O ataque aconteceu na região sudoeste da Ásia, em águas internacionais do Oceano Índico e longe da zona central do conflito entre Israel e Estados Unidos contra o Irã, no Golfo Pérsico. O conflito no Oriente Médio está em seu quinto dia.
A Marinha e o Ministério de Relações Exteriores do Sri Lanka identificaram a embarcação de guerra como a fragata IRIS Dena – IRIS é a abreviação em inglês para Navio da Marinha da República Islâmica do Irã. A embarcação voltava ao Irã depois de ter atracado do leste da Índia, de onde retornava após um exercício militar na Baía de Bengala, segundo a Reuters.
Local de afundamento da fragata iraniana (Reprodução)
Os feridos foram atendidos na cidade litorânea de Galle, e os corpos dos mortos foram levados para um necrotério local.Horas depois do ataque, os Estados Unidos reivindicaram a autoria da ação, inclusive com um vídeo do Pentágono mostrando o que seria o ataque à fragata.
“Um submarino americano afundou um navio de guerra iraniano que pensava estar seguro em águas internacionais”, disse o secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth.
IRIS Dena foi pivô de polêmica de Brasil com os EUA em 2023.
O Iris Dena era um dos navios de guerra mais modernos da frota iraniana. Lançado ao mar em 2015, a fragata tinha 95 metros de comprimento e 11 metros de “boca” (largura), com cerca de 1,5 mil toneladas.
A embarcação da classe Moudge era equipada com radares modernos, mísseis antinavio, torpedos e um heliponto com helicóptero embarcado. Poderia ser utilizado como patrulha oceânica, escolta naval em longas distâncias e para combates, sendo antissubmarino e antinavio.
A fragata iraniana chegou a ficar ancorada no porto do Rio de Janeiro, entre fevereiro e março de 2023, como parte de uma missão em que percorreu cerca de 65 mil quilômetros em oito meses ao lado do navio de apoio IRIS Makran.
À época, a permissão concedida pela Marinha para o atracamento dos navios iranianos no Brasil foi alvo de protestos do governo dos Estados Unidos, então sob a gestão de Joe Biden, e de Israel. Ainda no começo do governo Lula, o Itamaraty já tinha como diretriz não adotar as sanções unilaterais adotadas pelo governo norte-americano, mas somente as aprovadas via Conselho de Segurança da ONU.
O pedido inicial de permissão contemplava entre o fim de janeiro e o início de fevereiro de 2023 e acabou sendo adiado em virtude de uma visita de estado de Lula a Biden, na mesma época. Depois, a permissão para a estadia dos navios iranianos foi concedida como parte da celebração dos 120 anos das relações diplomáticas entre Brasil e Irã.
A embarcação da classe Moudge era equipada com radares modernos, mísseis antinavio, torpedos e um heliponto com helicóptero embarcado. Poderia ser utilizado como patrulha oceânica, escolta naval em longas distâncias e para combates, sendo antissubmarino e antinavio.
A fragata iraniana chegou a ficar ancorada no porto do Rio de Janeiro, entre fevereiro e março de 2023, como parte de uma missão em que percorreu cerca de 65 mil quilômetros em oito meses ao lado do navio de apoio IRIS Makran.
À época, a permissão concedida pela Marinha para o atracamento dos navios iranianos no Brasil foi alvo de protestos do governo dos Estados Unidos, então sob a gestão de Joe Biden, e de Israel. Ainda no começo do governo Lula, o Itamaraty já tinha como diretriz não adotar as sanções unilaterais adotadas pelo governo norte-americano, mas somente as aprovadas via Conselho de Segurança da ONU.
O pedido inicial de permissão contemplava entre o fim de janeiro e o início de fevereiro de 2023 e acabou sendo adiado em virtude de uma visita de estado de Lula a Biden, na mesma época. Depois, a permissão para a estadia dos navios iranianos foi concedida como parte da celebração dos 120 anos das relações diplomáticas entre Brasil e Irã.



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