A Polícia Civil do Rio Grande do Norte cumpriu, nesta quarta-feira (19), mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva contra um homem, de 44 anos, suspeito pela prática do crime de roubo majorado. A prisão foi realizada no município de Mossoró.
De acordo com as investigações, o crime ocorreu no dia 12 de julho de 2026, por volta das 19h, quando a vítima deixava seu estabelecimento comercial, em seu automóvel.
Na ocasião, dois homens, que estavam em uma motocicleta, passaram a seguir o veículo pela Avenida Rio Branco. Em seguida, os suspeitos anunciaram o assalto utilizando uma arma de fogo e subtraíram da vítima um cordão de ouro avaliado em aproximadamente R$ 15 mil.
Ainda de acordo com as investigações, um dos principais elementos que chamou a atenção das equipes policiais foi o fato de os criminosos terem levado exclusivamente o cordão de ouro, sem subtrair outros objetos que estavam em poder da vítima. A circunstância levantou a suspeita de que a vítima já vinha sendo monitorada pelos autores antes da execução do crime.
Após o registro da ocorrência, os policiais iniciaram as diligências e reuniram elementos de informação que permitiram identificar um dos suspeitos, subsidiando a representação pela prisão preventiva e a busca e apreensão em seu endereço.
O homem foi localizado e preso em sua residência, e, em seguida, conduzido à delegacia para os procedimentos legais cabíveis e permaneceu à disposição da Justiça. As investigações prosseguem com o objetivo de identificar e localizar o segundo envolvido no crime, bem como esclarecer integralmente a dinâmica da ação criminos.
*Fim da Linha
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Foto: Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a afirmar que o filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, deverá prestar esclarecimentos às autoridades sobre as investigações conduzidas pela Polícia Federal. A declaração ocorreu durante uma reunião realizada na noite de quarta-feira (19), no Palácio da Alvorada, que teve como principal assunto a estratégia da campanha presidencial em São Paulo.Participaram do encontro o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que defende Lulinha e coordena a campanha de Lula no estado, o ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo paulista, Fernando Haddad, além de outros integrantes da equipe. As informações foram divulgadas pelo Metrópoles, fonte desta reportagem.Segundo interlocutores ouvidos pelo veículo, o caso envolvendo Lulinha não estava previsto na pauta inicial e acabou sendo mencionado durante a conversa. O assunto foi tratado rapidamente, sem discussões específicas sobre a estratégia jurídica adotada pela defesa ou sobre medidas nos inquéritos.Lula diz que filho deve responder às autoridadesDe acordo com os relatos, Lula reiterou que Lulinha deverá prestar os esclarecimentos necessários sempre que for convocado pela Polícia Federal ou por outras autoridades. O presidente também teria reforçado que não pretende interferir nas investigações nem conceder qualquer tipo de tratamento especial ao filho.Marco Aurélio de Carvalho afirmou ao Metrópoles que o tema foi abordado apenas de maneira lateral e que não houve discussão específica sobre a defesa de Lulinha. O advogado declarou ainda que pretende conduzir o caso de forma transparente e que seu cliente tem interesse em esclarecer eventuais dúvidas relacionadas às suas atividades pessoais e profissionais.A defesa também criticou o que considera vazamentos seletivos de informações dos inquéritos e afirmou que a divulgação de dados das investigações poderia estar sendo utilizada com interesses políticos e eleitorais. Carvalho, porém, disse confiar no diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.Investigações envolvendo LulinhaFábio Luís Lula da Silva é alvo de pelo menos três inquéritos autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de pedidos da Polícia Federal.As apurações envolvem suspeitas relacionadas a tráfico de influência e corrupção em negociações envolvendo o Ministério da Saúde, possível favorecimento de empresários na Dataprev e a atuação de um grupo suspeito de manter negócios ilícitos em áreas do governo federal.Reportagens do Metrópoles também divulgaram mensagens atribuídas a Lulinha e à lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeita de tráfico de influência. Os diálogos mencionariam negócios, reuniões e contatos com integrantes do governo.A PF ainda apura transferências que somam R$ 1,5 milhão feitas pelo empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, para Roberta. Em uma das movimentações, segundo a investigação, o empresário teria feito referência ao dinheiro como destinado ao “filho do rapaz”. A polícia investiga se a expressão se referia a Lulinha.A defesa nega qualquer irregularidade e afirma que Fábio Luís atua exclusivamente na iniciativa privada, sem negócios relacionados ao governo federal. Os advogados também sustentam que as quebras de sigilo bancário e fiscal realizadas durante as investigações não encontraram evidências de práticas ilegais.Lula já havia se manifestado sobre o casoA posição apresentada por Lula na reunião segue a linha adotada pelo presidente publicamente nos últimos dias. Em 14 de agosto, ele afirmou acreditar na versão apresentada pelo filho, mas ressaltou que não pretende atuar para impedir o andamento das investigações.Na ocasião, Lula declarou que não pediria o encerramento de qualquer processo envolvendo Lulinha e afirmou que, caso o filho não tivesse cometido irregularidades, deveria apresentar sua defesa; se houvesse responsabilidade, deveria recorrer aos meios jurídicos disponíveis.Caso Marcola também é citadoO caso de Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola e ex-chefe de gabinete de Lula, não teria sido tratado especificamente durante a reunião no Alvorada. Segundo interlocutores, entretanto, o presidente mantém uma orientação geral de que pessoas próximas ao governo convocadas pelas autoridades devem prestar esclarecimentos.Marcola deixou recentemente a campanha do PT após a divulgação de que recebeu R$ 249 mil de Roberta Luchsinger. Ele confirmou o recebimento e afirmou que o valor correspondia a um empréstimo para solucionar uma questão familiar, posteriormente quitado com juros e correção.A Polícia Federal também investiga diálogos entre Roberta e Marcola relacionados à compra de joias e ao pagamento de despesas. A suspeita é de que os benefícios pudessem estar relacionados à manutenção de acesso e influência no núcleo do governo.Campanha em São Paulo foi o foco principalApesar da repercussão envolvendo Lulinha, a maior parte da reunião foi dedicada à campanha presidencial em São Paulo. Lula, Haddad, Marco Aurélio de Carvalho e outros integrantes avaliaram o início da disputa eleitoral e discutiram os próximos compromissos do presidente no estado.Segundo interlocutores, Lula demonstrou confiança no cenário paulista e pretende ampliar sua presença na região nas próximas semanas, conciliando a agenda com compromissos em outras partes do país.Carvalho foi escolhido para coordenar a campanha de Lula em São Paulo e, simultaneamente, permanece à frente da defesa de Lulinha.
O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran/RN) orienta os candidatos à primeira CNH que foram aprovados no exame prático, e que ainda aguardam a emissão da Permissão para Dirigir (PPD), a necessidade de apresentar o exame toxicológico com resultado negativo. A exigência vale para os processos de primeira habilitação nas categorias A, B e AB iniciados a partir de 1º de junho de 2026, com a emissão da PPD condicionada ao cumprimento dessa etapa.
O exame toxicológico pode ser realizado em qualquer etapa do processo de primeira habilitação, sendo necessário que o candidato apresente resultado negativo para que a emissão do documento seja liberado. A mudança foi estabelecida pela Lei nº 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), e já está integrada ao sistema do Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach).
O Detran/RN reforça que os candidatos que concluíram as demais fases da primeira habilitação, inclusive a prova prática, e ainda não receberam a carteira, devem conferir a situação do exame. Caso ainda não tenham realizado o procedimento, é necessário procurar um laboratório credenciado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e realizar a coleta.
Os candidatos que abriram o processo antes de 1º de junho de 2026 permanecem submetidos às normas que estavam em vigor no momento da abertura. A relação dos laboratórios credenciados pode ser consultada no site da Senatran (https://tinyurl.com/2tw84azn).