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15 junho 2026
Copa do Mundo 2026: Alemanha goleia Curaçao por 7 a 1, mesmo placar contra o Brasil em 2014
A Alemanha fez valer o favoritismo e goleou Curaçao por 7 a 1, neste domingo (14), em pleno Houston Stadium, em Houston, no Texas (EUA), em sua estreia na Copa do Mundo.
Depois de amargar eliminações precoces nas últimas duas edições, a seleção tetracampeã começou 2026 com pé direito e voltou a aplicar o mesmo placar que massacrou o Brasil no Mundial de 2014.
Nmecha abriu o marcador para os alemães, que levaram um ”susto” com o gol de empate anotado por Livano Comenencia, o primeiro da história da equipe caribenha em Mundiais. No entanto, Schlotterbeck, Havertz (duas vezes), Musiala, Brown e Undav completaram o marcador.
No outro duelo da chave, Costa do Marfim e Equador se enfrentam ainda neste domingo, às 20h (de Brasília).
*Informações de Novo Notícias
Depois de amargar eliminações precoces nas últimas duas edições, a seleção tetracampeã começou 2026 com pé direito e voltou a aplicar o mesmo placar que massacrou o Brasil no Mundial de 2014.
Nmecha abriu o marcador para os alemães, que levaram um ”susto” com o gol de empate anotado por Livano Comenencia, o primeiro da história da equipe caribenha em Mundiais. No entanto, Schlotterbeck, Havertz (duas vezes), Musiala, Brown e Undav completaram o marcador.
No outro duelo da chave, Costa do Marfim e Equador se enfrentam ainda neste domingo, às 20h (de Brasília).
*Informações de Novo Notícias
Fátima sanciona lei que veta promoções de servidores acusados de feminicídio
A governadora Fátima Bezerra sancionou nesta quinta-feira (11) a Lei Complementar nº 803/2026, que impede a promoção de servidores públicos estaduais civis e militares denunciados por feminicídio e outros crimes hediondos.
De iniciativa do Governo do Estado, a legislação determina a suspensão das promoções a partir do recebimento da denúncia pela Justiça, permanecendo a restrição até o trânsito em julgado da decisão final.
Segundo a governadora, a medida reforça o compromisso do Estado com o enfrentamento à violência contra as mulheres e com a ética no serviço público.
“Estamos do lado da vida, das mulheres e da justiça. A função pública exige conduta compatível com os valores que a sociedade espera daqueles que têm a missão de servi-la”, afirmou.
Fátima destacou ainda que a norma não afronta o princípio da presunção de inocência, uma vez que, em caso de absolvição definitiva, o servidor terá direito à reavaliação de sua situação funcional, com efeitos retroativos à data em que faria jus à promoção.
A lei foi articulada pela Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (Semjidh) e contou com apoio da Frente Parlamentar da Mulher da Assembleia Legislativa e de entidades ligadas à defesa dos direitos humanos.
Durante a solenidade, representantes do Ministério Público, do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres e da Assembleia Legislativa classificaram a medida como um avanço no combate à violência de gênero e um exemplo para outros estados.
A solenidade contou com a participação da promotora de Justiça Erica Canuto, da secretária estadual Júlia Arruda, da deputada estadual Divaneide Basílio, do procurador-geral do Estado Antenor Roberto, do secretário de Segurança Pública Coronel Araújo e de representantes de órgãos e entidades de defesa dos direitos das mulheres.
De iniciativa do Governo do Estado, a legislação determina a suspensão das promoções a partir do recebimento da denúncia pela Justiça, permanecendo a restrição até o trânsito em julgado da decisão final.
Segundo a governadora, a medida reforça o compromisso do Estado com o enfrentamento à violência contra as mulheres e com a ética no serviço público.
“Estamos do lado da vida, das mulheres e da justiça. A função pública exige conduta compatível com os valores que a sociedade espera daqueles que têm a missão de servi-la”, afirmou.
Fátima destacou ainda que a norma não afronta o princípio da presunção de inocência, uma vez que, em caso de absolvição definitiva, o servidor terá direito à reavaliação de sua situação funcional, com efeitos retroativos à data em que faria jus à promoção.
A lei foi articulada pela Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (Semjidh) e contou com apoio da Frente Parlamentar da Mulher da Assembleia Legislativa e de entidades ligadas à defesa dos direitos humanos.
Durante a solenidade, representantes do Ministério Público, do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres e da Assembleia Legislativa classificaram a medida como um avanço no combate à violência de gênero e um exemplo para outros estados.
A solenidade contou com a participação da promotora de Justiça Erica Canuto, da secretária estadual Júlia Arruda, da deputada estadual Divaneide Basílio, do procurador-geral do Estado Antenor Roberto, do secretário de Segurança Pública Coronel Araújo e de representantes de órgãos e entidades de defesa dos direitos das mulheres.
*Saulo Vale
Programa Minha Casa, Minha Vida pode incluir aluguel social após aprovação da Câmara
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou um projeto que cria a modalidade de aluguel social no Minha Casa, Minha Vida, voltada a famílias com renda de até R$ 5 mil por mês.
A proposta atende quem se enquadra nas Faixas Urbano 1 e 2 do programa, mas não tem como assumir um financiamento longo para comprar a casa própria. Em vez disso, o valor do aluguel fica vinculado à capacidade de pagamento da família, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).
Confira a seguir quem poderá ser beneficiado, como o aluguel social vai funcionar e quais os próximos passos do projeto no Congresso.
Como será o novo aluguel social dentro do Minha Casa, Minha Vida
A proposta aprovada prevê a inclusão do aluguel social como uma nova modalidade dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida.
O objetivo é atender famílias que têm renda bruta mensal enquadrada nas Faixas Urbano 1 e 2, ou seja, aquelas com rendimento de até R$ 5 mil por mês, público já tradicionalmente atendido pelo programa.
Segundo o relator do projeto, deputado Merlong Solano, o aluguel social vincula o valor da moradia à capacidade de pagamento das famílias, dispensando o endividamento de longo prazo para aquisição do imóvel.
Isso facilita o acesso à moradia digna, principalmente entre quem não consegue arcar com custos fixos elevados em tradicionais contratos imobiliários de compra.
Recursos e funcionamento da locação social
O aluguel social será viabilizado com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Esse fundo já é conhecido por financiar a construção de habitações populares e, agora, poderá apoiar também a política de locação para famílias que se enquadrem nos critérios do programa.
Dois mecanismos principais estão previstos: a construção ou requalificação (reforma) de imóveis urbanos e a aquisição de imóveis usados pelo poder público. Assim, amplia-se a oferta de opções para atender diferentes necessidades e cenários urbanos.
Gestão dos imóveis e responsabilidades dos gestores
A administração dessas moradias ficará a cargo da entidade que receber ou adquirir o imóvel construído com recursos do FAR. Isso inclui prefeituras, companhias estaduais de habitação ou parceiros privados.
Essas gestoras poderão operar diretamente os contratos de aluguel social ou terceirizar o serviço, seguindo regras a serem estipuladas pelo Poder Executivo. Este modelo busca flexibilidade e eficiência na implementação, adaptando-se a distintas realidades municipais e regionais.
Quem poderá ser beneficiado pelo aluguel social
A nova modalidade de locação social será destinada principalmente a famílias urbanas de baixa renda, com prioridade para grupos com dificuldades de acesso à moradia por meio do financiamento tradicional.
Entre os principais beneficiários, destacam-se trabalhadores informais, pessoas desempregadas, mães solo e idosos, além de famílias vivendo em áreas de risco ou submetidas a remoções emergenciais após desastres naturais.
O acesso imediato ao aluguel social pode proporcionar segurança e estabilidade para quem enfrenta incertezas financeiras, além de colaborar na redução do déficit habitacional nas cidades.
Impacto orçamentário e controle dos gastos
De acordo com o texto aprovado, a implementação do aluguel social dentro do Minha Casa, Minha Vida não gerará despesas automáticas para os cofres públicos.
O início das operações estará condicionado à disponibilidade orçamentária anual, respeitando os limites de responsabilidade fiscal do governo federal.
Esta regra é fundamental para assegurar o equilíbrio das contas públicas e evitar sobrecarga financeira. Assim, a expansão do programa acontece de forma planejada, projetando crescimento sustentável conforme recursos forem disponibilizados a cada exercício governamental.
Processo de aprovação e próximos passos
O projeto de lei segue em tramitação conclusiva na Câmara dos Deputados e precisará ser avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de avançar ao Senado.
Caso aprovado em todas as instâncias legislativas, a nova modalidade de aluguel social poderá ser implementada e expandida em todo o território nacional.
Especialistas destacam a importância desse avanço, que espera-se resultar em menor número de famílias em situação de vulnerabilidade e maior circulação de recursos em setores diretamente ligados à moradia urbana.
A proposta atende quem se enquadra nas Faixas Urbano 1 e 2 do programa, mas não tem como assumir um financiamento longo para comprar a casa própria. Em vez disso, o valor do aluguel fica vinculado à capacidade de pagamento da família, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).
Confira a seguir quem poderá ser beneficiado, como o aluguel social vai funcionar e quais os próximos passos do projeto no Congresso.
Como será o novo aluguel social dentro do Minha Casa, Minha Vida
A proposta aprovada prevê a inclusão do aluguel social como uma nova modalidade dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida.
O objetivo é atender famílias que têm renda bruta mensal enquadrada nas Faixas Urbano 1 e 2, ou seja, aquelas com rendimento de até R$ 5 mil por mês, público já tradicionalmente atendido pelo programa.
Segundo o relator do projeto, deputado Merlong Solano, o aluguel social vincula o valor da moradia à capacidade de pagamento das famílias, dispensando o endividamento de longo prazo para aquisição do imóvel.
Isso facilita o acesso à moradia digna, principalmente entre quem não consegue arcar com custos fixos elevados em tradicionais contratos imobiliários de compra.
Recursos e funcionamento da locação social
O aluguel social será viabilizado com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Esse fundo já é conhecido por financiar a construção de habitações populares e, agora, poderá apoiar também a política de locação para famílias que se enquadrem nos critérios do programa.
Dois mecanismos principais estão previstos: a construção ou requalificação (reforma) de imóveis urbanos e a aquisição de imóveis usados pelo poder público. Assim, amplia-se a oferta de opções para atender diferentes necessidades e cenários urbanos.
Gestão dos imóveis e responsabilidades dos gestores
A administração dessas moradias ficará a cargo da entidade que receber ou adquirir o imóvel construído com recursos do FAR. Isso inclui prefeituras, companhias estaduais de habitação ou parceiros privados.
Essas gestoras poderão operar diretamente os contratos de aluguel social ou terceirizar o serviço, seguindo regras a serem estipuladas pelo Poder Executivo. Este modelo busca flexibilidade e eficiência na implementação, adaptando-se a distintas realidades municipais e regionais.
Quem poderá ser beneficiado pelo aluguel social
A nova modalidade de locação social será destinada principalmente a famílias urbanas de baixa renda, com prioridade para grupos com dificuldades de acesso à moradia por meio do financiamento tradicional.
Entre os principais beneficiários, destacam-se trabalhadores informais, pessoas desempregadas, mães solo e idosos, além de famílias vivendo em áreas de risco ou submetidas a remoções emergenciais após desastres naturais.
O acesso imediato ao aluguel social pode proporcionar segurança e estabilidade para quem enfrenta incertezas financeiras, além de colaborar na redução do déficit habitacional nas cidades.
Impacto orçamentário e controle dos gastos
De acordo com o texto aprovado, a implementação do aluguel social dentro do Minha Casa, Minha Vida não gerará despesas automáticas para os cofres públicos.
O início das operações estará condicionado à disponibilidade orçamentária anual, respeitando os limites de responsabilidade fiscal do governo federal.
Esta regra é fundamental para assegurar o equilíbrio das contas públicas e evitar sobrecarga financeira. Assim, a expansão do programa acontece de forma planejada, projetando crescimento sustentável conforme recursos forem disponibilizados a cada exercício governamental.
Processo de aprovação e próximos passos
O projeto de lei segue em tramitação conclusiva na Câmara dos Deputados e precisará ser avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de avançar ao Senado.
Caso aprovado em todas as instâncias legislativas, a nova modalidade de aluguel social poderá ser implementada e expandida em todo o território nacional.
Especialistas destacam a importância desse avanço, que espera-se resultar em menor número de famílias em situação de vulnerabilidade e maior circulação de recursos em setores diretamente ligados à moradia urbana.
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