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29 abril 2026
Unidade de conservação ambiental será instalada em área de três cidades do RN
Foto: Cícero Oliveira/UFRN
O Rio Grande do Norte passa a contar com uma unidade de conservação estadual de proteção integral abrangendo três cidades das regiões Agreste e Seridó do estado.De acordo com o decreto Nº 35.481, publicado no Diário Oficial do Estado, o Refúgio de Vida Silvestre Serra das Araras fica localizado nos municípios de Cerro Corá, Currais Novos e São Tomé. A área protegida tem 12.367,81 hectares e será gerida pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (IDEMA).
Entre as espécies prioritárias a serem protegidas pela unidade estão a arara-maracanã e o papagaio-verdadeiro, além de outras espécies migratórias, raras e ameaçadas de extinção.
A autarquia estadual tem até cinco anos para elaborar e aprovar o Plano de Manejo da unidade, documento que regulamentará as atividades permitidas dentro da área.
Até a publicação do plano, ficam autorizadas apenas atividades voltadas à preservação dos recursos naturais ou ao atendimento das necessidades das populações tradicionais residentes na área.
O decreto elenca como atividades econômicas predominantes na região o turismo, a agropecuária, a agricultura de subsistência, as energias renováveis e a mineração.
Práticas agropecuárias já consolidadas poderão ter continuidade desde que sejam consideradas compatíveis com os objetivos da conservação.
A criação do refúgio também prevê a instituição de um Conselho Gestor de caráter consultivo, com composição a ser definida pelo IDEMA em até 180 dias.
Propriedades privadas inseridas nos limites da unidade de conservação poderão ser desapropriadas caso as atividades desenvolvidas sejam incompatíveis com os objetivos da unidade.
*98 FM de Natal
Prévia da inflação de abril fica em 0,89%, puxada por alimentos e bebidas
A prévia da inflação de abril foi de 0,89%, 0,45 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada em março (0,44%).
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado nesta terça-feira (28/4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que a maior variação e o maior impacto positivo vieram do grupo Alimentação e Bebidas (1,46% e 0,31 p.p.). No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,39% e, nos últimos 12 meses, de 4,37%, acima dos 3,90% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2025, a taxa foi de 0,43%.
No grupo Alimentação e Bebidas (1,46%), o resultado foi influenciado, principalmente, pela alta na alimentação no domicílio, que acelerou de 1,10% em março para 1,77% em abril. Os preços dos seguintes produtos contribuíram para o resultado: cenoura (25,43%), da cebola (16,54%), do leite longa vida (16,33%), do tomate (13,76%) e das carnes (1,14%).
A alimentação fora do domicílio (0,70%) acelerou em relação ao mês de março (0,35%), em virtude da alta do lanche (0,87%) e da refeição (0,65%), que haviam registrado, em março, altas de 0,50% e 0,31%, respectivamente.
O grupo Transportes (1,34%) teve o segundo maior impacto no índice geral (0,27 p.p.), impulsionado pelo aumento dos combustíveis, que passou de -0,03% em março para 6,06% em abril. A gasolina (6,23%) foi o principal impacto individual no índice do mês (0,32 p.p.), após ter recuado 0,08% em março.
Saúde e cuidados pessoais (0,93% e 0,13 p.p.) teve a terceira maior influência no resultado geral, em função das altas nos itens de higiene pessoal (1,32%), pelos produtos farmacêuticos (1,16%), após a autorização do reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos, a partir de 1° de abril, e pelo plano de saúde (0,49%).
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado nesta terça-feira (28/4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que a maior variação e o maior impacto positivo vieram do grupo Alimentação e Bebidas (1,46% e 0,31 p.p.). No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,39% e, nos últimos 12 meses, de 4,37%, acima dos 3,90% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2025, a taxa foi de 0,43%.
No grupo Alimentação e Bebidas (1,46%), o resultado foi influenciado, principalmente, pela alta na alimentação no domicílio, que acelerou de 1,10% em março para 1,77% em abril. Os preços dos seguintes produtos contribuíram para o resultado: cenoura (25,43%), da cebola (16,54%), do leite longa vida (16,33%), do tomate (13,76%) e das carnes (1,14%).
A alimentação fora do domicílio (0,70%) acelerou em relação ao mês de março (0,35%), em virtude da alta do lanche (0,87%) e da refeição (0,65%), que haviam registrado, em março, altas de 0,50% e 0,31%, respectivamente.
O grupo Transportes (1,34%) teve o segundo maior impacto no índice geral (0,27 p.p.), impulsionado pelo aumento dos combustíveis, que passou de -0,03% em março para 6,06% em abril. A gasolina (6,23%) foi o principal impacto individual no índice do mês (0,32 p.p.), após ter recuado 0,08% em março.
Saúde e cuidados pessoais (0,93% e 0,13 p.p.) teve a terceira maior influência no resultado geral, em função das altas nos itens de higiene pessoal (1,32%), pelos produtos farmacêuticos (1,16%), após a autorização do reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos, a partir de 1° de abril, e pelo plano de saúde (0,49%).
O grupo Habitação acelerou de 0,24% em março para 0,42% em abril. A energia elétrica residencial foi de 0,68% (0,29% de março), contemplando os reajustes de 6,92% e 14,66% nas tarifas das concessionárias, no Rio de Janeiro (6,50%), a partir de 15 de março.
Belém registra aumentos de 12,79% no açaí e de 9,33% na gasolina em abril
Quanto aos índices regionais, a maior variação foi registrada em Belém (1,46%), por conta das altas do açaí (12,79%) e da gasolina (9,33%). Já o menor resultado ocorreu em Brasília (0,41%), que apresentou queda nos preços da passagem aérea (-10,88%) e dos produtos farmacêuticos (-0,61%).
Mais sobre a pesquisa
Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 18 de março a 15 de abril de 2026 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 13 de fevereiro a 17 de março de 2026 (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica. Veja os resultados completos no Sidra. A próxima divulgação do IPCA-15 será no dia 27 de maio de 2026.
Belém registra aumentos de 12,79% no açaí e de 9,33% na gasolina em abril
Quanto aos índices regionais, a maior variação foi registrada em Belém (1,46%), por conta das altas do açaí (12,79%) e da gasolina (9,33%). Já o menor resultado ocorreu em Brasília (0,41%), que apresentou queda nos preços da passagem aérea (-10,88%) e dos produtos farmacêuticos (-0,61%).
Mais sobre a pesquisa
Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 18 de março a 15 de abril de 2026 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 13 de fevereiro a 17 de março de 2026 (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica. Veja os resultados completos no Sidra. A próxima divulgação do IPCA-15 será no dia 27 de maio de 2026.
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