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15 março 2024

TABOLEIRO GRANDE/RN: CARPINTEIRO CONHECIDO POR TUCHA FOI MORTO A TIROS NO ALTO DA PARABÓLICA

A polícia militar de Taboleiro Grande RN, registrou na tarde dessa sexta-feira 15, o primeiro crime de homicídio a bala por volta das 16:00 horas.
O Blog esteve no alto da parabólica, onde a vítima identificado como sendo Vagner Alves Pereira, popularmente conhecido por Tucha foi surpreendido e morto com vários tiros.
Tucha trabalhava com o ramo de fabricação de móveis.
Nada se sabe sobre a motivação do crime e muito menos a respeito dos assassinos.
A polícia militar foi acionada, isolou o local e acionou o Itep de Pau dos Ferros pra fazer a perícia e recolher o corpo.

*João Moacir 

MOSSORÓ/RN: 21ª MORTE VIOLENTA EM 2024 - HOMEM DE 39 ANOS É EXECUTADO A TIROS NA CALÇADA DE RESIDÊNCIA NO BAIRRO BARROCAS

Mossoró registra o terceiro assassinato desta sexta feira 15 de março de 2024. Desta vez o crime aconteceu nesta manhã, na Rua Marechal Deodoro próximo a barragem de Baixo no Bairro Barrocas.
A vítima, Mário Romildo de Souza, 39 anos foi morto na calçada de uma casa com tiros de escopeta calibre 12 e possivelmente de revólver. A dinâmica do crime, narrada pela Polícia Civil, aponta que a vítima teria ido a uma casa realizar um serviço, quando foi surpreendido e morto.
Os criminosos chegaram em um veículo possivelmente um Chevrolet Spin de cor branca, pararam em frenta a casa e executaram a vítima que não teve qualquer reação de defesa.
Após a execução, os criminosos fugiram sentido Passagem de Pedras. A equipe da Delegacia de Furtos e Roubos, estava em trabalho de investigação naquela região e ainda tentou perseguir os criminosos, mas sem êxito.
Até o momento não há informações sobre a motivação do crime. Após a perícia o corpo foi recolhido para exames no IML do Itep. A DHPP esteve no local e já deu início as investigações. Mossoró chega aos 21 homicídios em 2024.

*Fim da Linha

MOSSORÓ/RN: 19ª/20ª MORTE VIOLENTA EM 2024 - TENTATIVA DE ASSALTO CONTRA SARGENTO DA PM TERMINA COM TROCA DE TIROS, AGENTE FERIDO E DOIS ASSALTANTES MORTOS NO CONJUNTO GERALDO MELO

A ocorrência foi registrada por volta de 00h30min desta madrugada de sexta feira 15 de março em uma estrada de barro entre os conjuntos Geraldo Melo e Odete Rosado em Mossoró.
Segundo a PM, o sargento Paulo Silva, que estava de folga, passava em seu carro no local, quando três criminosos saíram do mato, ficaram na frente do veículo e de armas em punho anunciando o assalto.
O militar reagiu a ação dos criminosos, trocando tiros com os assaltantes. No confronto o PM foi baleado e dois assaltantes morreram. Um terceiro conseguiu fugir, possivelmente baleado.
Uma viatura do 12° Batalhão foi acionada para o local e quando chegou encontrou um dos assaltantes ferido e com vida. Ele foi socorrido, pela guarnição, mas não resistiu e foi a óbito ao dar entrada no Hospital Tarcísio Maia.
Com ele os PMs encontraram um revólver com munições deflagradas e uma balaclava. O outro assaltante morreu no local, mas o corpo dele só foi encontrado na manhã de hoje na mesma região do assalto.
Os dois assaltantes mortos foram identificados como, Lucas Matheus do Nascimento, morreu no hospital e Erick Francisco de Souza Oliveira, que completaria 25 anos, neste sábado (16), morreu no local. De acordo com a Polícia Militar, os assaltantes que tombaram na reação do policial, tinham passagem pelo sistema prisional.
O corpo de Erick Francisco de Souza Oliveira foi recolhido após a perícia do Itep no local e encaminhado para exames no IML do órgão pericial. O delegado de plantão Teixeira Júnior acompanhou a perícia e disse que vai passar as informações para DHPP, que vai investigar o caso.

*Fim da Linha

APODI/RN: QUINTA FEIRA DE CHUVA NA CIDADE E NOS SÍTIOS

A tarde e noite de quinta feira, 14 de março de 2024 foi de mais chuvas na cidade de Apodi-RN.
Veja alguns registros:
Centro: 11 milímetros; 
Bacurau I: 11 milímetros;
Sítio Ponta II: 9 milímetros;
Sítio Barra: 7 milímetros;
Sítio Largo I: 3 milímetros;
Sítio Largo II: 4 milímetros; e
Distrito de Córrego: 4 milímetros.

“Alergia é uma doença de difícil controle”, afirma médico otorrinolaringologista do RN

Levantamento feito pela Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) aponta que cerca de metade da população terá algum tipo de alergia até 2050. Dessa forma, diversos fatores, desde a exposição a substâncias não naturais até mudanças climáticas, podem desencadear reações alérgicas em indivíduos predispostos.

De acordo com o otorrinolaringologista Pedro Cavalcanti, em entrevista ao AGORA RN, a alergia é uma doença de difícil controle pelo fato de se manifestar de diferentes formas, como hereditárias, respiratórias, alimentares, de contato e medicamentosas.

“Nós teríamos que pensar também na alergia como uma doença de difícil controle. Como a asma. Então, como não se pode ter uma cura, o médico tem que tentar o controle. Com o uso de medicamentos, com cuidados com o ambiente, evitando esses produtos alimentares que são sintéticos. E claro, também excluir o remédio”, afirmou.

Por meio dessas diferentes formas de manifestações da doença, o médico apontou que o crescimento do desenvolvimento de alergias tem crescido devido a fatores externos atuais, como as alterações climáticas, no caso da alergia respiratória.

“O mundo está sofrendo alterações climáticas demais. A gente diz que o problema não é só a alergia. É que essas reações que existem ao clima, como umidade, calor excessivo, a poluição, se relacionam ao quadro associado à alergia que chamamos de hiperreatividade respiratória, que ocorre tanto no nariz como nos brônquios. Então, essa hiperreatividade brônquica é o que leva muito a asma de repetição. Já a hiperreatividade nasal, que pode ser não só por fatores climáticos, mas por um desvio de septo, por um aumento dos cornetos nasais – estruturas que aquecem e filtram o ar – junto com a alergia exacerba os sintomas”, explicou.

Dessa forma, ele aponta também que uma das consequências para pessoas alérgicas se encontra na baixa qualidade de vida, que está diretamente relacionada ao grau de gravidade e do tipo da doença, como a asma, por exemplo.

“A pessoa que tem asma de repetição, por exemplo, vai avaliar um grau de alergia por alguns parâmetros, por exemplo, número de crises por ano, por semana, por mês, também pela quantidade de remédio que você toma para controlar. Depois, pela duração das crises. Tem gente que tem uma crise alérgica e com três, quatro dias está bem, mas tem outros que passam o mês todo, às vezes, com uma crise alérgica”, disse.

Devido a esses parâmetros, Pedro Cavalcanti ressalta que o tratamento tem um custo elevado, após o paciente ser avaliado, com indicações de vacinas, controles de ambientes e medicamentos, mas é um cuidado necessário. “A gente tem que avaliar o paciente para monitorar e diminuir o número de crises, diminuir a quantidade de remédio, diminuir a ausência do trabalho e da escola. Então, tudo isso é importante. É um quadro que o médico tem que acompanhar para saber se o tratamento está melhorando a qualidade de vida”.
Cuidados

Ao AGORA RN, o otorrinolaringologista apontou que quando a alergia é passada de forma genética, de pai para filho, a criança tem em torno de 40% de chance de ser alérgico. Já se os dois pais forem alérgicos, essa possibilidade passa para 75%. Com isso, o médico alerta que os pais alérgicos tenham logo de início uma orientação desde a primeira infância da criança e acompanhamento de um médico para evitar alergias.

Por outro lado, nos outros tipos de alergia, ele aconselha que evitar uso de alguns remédios e não frequentar por muito tempo lugares fechados. “Se na história da família tem um alérgico, por exemplo, a penicilina, então não vamos dar penicilina a criança. Se temos alguém com asma, é preciso melhorar o ambiente, deixar o ambiente mais arejado, mais ensolarado, para que não seja um ambiente fechado. Hoje, a população liga o ar-condicionado, fecha o quarto e não recebe sol, ventilação. Isso faz o acúmulo de poeira doméstica e ácaros, que são os grandes vilões, crescer. Então você tem que ter um ambiente preparado para não se expor tanto a ponto de poder desenvolver uma alergia”, enfatizou.

*Agora RN

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Ex-secretária aponta infraestrutura precária e falta de professores no RN

Após um período conturbado na rede educacional do Rio Grande do Norte em 2023, com a instauração de uma greve de professores que durou 36 dias e o atraso no calendário acadêmico, os estudantes da rede estadual de educação voltaram às aulas no dia 4 de março. O ano letivo de 2024 terá 200 dias e segue até o dia 23 de dezembro.

Para a doutora e ex-secretária de Educação Cláudia Santa Rosa, neste início do ano letivo, as escolas ainda apresentam um sistema precário para receber os estudantes. “O ano letivo de 2024, infelizmente, iniciou muito tardiamente e, ainda assim, com escolas bastante carentes de reformas ou reparos nas instalações físicas, hidráulicas e/ou elétricas. Há escolas denunciando, exaustivamente, nas redes sociais. Parece haver um problema grave de planejamento, de previsão orçamentária e de financeiro para dar conta”, afirmou.

Entre os principais desafios enfrentados pela rede pública estadual, ela destaca que o RN tem urgência de reorganizar a infraestrutura escolar, de definir melhor as ofertas educacionais de cada instituição e fortalecer a colaboração com os municípios para alcançar um estágio em que a rede estadual trabalhe apenas com o ensino médio, mas apoiando os municípios na tarefa de zerar o analfabetismo infantil.

Porém, em contraponto, ela argumenta que para que esses problemas sejam resolvidos “é preciso ter gente que saiba fazer”. “Nesse trabalho não há espaço para mentes provincianas, disputas políticas, ideologias, corporativismo”.

O AGORA RN solicitou à Secretaria Estadual de Educação (Seec-RN) o número total de escolas que apresentam requisitos básicos de infraestrutura, como acessibilidade, laboratórios de ciências e bibliotecas, além do fornecimento de merenda escolar. De acordo com a pasta, todas as unidades educacionais oferecem a merenda escolar e 93% delas apresentam bibliotecas. Sobre a acessibilidade e o total de laboratórios, a Seec-RN não respondeu até o fechamento dessa matéria.

Ao todo, o RN tem 586 unidades escolares. O número permanece estável ao longo dos últimos anos. Por outro lado, Cláudia Santa Rosa destaca que, para além dos problemas estruturais, as escolas ainda têm desfalques de profissionais.

“Agora retiram professores efetivos das escolas e quando encaminham outro para a vaga quase sempre é temporário. Há carências de professores e de outros profissionais que garantiriam educação com perspectivas de mais qualidade. Vi, por exemplo, que a Escola Tiradentes, no Barro Vermelho, aqui em Natal, adotou o rodízio de turmas, por dia, por falta de professores para todas”, relatou.

No dia 17 de fevereiro, o Governo do RN anunciou a convocação de 1.485 professores especialistas em educação para cargos temporários. Por meio do documento, o governo ainda informou que os convocados têm 30 dias para assumir os cargos e ser encaminhados às unidades de ensino. Além disso, de acordo com a Seec-RN, os profissionais foram chamados para atender às demandas das unidades de ensino para o início das aulas deste ano.

Ainda de acordo com a ex-secretária, para além da falta de professores, o sistema educacional do estado enfrenta problemas básicos para garantir o desenvolvimento do estudante, como a precariedade no transporte escolar, a regularidade no repasse dos recursos de complementação da merenda escolar e a falta de um programa sistemático de formação para preparar as equipes escolares.

“A irregularidade no funcionamento das escolas responde pelos indicadores que o Estado amarga nos últimos anos depois de avanços apresentados entre 2016 e 2019”, enfatizou.

Questionada sobre o direcionamento da distribuição de recursos financeiros e investimentos para as escolas da rede pública estadual, Cláudia Santa Rosa ressaltou a dificuldade que o estado tem de eleger prioridades ou eleger de forma distorcida.

“[O Estado] gasta naquilo que não é essencial, quando poderia investir de forma assertiva no que produziria impactos na vida do estudante do presente e do futuro. As vaidades têm efeitos incendiários e nos impedem de avançar”.

*Agora RN