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| Foto: Ricardo Stuckert/PR |
Durante as discussões, setores como agricultura, alimentos, gelatina, sementes e cera de carnaúba alertaram que a sobretaxa poderia aumentar custos para consumidores dos Estados Unidos e prejudicar cadeias produtivas dos dois países. Representantes brasileiros também contestaram acusações de práticas comerciais desleais e defenderam que a competitividade do país está ligada à produtividade e não a irregularidades ambientais.
A proposta de tarifa, recomendada pelo USTR após apontar supostas barreiras comerciais brasileiras, prevê uma cobrança extra de 25%, com uma lista de possíveis exceções. Enquanto entidades brasileiras e algumas empresas americanas pedem a retirada da medida, grupos ligados ao etanol e à pecuária dos EUA defendem a manutenção ou ampliação da sobretaxa.
As audiências continuam nesta terça-feira (7), com novos painéis de debate. Entre os participantes previstos está o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que tem defendido nos Estados Unidos uma revisão das medidas anunciadas contra produtos brasileiros.

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