quinta-feira, 11 de abril de 2019

DUAS ADULTAS SÃO ALFABETIZADAS NA ESCOLINHA SABE MAIS

Exatamente no dia 10 de abril de 2018 as alunas "Toinha" e "Lúcia" começaram a frequentar a Escolinha Sabe Mais no bairro Bacurau 1, Apodi-RN. Com o objetivo de aprenderem a ler e escrever as duas alunas continuam a frequentar e buscando mais aprendizagem.
As duas enfrentaram muitos desafios e obstáculos, mas agora elas estão alfabetizadas com muita alegria e satisfação. 
Alegria maior é do Professor Erivan Morais, que conseguiu os objetivos. Muitos tentavam desanimar as duas alunas, dizendo "papagaio velho não aprende a falar, depois de adulto, não tem necessidade de aprender" e as duas não ouviram essas conversas desanimadoras, continuaram a estudar com muita confiança. Agora, elas estão lendo e escrevendo e buscam praticar a leitura da palavra de Deus, no livro maior, que é a Bíblia.
 Tarefa de Toinha
Tarefa de Lúcia
A Escolinha Sabe Mais também conta com a participação de alunos do Ensino Fundamental recebendo reforço e ajuda nas tarefas escolares.
Alunos do 1º Ano: Gabriel Wilian e Francisco Gabriel.

APODI-RN: NOITE DE CHUVA NA REGIÃO OESTE POTIGUAR

Na cidade de Apodi ocorre uma chuvinha fina, a famosa garoa. Mas, temos informações que em Itaú e outras cidades da região a chuva tem caído e molhado bem o solo oestano. Os agricultores se alegram e esperam o momento da colheita, que deve estar próximo.

BBB19: Hariany é desclassificada

Hariany é desclassificada do BBB19 — Foto: TV Globo
Enquanto dormia na varanda, Hariany é chamada ao Confessionário e Tiago Leifert entra com recado para a casa. Todos são chamados para se reunirem na sala. Carolina chora. E ouvem o recado: "BBB19, sentem-se, por favor. Hoje de madrugada houve incidente envolvendo Hariany. Após análise das imagens ficou constatada uma agressão. Hariany infringiu uma regra do programa. Hariany esta desclassificada. Paredão de hoje ta mantido".
Paula e Hariany brigaram durante a Festa Internet. Tudo começou quando Paula saía do banheiro e Hariany, do Quarto Ouro. Hariany falou para Paula que ela falava coisas sem noção. Paula, por sua vez, mandou Hariany calar a boca. Hariany foi atrás de Paula, que havia entrado no Quarto Ouro, e perguntou: "Está mandando eu calar a boca por quê?". As duas, então, começaram a discutir. Hariany disse que Paula fala coisas que magoam os outros, mas que iria contar tudo para ela após o confinamento: "Porque sou sua amiga de verdade".
Hariany saiu do quarto reclamando que Paula é "ignorante". Nesse momento, Carolina entrou no local e tentou apaziguar a situação com Paula. Hariany retornou para o recinto e começou a gritar. Ao ouvir que a goiana não iria falar novamente, Paula disse: "Se não vai falar, vai daqui pra fora".
As imagens da brigada ficaram sob análise durante a tarde desta quinta-feira, 11/4, conforme anunciou Tiago Leifert durante a programação da Globo.

NATAL-RN: Motorista perde o controle do veículo e capota na ponte Newton Navarro

Acidente aconteceu por volta das 9h30 e interditou uma das pistas no sentido Praia do Meio / Redinha
Carro capotou na Ponte Newton Navarro, em Natal, na manhã desta quinta (11) — Foto: Ediana Miralha/Inter TV Cabugi
Um motorista perdeu o controle do carro e capotou na Ponte Newton Navarro, em Natal, na manhã desta quinta-feira (11). O acidente aconteceu por volta das 9h30 e interditou uma das pistas no sentido Praia do Meio / Redinha. O motorista foi socorrido com ferimentos leves. O trânsito ficou complicado no local.
De acordo com o Comando do Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), a chuva e a baixa visibilidade no momento do acidente podem ter contribuído para o motorista perder o controle do veículo. O motorista estava sozinho no carro.
Até a última atualização desta matéria o carro continuava na pista.
*Fonte: G1 RN.

RIACHO DA CRUZ-RN: ALUNOS DA ESCOLA MUNICIPAL CAMILA DE LÉLLIS PARTICIPAM DE OFICINAS, ESTUDOS E ATIVIDADES ESPORTIVAS DO PROGRAMA NOVO MAIS EDUCAÇÃO

O Programa Novo Mais Educação é uma estratégia do Ministério da Educação que tem como objetivo melhorar a aprendizagem no ensino fundamental, por meio da ampliação da jornada escolar de crianças e adolescentes, otimizando o tempo de permanência dos estudantes na instituição. No município de Riacho da Cruz/RN, o Programa atende 180 alunos da Escola Municipal Camila de Léllis envolvendo alunos do 1° ao 9° ano em oficinas de Letramento de Português e Matemática; Horta; Futsal e Jogos educativos. Os trabalhos contam com a colaboração da Diretora Clédina Mafaldo, Coordenadora Alixandrina Rodrigues, Professores, Monitores e Pais.
Durante a semana os alunos participaram de oficinas sobre números e operações de aritmética mental; dobradura; dinâmicas de desenvolvimento psicomotor e noções de espaços; habilidades perceptivas; atividades para desenvolver psicomotricidade e promover a socialização dos alunos do EJA e 5º ano; campeonato de futsal e dinâmicas de aquecimento para trabalhar o senso ou noções de lateralidade com alunos do 1º ano.
VEJA:

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PARÁ: Mulheres indígenas lançam Vinho de Mandioca no mercado em Santarém (PA)

Mariane Chaves com o Mani-Oara; bebida criada a partir dos saberes da comunidade aliado ao conhecimento acadêmico / Bob Barbosa
Em Surucuá, na Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns, duas mulheres, agricultoras e indígenas, retornam à comunidade para pôr em prática o que aprenderam nos anos que estudaram fora. Elas hoje estão à frente de uma iniciativa na qual derivados tradicionais da mandioca ganham toques de sofisticação a partir de conhecimentos acadêmicos adquiridos por elas em universidades.

É o que conta Raquel Tupinambá, bióloga com mestrado em Botânica e que agora se divide entre São Pedro do Tapajós, aldeia indígena vizinha à Surucuá, e a Universidade de Brasília, onde é doutoranda em antropologia. “A saída minha e de Mariane, que é minha irmã, da comunidade, para estudar fora, nos possibilitou ter uma visão diferente de quando a gente morava na comunidade. A gente pode perceber que tem muitos conhecimentos e recursos nas nossas comunidades.”

O projeto Mani-Oara, que conta com uma pequena fábrica artesanal em Surucuá, já vem comercializando seus produtos, principalmente o Vinho de Mandioca, em feiras e lojas de Santarém e Alter do Chão, no oeste do Pará. Mariane Chaves, agricultora e mestre em agroecologia pela Universidade Federal de Viçosa, explica a escolha do nome: “Mani-oara é uma formiga. Contando a história das formigas, que juntas são mais fortes, a gente pensou em colocar no nosso produto maior o nome do nosso projeto: Mani-Oara.”

Foto: Bob Barbosa/Brasil de Fato
Mariane recorda como surgiu essa ideia: “Em 2016, com o trabalho da Raquel no mestrado, a gente percebeu a necessidade de uma valorização maior da mandioca. A gente resolveu trabalhar com dois produtos, que é o vinho de mandioca, que a gente chama de Mani-Oara e o Tucupi Preto, que é mais conhecido nas outras regiões, tipo Belém e no Rio Negro.”

Durante a pesquisa de mestrado, Raquel identificou mais de 40 variedades de mandioca manejadas em Surucuá e comunidades vizinhas. Ela percebeu que mesmo sendo a mandioca uma cultura tradicional, é possível encontrar novas alternativas em sintonia com preceitos da agroecologia e ao mesmo tempo com o modo de vida local. “A gente já maneja a mandioca há milênios. Nossos antepassados sempre manejaram. Observando e pesquisando sobre a mandioca, eu comecei a perceber a importância da gente construir uma cadeia produtiva e nela pensar produtos que possam chegar nos mercados mais distantes.”

O vinho que elas produzem não é um licor, em que se adiciona, por exemplo, uma fruta em determinada bebida já fermentada, originando um novo produto. O processo de fermentação do vinho Mani-Oara, ao seu modo, inicia-se a partir de microorganismos isolados de uma outra bebida derivada da mandioca, como explica Mariane.

“O Tarubá e o Caxiri são bebidas indígenas que vêm sendo usadas desde os ancestrais. Aí a gente pensou: por quê não fazer um outro derivado. E como que a gente fez isso? Nós isolamos alguns fungos da bebida do tarubá. Após a desintoxicação da massa da mandioca, colocamos estes fungos pra fazer o processo de fermentação do Vinho de Mandioca. Então a gente chegou em 8% de teor alcoólico.”

Aliar saberes tradicionais das comunidades da Resex Tapajós Arapiuns a conhecimentos científicos tem sido uma experiência estimulante, como descreve Raquel. “Comecei a fazer os primeiros experimentos em casa e a partir daí a gente começou a se organizar. O conhecimento acadêmico possibilitou o isolamento de microorganismos presentes nas bebidas. Foi essa interação: o conhecimento tradicional com o conhecimento acadêmico.” E, somando, veio a participação das comunidades envolvidas, como ressalta Mariane. “Nós estamos organizados em uma associação, que é a Ampravat (Associação de Micro Produtores Rurais e Indígenas de Amorim a Vista Alegre do Tapajós), que pega várias comunidades, que estão participando desse projeto e que estão super animadas.”

Raquel considera que o objetivo é mais que oportunizar renda. “As mulheres são protagonistas na produção de alimentos. São elas que cuidam principalmente da roça, da produção dos quintais, e muitas das vezes são invisibilizadas pela sociedade, pelos seus maridos, que acabam não percebendo todo esse papel da mulher na sociedade amazônida. Por ser mulher também, pensamos: a gente tem que fazer algo que dê visibilidade para nós mulheres. A ideia do projeto não é só a produção pelo dinheiro, mas também proporcionar às mulheres oficinas, trocas de saberes, reuniões políticas. A gente já levou uma oficina de ginecologia política. Foi muito legal as mulheres conhecerem mais o corpo, não ficar com muito receio do uso do seu corpo.

Professora e moradora de Alter do Chão, Thais Medeiros é uma das apreciadoras da bebida feita em Surucuá. “Essa alegria de beber o vinho, sabendo que é oriundo de projetos de sustentabilidade, e que trabalha com a cultura, com o bem viver, com a preservação dos saberes e dos usos. E feito numa comunidade dentro de uma reserva extrativista, que é a Tapajós Arapiuns. Eu sugiro que todos tenham a oportunidade de provar o Vinho de Mandioca.”

Interessado em abrir espaço ao Mani-Oara, o micro-empresário Harald Weinert elogia: “A iniciativa de trabalhar em cima da mandioca, a cultura tradicional aqui da Amazônia, e dar uma aprimorada, um acabamento diferenciado, achei muito boa. Eu falei pra moça que está produzindo para usar o meu ponto de açaí aqui também como um canal de venda, não só para gerar renda pra mim, mas também para as comunidades rurais.”


*Brasil de Fato.

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CARAÚBAS-RN: PREFEITO JUNINHO ALVES COMEÇOU A FAZER ENTREGA DE MATERIAL ESCOLAR NA REDE MUNICIPAL

O prefeito Juninho Alves, dará início nesta quarta-feira 10, a entrega de material escolar a alunos da rede pública municipal de Caraúbas. Pelo terceiro ano seguido, o gestor municipal cumpre compromisso assumido em campanha, de distribuir o material para o alunado de Caraúbas e de todas as faixas de idade.

“Vamos entregar material escolar a todos os alunos do município, como forma de compromisso que assumimos ainda durante a campanha e, graças a Deus, estamos no terceiro ano seguido trazendo material de qualidade que irá fazer toda diferença na vida escolar dos nossos alunos, tanto da cidade, quanto da zona rural”, explicou o prefeito Juninho Alves.

CRONOGRAMA
A distribuição do material escolar, que o prefeito Juninho Alves e toda equipe da Secretaria Municipal de Educação fará, obedecerá ao seguinte cronograma:

Quarta-feira 10/04

- 14h - Centro Municipal de Ensino Infantil Maria Madalena Rosendo;
- 15h - Centro Municipal de Ensino Infantil Giselda Fernandes Soares;
- 16h - Escola Municipal Professora Leônia Gurgel de Azevedo;
- 18h - Educação Jovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal Jonas Gurgel.

Quinta-feira 11/04

- 8h30 - Jardim de Infância Hugolino de Oliveira;
- 9h - Centro Municipal de Ensino Infantil Monsenhor Raimundo Gurgel do Amaral;
- 10h - Centro Municipal de Ensino Infantil Jesumira Fernandes de Góis;
- 14h - Escola Municipal Gregório Batista de Moraes (Comunidade de Apanha-Peixe);
- 15h30 - Escola Municipal Francisco de Acací Viana (Comunidade de Mariana).

Sexta-feira 12/04

- 08h - Escola Municipal Jonas Gurgel;
- 09h - Escola Municipal Josué de Oliveira;
- 10h - Francisco de Paula Pessoa - Comunidade de Cachoeira.

“Inconfidência fica!”: mineiros fazem mobilização popular para salvar a rádio

Rádio é conhecida como "Gigante do Ar" e já foi premiada como melhor do Brasil / Foto: USP Imagens
Comunicadores, músicos, políticos, ouvintes, funcionários e ex-funcionários da Rádio Inconfidência lançaram nesta semana a campanha "Inconfidência fica!", em resposta ao fechamento da frequência AM da emissora pública de Minas Gerais (880 MHz) e contra a possível demissão de trabalhadores, entre concursados, terceirizados e comissionados. O desligamento dos profissionais foi anunciado pelo governo Zema (Novo), que estipulou, ainda, o prazo de um ano para que a rádio se tornasse autossustentável e faturasse R$ 3 milhões por ano. Caso isso não aconteça, a FM também será encerrada.

O governo de Minas justifica a decisão com um decreto assinado em 2013 pela ex-presidenta Dilma Rousseff (PT), que autorizou a migração das rádios AM para FM. A partir do avanço da tecnologia, o novo padrão da radiodifusão indica a passagem do sinal analógico para o digital, porém, de acordo com funcionários da Inconfidência, não houve qualquer conversa sobre a migração, mas apenas sobre o cancelamento da concessão.

"Quando a Dilma estabeleceu esse acordo com as emissoras para a migração, isso se deu a partir de uma avaliação técnica que é mundial, uma tendência. Mas o que muda é só o tipo de onda, não há necessidade de extinguir a AM", explica o jornalista Aloísio Lopes, integrante do comitê mineiro do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e representante da sociedade civil no Conselho Curador da TV Minas.

Para ele, essa seria uma maneira que Zema encontrou de interromper os trabalhos da rádio, ignorando a necessidade da população pela comunicação pública. "Fechar uma emissora dessas é fechar os olhos para demandas de informação que a sociedade apresenta há muitos anos. Programação suficiente tem. Poderia ocupar essa segunda faixa de FM com programas educativos, voltados para a população do do campo, juventude, crianças, mulheres, saúde pública… E essas demandas não são atendidas pelo setor comercial, que está atrás do lucro e de quem paga mais, com emissoras que já existem aos montes no mercado. Isso é papel das emissoras públicas, voltadas para o interesse público", ressalta.

Desmonte à vista?

A presidenta do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, Alessandra Mello, considera que a medida de Zema é apenas o início de um desmonte completo da rádio e de outras empresas estatais. Ela informa que o sindicato está recebendo manifestações de ouvintes de várias regiões de Minas, do Brasil e até de fora do país. "O governador mostra que não tem nenhum apreço pela cultura ou pela comunicação", critica.

O sindicato também irá acionar a Justiça pela ilegalidade da demissão dos trabalhadores concursados, que têm os direitos garantidos em legislação federal.

Músicos independentes prejudicados

Antes de anunciar o fim da AM, o novo comando da rádio, que agora está nas mãos de Ronan Scoralick, já havia demitido o radialista Múcio Bolivar, causando surpresa no público. Na frequência, Múcio comandava há 28 anos o programa Trem Caipira, que tinha como missão apresentar a resistência da música brasileira de raiz e valorizar o interior, falando de congado, viola, folia de reis e mais.

A população avaliou que o programa se descaracterizou após a saída de Múcio e se manifestou na internet, por ligações e também levou faixas para a porta do Palácio das Artes, no Centro de Belo Horizonte.

Foto: Reprodução/Facebook
"O programa era mesmo uma referência. Os músicos de todo o Brasil sabiam que era só chegar na Rádio Inconfidência que seriam recebidos de portas abertas. É um prejuízo muito grande para a cultura popular", declara Múcio.

Novo superintendente

Scoralick convidou para se juntar novamente à Inconfidência o jornalista Elias Santos, que atuou como presidente e diretor artístico da emissora na gestão do ex-governador Fernando Pimentel (PT) e foi exonerado no início do mandato de Zema. Elias exercerá o cargo de superintendente institucional.

"Eu topei para que a gente retomasse o [programa] Casa Aberta, que tem um critério bem encaixado com o da comunicação pública e o meu desejo é que ele seja quase uma linha institucional para rádio, com espaço para músicos, participação plural, combate à LGBTfobia, presença da mulher, contato com universidades, etc", pontua Elias, que define a empreitada como "desafio" e afirma que será necessário encontrar um equilíbrio para salvar a Brasileiríssima [nome popular cujo a rádio também é conhecida]”.

"Temos um problema orçamentário, mas necessitamos de um caráter mais público. Precisamos lutar e achar canais, mostrar que o que é educativo e cultural pode ser popular e não popularesco", comenta.

Mobilização

Uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) acontecerá nesta quinta-feira (11), às 17h30, para discutir a situação da Inconfidência. O endereço é auditório R. Rodrigues Caldas, nº 30 – Santo Agostinho.

Patrimônio dos mineiros
A Inconfidência tem 82 anos e é também conhecida como "Gigante do Ar". Já foi premiada como melhor rádio do Brasil pelo Prêmio Mídia do Ano em Comunicação Empresarial pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberge) e se consolidou como espaço de divulgação da música brasileira.


*Brasil de Fato.