quarta-feira, 9 de setembro de 2020

IFRN CAMPUS APODI: Biblioteca José Leite promove “Projeto Dizeres da Quarentena em Palavras Confinadas”

A Direção do Campus Apodi do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), por meio da Diretoria Acadêmica – DIAC, no uso de suas atribuições legais, torna público, para o conhecimento dos interessados, o regulamento do projeto “Dizeres da Quarentena em Palavras Confinadas”.

O “Dizeres da Quarentena em Palavras Confinadas” tem os seguintes objetivos: a) estimular a produção textual durante o período de isolamento social; b) desenvolver a criatividade e o senso crítico; c) descobrir novos talentos.

As inscrições são individuais. Cada participante pode submeter até 02 (dois) textos. Podem participar do projeto “Dizeres da Quarentena em Palavras Confinadas” acadêmicos, professores, egressos e comunidade em geral. Os participantes devem realizar uma produção textual que aborde, mesmo que implicitamente, o atual período de isolamento social.

As inscrições e a submissão dos textos (em formato PDF) serão feitas exclusivamente por meio de endereço eletrônico institucional cobib.ap@ifrn.edu.br no período de 8 a 23 de setembro de 2020.

O resultado será publicado a partir do dia 8 de outubro de 2020, na página www.ifrn.edu.br/campus/apodi e nas redes sociais do campus.

Esclarecimentos e informações podem ser obtidos pelo e-mail: cobib.ap@ifrn.edu.br ou no Instagram da Biblioteca José Leite (@biblioteca.ifrnapodi).

Edital do projeto:

Projeto Dizeres da Quarentena em Palavras Confinadas

PF apreende R$ 800 mil no escritório do filho do presidente do STJ

Foto: Reprodução/Record TV
A Polícia Federal apreendeu na manhã desta quarta-feira (9), no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, R$ 100 mil em espécie e um cheque de R$ 700 mil no escritório do advogado Eduardo Martins. Ele é filho do presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Humberto Martins, e investigado pela força tarefa da Lava Jato por suposto desvio de dinheiro no Sistema S.

Conforme o R7 Planalto apurou, as cédulas de R$ 50 e R$ 100 estavam em uma sacola de papel, modo normalmente utilizado para pagamentos ocultos em locais públicos. O advogado disse que seriam honorários pagos em dinheiro. Os agentes também encontraram e apreenderam um cheque de R$ 700 mil em nome de Eduardo Martins.

A denúncia ofertada pela Lava Jato do Rio contra Eduardo Martins aponta que ele teria sido contratado para “tentar influir em atos da corte”. De acordo com o documento, ele teria recebido R$ 5,5 milhões para atuar no tribunal..

Um trecho da denúncia diz que “entre fevereiro e maio de 2014, de forma livre e consciente, CRISTIANO ZANIN, com a ajuda também livre e consciente de FERNANDO HARGREAVES e aquiescência de EDUARDO MARTINS, solicitou e obteve de ORLANDO DINIZ a contratação de EDUARDO MARTINS, pela quantia de R$ 5.500.000, a pretexto de influir em atos praticados por ministros do Superior Tribunal de Justiça. (Exploração de prestígio, art. 357, caput, do Código Penal – Conjunto de fatos 23)”. O MPF afirma que a Fecomércio se tornou o melhor cliente do escritório de Martins.

A operação de hoje batizada de Operação E$QUEMA S, pela PF, Receita e pelo MPF, tem como finalidade desarticular estrutura irregular de pagamento a escritórios de advocacia que atuavam em conluio com o ex gestor da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio/RJ), Orlando Diniz. As investigações apontam o desvio de recursos de entidades do Sistema S (SESC / SENAC).

Aproximadamente 170 policiais federais, divididos em 44 equipes, dão cumprimento a 51 mandados de busca e apreensão, em seis estados (RJ, SP, DF, AL, CE e PE) da Federação. Os mandados judiciais foram expedidos pela 07ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico de influência, exploração de prestígio, peculato, estelionato, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

O que dizem os investigados
Procurado, Eduardo Martins não atendeu aos contatos da Record TV. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) também foi questionado e irá enviar posicionamento em breve.

*R7

MARTINS-RN: ADOLESCENTE VENDE EMPADAS PARA COMPRAR TELESCÓPIO E REALIZAR O SEU SONHO

Arthur Felipe vende empadas para comprar telescópio no interior do RN — Foto: Cedida
É caminhando pelas ruas da zona rural do município de Martins, com uma vasilha debaixo do braço, que o jovem Arthur Felipe da Silva, de 17 anos de idade, vende empadas para juntar dinheiro e comprar um novo telescópio. Estudante de astronomia amadora e cursando o terceiro ano do Ensino Médio em escola pública, o adolescente, que mora no Sítio Frade, sonha em difundir a ciência que estuda a constituição e o movimento dos astros na cidade em que mora, no Oeste potiguar, a 362 km de Natal.

"Eu faço as empadas de madrugada e de manhã eu as vendo", conta Arthur, que há pouco mais de um mês produz cerca de 45 salgados por dia e os comercializa por R$ 2 cada. Além disso, ele também faz tortas, bolos de pote e pavê. "Eu quero comprar um novo telescópio para melhorar meu campo de visão", explica o estudante, que se dedica ao espaço sideral desde os 7 anos de idade e que, em 2018, desenvolveu um telescópio com material reciclado. No mesmo ano conseguiu comprar um de melhor alcance.

Em 2017, Arthur foi medalhista de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Também desenvolveu o projeto "Ciências de Norte a Sul", em que deu aula sobre as características da lua para crianças do Rio Grande do Sul.
Além de vender os salgados e doces, o jovem também criou uma "vaquinha" virtual para conseguir arrecadar mais rápido o valor do telescópio, que é em média R$ 6.500. Até agora, juntando as vendas com as contribuições on-line, o rendimento está em pouco mais R$ 1.700. 

Arthur Felipe quer difundir a astronomia na cidade de Martins, no RN — Foto: Cedida
"Meu sonho com um novo telescópio é conseguir ótimos registros, que eu não consigo com o meu atual, e difundir a astronomia na minha cidade, que é tão escassa", finaliza.

Para ajudar Arthur Felipe, o contato pode ser feito via WhatsApp: (84) 98629-2274 ou pelo link da vaquinha virtual


*Por Iara Nóbrega e Lucas Cortez, Inter TV Cabugi - G1 RN

JANDUÍS-RN: HOMEM ATEOU FOGO EM VEGETAÇÃO ÀS MARGENS DA BR-226 E FOI PRESO EM FLAGRANTE

Um homem de 62 anos foi preso em flagrante na tarde desta terça-feira (8) depois de atear fogo em uma área de vegetação às margens da BR-226, no município de Janduís. Questionado pela Polícia Militar sobre o motivo de ter iniciado o fogo, ele disse que o fez porque “deu vontade”. Ele foi encaminhado a delegacia e em seguida ao sistema prisional.
Fotos: Focoelho.com
*Do BG

ANGICOS-RN: MORRE MONSENHOR LUCILO ALVES MACHADO AOS 91 ANOS

A Paróquia Santuário de São José dos Angicos cumpre o doloroso dever de comunicar, com pesar, o falecimento do angicano Monsenhor Lucilo Alves Machado, aos 91 anos de idade, ocorrido em Natal no início da tarde desta quarta-feira, 9 de setembro, em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral hemorrágico. Filho natural de Angicos, o Monsenhor Lucilo sofreu o AVC no último dia 19 de agosto, e desde então, estava internado na Casa de Saúde São Lucas, onde faleceu.

Confira um pouco dos dados biográficos do Mons. Lucilo divulgados pela Arquidiocese de Natal:
Mons. Lucilo Alves Machado nasceu em 20 de fevereiro de 1929, na cidade de ANGICOS (RN). Estudou no Seminário de São Pedro, em Natal, e no Seminário da Prainha, em Fortaleza (CE). Foi ordenado sacerdote, na Catedral de Natal, em 30 de novembro de 1952. Entre as funções exercidas na Arquidiocese de Natal, destacam-se a de reitor do Seminário de São Pedro, entre 1958 e 1968, e a de reitor de Catedral Metropolitana de Natal. Atualmente, era reitor da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, na Cidade Alta.

Monsenhor Lucilo Alves Machado, que em outubro de 2009 aqui esteve pela última vez na inaguração da Capela do Alto da Esperança e fez a doação da imagem de Nossa Senhora de Fátima, trazida de Portugal. Cidade e e paróquia que sempre guardou muito amor e estima. Apesar do sentimento de comoção e tristeza que se apodera sobre todos os que lhe tinham apreço, lembramos às palavras sempre confortadoras do Evangelho: “Não se perturbe o vosso coração” (Jo 14, 1-6).

A Igreja particular de Angicos, em espírito de solidariedade, abraça os seus familiares, parentes, amigos, filhos espiriturias e a tantos quantos foram beneficiados pela ação pastoral e evangelizadora desse caro irmão, elevando a Deus uma prece pelo seu eterno descanso. A Paróquia de Angicos, seu pároco, padre Jailton Soares, Seminarista Emerson Gomes, fiéis paroquianos, angicanos e todo povo de Deus sentem-se hoje muito tristes com a partida do Monsenhor Lucilo, mas, ao mesmo tempo, confiantes nas palavras de Jesus que nos diz “Eu sou a Ressurreição e a Vida; quem crê em Mim, ainda que esteja morto viverá. E todo aquele que vive e crê em Mim nunca morrerá.” (Jo 11, 25-26).

Paróquia Santuário de São José dos Angicos
Pastoral da Comunicação.


*Tribuna do Cabugi

Lava-Jato mira escritórios de advocacia acusados de desviar R$ 151 milhões do Sistema S; advogados de Lula acusados de lider esquema, e ex-advogado de Bolsonaro também é alvo de investigação

Orlando Diniz, presidente da Fecomércio Foto: Divulgação
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (9) operação para investigar um suposto esquema de tráfico de influência no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e no TCU (Tribunal de Contas da União) com desvio de recursos públicos do Sistema S.

Entre os alvos de mandados de busca e apreensão estão os advogados do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin e Roberto Teixeira, acusados de liderar o esquema. Os dois já se tornaram réus pelo caso.

O advogado Frederick Wassef, ex-defensor da família do presidente Jair Bolsonaro, também é alvo de busca e apreensão. Ele é alvo de investigação sob suspeita de peculato e lavagem de dinheiro numa outra frente de supostos desvios.

Agentes da Polícia Federal também têm como alvos escritórios de parentes de ministros do STJ e do TCU no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Brasília. Entre eles firmas do ex-ministro César Asfor Rocha (STJ) e seu filho Caio Rocha, os advogados Eduardo Martins (filho do presidente do STJ, Humberto Martins) e Tiago Cedraz (filho do ministro do TCU Aroldo Cedraz).

As medidas de busca e apreensão foram autorizadas pelo juiz Marcelo Bretas, responsável pela Operação Lava Jato no Rio de Janeiro. Não há entre os investigados pessoas com prerrogativas de foro, como ministros de tribunais superiores.

De acordo com o Ministério Público Federal, os denunciados desviaram R$ 151 milhões do Sistema S, bancado com contribuição compulsória de empresas.

A origem da apuração foi a delação premiada do ex-presidente da Fecomércio, Sesc Rio e Senac Rio, Orlando Diniz.

De acordo com ele, os desvios começaram após o Conselho Fiscal do Sesc Nacional detectar em 2011 uma série de irregularidades na sua gestão no Sesc fluminense. O órgão federal era comandado por Carlos Eduardo Gabas, ex-ministro das gestões Lula e Dilma Rousseff.

Zanin e Teixeira foram procurados por meio do advogado Fernando Hargreaves no início de 2012. Em depoimento aos procuradores, Diniz declarou que o objetivo da contratação dos advogados era “comprar uma solução política”.

Neste primeiro momento, o valor cobrado foi de R$ 10 milhões, sendo R$ 1 milhão em espécie, pagos por meio do operador financeiro Álvaro Novis.

O ex-presidente do Sesc Rio diz que, após a contratação de Zanin e Teixeira, a batalha jurídica em que estava só se intensificou, exigindo repasses de mais recursos, incluindo outros escritórios de advocacia indicados pela dupla.

Diniz afirmou aos procuradores que ao longo do tempo identificou a instalação da “lógica do ‘quanto pior, melhor’, pois mais contratos iam sendo assinados e os valores iam aumentando”. O escritório de Zanin e Teixeira recebeu R$ 67,8 milhões no período sob investigação.

Os procuradores da força-tarefa da Lava Jato do Rio de Janeiro afirmam que os advogados indicados por Zanin e Teixeira receberam os valores sem prestar serviços.

A promessa era, segundo o Ministério Público Federal, influenciar decisões no Judiciário em favor de Diniz, que enfrentava à época uma batalha jurídica para permanecer no comando das três entidades.

Para indicar a ausência de serviço, os investigadores usam como base as respostas dadas pelos escritórios à auditoria interna pela nova gestão da Fecomercio após a prisão de Diniz, em 2018. A entidade questionou as bancas quais serviços foram prestados para justificar o valor pago.

As respostas foram vagas na maior parte das vezes, segundos os investigadores. Em alguns processos indicados pelos escritórios, a única atuação comprovada era a juntada de uma procuração, enquanto a defesa se dava por meio do escritório de Zanin e Teixeira ou, em outro momento, pelo de Ana Basílio.

A investigação do Ministério Público Federal se deve ao fato de, embora instituições privadas, Sesc e Senac são bancados por meio de contribuição compulsória de empresas.

Os valores são cobrados e recolhidos pela Receita Federal. Em razão disso, as duas entidades —chamadas de paraestatais pela Procuradoria– devem respeitar regras semelhantes às de licitações públicas, ainda que com exigências específicas.

Os procuradores afirmam, porém, que Zanin e Teixeira montaram, junto com Diniz, uma estrutura jurídica para que todos os recursos do Sesc/Senac Rio fossem repassados aos escritórios por meio da Fecomércio, entidade privada que não é submetida à fiscalização do Conselho Federal, do TCU (Tribunal de Contas da União) e da CGU (Controladoria Geral da União).

O esquema montado, segundo o MPF, permitiu que os recursos cobrados das empresas fossem usados para a contratação de escritórios sem qualquer critério para a definição de preços e sem concorrência.

Embora os contratos sempre fossem assinados pela Fecomercio, o interesse discutido sempre foi particular de Diniz na batalha jurídica pelo controle do Sesc/Senac Rio.

O MPF aponta que a desproporção dos valores pagos a mando de Diniz é confirmada pelo fato da Fecomércio ter sido o principal cliente de quase todos os escritórios envolvidos no esquema. De 2013 e 2016, o valor pago pela entidade ao Teixeira e Martins Advogados é 15 vezes o pago pelo segundo principal cliente do escritório.

Para os investigadores, a atuação criminosa de Zanin foi corroborada por meio de emails obtidos em quebras de sigilo telemático autorizados pela Justiça Federal, anotações apreendidas com dirigentes da Fecomércio e documentos de uma auditoria da entidade sobre a prestação de serviços dos escritórios.

Diniz foi preso em 2018 na Operação Jabuti, que investigou o pagamento de propina do ex-presidente da Fecomércio para o ex-governador Sérgio Cabral por meio da contratação de funcionários fantasmas na Fecomercio.

Ele foi denunciado sob acusação de lavagem de dinheiro, corrupção e participação em organização criminosa junto com Cabral. Ele usou, segundo o Ministério Público Federal, operadores do emedebista para “branquear” recursos ilegais.​

*Folha de São Paulo/BG

[VÍDEO] DOIS HOMENS SÃO PRESOS APÓS CONFESSAREM SÉRIE DE ESTUPROS NO INTERIOR DO RN

A Polícia Militar de São José do Campestre prendeu nesta terça-feira 8 dois homens suspeitos de cometerem uma série de estupros no município. Eles também agiam em Passa e Fica e Lagoa D’Anta.
A assessoria da Polícia Civil revela que os criminosos, um adolescente e um adulto, identificado inicialmente como Genésio, não possuem passagens pela polícia. Ambos confessaram diversos estupros durante a gravação feira por policias.
Genésio e o cúmplice foram encaminhados para Natal.
Até o momento, duas vítimas realizaram denúncias de estupros supostamente praticados pelos homens. A Polícia Civil não sabe informar quantas pessoas foram abusadas sexualmente.
O perfil das vítimas da dupla são mulheres desacompanhadas.
O de menor morava em Tangará e informa ter praticado os atos após convite de Genésio.
O crime acontecia geralmente em estradas de acesso à áreas rurais e sítios que ficam em regiões isoladas.


*Agora RN/Passando na Hora

[VÍDEO] GOVERNADORA FÁTIMA BEZERRA ANUNCIA QUE AULAS PRESENCIAIS NO RN SOMENTE EM 2021

DeFato.com

PRF: FERIADO DA INDEPENDÊNCIA COM 16 ACIDENTES E 18 FERIDOS NAS RODOVIAS FEDERAIS DO RN

Foto: Folha Dirigida
A Polícia Rodoviária Federal encerrou, à meia-noite desta segunda-feira (07), a Operação Independência 2020. Durante o período, a fiscalização e o policiamento nas rodovias federais contou com o incremento de 30% no efetivo. Policiais que trabalham administrativamente foram remanejados para compor equipes operacionais, aumentando, assim, a percepção de segurança de quem transitava pelas vias federais.
 

FISCALIZAÇÃO
Durante a operação, foram fiscalizados 4.154 veículos e 4.494 pessoas. 523 motoristas foram submetidos ao teste do etilômetro, dos quais 48 foram autuados. Também foram registradas autuações por infrações diversas, sendo 148 só por ultrapassagens proibidas. 23 pessoas foram presas, sendo seis por embriaguez ao volante, seis por outros crimes de trânsito, uma por porte ilegal de arma de fogo e 10 por outros crimes.
No tocante a falta do uso do cinto de segurança, 61 autuações foram lavradas, sendo a maioria motivada pelo não uso do cinto pelo passageiro. Outros 13 motoristas foram notificados por transportar crianças até sete anos e meio de idade, sem os dispositivos adequado de segurança. 50 motociclistas também foram autuados pelo não uso do capacete de segurança.


ACIDENTES
Na Operação Independência deste ano, foram registrados 16 acidentes, sendo seis graves, 18 feridos e nenhuma morte. O mais importante é que não houve registro de morte nos acidentes de trânsito, ocorridos nas rodovias federais do Rio Grande do Norte.
 

AVALIAÇÃO
Encerra-se mais uma Operação Independência, com a PRF contribuindo para uma entrega importante à sociedade.
Com o reforço do policiamento e da fiscalização, chega-se ao final da operação da Polícia Rodoviária Federal no Brasil, sem registro de morte em acidentes de trânsito, nas rodovias federais que cortam o Estado do Rio Grande do Norte.

MOSSORÓ-RN: [VÍDEO] PERUANO ACUSADO DE FURTOS NO INTERIOR DO RN É PRESO PELA PRF

Na tarde desta terça feira, 08 de setembro de 2020, policiais foram acionados com a informação de que elementos suspeitos estariam tentando vender aparelhos celulares na feira do Vuco Vuco na cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte.
A PRF foi acionada, realizou diligências e conseguiu efetuar a prisão de um dos elementos, o outro segundo a polícia é um motorista de aplicativo e foi liberado, já o outro, trata-se de Fachin Victor Daniel, 44 anos de idade, Peruano.
Ainda de acordo com as informações, o suspeito é o mesmo que praticou um furto no laboratório de informática na rua Dr Luz Carlos em Assu e em uma outra loja na cidade de Angicos.
Vale salientar, que está sendo investigado a possibilidade através da polícia civil de Assu, no registro da prisão do elemento em 2008, que o nome verdadeiro do Peruano seja ROME GUTIERRE MACANIL. Ficando comprovado, ele responderá por mas um crime, falsidade ideológica. O suspeito foi conduzido a DEFUR, onde foi autuado pelos delitos praticados, há relatos de que o Peruano teria tentado efetuar um assalto contra um agente penitenciário em Mossoró, foi ai que ele caiu na malha fina.

Veja vídeo:

*Passando na Hora

MINUTOS DE SABEDORIA!!!!

SEJA alegre, procurando fazer todo o bem que puder, nos dias em que permanecer na face da terra.
Espalhe em torno de si esmolas de conforto, palavras de carinho, sorriso de felicidade.
Responda com alegria e otimismo a todos aqueles que lhe dirigirem a palavra, sem irritar-se jamais.
Imprima, em cada dia de sua vida, toda a bondade que existe no fundo de seu coração.

MOSSORÓ-RN: 153 MORTES VIOLENTAS EM 2020 - JOVEM É MORTO A TIROS NO BELO HORIZONTE

O crime aconteceu por volta das 21h30m de sábado, 24 de outubro, na Rua João Damásio, no bairro Belo Horizonte em Mossoró no Rio Grande do N...