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29 junho 2026
Morre o advogado e músico Herbert Mota
Morreu na madrugada desta segunda-feira (29) o advogado, ex-magistrado, músico e ex-vereador de Mossoró Herbert Mota. Ele estava internado em Natal havia alguns dias, em decorrência de problemas de saúde.
Graduado em Direito pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) em 1993, Herbert acumulou, ao longo de mais de três décadas, experiência em consultoria e assessoria jurídica, prestando serviços a empresas privadas, órgãos públicos e entidades de diversos segmentos.
Herbert também exerceu o cargo de vereador de Mossoró entre 1983 e 1988.
Em 2014, foi nomeado juiz eleitoral substituto do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), em substituição a Nilo Ferreira Júnior, que havia concluído seu segundo mandato.
Na área cultural, destacou-se como músico à frente da Banda H.
As informações sobre o velório e o sepultamento ainda serão divulgadas pela família.
Graduado em Direito pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) em 1993, Herbert acumulou, ao longo de mais de três décadas, experiência em consultoria e assessoria jurídica, prestando serviços a empresas privadas, órgãos públicos e entidades de diversos segmentos.
Herbert também exerceu o cargo de vereador de Mossoró entre 1983 e 1988.
Em 2014, foi nomeado juiz eleitoral substituto do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), em substituição a Nilo Ferreira Júnior, que havia concluído seu segundo mandato.
Na área cultural, destacou-se como músico à frente da Banda H.
As informações sobre o velório e o sepultamento ainda serão divulgadas pela família.
*Saulo Vale - TCM Notícia
Plano Safra da Agricultura Familiar alcança resultados históricos e consolida fortalecimento
Às vésperas do lançamento do novo Plano Safra da Agricultura Familiar, nesta terça-feira (30/6), os resultados acumulados da safra 2025/2026 confirmam um ciclo de expansão do crédito rural voltado às agricultoras e agricultores familiares brasileiros.
Entre julho de 2025 e maio de 2026 foram realizadas mais de duas milhões de operações de crédito, alcançando R$ 64,5 bilhões contratados. Em relação à safra anterior, o número de operações cresceu 24% e o volume de recursos aumentou 9%. Além do crescimento dos recursos, houve ampliação da presença do crédito em todas as regiões do país, com destaque para o Norte e o Nordeste, contribuindo para uma distribuição mais equilibrada dos investimentos para o fortalecimento da produção de alimentos em diferentes territórios brasileiros.
A comparação entre a safra 2022/2023 e a safra 2025/2026 evidencia a dimensão desse avanço. O número total de operações do Pronaf passou de 1,3 milhão para mais de 2 milhões, um crescimento de 52%. Já o volume contratado saltou de R$ 49,9 bilhões para R$ 64,5 bilhões, um aumento de 29%. Os resultados refletem os avanços alcançados desde a retomada do MDA, em 2023, período marcado pela ampliação do acesso ao crédito, pela criação e fortalecimento de linhas voltadas à agroecologia, à inclusão produtiva, à mecanização adequada e ao atendimento de públicos historicamente menos contemplados pelas políticas de financiamento rural.
“Os resultados mostram que fortalecer a agricultura familiar é fortalecer a produção de alimentos, a geração de renda, a inclusão social e a capacidade do Brasil de enfrentar os desafios climáticos. O novo Plano Safra chega para aprofundar essa trajetória construída nos últimos quatro anos”, destaca o secretário de Agricultura Familiar e Agroecologia do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (SAF/MDA), Vanderley Ziger.
Mulheres ocupam espaço cada vez maior no Pronaf
Um dos destaques do período foi o fortalecimento do acesso das mulheres ao crédito rural. A linha Pronaf Mulher registrou crescimento de 106% nos valores financiados, alcançando R$ 521 milhões. Quando consideradas todas as linhas do Pronaf, as mulheres já respondem por 41% das operações realizadas e por R$ 14,9 bilhões em recursos contratados. Na safra 2022/2023, essa participação era de 32% das operações e R$ 9,2 bilhões em financiamentos.
O avanço demonstra o fortalecimento da autonomia econômica das agricultoras familiares e o reconhecimento do papel das mulheres na produção de alimentos, na gestão das propriedades e na dinamização das economias locais.
Um exemplo desse avanço é a trajetória da agricultora familiar Wigna Brito de Souza Araújo, do Rio Grande do Norte. Ela acessou o primeiro financiamento do Pronaf em 2012 para fortalecer a produção na propriedade da família, investindo em infraestrutura, cercas, ampliação do rebanho e na produção de hortaliças, milho e feijão. Desde então, ampliou o acesso a políticas públicas de comercialização, tornou-se presidente de uma associação de agricultoras e hoje coordena um grupo de 18 mulheres que produzem alimentos e produtos beneficiados para programas públicos e feiras da agricultura familiar. Atualmente, busca um novo financiamento pelo Pronaf Mulher para investir em equipamentos e ampliar a infraestrutura hídrica da produção.
“Essas políticas públicas vêm dando cada vez mais autonomia às mulheres, tanto na organização da produção quanto na autonomia financeira. Hoje, vendemos nossa produção em feiras, cooperativas e programas públicos, fortalecendo a renda das famílias”, relata a agricultora.
Crédito impulsiona agroecologia, acesso a máquinas e sociobiodiversidade
A expansão do crédito também alcançou linhas ligadas à sustentabilidade e à adaptação climática. Entre os destaques estão:
● Pronaf Floresta: aumento de 80% nos recursos financiados;
● Pronaf Agroindústria: crescimento de 84%;
● Pronaf Bioeconomia: alta de 22%;
● Pronaf Semiárido: crescimento de 47%;
● Sociobiodiversidade: aumento de 51% nos recursos contratados.
Outro marco dos últimos anos foi a ampliação da mecanização da agricultura familiar.
O financiamento de máquinas, equipamentos e implementos alcançou R$ 13,4 bilhões, crescimento de 13% em relação à safra anterior. O número de operações aumentou 31%, passando de 292 mil para 382 mil contratos. O crescimento foi impulsionado principalmente pela aquisição de equipamentos de pequeno porte, estufas, agroindústrias, implementos agrícolas e embarcações, ampliando a produtividade, reduzindo o esforço físico das famílias agricultoras e agregando valor à produção.
O crédito rural também chegou com mais intensidade a povos e comunidades tradicionais. Em relação à safra anterior, as operações cresceram 112% para quilombolas, 85% para pescadores artesanais, 65% para povos indígenas e 46% para extrativistas.
Novo Plano Safra
Agora, com 30 anos recém completados, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) chega ao lançamento de um novo Plano Safra acumulando resultados históricos e reafirmando seu papel como principal instrumento de fortalecimento da agricultura familiar brasileira.
A expectativa para o próximo ciclo é ampliar ainda mais o acesso ao crédito, fortalecer a produção de alimentos saudáveis, incentivar a agroecologia, promover a adaptação às mudanças climáticas e ampliar oportunidades para mulheres, jovens, cooperativas, povos indígenas, quilombolas, pescadores artesanais e demais públicos da agricultura familiar.
Entre julho de 2025 e maio de 2026 foram realizadas mais de duas milhões de operações de crédito, alcançando R$ 64,5 bilhões contratados. Em relação à safra anterior, o número de operações cresceu 24% e o volume de recursos aumentou 9%. Além do crescimento dos recursos, houve ampliação da presença do crédito em todas as regiões do país, com destaque para o Norte e o Nordeste, contribuindo para uma distribuição mais equilibrada dos investimentos para o fortalecimento da produção de alimentos em diferentes territórios brasileiros.
A comparação entre a safra 2022/2023 e a safra 2025/2026 evidencia a dimensão desse avanço. O número total de operações do Pronaf passou de 1,3 milhão para mais de 2 milhões, um crescimento de 52%. Já o volume contratado saltou de R$ 49,9 bilhões para R$ 64,5 bilhões, um aumento de 29%. Os resultados refletem os avanços alcançados desde a retomada do MDA, em 2023, período marcado pela ampliação do acesso ao crédito, pela criação e fortalecimento de linhas voltadas à agroecologia, à inclusão produtiva, à mecanização adequada e ao atendimento de públicos historicamente menos contemplados pelas políticas de financiamento rural.
“Os resultados mostram que fortalecer a agricultura familiar é fortalecer a produção de alimentos, a geração de renda, a inclusão social e a capacidade do Brasil de enfrentar os desafios climáticos. O novo Plano Safra chega para aprofundar essa trajetória construída nos últimos quatro anos”, destaca o secretário de Agricultura Familiar e Agroecologia do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (SAF/MDA), Vanderley Ziger.
Mulheres ocupam espaço cada vez maior no Pronaf
Um dos destaques do período foi o fortalecimento do acesso das mulheres ao crédito rural. A linha Pronaf Mulher registrou crescimento de 106% nos valores financiados, alcançando R$ 521 milhões. Quando consideradas todas as linhas do Pronaf, as mulheres já respondem por 41% das operações realizadas e por R$ 14,9 bilhões em recursos contratados. Na safra 2022/2023, essa participação era de 32% das operações e R$ 9,2 bilhões em financiamentos.
O avanço demonstra o fortalecimento da autonomia econômica das agricultoras familiares e o reconhecimento do papel das mulheres na produção de alimentos, na gestão das propriedades e na dinamização das economias locais.
Um exemplo desse avanço é a trajetória da agricultora familiar Wigna Brito de Souza Araújo, do Rio Grande do Norte. Ela acessou o primeiro financiamento do Pronaf em 2012 para fortalecer a produção na propriedade da família, investindo em infraestrutura, cercas, ampliação do rebanho e na produção de hortaliças, milho e feijão. Desde então, ampliou o acesso a políticas públicas de comercialização, tornou-se presidente de uma associação de agricultoras e hoje coordena um grupo de 18 mulheres que produzem alimentos e produtos beneficiados para programas públicos e feiras da agricultura familiar. Atualmente, busca um novo financiamento pelo Pronaf Mulher para investir em equipamentos e ampliar a infraestrutura hídrica da produção.
“Essas políticas públicas vêm dando cada vez mais autonomia às mulheres, tanto na organização da produção quanto na autonomia financeira. Hoje, vendemos nossa produção em feiras, cooperativas e programas públicos, fortalecendo a renda das famílias”, relata a agricultora.
Crédito impulsiona agroecologia, acesso a máquinas e sociobiodiversidade
A expansão do crédito também alcançou linhas ligadas à sustentabilidade e à adaptação climática. Entre os destaques estão:
● Pronaf Floresta: aumento de 80% nos recursos financiados;
● Pronaf Agroindústria: crescimento de 84%;
● Pronaf Bioeconomia: alta de 22%;
● Pronaf Semiárido: crescimento de 47%;
● Sociobiodiversidade: aumento de 51% nos recursos contratados.
Outro marco dos últimos anos foi a ampliação da mecanização da agricultura familiar.
O financiamento de máquinas, equipamentos e implementos alcançou R$ 13,4 bilhões, crescimento de 13% em relação à safra anterior. O número de operações aumentou 31%, passando de 292 mil para 382 mil contratos. O crescimento foi impulsionado principalmente pela aquisição de equipamentos de pequeno porte, estufas, agroindústrias, implementos agrícolas e embarcações, ampliando a produtividade, reduzindo o esforço físico das famílias agricultoras e agregando valor à produção.
O crédito rural também chegou com mais intensidade a povos e comunidades tradicionais. Em relação à safra anterior, as operações cresceram 112% para quilombolas, 85% para pescadores artesanais, 65% para povos indígenas e 46% para extrativistas.
Novo Plano Safra
Agora, com 30 anos recém completados, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) chega ao lançamento de um novo Plano Safra acumulando resultados históricos e reafirmando seu papel como principal instrumento de fortalecimento da agricultura familiar brasileira.
A expectativa para o próximo ciclo é ampliar ainda mais o acesso ao crédito, fortalecer a produção de alimentos saudáveis, incentivar a agroecologia, promover a adaptação às mudanças climáticas e ampliar oportunidades para mulheres, jovens, cooperativas, povos indígenas, quilombolas, pescadores artesanais e demais públicos da agricultura familiar.
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