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11 janeiro 2026

Ibanez Monteiro será o próximo governador do Rio Grande do Norte com saída de Fátima Bezerra

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, Ibanez Monteiro, será o próximo governador do Estado de forma interina. Ele assumirá o comando do Executivo após a saída da governadora Fátima Bezerra (PT), que deixará o cargo para disputar uma vaga no Senado Federal.
Ibanez Monteiro ficará à frente do Governo do Estado por um período de 30 dias. Durante esse intervalo, caberá à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte realizar uma eleição indireta para escolher o governador e o vice que concluirão o mandato até janeiro de 2027.
A sucessão ocorre em razão da vacância simultânea dos cargos de governador e vice-governador, conforme determina a legislação e decisões do Supremo Tribunal Federal.

*Blog Alex Silva

07 janeiro 2026

Após ação na Venezuela, Lula vê risco de interferência dos EUA nas eleições

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a acompanhar com maior apreensão os movimentos recentes da política externa dos Estados Unidos após a ofensiva norte-americana na Venezuela e a captura de Nicolás Maduro.

Para diplomatas brasileiros, a ação vai além de uma mudança de regime ou de interesses ligados ao petróleo do país vizinho e sinaliza um novo reposicionamento estratégico de Washington na América Latina.

Segundo fontes do governo brasileiro, o episódio se insere em uma estratégia mais ampla adotada pelo governo Donald Trump desde novembro, que prevê o ajuste da presença militar global dos EUA para “enfrentar ameaças urgentes”, com foco renovado no Hemisfério Ocidental. Nesse desenho, áreas consideradas menos relevantes nas últimas décadas perderiam prioridade, enquanto a América Latina passaria a ocupar papel central na agenda de segurança e prosperidade norte-americana.

Auxiliares de Lula afirmam que o presidente teme que essa orientação tenha reflexos diretos sobre o Brasil, especialmente no contexto da eleição presidencial de 2026. Na avaliação do Palácio do Planalto, haveria risco de interferência externa para favorecer a vitória de um candidato de direita ou de extrema-direita.

A ministros, Lula teria dito que não se incomodaria caso Trump declarasse apoio público a outro nome na disputa, algo visto como parte do jogo político internacional. O que causaria preocupação, segundo relatos, seria qualquer iniciativa concreta para atrapalhar a campanha do PT ou influenciar o processo eleitoral brasileiro.

Diante desse cenário, a estratégia do presidente brasileiro deve ser a de adotar uma postura institucional e pragmática na relação com Washington. Interlocutores afirmam que Lula pretende explorar o que aliados descrevem como uma “boa química” com Trump, mencionada em outras ocasiões, como forma de manter canais abertos e reduzir tensões.

No Planalto, também é considerada a possibilidade de uma visita de Estado — seja de Lula aos Estados Unidos, seja de Trump ao Brasil — como instrumento diplomático para preservar uma relação de respeito mútuo e tentar assegurar a neutralidade do governo norte-americano em relação à disputa presidencial brasileira.

Entenda a ofensiva dos EUA contra a Venezuela

Os Estados Unidos realizaram na madrugada de 3 de janeiro uma operação militar contra a Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua mulher, Cilia Flores. A ação provocou bombardeios em pontos estratégicos do país, um apagão em Caracas e levou o governo venezuelano a declarar estado de emergência, acusando Washington de violação de soberania

Horas depois, o presidente americano Donald Trump confirmou o ataque e afirmou que Maduro foi detido por forças dos EUA. Em declarações posteriores, Trump confirmou que o líder venezuelano foi levado para Nova York, nos Estados Unidos, para ser julgado por acusações de terrorismo e tráfico de drogas.

Em entrevista coletiva, Donald Trump afirmou que os Estados Unidos vão governar a Venezuela após a captura de Maduro, declaração que ampliou a reação internacional e levantou questionamentos sobre uma possível ocupação ou administração provisória do país.

O presidente americano também afirmou que a ofensiva teve como um de seus objetivos a recuperação de petróleo que teria sido retirado dos Estados Unidos pelo regime venezuelano. Segundo Trump, o recurso foi tomado “como doce de bebê”, expressão usada por ele para justificar a intervenção e reforçar o discurso de prejuízo econômico aos EUA.

Ele também disse que a captura de Maduro serve como alerta a outros líderes que desrespeitem os interesses dos EUA. Trump declarou ainda que a Venezuela será “reconstruída” com recursos do petróleo recuperado pelos EUA, reforçando a ideia de controle econômico sobre Caracas.

Durante a ofensiva, bombardeios provocaram um apagão em Caracas, segundo autoridades locais, e aeronaves militares americanas foram registradas sobrevoando o território venezuelano.

Após o anúncio da captura, a vice-presidente da Venezuela exigiu provas de vida de Maduro, enquanto o governo chavista solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.

Trump afirmou que acompanhou a operação em tempo real e comparou a ação a um “reality show”. Mais tarde, a Casa Branca divulgou uma imagem de Maduro sob custódia, sendo levado aos Estados Unidos.

Na Venezuela, a captura do presidente aprofundou a instabilidade política e econômica. Houve corrida a mercados, e setores da oposição, representados pela líder da oposição, María Corina, passaram a defender uma transição de poder, enquanto cresce a incerteza sobre a condução do país.

A operação recebeu apoio de aliados do governo Trump. O vice-presidente americano afirmou que os ataques se justificam por um suposto “roubo de petróleo” por parte do regime venezuelano.

Em reação, líderes internacionais criticaram a ofensiva. A Rússia condenou a ação e classificou a operação como uma agressão armada.

No Brasil, o governo Lula criticou duramente a ofensiva, afirmando que a captura de um chefe de Estado estrangeiro ultrapassa os limites do direito internacional. O país elevou o nível de alerta militar no Norte, embora o Itamaraty tenha informado que a situação na fronteira segue normal.

Analistas avaliam que a ofensiva dos EUA contra a Venezuela representa uma escalada sem precedentes e pode redefinir o equilíbrio político na América Latina.

*Gláucia Lima

03 janeiro 2026

Lula repudia ataque dos Estados Unidos à Venezuela

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronunciou na manhã deste sábado sobre os ataques dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Lula condenou a ação militar.

Íntegra da nota

Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.

Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.

A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões.

A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.

A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.

Luiz Inácio Lula da Silva,
presidente da República

Lula critica ofensiva dos EUA na Venezuela, denuncia violação da soberania e cobra reação da ONU

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou na manhã deste sábado sobre os ataques militares dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Em declaração divulgada nas redes sociais, o chefe do Executivo brasileiro reprovou duramente a ação e defendeu uma resposta firme da Organização das Nações Unidas (ONU).

Para Lula, os bombardeios em solo venezuelano e a prisão do chefe de Estado configuram uma grave violação da soberania nacional e representam um precedente perigoso para as relações internacionais. Segundo ele, esse tipo de ofensiva ultrapassa limites aceitáveis do direito internacional e ameaça a estabilidade global.

O presidente alertou que ataques entre países, quando realizados à margem das normas internacionais, abrem caminho para um cenário de violência, instabilidade e caos, no qual prevalece a lei do mais forte, em detrimento do multilateralismo e da cooperação entre as nações.

Lula também destacou que a posição do Brasil é coerente com a postura histórica adotada pelo país em crises recentes ao redor do mundo, reafirmando a condenação ao uso da força como instrumento político. Para ele, a ofensiva atual remete aos períodos mais críticos de interferência externa na América Latina e no Caribe, colocando em risco a manutenção da região como zona de paz.

Diante do cenário, o presidente afirmou que a comunidade internacional precisa agir, cobrando da ONU uma reação vigorosa ao episódio. O Brasil, segundo Lula, repudia as ações militares e permanece aberto a contribuir com o diálogo e a cooperação como caminhos para a resolução do conflito.

Leia:

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, disse Lula, por meio das redes sociais.

“A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.”

*98 FM de Natal

30 dezembro 2025

Aliança entre entre Fátima e Walter Alves será definida pelo PT e MDB nacionais

A governadora Fátima Bezerra (PT) e o vice-governador Walter Alves (MDB) sinalizaram para a aliança vitoriosa das eleições 2022 ser mantida para as eleições 2026. Os dois políticos se reuniram na tarde desta segunda-feira, 29, quando discutiram o assunto após uma série de especulações que davam conta de suposto rompimento político.

Em nota conjunta, distribuída à imprensa, Fátima e Walter afirmam que as decisões sobre as eleições 2026 serão tomadas ouvindo as instâncias nacionais do PT e MDB.

“Entendendo que a aliança que nos elegeu Governadora e Vice-Governador foi parte do projeto nacional, consolidado no governo do Presidente Lula e no nosso governo estadual, e em contato com dirigentes nacionais dos nossos partidos, comunicamos que as decisões quanto às questões das eleições de 2026 serão tomadas, ouvidas as instâncias nacionais do Partido dos Trabalhadores e do Movimento Democrático Brasileiro”, diz trecho do comunicado.

Com a reunião desta segunda-feira, fica reduzida a possibilidade de o MDB de Walter Alves romper com o governo para fazer aliança com o prefeito de Mossoró e pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil).

A suposta negociação entre Allyson e Walter foi levada a público pelo deputado federal João Maia, presidente estadual do PP e aliado de Allyson. Segundo Maia, Walter indicaria o vice de Allyson e, em contrapartida, o partido do prefeito de Mossoró e o PP ajudariam o MDB a formar uma nominata à Assembleia Legislativa, com Walter candidato a deputado estadual.

Essa conversa não foi confirmada por Walter e a palavra de João Maia foi colocada sob dúvida. Nos bastidores a versão corrente é que Maia tentou “queimar” Walter Alves para preserva a vaga de vice na chapa de Allyson para a sua esposa, a ex-prefeita de Messias Targino, Shirley Targino (PP). Verdade, ou não, o fato é que depois da declaração de João Maia não houve mais notícia sobre aliança entre Walter e Allyson Bezerra.

Leia nota na íntegra:

“Reunidos na tarde dessa segunda-feira, 29 de dezembro, para avaliação política e administrativa do Rio Grande do Norte, concluímos, conjuntamente, que os interesses do Estado do Rio Grande do Norte sempre se imporão aos nossos legítimos projetos partidários ou pessoais, conforme aconteceu nas eleições de 2022.

Entendendo que a aliança que nos elegeu Governadora e Vice-Governador foi parte do projeto nacional, consolidado no governo do Presidente Lula e no nosso governo estadual, e em contato com dirigentes nacionais dos nossos partidos, comunicamos que as decisões quanto às questões das eleições de 2026 serão tomadas, ouvidas as instâncias nacionais do Partido dos Trabalhadores e do Movimento Democrático Brasileiro.

Governadora Fátima Bezerra

Vice-governador Walter Alves”

08 outubro 2025

Pesquisa Quaest: com 48%, aprovação do governo Lula chega ao melhor patamar em 2025

A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou ao melhor patamar de 2025, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (8).

São 48% que aprovam a terceira administração do petista. Os que desaprovam são 49%. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, os índices aparecem em empate técnico.

O melhor desempenho de Lula visto até então foi em janeiro, com 47%. Nos levantamentos seguintes, foi observada uma queda vertiginosa na aprovação, indo para 41% em março e 40% em maio.

A tendência de subida passou a ser observada a partir de julho, quando 43% passaram a aprovar. Em agosto e setembro, foram 46%.

A desaprovação, por sua vez, chegou ao ápice em maio, com 57%. A queda passou a acontecer nos meses seguintes: 53%, em julho; e 51% em agosto e setembro.

Os dois últimos meses foram marcados pela reação do governo federal em relação à taxação de 50% dos Estados Unidos aos produtos brasileiros exportados ao país.A medida havia sido anunciada pelo presidente norte-americano Donald Trump, entre outras coisas, pelo julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na ação que apurou um plano de golpe de Estado em 2022.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no caso.Para o levantamento, a Quaest ouviu 2.004 pessoas, pessoalmente, entre 2 e 5 de outubro. O nível de confiança é de 95%.

*Fonte: CNN Brasil

07 outubro 2025

Não vou implorar para nenhum partido estar comigo em 2026, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que não vai “implorar” pelo apoio de nenhum partido na disputa pela reeleição em 2026. A fala ocorreu em meio ao desembarque de legendas como União Brasil e PP (Progressistas) — que ocupam ministérios — do governo.

“Quando chegar a época das eleições, cada um vai para o canto que quiser. Eu não vou implorar para nenhum partido estar comigo. Vai estar comigo quem quiser estar comigo”, disse Lula em entrevista veiculada nesta terça-feira (7) pela TV Mirante, afiliada da Rede Globo no Maranhão.

Em seguida, o chefe do Planalto desejou sorte a quem “quiser ir para o outro lado”.

“Eu não sou daqueles que ficam tentando comprar deputado, não. Vai ficar comigo quem quiser e quem quiser ir para o outro lado que vá e que tenha sorte, porque acho que nós temos certeza de uma coisa: a extrema-direita não voltará a governar esse país”, reiterou Lula.

No início de setembro, União Brasil e PP — que se uniram em uma federação de olho no pleito do próximo ano — deram o prazo de 30 dias para que ministros filiados às duas siglas deixassem o governo Lula. Os ministros do Esporte, André Fufuca (PP), e do Turismo, Celso Sabino (União), contrariaram o ultimato e optaram por permanecer na gestão petista, mesmo sob ameaça de retaliações.

À TV Mirante, Lula elogiou a dupla de ministros e se referiu ao movimento da federação União-PP como um “erro” e uma “bobagem”.

*Fonte: CNN Brasil

26 junho 2025

Do RN, só Zenaide votou contra o aumento no número de deputados

Dos três senadores do Rio Grande do Norte, somente a senadora Zenaide Maia (PSD) votou contra o projeto de Lei que cria mais 18 vagas de deputados federais, a partir das eleições de outubro de 2026.

Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (PSDB) votaram a favor.

No geral, o placar foi de 41 votos a favor e 33 contra.

A principal crítica à proposta é que ela contradiz o discurso de congressistas que pregam mais austeridade fiscal.

Em quatro anos, o aumento das 18 vagas pode chegar a R$ 380 milhões.

Leia mais: Com aprovação do projeto, RN terá mais dois federais e seis estaduais.

*Saulo Vale

19 maio 2025

Julgamento da trama golpista: Rogério Marinho será uma das testemunhas ouvidas pelo STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa nesta segunda-feira (19) uma nova fase do julgamento da ação penal sobre a trama golpista para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder após a derrota nas urnas, em 2022.

Serão ouvidas, a partir desta segunda e até o começo de junho, 82 testemunhas de acusação e de defesa. Entre elas, estão os governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo) e Ibaneis Rocha (Distrito Federal), o senador Rogério Marinho (PL-RN) e o ex-ministro do Turismo Gilson Machado.

Em um primeiro momento, serão ouvidas as testemunhas indicadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelos integrantes do chamado “núcleo crucial” do golpe (relembre mais abaixo).

Nesta segunda, serão ouvidas as testemunhas da acusação em relação às condutas desse “núcleo crucial”.

A PGR apostou em nomes do alto escalão das Forças Armadas, como os ex-comandantes Marco Antônio Freire Gomes (Exército) e Carlos Almeida Baptista Junior (Aeronáutica) – que já prestaram depoimentos e confirmaram que Bolsonaro apresentou a minuta do golpe.

A lista da PGR tem cinco testemunhas:Éder Lindsay Magalhães Balbino, dono de uma empresa que teria auxiliado na produção de um material com suspeitas infundadas sobre as urnas eletrônicas;
Clebson Ferreira de Paula Vieira, servidor que teria elaborado planilhas que supostamente foram utilizadas por Anderson Torres para mapear a movimentação de eleitores no segundo turno das eleições de 2022;
Adiel Pereira Alcântara, ex-coordenador de inteligência da Polícia Rodoviária Federal, que teria atuado para dificultar o deslocamento de eleitores nas eleições de 2022;
Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército;
Carlos de Almeida Baptista Júnior, ex-comandante da Aeronáutica.

Na sexta (16), a PGR dispensou o governador Ibaneis Rocha de depor nesta segunda.

Ibaneis deve ser ouvido em outra data, porque segue como testemunha do ex-ministro Anderson Torres, que ocupava o cargo de secretário de Segurança Pública do DF à época dos ataques do 8 de janeiro de 2023.
Mais dias e mais depoimentos

Na quinta-feira (22), serão ouvidas as testemunhas listadas por Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro. Cid, que também é réu na ação, fechou acordo de delação premiada com as autoridades.

Entre os convocados, está o ex-comandante do Exército general Júlio Cesar de Arruda, que estava à frente da instituição no dia 8 de janeiro; e o ex-assessor de Bolsonaro Luís Marcos dos Reis.

A partir de sexta-feira (23), estão marcados os depoimentos das testemunhas de Alexandre Ramagem e do general Braga Netto:Carlos Afonso Gonçalves Gomes Coelho, delegado e investigado no caso da Abin paralela;
Frank Márcio de Oliveira, ex-diretor-adjunto da Abin;
Rolando Alexandre de Souza, ex-diretor-geral da Polícia Federal;
Alexandre de Oliveira Pasiani, ex-diretor do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Segurança das Comunicações (Cepesc);
Waldo Manuel de Oliveira Aires, coronel do Exército.

Entre 30 de maio e 2 de junho, serão ouvidas testemunhas indicadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, entre as quais estão:Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo;
Amauri Feres Saad, advogado;
Gilson Machado, ex-ministro do Turismo;
Ricardo Peixoto Camarinha, médico cardiologista que acompanhou Bolsonaro;
Giuseppe Dutra Janino, ex-secretário de Tecnologia do TSE;
Eduardo Pazuello (PL-RJ), deputado e ex-ministro da Saúde;
Rogério Marinho (PL-RN), senador.
Denúncia

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao STF uma denúncia, em 26 de março, contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 33 pessoas por golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.

De acordo com a PGR, a organização tinha como líderes o então presidente da República Jair Bolsonaro e seu então candidato a vice-presidente, Braga Netto.

Segundo a denúncia, aliados a outras pessoas, entre civis e militares, eles tentaram impedir de forma coordenada que o resultado das eleições presidenciais de 2022 fosse cumprido.

Os acusados foram divididos em núcleos pela PGR. Bolsonaro e Mauro Cid integram o chamado núcleo crucial do golpe. Além deles, também integram o grupo:Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin;
Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;
Augusto Heleno, ex-ministro do GSI;
Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;
Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro.

*Fonte: G1

05 março 2025

Bolsonaro tem até esta quinta (6) para apresentar defesa no processo sobre tentativa de golpe

Termina nesta quinta-feira (6) o prazo para que os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifestem junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) no processo sobre a tentativa de golpe de estado. A defesa do ex-presidente chegou a solicitar uma ampliação do prazo, mas o pedido foi negado.

Em entrevista ao blog de Daniela Lima, do G1, o advogado Celso Villardi confirmou que o prazo será respeitado e a defesa será apresentada nesta quinta-feira.

Bolsonaro foi apontado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como líder de uma organização criminosa que teria atuado para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como presidente.

O ex-presidente foi enquadrado, junto a outras 33 outras pessoas, incluindo ex-ministros e militares, nos crimes de organização criminosa, golpe de Estado, dano qualificado e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.

A PGR, com base em relatório elaborado pela Polícia Federal, afirma que o ex-presidente “planejou, atuou e teve domínio de forma direta e efetiva” na articulação golpista.

Um dia depois da apresentação da denúncia, Moraes abriu prazo para que os envolvidos rebatessem as conclusões do procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco. Além disso, retirou o sigilo da colaboração premiada firmada pelo tenente-coronel Mauro Cid com a PF, na qual ele relata detalhes sobre o plano golpista e implica diretamente seu ex-chefe.

*Fonte:
G1

28 fevereiro 2025

Trump e Zelensk batem boca em tentativa de negociação de paz entre Ucrânia e Rússia: “Pare a guerra, você não tem tropas”

Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, bateram boca no Salão Oval da Casa Branca nesta sexta-feira (28), durante um encontro que foi incialmente costurado para se discutir a mineração de terras raras em território ucraniano e o futuro do país na guerra com a Rússia.

Recentemente, Zelensky reclamou da exclusão da Ucrânia das conversas e tomadas de decisões, até aqui dirigidas pelos EUA e Rússia. No encontro dessa sexta, Trump criticou o presidente ucraniano por essa postura.

“Seu país está em grandes apuros, sei que você não está vencendo”, disse o presidente norte-americano à seu homólogo. “Você não está em posição de nos ditar. Estamos tentando resolver esse problema”.

Trump afirmou também que Zelensky agiu de forma desrespeitosa na Casa Branca e sugeriu que ele é culpado pela invasão russa, ao afirmar que “se permitiu ficar em uma situação ruim”. “Podemos ter um acordo ou a gente sair dessa. Você não está com as cartas. Faça um acordo ou estamos fora”. A reunião terminou sem que o acordo fosse assinado.

O acordo
A Ucrânia é um campo onde é possível fazer a mineração de terras raras, que costumam ser utuilizadas em áreas como energia limpa, tecnologia e medicina nuclear. Inicialmente, Trump queria explorar cerca de 500 bilhões de dólares dos recursos. A proposta não foi aceita por Zelensky.

No encontro, o presidente norte-americano revelou que pretende usar os minerais em áreas ligadas à inteligência artificial e militar.

Mesmo antes de assumir a Casa Branca, o novo presidente norte-americano já havia demonstrado insatisfação com os bilhões de dólares enviados para o país de Zelensky nos últimos três anos.

Da redação do Mais Goiás

27 fevereiro 2025

[VÍDEO] Lula explica saída de Nísia da Saúde: ‘Estou precisando de mais agressividade no governo’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta quinta (27), que a decisão de substituir Nísia Trindade no Ministério da Saúde por Alexandre Padilha se deu porque ele precisa de “mais agressividade na política do governo”. O presidente fez a declaração em entrevista ao Balanço Geral, da TV Record.

“A Nísia era uma companheira da mais alta qualidade, minha amiga pessoal, mas eu estou precisando de um pouco mais de agressividade na política que o governo tem que aplicar, mais agilidade, mais rapidez, e por isso estou fazendo algumas trocas. Eu espero que depois do Carnaval eu conclua o que eu tenho que mudar, porque não é só escolher quem você tira, mas quem vai entrar. Se você coloca um jogador que vai jogar menos do que quem saiu, você errou”, falou.
O petista evitou dizer quem ficará na Secretaria de Relações Institucionais, que hoje é ocupada por Padilha, mas disse que o nome já está definido. Lula afirmou que esse tipo de mudança é “difícil”, mas que ele tem direito de fazer as trocas.

“À medida em que eu chamei alguém para ser ministro, eu tenho direito de trocar. É o momento mais difícil de um governo. Eu aprendi uma coisa: você nunca chame para o governo quem você não pode tirar, porque se você chama alguém que você não pode tirar, você vê um técnico que tem um jogador famoso que sai com a cara emburrada, chutando a grama, quando ele deveria sair alegre porque é um companheiro dele que vai entrar”, destacou.

Lula decidiu demitir Nísia na última terça-feira (25), após se reunir com a ministra e com Padilha. A mudança só será oficializada em 10 de março, quando ocorrerá a posse de Padilha na pasta. As equipes dos dois começaram a fazer reuniões de transição entre as equipes nesta quinta e o processo deve ser concluído antes do Carnaval.

*98 FM de Natal

25 fevereiro 2025

ÁLVARO DIAS DECLARA QUE É PRÉ--CANDIDATO AO GOVERNO DO RN

Que Rogério Marinho ou Allyson Bezerra que nada.
O ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, declarou no final da manhã de terça-feira (25) pré-carnaval, "pela primeira vez", que será candidato a governador.
Disse que quer fazer pelo Rio Grande do Norte o que fez por Natal.
A declaração foi na rádio Olho d'Água, de São José de Mipibu, em entrevista a Rudimar Ramon.

24 fevereiro 2025

Jean Paul critica “caciquismo” de Fátima por pré-candidatura de Cadu Xavier e pede “respeito” a Walter e Ezequiel

O ex-senador e ex-presidente da Petrobras Jean Paul Prates criticou nesta segunda-feira (24) as recentes movimentações em torno do lançamento da pré-candidatura do secretário estadual de Fazenda, Cadu Xavier, ao Governo do Rio Grande do Norte em 2026. Segundo Jean, a possível candidatura de Cadu à sucessão da governadora Fátima Bezerra não foi discutida internamente no PT.

“Essas coisas têm que ser decididas – num partido democrático como se supõe ser o PT – com as bases, com as pessoas discutindo. Eu me surpreendi. Viajei uma semana, voltei e tem um candidato do governo. Eu adoro Cadu. É botafoguense que nem eu. A gente é companheiro, é chapa, a gente fala, conversa. Mas eu não entendi qual foi a intenção do ‘entourage’ ali. Não sei de quem, dos estrategistas, sei lá de onde, porque não são do PT. Eu não soube de nenhuma reunião do PT que tenha decidido pela candidatura de uma pessoa do PT”, afirmou Cadu, em entrevista à rádio Cidade.

Nos últimos dias, Cadu passou a se apresentar como pré-candidato a governador e tem participado de agendas ao lado de Fátima Bezerra. Ele também passou a ter o nome defendido por nomes relevantes do partido, como os deputados estaduais Divaneide Basílio, Francisco do PT e Isolda Dantas.

O ex-senador criticou o que chamou de “caciquismo” dentro do PT, em referência à tomada de decisões no partido sem discussão interna. Ele lembrou das eleições de 2022, quando o PT decidiu apoiar o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo na disputa ao Senado. Na época, Jean era senador e foi impedido de disputar a reeleição. Segundo ele, a decisão foi uma imposição de Fátima e seu grupo.

“Em tese, haveria a possibilidade, e praticamente uma regra consuetudinária do PT, que quem está no seu cargo e está exercendo bem o cargo tivesse o direito de disputá-lo. Mas houve um entendimento de trazer o Carlos Eduardo para a chapa de Fátima – mesmo que soasse completamente estapafúrdio, porque ele tinha acabado de ser candidato contra ela, e com debates bastante acalorados e declarações bastante ruins sobre o Partido dos Trabalhadores, e apoiado Bolsonaro – para simplesmente a eleição ficar mais fácil”, afirmou Jean Paul.

Sobre 2026, Jean Paul Prates pediu ainda “respeito” a dois aliados do PT: o vice-governador Walter Alves (MDB) e o deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa. Os dois são normalmente citados como possíveis sucessores de Fátima Bezerra, especialmente Walter, que pode assumir o governo em abril de 2026, caso a governadora renuncie para ficar apta a disputar o Senado.

“Isso tem que ser discutido, principalmente pelo respeito que se tem que ter aos aliados, que foram aliados até agora, mesmo nas maiores dificuldades, Walter Alves e Ezequiel Ferreira, e que são nada menos do que vice-governador e presidente da Assembleia, respectivamente. Será que eles acharam legal isso, lançar um candidato do nada assim, fazer esse balão de ensaio?”, questionou.

*98 FM de Natal

20 fevereiro 2025

Bolsonaro tinha discurso pós-golpe pronto, diz PGR

A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que um documento encontrado na sala do ex-presidente Jair Bolsonaro, na sede do Partido Liberal (PL), consiste no discurso que o ex-presidente faria logo após o golpe de Estado tramado para impedir a transição de governo. O mesmo documento foi encontrado no celular do ex-ajudante de Ordens da Presidência da República tenente-coronel Mauro Cid.

“O discurso encontrado na sala de Jair Messias Bolsonaro reforça o domínio que este possuía sobre as ações da organização criminosa, especialmente sobre qual seria o desfecho dos planos traçados – a sua permanência autoritária no poder, mediante o uso da força”, justifica o procurador-geral, Paulo Gonet.

O texto do suposto discurso pós-golpe justifica o decreto de Estado de Sítio e o da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que seriam editados por Bolsonaro. O documento, atribuído pela PGR ao ex-presidente, defende que algumas decisões judiciais devem ser consideradas ilegítimas.

“Devemos considerar que a legalidade nem sempre é suficiente: por vezes a norma jurídica ou a decisão judicial são legais, mas ilegítimas por se revelarem injustas na prática. Isso ocorre, quase sempre, em razão da falta de constitucionalidade, notadamente pela ausência de zelo à moralidade institucional na conformação com o ato praticado”, diz o texto encontrado na sala de Bolsonaro.

Na noite desta terça-feira (18), a PGR denunciou o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 33 pessoas ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. A acusação também envolve outros militares, entre eles, o ex-ministro da Casa Civil e da Defesa Braga Netto e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Discurso

No discurso de quatro páginas, o ex-presidente argumenta que o “Princípio da Moralidade Institucional” teria sido violado por decisões de tribunais superiores. O texto também defende que o ministro Alexandre de Moraes não poderia presidir o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de criticar decisões do TSE.

“Todas estas supostas normas e decisões são ilegítimas, ainda que sejam aparentemente legais e/ou supostamente constitucionais”, diz o documento, acrescentando que tais decisões, como a que rejeitou ação do PL contra o resultado das urnas, “colocam em evidência a necessidade de restauração da segurança jurídica e de defesa às liberdades em nosso país”.

O suposto discurso pós-golpe cita decisões do STF e conclui pela necessidade de um estado de sítio. “Diante de todo o exposto e para assegurar a necessária restauração do Estado Democrático de Direito no Brasil, jogando de forma incondicional dentro das quatro linhas, com base em disposições expressas da Constituição Federal de 1988, declaro Estado de Sítio; e, como ato contínuo, decreto Operação de Garantia da Lei e da Ordem”.

Operação 142

Outro documento apreendido na sede do PL, na mesa de assessor do general Walter Braga Netto, também denunciado pela PGR por tentativa de golpe de Estado, revela medidas que a suposta organização criminosa tomaria para consolidar o poder.

Com o título de Operação 142, em referência ao artigo 142 da Constituição, que disciplina o uso das Forças Armadas para garantia da lei e da ordem, o documento previa uma série de medidas para o golpe de Estado.

“O plano também previa ações claramente voltadas à restrição de exercício das instituições democráticas, como ‘Anulação das eleições’, ‘Prorrogação dos mandatos’, ‘Substituição de todo TSE’ e ‘Preparação de novas eleições’”, sustenta a PGR.

No tópico “Linhas de esforço”, o arquivo propunha ações de interrupção do processo de transição de governo; mobilização de juristas e formadores de opinião; e enquadramento jurídico do decreto 142.

Segundo Gonet, o documento deixa “evidente o escopo do grupo de depor o governo legitimamente eleito e permanecer no poder de forma autoritária”.

“Esse objetivo chegou a ser declarado de forma expressa ao final do documento: ‘Lula não sobe a rampa’”, acrescentou o PGR.

Defesas

Em nota, a defesa do ex-presidente informou ter ficado “estarrecida e indignada com a denúncia” apresentada nesta terça-feira. Assinada pelo advogado Paulo Cunha Bueno, a nota afirma que Bolsonaro “jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do Estado Democrático de Direito ou as instituições que o pavimentam”.

A defesa de Braga Netto afirmou que a denúncia é “fantasiosa” e “não apaga a sua história ilibada de mais de 40 anos de serviços ao Exército brasileiro”.

“O general Braga Betto está preso há mais de 60 dias e ainda não teve amplo acesso aos autos, encontra-se preso em razão de uma delação premiada que não lhe foi permitido conhecer e contraditar”, diz a defesa.

Nesta quarta-feira (19), o ministro Alexandre de Moraes levantou o sigilo da delação de Mauro Cid.

Os advogados do general, José Luis Oliveira Lima e Rodrigo Dall’Acqua, dizem ainda confiar que Braga Netto será inocentado. “A defesa confia na Corte, que o STF irá colocar essa malfadada investigação nos trilhos”, afirmaram.

*Fonte: Agência Brasil

19 fevereiro 2025

Provas colocam Bolsonaro como líder de organização que queria assassinar Lula, diz Natália Bonavides

Através de suas redes sociais, a deputada federal Natália Bonavides (PT) falou, nesta quarta-feira (19), sobre a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acusado dos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.

A parlamentar afirmou que as provas confirmam Bolsonaro como o líder de uma organização criminosa, cujo principal objetivo era matar lula e tomar o poder. Para ela, as revelações da denúncia anulam qualquer possibilidade de anistia.

“As revelações da denúncia feita contra Bolsonaro anulam qualquer possibilidade de algum tipo de anistia. As provas são contundentes e colocam o inelegível como líder de uma organização criminosa que tinha como principal objetivo assassinar Lula e tomar o poder! #SemAnistia”

Veja o post abaixo:
A denúncia

Como repercutido pela 98 FM, a PGR denunciou Bolsonaro e outras 33 pessoas pelos crimes citados no início desta matéria. A acusação também envolve outros militares, entre eles Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

As acusações da procuradoria estão baseadas no inquérito da Polícia Federal (PF) que indiciou, em novembro do ano passado, o ex-presidente no âmbito do chamado inquérito do golpe, cujas investigações concluíram pela existência de uma trama golpista para impedir o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A denúncia será julgada pela Primeira Turma do Supremo, colegiado composto pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

*98 FM de Natal

Girão critica denúncia da PGR contra Bolsonaro: “Ação inescrupulosa e fantasiosa”

Em publicação nas redes sociais, o deputado federal General Girão (PL-RN) criticou a denúncia dos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa realizada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com ele, a ação é “inescrupulosa e fantasiosa”, com o objetivo de impedir a participação de Bolsonaro na corrida presidencial de 2026.

“Tudo não passa de mais uma ação inescrupulosa e sobretudo fantasiosa para impedir que Jair Bolsonaro possa concorrer à presidência em 2026. Enquanto lutamos para que prevaleça a verdade, o governo Lula celebra o momentâneo alívio endossado por mais uma narrativa mirabolante. A verdade há de prevalecer!” disse.

O parlamentar afirmou que a denúncia funciona como uma cortina de fumaça para mascarar os problemas econômicos e de gestões públicas no país. Girão também relacionou a investigação com o momento político do presidente Lula, declarando a ação também contribui para afastar o foco das pessoas desta situação.

Veja a fala abaixo:
A denúncia

Como repercutido pela 98 FM, a PGR denunciou Bolsonaro e outras 33 pessoas pelos crimes citados no início desta matéria. A acusação também envolve outros militares, entre eles Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

As acusações da procuradoria estão baseadas no inquérito da Polícia Federal (PF) que indiciou, em novembro do ano passado, o ex-presidente no âmbito do chamado inquérito do golpe, cujas investigações concluíram pela existência de uma trama golpista para impedir o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A denúncia será julgada pela Primeira Turma do Supremo, colegiado composto pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

*98 FM de Natal

PGR denuncia Bolsonaro e mais 33 por tentativa de golpe de Estado; grupo é acusado de “trama conspiratória armada”

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta terça-feira (18) o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 33 pessoas ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. A acusação também envolve outros militares, entre eles Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

As acusações da procuradoria estão baseadas no inquérito da Polícia Federal (PF) que indiciou, em novembro do ano passado, o ex-presidente no âmbito do chamado inquérito do golpe, cujas investigações concluíram pela existência de uma trama golpista para impedir o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A denúncia será julgada pela Primeira Turma do Supremo, colegiado composto pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

Se a maioria dos ministros aceitar a denúncia, Bolsonaro e os outros acusados viram réus e passam a responder a uma ação penal no STF.

Pelo regimento interno da Corte, cabe às duas turmas do Tribunal julgar ações penais. Como o relator faz parte da Primeira Turma, a acusação será julgada pelo colegiado.

A data do julgamento ainda não foi definida. Considerando os trâmites legais, o caso pode ser julgado ainda neste primeiro semestre de 2025.
Conspiração

Na parte sobre Bolsonaro, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que o ex-presidente e o general Braga Netto, ex-ministro e vice na chapa com Bolsonaro – derrotada nas eleições de 2022, exerceram papel de liderança para realização de uma “trama conspiratória armada e executada contra as instituições democráticas”.

A organização tinha por líderes o próprio presidente da República e o seu candidato a vice-presidente, o general Braga Neto. Ambos aceitaram, estimularam, e realizaram atos tipificados na legislação penal de atentado contra o bem jurídico da existência e Independência dos poderes e do Estado de Direito democrático”, afirmou Gonet.

Gonet diz que a denúncia contra Bolsonaro narra os fatos cometidos por uma “organização criminosa estruturada” para impedir a concretização da vontade popular demonstrada com o resultado das eleições de 2022, quando Lula foi eleito presidente.

O presidente da República [ Bolsonaro] adotou crescente tom de ruptura com a normalidade institucional nos seus repetidos pronunciamentos públicos em que se mostrava descontente com decisões de tribunais superiores e com o sistema eleitoral eletrônico em vigor. Essa escalada ganhou impulso mais notável quando Luiz Inácio Lula da Silva, visto como o mais forte contendor na disputa eleitoral de 2022, tornou-se elegível, em virtude da anulação de condenações criminais”, afirmou.

*Fonte: Agência Brasil/98 FM de Natal

17 fevereiro 2025

Rogério Marinho encontra frieza no Seridó e sofre com falta de carisma

A recente passagem do senador Rogério Marinho pela Região do Seridó continua repercutindo no cenário político local, mas de forma negativa. Para muitos que acompanham de perto as movimentações eleitorais, o evento deixou claro que Rogério enfrenta dificuldades para conquistar apoios sólidos à sua candidatura ao governo do Rio Grande do Norte em 2026.

Os poucos líderes que estiveram com ele não declararam apoio formal, reforçando a ideia de que sua presença na região não gerou entusiasmo. Além disso, Rogério é visto por muitos como uma figura prepotente e arrogante, dificultando alianças e o convívio político. Aqueles que ainda se reuniram com ele o fizeram mais por interesse em emendas parlamentares do que por afinidade política. A falta de carisma do senador se torna, assim, um dos principais entraves para seu crescimento na corrida eleitoral.

*O Xerife

07 fevereiro 2025

Bolsonaro defende fim da Lei da Ficha Limpa: é utilizada para perseguir a direita

FICHA LIMPA
: O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, em um vídeo publicado em suas redes sociais, que a Lei da Ficha Limpa é utilizada atualmente para perseguir nomes da direita e defendeu o fim da normatização.
“Quero acabar com a Lei da Ficha Limpa”, afirmou Bolsonaro, ao lembrar que “lá atrás” votou favoravelmente ao projeto. Ele argumentou que, após a ex-presidente Dilma Rousseff ter sido cassada pelo Congresso, ao final, “resolveram fazer uma gambiarra permitindo que ela pudesse continuar com os seus direitos políticos”.
Também citou o caso do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e considerou que as condenações em “segunda e terceira instância, que fariam com que ele [Lula] continuasse inelegível, foram para o espaço”.
Bolsonaro minimizou as duas sentenças que, em 2023, o tonaram inelegível por oito anos. “Jair Bolsonaro, qual o crime? Reunir-se com embaixadores? Após o desfile, ocupar um carro de som e fazer um pronunciamento? Abuso de poder político e abuso de poder econômico?”, disse. “Ou seja, a Lei da Ficha Limpa hoje em dia serve apenas para uma coisa: para que se persiga os políticos de direita”, acrescentou.

*Tribuna do Norte