![]() Foto: Reprodução/Redes Sociais |
Ao falar sobre o Dia das Crianças, Lula afirmou que as fotografias representam, na avaliação dele, projetos diferentes para o País. “Aquela fotografia daquele menino com a arma e colocamos do lado daquela menina com o livro na mão é o fenômeno da diferença do que está em disputa nesse país”, declarou.
O presidente associou a primeira imagem ao discurso favorável ao uso de armas e a segunda à defesa da educação e da cultura. Ele citou leitura, arte, cinema e bibliotecas como caminhos para crianças e jovens.
Fotos de crianças no RN viralizaram
O vídeo do menino de 9 anos foi gravado em Parnamirim, na Grande Natal, durante uma comemoração de apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) após o primeiro turno. Ele aparece sobre um veículo segurando objetos semelhantes a armas. A família afirmou que eram brinquedos, versão que ainda não havia sido confirmada pela polícia quando o caso ganhou repercussão.
O episódio levou ao acionamento do Conselho Tutelar. A mãe declarou que o filho estava sob os cuidados do pai e que não sabia que ele havia sido levado ao evento político. A Polícia Civil do Rio Grande do Norte e o Ministério Público também foram comunicados.
A outra fotografia foi feita durante a passagem de Lula pelo Alecrim, em Natal. Na imagem, uma menina vestida de branco aparece sobre um veículo e ergue um exemplar da Constituição Federal em meio aos apoiadores do presidente. A comparação entre os dois registros passou a circular nas redes sociais e foi incorporada ao discurso de aliados da campanha petista.
Lula defende bibliotecas em conjuntos habitacionais
Na coletiva desta segunda-feira, realizada no Dia de Nossa Senhora Aparecida e no Dia das Crianças, Lula também afirmou que os conjuntos habitacionais construídos pelo Governo Federal deverão contar com bibliotecas. Segundo ele, a iniciativa busca ampliar o contato de crianças com livros e incentivar a leitura.
“A gente quer que as crianças aprendam a ler. Então, cada conjunto agora vai ter uma biblioteca”, afirmou o presidente.
A declaração ocorre durante o segundo turno da eleição presidencial, disputado por Lula e Flávio Bolsonaro. A votação será realizada em 25 de outubro.









































