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30 abril 2026

Museu Histórico Lauro da Escóssia será aberto aos domingos e feriados

A Prefeitura de Mossoró ampliou o horário de funcionamento do Museu Histórico Lauro da Escóssia. O equipamento ficará aberto para visitação aos fins de semana, ou seja, sábados e domingos, além de feriados.

De terça-feira a sábado, o espaço funcionará das 8h às 17h. Aos domingos, das 8h às 13h. Nos feriados, o museu vai abrir das 8h às 13h. Nas segundas-feiras, o prédio histórico é fechado para manutenção.

No local, é possível conferir de perto um rico acervo relacionado à história do município e da região. Dentre elas, uma coleção do jornal “O Mossoroense”, o terceiro jornal mais antigo do Brasil, registros fotográficos de “Manuelito”, além de revisitar a memória de luta de Celina Guimarães Viana como primeira mulher eleitora no país e na América Latina.

O atual prédio que abriga toda a história mossoroense, localizado na rua 30 de Setembro, bairro Centro, foi inaugurado em 8 de abril de 1880 e, inicialmente, foi utilizado como a antiga Cadeia Pública e a Câmara de Vereadores. Após isso, em 1981, o museu foi definitivamente estabelecido mediante convênio entre o Governo do Estado e a Prefeitura.

*Saulo Vale 

30 novembro 2024

Mais R$ 12 milhões irão para reconstrução do Museu Nacional

O Governo Federal anunciou a liberação de um crédito suplementar de R$ 12 milhões para a reconstrução do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entidade vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

Esse montante — previsto na Portaria GM/MPO nº 416/2024, publicada na última segunda-feira, 25 de novembro — eleva o total de recursos destinados ao projeto para R$ 50,5 milhões, em vez dos R$ 45,5 milhões inicialmente planejados.

A reconstrução do Museu Nacional, devastado por um incêndio em setembro de 2018, tem sido realizada em etapas e acompanhada de perto pelo MEC. Já foram repassados à UFRJ, em 2024, R$ 32,2 milhões, sendo R$ 12,9 milhões via Lei Orçamentária e R$ 19,2 milhões via crédito suplementar. Ao todo, o MEC já repassou R$ 50,5 milhões ao projeto, considerando os R$ 18,3 milhões repassados em 2023.

Os recursos necessários para a abertura do crédito suplementar provêm da incorporação de superávit financeiro apurado no balanço patrimonial de 2023 e da anulação de dotações orçamentárias. O montante será destinado a diversos órgãos do Poder Executivo Federal e encargos financeiros da União, além do orçamento revertido ao museu.

Museu Nacional – Fundado em 1818, o Museu Nacional da UFRJ é a instituição científica mais antiga do Brasil e uma das principais referências culturais do país. O museu abrigava aproximadamente 20 milhões de itens em seu acervo, incluindo coleções de antropologia, arqueologia, botânica, zoologia e geologia, itens fundamentais para pesquisas científicas e educacionais.

A meta é concluir as obras e reabrir o museu para visitação pública até 2026. Além da preservação da memória cultural e científica do Brasil, a reconstrução assegura que futuras gerações possam ter acesso a esse valioso repositório de conhecimento.

*Gláucia Lima

13 maio 2023

APODI-RN: MUSEU DO ÍNDIO LUIZA CANTOFA

Museu é um lugar de conexão entre passado, presente e futuro, pois olhar o passado é conhecer o que foi feito para aprimorar mecanismos que podem influenciar o presente, para que novos conhecimentos e técnicas sejam disponibilizadas para a sustentabilidade das futuras gerações.

*Lúcia Paiacu Tabajara

31 outubro 2021

APODI-RN: VISITA AO MUSEU DO ÍNDIO LUIZA CANTOFA

Estivemos neste domingo, 31 de outubro de 2021 na Lagoa do Apodi. Vimos o quanto está ficando bonito o Museu do Índio Luíza Cantofa.

30 outubro 2020

APODI-RN: GOVERNO DO ESTADO GARANTE APOIO À CRIAÇÃO DO PRIMEIRO MUSEU INDÍGENA DO RN

O Governo do Estado vai apoiar a criação do primeiro museu de história indígena do Rio Grande do Norte. A medida foi discutida em reunião realizada na tarde desta quinta-feira (27) entre a equipe da gestão estadual, encabeçada pela governadora Fátima Bezerra, e lideranças de comunidades indígenas do RN. Na ocasião, Fátima atendeu à solicitação da cacique Lúcia Paiacu Tabajara, que apresentou a demanda através de uma carta lida por sua neta Gabriela Paiva, e oficializou o apoio à criação do Museu do Índio Luíza Cantofa, em Apodi.

"O momento que estamos vivendo aqui reflete a política do Governo do Estado de reconhecimento e valorização da população indígena do Rio Grande do Norte, em atenção à legítima luta de vocês, travada ao longo dos séculos com muita resistência e bravura. Através desse encontro, que é o segundo que realizamos desde que assumimos esta gestão, reafirmo nosso compromisso em atender às justas reivindicações da população indígena potiguar", declarou a governadora.

A comunidade indígena de Apodi requisita a doação do prédio, de propriedade do Governo do Estado, localizado numa das margens da Lagoa do Apodi, em local conhecido como balneário Missão 1. O prédio foi ocupado há dois anos pela Associação Indígena Centro Histórico Cultural Tapuias Paiacus para instalação da sede da entidade e do Museu do Índio Luíza Cantofa.

Conhecida como Casa das Máquinas, a edificação foi levantada há três décadas, mas nunca funcionou. "Construímos esta carta para solicitar que o prédio que está sendo ocupado na nossa aldeia seja doado, para que a gente possa garantir que a história dos indígenas, que não deixaram de existir, mas foram silenciados, se perpetue a todas as gerações", disse a cacique Lúcia, que há anos atua como guardiã da história de seu povo.

APOIO

Dando continuidade à política de igualdade racial implementada pelo Governo do Estado, estão sendo assistidas todas as 15 comunidades indígenas do RN com cestas básicas, máscaras e álcool em gel. Na reunião, a governadora Fátima Bezerra fez a entrega simbólica de cestas de alimentos e dos itens de proteção, em mais um desdobramento do programa RN Chega Junto, criado para fortalecer a rede de assistência às pessoas que tiveram a situação econômica durante a pandemia do novo coronavírus.

Durante a solenidade, as lideranças presentes foram convidadas a tecer suas considerações. Todas elas reconheceram o empenho da gestão estadual pela abertura em ouvir e atender às reivindicações da população indígena do Estado, desde a implantação da Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude Social, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (Semjidh), até a entrega de alimentos e insumos no combate ao coronavírus, como também a inclusão da pauta indígena em um edital na Lei Aldir Blanc - Lei Federal de Emergencial Cultural, que está sob a gestão da Fundação José Augusto (FJA).

E por último, o apoio declarado à criação do primeiro museu indígena do Rio Grande do Norte, cujo apoio foi iniciado através de uma articulação feita com o controlador-geral Pedro Lopes, que conheceu a comunidade numa das entregas de cestas do RN Chega Junto.

Por outro lado, os indígenas também apresentaram as suas demandas, as suas dificuldades, as quais foram respondidas pelos gestores presentes a fim de que o Estado encontre os caminhos para solucionar. "Nós sabemos que as solicitações que vocês fizeram estão sendo atendidas pelas Secretarias de governo. Vamos nos unir e vamos em frente para poder atendê-los", destacou Eveline Guerra, titular da Semjidh.

RN CHEGA JUNTO

Até o final do ano, estão sendo entregues três mil cestas de alimentos compostas por itens da agricultura familiar, além de nove mil máscaras e 840 litros de álcool em gel às comunidades indígenas mapeadas pela Semjidh. A gestão do Programa RN Chega Junto está sendo feita pela Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas), com apoio da Controladoria Geral do Estado, que também gerencia o programa RN + Protegido, para distribuição de máscaras.

A população indígena do Rio Grande do Norte, de acordo com mapeamento feito pela Semjidh, tem cerca de 1.600 famílias cadastradas, totalizando mais de 6 mil pessoas.

Ao todo, são 15 comunidades: Sagi Trabanda e Jacu (Aldeia Potiguara/Baía Formosa); Catu (Potiguara/Canguaretama e Goianinha); Tapará (Tapuia/Macaíba e São Gonçalo do Amarante); Ladeira Grande (Tapuia/Macaiba e São Gonçalo); Lagoa do Mato (Tapuia/Macaiba); Mendonça de Natal (Potiguara/Natal-Zona Norte); Cachoeira (potiguara/Jardim de Angicos); Assentamento Santa Terezinha (Potiguara/João Câmara); Amarelão (Potiguara/João Câmara); Serrote de São Bento (Potiguara/João Câmara); Açucena (Potiguara/João Câmara), Assentamento Marajó (Potiguara/Assu); Caboclos Potiguara/Assu) e Apodi (Tapuia Paiacu/Apodi). Participaram da solenidade o controlador-geral Pedro Lopes; as secretárias Eveline Guerra (Semjidh) e Íris Oliveira (Sethas), o secretário da Educação, Getúlio Marques e a adjunta Márcia Gurgel; o secretário-adjunto da Administração, George Câmara e o presidente da Fundação José Augusto, Crispiniano Neto. Estavam presentes as lideranças indígenas Cacique Dioclécio Mendonça (Amarelão/João Câmara), Cacique Luiz Katu, articulador dos Povos Indígenas do RN (Catu/Canguaretama e Goianinha), Zuleide Bezerra, coordenadora das Mulheres Indígenas do RN (Tapuia Tarairiu/Macaíba e São Gonçalo do Amarante) e Cacique Eva Claudino da Silva (Jacu/Praia do Sagi-Baía Formosa).

*ASSECOM-RN