O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou o sigilo da investigação sobre o caso do Banco Master após atender a uma solicitação do presidente da Corte, Edson Fachin.
Mendonça é o relator do caso e, por isso, tem competência para determinar a retirada do sigilo do processo. O pedido de Fachin foi feito na noite desta quinta-feira (10).
Além da PET nº 15.556, Mendonça determinou o levantamento do sigilo dos inquéritos nº 5.026 e nº 5.035, da Reclamação nº 88.121 e de outras petições relacionadas ao caso.
Entre os processos estão as petições nº 15.198, nº 15.478, nº 15.504, nº 15.562, nº 15.563, nº 15.693, nº 15.976, nº 15.977, nº 15.978, nº 16.019 e nº 16.662.
No despacho, o ministro afirmou que a decisão atende à solicitação feita por Fachin e determinou as providências necessárias para enviar cópias integrais dos autos à presidência do STF e aos demais gabinetes da Corte.
Análise está marcada para terça-feira
Segundo Fachin, a retirada do sigilo ocorre diante da inclusão, na pauta do plenário do STF, da análise de um relatório da Polícia Federal que apontou suposta relação entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
A análise do relatório pelo plenário está marcada para a próxima terça-feira (15).
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12 setembro 2026
10 setembro 2026
Dino retira sigilo de operação da PF sobre “Dark Horse”
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (10) o sigilo da decisão que autorizou uma operação da Polícia Federal para apurar suspeitas relacionadas ao financiamento de “Dark Horse”, filme que narra a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A investigação apura suspeitas de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, além de possíveis crimes relacionados à movimentação e ocultação de valores.
O sigilo foi retirado após o cumprimento das diligências de busca e apreensão no Ceará, no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e em São Paulo. O ministro também determinou que, depois do cumprimento integral da decisão, o caso fosse encaminhado para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A investigação envolve mais de 50 pessoas, segundo a representação apresentada pela autoridade policial. Entre os investigados está o deputado federal Mario Frias (PL-SP). A apuração trata de suspeitas relacionadas à destinação e à execução de recursos públicos repassados ao Instituto Conhecer Brasil (ICB) e à Academia Nacional de Cultura (ANC).
Empresa Go Up Entertainment
O documento também cita a empresa Go Up Entertainment, apontada como produtora do filme “Dark Horse”. A empresa é vinculada a Karina Ferreira da Gama, que aparece na investigação como presidente do Instituto Conhecer Brasil e da Academia Nacional de Cultura.
Segundo a decisão, o inquérito foi instaurado em 23 de junho de 2026. A investigação tem como base, entre outros elementos, uma nota técnica da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre a execução de emendas parlamentares e a atuação das entidades envolvidas.
Entre as medidas autorizadas por Dino estão buscas e apreensões de documentos e dispositivos eletrônicos, além do acesso e da extração de dados considerados necessários à investigação, com submissão à perícia técnica e observância da cadeia de custódia.
A decisão também autoriza buscas pessoais e a apreensão de determinados valores e bens de luxo encontrados com os investigados, nas condições estabelecidas pelo ministro.
A decisão de Dino descreve suspeitas investigadas pela Polícia Federal, mas a existência de indícios e a autorização das medidas não significam, por si só, que os investigados tenham sido condenados ou que os crimes tenham sido definitivamente comprovados.
A investigação apura suspeitas de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, além de possíveis crimes relacionados à movimentação e ocultação de valores.
O sigilo foi retirado após o cumprimento das diligências de busca e apreensão no Ceará, no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e em São Paulo. O ministro também determinou que, depois do cumprimento integral da decisão, o caso fosse encaminhado para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A investigação envolve mais de 50 pessoas, segundo a representação apresentada pela autoridade policial. Entre os investigados está o deputado federal Mario Frias (PL-SP). A apuração trata de suspeitas relacionadas à destinação e à execução de recursos públicos repassados ao Instituto Conhecer Brasil (ICB) e à Academia Nacional de Cultura (ANC).
Empresa Go Up Entertainment
O documento também cita a empresa Go Up Entertainment, apontada como produtora do filme “Dark Horse”. A empresa é vinculada a Karina Ferreira da Gama, que aparece na investigação como presidente do Instituto Conhecer Brasil e da Academia Nacional de Cultura.
Segundo a decisão, o inquérito foi instaurado em 23 de junho de 2026. A investigação tem como base, entre outros elementos, uma nota técnica da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre a execução de emendas parlamentares e a atuação das entidades envolvidas.
Entre as medidas autorizadas por Dino estão buscas e apreensões de documentos e dispositivos eletrônicos, além do acesso e da extração de dados considerados necessários à investigação, com submissão à perícia técnica e observância da cadeia de custódia.
A decisão também autoriza buscas pessoais e a apreensão de determinados valores e bens de luxo encontrados com os investigados, nas condições estabelecidas pelo ministro.
A decisão de Dino descreve suspeitas investigadas pela Polícia Federal, mas a existência de indícios e a autorização das medidas não significam, por si só, que os investigados tenham sido condenados ou que os crimes tenham sido definitivamente comprovados.
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