segunda-feira, 29 de junho de 2020

‘Ensino remoto não é ensino à distância’, diz especialista em educação

Andrea Ramal, especialista em educação, fala sobre escolas na pandemia Foto: Divulgação/Ricardo wolf / Divulgação/Ricardo Wolf
Doutora em Educação pela PUC-Rio, Andrea Ramal tem acompanhado o esforço de escolas, pais e alunos para se adaptarem ao universo on-line na pandemia. E adverte: no primeiro momento, cuidar do emocional dos estudantes será um desafio maior do que verificar o quanto vêm aprendendo ou adotar o ensino híbrido, aliando (para valer) os modelos presencial e à distância.

Como avaliou a adaptação das escolas à pandemia?
O que aconteceu até o momento foi na base do improviso. O professor foi dormir como profissional presencial e acordou on-line. O que tem acontecido neste trimestre não é educação à distância, é ensino remoto. Educação à distância tem metodologias, estratégias e materiais específicos, frutos de estudos e experiências de vários anos. Os professores, na maioria das vezes, começaram a fazer videoaulas, e houve casos de escolas que se limitaram a passar tarefas que não são da educação à distância formal. Acredito que foi apenas uma maneira que se encontrou de manter as mentes dos alunos ativas e o vínculo com a escola. Mas de maneira nenhuma podemos considerar as matérias deste período como dadas. Na volta, terão que ser feitas avaliações com os alunos, não para valer nota, mas como diagnóstico. E então se trabalhar de forma personalizada. Certamente houve alunos que conseguiram aproveitar, e outros não.

Na prática, o que diferencia o ensino remoto do à distância?
Na educação à distância, uma coisa muito importante é estabelecer comunidade virtual, criar sentimento de pertencimento, promover troca de experiências. Cuida-se mais do emocional dos alunos, para que não se sintam sozinhos. Existem ferramentas e ambientes virtuais para isso. Mas principalmente os professores precisam saber fazer. O que aconteceu foi muito isolado, com pouca criação de grupo e interação. Outra diferença são os materiais. Existe um profissional que se chama desenhista instrucional, que constrói material pensando no aluno à distância. Ele usa uma série de técnicas didáticas para isso. Na quarentena, o material foi basicamente o mesmo que seria dado em uma aula presencial. Para aprender à distância, é preciso ter muita disciplina, autonomia, motivação. Em faculdades, foram feitos estudos com professores com bons resultados. Um deles começava a aula comentando o noticiário. Os alunos participavam, e o engajamento aumentou. Quem não entrava passou a entrar. Não houve evasão; houve mais estudo, desempenho melhor. Um aprendizado que não foi de solidão.

O que faltou aos colégios então foi tempo para treinar os professores, uma vez que as plataformas já existem?
Existem plataformas gratuitas, como a Moodle, a mais usada no mundo. Deste período, se a gente pode tirar algo positivo, é esse choque de realidade para as escolas, de que não se pode pensar mais o ensino de forma só presencial, tem que capacitar os professores, porque o futuro do ensino é híbrido. Mesmo sem pandemia, já deveríamos estar trabalhando desta forma. Os alunos amam tecnologia. Há o desafio de a maioria dos professores ter nascido quando a tecnologia não era ainda a base de tudo. Temos professores da geração X dando aulas para alunos da Y e da Z e até para essa que ainda não tem nome e nasceu já num mundo completamente tecnológico. É muito importante aproveitarmos esse sinal de alerta.

Qual é o papel da família neste momento?
É fundamental. Determina o que funcionou ou não até agora. Quem acompanhou os estudos dos filhos contribuiu para melhores resultados. E há quem aproveite outras situações da casa para estimular a criança, como fazê-la calcular os ingredientes de uma receita de bolo. Mas a família não pode saber tudo sozinha. As escolas deveriam tê-las capacitado com videoaulas também. Algumas o fizeram, mas a maioria deixou as famílias à deriva. As escolas largaram tanto que (o aproveitamento) ficou dependendo da formação dos pais. O lado positivo é que as famílias vão ficar mais conscientes do seu papel. Algumas fizeram isso (esse acompanhamento) pela primeira vez. As pesquisas mostram que o envolvimento dos pais melhora a nota e diminui a reprovação.

Qual o maior impacto do isolamento para o aluno?
O que pesa mais é o lado psicológico. Sabemos, por estudos da neurociência, que você só aprende com motivação e, a longo prazo, quando mexe com a emoção. E acho que não estamos conseguindo ter isso nesta pandemia: envolvimento, cuidado com a solidão, com a tensão de quem vai fazer Enem. Quando os alunos voltarem para a escola, o aprendizado não estará tão prejudicado, porque crianças e jovens têm a mente muito disposta a aprender. Mas há o risco de o jovem não querer voltar a estudar. No Brasil, em especial nas escolas públicas, há muita evasão no ensino médio. Ter cuidado com isso é fundamental.

É o caso de repensarmos reprovações este ano?
Com certeza. Os ciclos escolares não precisam coincidir com nosso ano civil. Você não precisa aprender tudo até dezembro. Não importa se eu estou no 5º ou no 6º ano. O que importa é desenvolver certas competências para a vida, a universidade, o ensino técnico ou o que for. Neste momento, deveríamos esquecer este número arbitrário e tratar das competências a médio prazo. Seria uma aprovação automática, mas bem feita, com uma ficha de acompanhamento para cada aluno, sabendo o que ele ainda precisa desenvolver.

Qual a sua opinião em relação ao Enem deste ano?

A desigualdade é muito grande. Há alunos que não têm internet boa ou computador, ou só têm um computador para a família toda, ou não têm ambiente em casa para estudar. A gente pode dizer que o Enem nunca foi em igualdade de condições, mas realizá-lo como se nada tivesse acontecido seria acirrar ainda mais as injustiças.

*O Globo/BG

Casos de coronavírus no RN somam 28.970, com 994 mortes; 06 óbitos nas últimas 24 horas

Foto: Reprodução/Youtube
A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte nesta segunda-feira(29). Os casos confirmados chegam a 28.970.
O total de vítimas da covid-19 no RN chega a 994, sendo 06 óbitos nas últimas 24 horas e demais confirmados após exames laboratoriais dos últimos dias.
Os casos suspeitos são 42.230. 

Descartados somam 46.470. 
Recuperados são 2.904.

*Do BG

APODI-RN: GAROTO DE 11 ANOS PRECISA DA NOSSA AJUDA PARA SE TRATAR DA VISÃO

Esse é o Nícolas Guilherme Ferreira da Silva.
Ele é uma Criança de 11 anos, muito alegre e muito estudioso, cheio de vida.
Porém a família foi surpriendida em 2008, quando ele tinha apenas 7 meses de idade por uma bactéria na visão, na qual faz perder a visão e desde então luta diariamente para vencê-la. A família busca apoio financeiro para custear tratamento, com sua ajuda tudo será possível e só Deus lhe recompensará por sua contribuição.
Faça sua parte ajudem nessa conta.
Banco do Brasil.
Conta corrente: 23.553-9
Agência: 892-3
Variação: 51
Nome: Ana Carla Pinto Ferreira.
Contato: (84) 9 9235-9756

Vamos ajudar a quem precisa!

POLÍCIA PRENDE CINCO PESSOAS SUSPEITAS DE INTEGRAR QUADRILHA ESPECIALIZADA EM ARROMBAMENTOS DE CAIXAS ELETRÔNICOS NO RN

De fevereiro até junho, grupo participou de pelo menos sete ações criminosas no RN, segundo Deicor.
Cinco pessoas foram presas neste domingo (28) suspeitas de integrar uma quadrilha especializada em arrombamentos de caixas eletrônicos no Rio Grande do Norte. A quadrilha foi alvo da operação "Mãos Malditas" da Divisão Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deicor) da Polícia Civil.
O grupo criminoso, formado por três homens e duas mulheres, foi levado para a sede da Deicor. Foram apreendidos cerca de R$ 50 mil em dinheiro, drogas, celulares, relógios e ferramentas que seriam utilizadas nos arrombamentos. Segundo os agentes, de fevereiro até junho, os suspeitos participaram de pelo menos sete ações criminosas no RN.
Ainda de acordo com a Deicor, a quadrilha é responsável pelo arrombamento de um caixa eletrônico, que fica dentro de uma farmácia, na Zona Leste de Natal, que ocorreu horas antes da prisão, na madrugada do domingo (28).

*Do G1 RN

MOSSORÓ-RN: [VÍDEO] 96° HOMICÍDIO EM 2020. JOVEM É EXECUTADO EM VIA PÚBLICA NO OURO NEGRO.

Francisco Denis de Oliveira, 27 anos, foi executado na manhã desta segunda feira 29 de junho de 2020, rua Januário Pereira Pimenta, bairro Ouro Negro. Segundo informações ele estava saindo de casa, colocando a motocicleta para fora, quando foi surpreendido pelos criminosos. Mesmo de capacete o jovem correu cerca de oitenta metros, e caiu morto na outra rua sem vida. A Polícia Militar foi acionada nas primeiras horas da manhã cedinho, porém o perito informou que o corpo já estava ali cerca de três horas. Assim acredita-se que ele foi atacado ainda pela madrugada, e como no local ninguém sai fora, somente ao clarear do dia que foi acionada a PM. O corpo inclusive já apresentava sinais de rigidez durante a perícia realizada por volta das 7:15hs. No local a lei do silêncio dificultou as informações preliminares para o Delegado de Plantão Dr. Teixeira Júnior. O crime será investigado pela DHM(Delegacia de Homicídios de Mossoró). Perito informou que o jovem foi morto com tiros de pistola e calibre 12 durante a tentativa de fuga.
Mais imagens 

Veja vídeo:

*Passando na Hora

RN REGISTRA 937 ÓBITOS POR COVID-19 E 24.301 CASOS CONFIRMADOS DA DOENÇA

Números são os mais recentes sobre o avanço da pandemia no estado e foram divulgados neste domingo (28) pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). 
O Rio Grande do Norte registra 937 mortos por Covid-19, segundo dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), neste domingo (28).
Além disso, o estado contabiliza 24.301 casos confirmados, 31.928 casos suspeitos e 37.256 descartados. São, ainda, 2.904 pessoas se recuperaram da doença.
As taxas de isolamento social e de transmissibilidade da doença estão em 41,31% e 0,73% respectivamente. Os dados são da Sesap em parceria com o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da Universidade Federal (LAIS/UFRN).
Leitos
A taxa de ocupação de leitos destinados a tratar a Covid-19 no RN está distribuída da seguinte maneira:
Grande Natal: 99,1%
Oeste: 98,2%
Seridó: 65,5%.


*Agora RN

IFRN CAMPUS APODI: Ex-alunos do curso técnico em agropecuária publicam TCC como artigo científico e capítulo de livro

O TCC intitulado “Avaliação da rotulagem dos alimentos comercializados no município de Apodi – RN”, elaborado no semestre 2019.2 pelos ex-alunos do curso técnico integrado em Agropecuária do IFRN Campus Apodi, Amanda Rayane Gama Oliveira, Leonilson Batista Junior e Glênio da Silva Albuquerque, sob orientação do professor João Vitor Fonseca Feitoza, teve parte dos seus resultados publicados como artigo científico no volume 14 da Revista Brasileira de Gestão Ambiental e parte aceito como capítulo de livro nos anais do I Congresso Nacional dos Profissionais Agrícolas.
As análises foram realizadas com 63 diferentes rótulos de alimentos comercializados em Apodi e oriundos de seis diferentes cidades da região (Mossoró, Severiano Melo, Pau dos Ferros, Felipe Guerra, Governador Dix-Sept Rosado e Caraúbas), avaliados a partir de três requisitos – conforme, não conforme e não se aplica – através de um check list composto por 28 itens avaliativos. Na pesquisa, também foram entrevistados 381 consumidores de alimentos (população amostral com 95% de confiança), onde foram questionados os seus hábitos sobre a leitura dos rótulos.
Os autores observaram que nenhum dos rótulos eram completamente conformes com as legislações brasileiras vigentes e que existiam diversas não conformidades presentes como, por exemplo, a ausência dos valores nutricionais, lista de ingredientes e identificação do lote, oriundos principalmente de molhos, bolos e bolachas. As entrevistas demonstraram que muitos consumidores não possuíam o costume de ler os rótulos dos alimentos, porém concordavam que a correta rotulagem dos alimentos era muito importante para a população.
Os trabalhos concluíram que, embora os rótulos sejam importantes canais de comunicação entre os alimentos e o consumidores, muitos deles ainda apresentam diversas não conformidades frente as legislações brasileiras vigentes, o que exige uma maior atuação dos órgãos fiscalizadores, dos empresários, bem como dos próprios consumidores.


*IFRN

MULHER DE MAJOR SALES-RN PROCURA ENCONTRAR A MÃE QUE NÃO TEM NOTÍCIAS A 47 ANOS

Eu, nasci em agosto de 1963 na cidade de Potiretama-CE e moro em Major Sales-RN, me chamo Maria Luzia de Souza. Meus pais tiveram uma convivência por pouco tempo. Eles se casaram em setembro de 1962 e se separaram, dois anos após, em 1964. Meu avô nunca quis esse casamento. Ele não queria que minha mãe ficasse dentro de casa. Mandou ela morar em Fortaleza, com uma família conhecida dele. Ela escrevia para minha avó escondido. Um dia, meu avô descobriu e atrapalhou tudo. Sem comunicação entre nós, as notícias pararam. Em 1973, ela deu notícia pela última vez, dizendo que ia embora para uma companhia de uma firma, em Ribeirão Preto, São Paulo. E, a partir daí, acabaram as notícias, e eu fiquei na casa da minha avó, sofrendo muito, sem ter notícias da minha mãe. Gostaria de saber qualquer informação sobre ela.
A pessoa que procuro é: Maria Batista de Oliveira. Nascida em 4 de agosto de 1946, no sítio Retiro em Iracema, Ceará. Seus pais são: José de Oliveira de Souza e Raimunda Batista de Melo.

Se souber alguma informação entre em contato com o número. (84) 99865-2555.

EX-DEPUTADO FEDERAL DO RN ENFRENTA COVID-19 EM UTI

Foto/Reprodução
O ex-deputado federal e advogado Wanderley Mariz, de 79 anos, filho do ex-senador e ex-governador do Rio Grande do Norte Dinarte Mariz, está internado na UTI da Casa de Saúde São Lucas, em Natal, com Covid-19
Natural de Caicó, o advogado Wanderley Mariz exerceu três mandatos de deputado federal pelo Rio Grande do Norte
Ele foi eleito pela Aliança Renovadora Nacional (ARENA) em 1974 e reeleito em 1978 à Câmara Federal.
Obteve seu último mandato em sequência, na eleição de 1982. Ainda tentou uma vaga ao Senado em 1986, mas foi derrotado. Com a eleição de Geraldo Melo (PMDB) para o governo estadual, virou secretário de Justiça.
Já em 2008, arriscou disputa à Prefeitura de Caicó, também sem êxito.
 

*Fonte: Grande Ponto/Carlos Santos/Passando na Hora