforme indicado na Lei nº 8.745/1993.
Lei no RN proíbe nomeação de condenados por feminicídio em cargos comissionados
Foto: Aldeci Júnior
O governo do Rio Grande do Norte sancionou uma lei que proíbe a nomeação de pessoas condenadas por feminicídio para cargos em comissão e funções de confiança na administração pública estadual. A medida foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (12) e já está em vigor.A regra está prevista na Lei nº 12.647/2026 e vale para toda a estrutura do Poder Executivo estadual, incluindo órgãos da administração direta, autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista.
Pelo texto, a vedação atinge pessoas condenadas por feminicídio com decisão judicial transitada em julgado, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso. O crime é tipificado no Código Penal brasileiro e caracteriza o assassinato de mulheres por razões de gênero.
Para assumir cargos comissionados no governo estadual, os indicados deverão apresentar certidões de antecedentes criminais da Justiça Estadual e da Justiça Federal no momento da posse.
A restrição permanece enquanto a pena não for totalmente cumprida e até que ocorra eventual reabilitação penal, conforme previsto na legislação. A lei foi sancionada pela governadora Fátima Bezerra e passou a valer na data de sua publicação.
Lei Márcia Anália
A norma recebeu o nome de Lei Márcia Anália, em referência a uma jovem de 23 anos assassinada em abril de 2024 em Parnamirim, na região metropolitana de Natal.
O caso causou forte repercussão no estado e mobilizou familiares, além de movimentos sociais que atuam no enfrentamento à violência contra a mulher. A homenagem foi incorporada ao texto da lei como forma de marcar a memória da vítima e reforçar o debate público sobre o combate ao feminicídio.
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