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sexta-feira, 22 de maio de 2020

Comitê Científico do Nordeste sugere lockdown em Natal e Mossoró

O comitê de cientistas do Consórcio Nordeste, que envolve os nove estados da região, sugeriu a implantação do lockdown - que engloba medidas mais restritivas à circulação de pessoas - em Natal e Mossoró, as duas maiores cidades do Rio Grande do Norte, por causa do avanço do novo coronavírus. O parecer está em um boletim publicado nesta quinta-feira (21) e também abrange outras capitais e cidades nordestinas.
"O Comitê Científico se sente na obrigação profissional de alertar que em vários estados, capitais emunicípios específicos da região Nordeste, todos oscritérios (curva ascendente de casos e óbitos e ocupação de leitos de UTIs e/ou enfermarias superior a 80%) para adoção do isolamento mais restritivo (conhecido pelo termo em inglês lockdown), aprovados e publicados por este Comitê, já foram preenchidos. Portanto, a partir de hoje estas localidades podem ter que utilizar esta medida paradiminuir as curvas de expansão da pandemia eevitar uma velocidade aindamaior nonúmero deóbitos", afirma o relatório.

Entenda o que é lockdown
Além das cidades potiguares, os cientistas listaram JoãoPessoa eCampinaGrande, na Paraíba, além de Arapiraca e SãoMiguel dos Campos, em Alagoas; e Salvador. Foi levada em conta principalmente a ocupação dos leitos para atendimento a pacientes de coronavírus. "Esta é uma recomendação científica paraos governadores eprefeitosdosestados e cidades supracitados, cabendo a esses gestores decidir pela sua implementação ou não", aponta o parecer.
Na manhã desta sexta-feira (22), por volta das 8h50, a taxa de ocupação de leitos de UTI estava em 97,5% na região metropolitana de Natal e 87% em Mossoró, sendo que havia mais de 70 pessoas na fila de espera por leitos. Do total, 13 eram prioridade 1, ou seja, estavam em situação mais grave. 

O Rio Grande do Norte está há uma semana sem representante no comitê de cientistas do Nordeste, desde a saída de Ricardo Valentim, coordenador do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais) da UFRN, por divergências com o comitê, inclusive ser contrário à implantação de lockdown. Valentim continua integrando um comitê estadual. Os pesquisadores recomendaram ainda o aumento de testes para coronavírus e para dengue, considerando que o aumento dos casos dessa doença também deverá contribuir para a sobrecarga dos sistemas de saúde da região Nordeste nas próximas semanas.
“No que tange ao Coronavírus, o Brasil continua sendo um dos países do G20 que menos testa sua população sua população. Sem o uso de testes confiáveis, o combate à pandemia fica extremamente prejudicado”, afirmaram.
O documento sugeriu a criação de "brigadas emergências de saúde", formadas por médicos, enfermeiros e agentes de saúde para "combater" a epidemia nas casas das pessoas, nos bairros e periferias das cidades. Também se posicionou contrário ao uso da hidroxicloroquina no tratamento aos pacientes da Covid-19. "Renovamos, também, a nossa recomendação anterior de que os governosestaduais incluam em seus decretos a necessidade de recrutar médicos brasileiros diplomados noexterior, através dacriação de programas estaduais de revalidação de diplomas, comofaculta alei, seguindo o exemplo do Maranhão".


*Do G1 RN

sábado, 16 de maio de 2020

APODI-RN: DISQUE DENÚNCIA NO COMBATE AO CORONAVÍRUS

Seja vigilante você também! Fique atento aos locais e às pessoas que estão descumprindo o decreto municipal e faça sua denúncia!

terça-feira, 12 de maio de 2020

Bolsonaro inclui academias e salões de beleza em lista de atividades essenciais

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (11) em Brasília que incluiu academias e salões de beleza na lista de atividades essenciais — ou seja, aquelas que podem funcionar durante a pandemia do novo coronavírus, desde que seguindo as recomendações do Ministério da Saúde. O decreto foi publicado no Diário Oficial da União no começo da noite.

“Eu coloquei hoje, porque saúde é vida. Academias, salão de beleza, cabeleireiro também. Porque isso aí é higiene, é vida”, disse. “Essas três categorias juntas, dá mais de 1 milhão de empregos.” Segundo Bolsonaro, o governo vai aguardar “o que acontece nessas de hoje” para decidir sobre uma eventual ampliação da lista de atividades essenciais.

Este é o terceiro decreto que Bolsonaro edita para ampliar as chamadas atividades essenciais. Depois do texto original, que incluiu serviços como supermercados, farmácias e serviços de saúde, produção e transmissão de energia e combustível, entre outros, Bolsonaro editou no final de março um decreto colocando igrejas e lotéricas como atividades essenciais.

Na semana passada, durante encontro com empresários, o presidente assinou um novo decreto liberando também como essenciais a produção industrial e a construção civil e avisou que outros viriam.

Embora o governo federal tenha a prerrogativa de estabelecer essa lista, o STF (Supremo Tribunal Federal) deu aos estados e municípios autonomia para decidir quais serviços podem funcionar em suas localidades durante o cumprimento da quarentena.

Sem consulta

O ministro da Saúde, Nelson Teich, disse que sua área não foi consultada sobre a decisão do presidente de ampliar o número de atividades essenciais, mas disse que a pasta pode contribuir com a elaboração de maneiras de se proteger as pessoas.

Teich se mostrou surpreso, em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, ao ser questionado sobre a decisão do presidente de incluir as novas atividades como essenciais, mas afirmou que “qualquer coisa decidida pode ser revista”. “Hoje existe um diálogo que permite que a gente se posicione se for necessário”, afirmou.

O ministro acrescentou que a retomada de atividades pode acontecer caso seja criado um fluxo que impeça a contaminação das pessoas. Veja mais AQUI.

*CNN BRASIL/Jair Sampaio

sábado, 2 de maio de 2020

PAU DOS FERROS-RN: Apesar do uso de máscaras, muita gente na feira livre desrespeitando as recomendações de distanciamento social

O Blog do BG recebeu imagens da feira livre na cidade de Pau dos Ferros na manhã deste sábado (2). Muitas pessoas frequentando a feira, algumas delas utilizando máscaras, mas ainda assim provocando aglomeração e desrespeitando recomendações de distanciamento social em tempos de pandemia.

terça-feira, 21 de abril de 2020

Governo quer comprar 46 milhões de testes para coronavírus, diz ministro da Saúde

O novo ministro da Saúde, Nelson Teich, anunciou nesta segunda-feira (20) que o governo federal aumentou para 46 milhões a previsão de compras de testes para detectar o novo coronavírus. Testagem em massa vai possibilitar rever distanciamento social. O Ministério esperava anteriormente comprar 24 milhões de testes.

Teich afirmou que a maior testagem vai possibilitar rever as políticas de distanciamento social. A questão do distanciamento social era um dos pontos de atrito entre o presidente Jair Bolsonaro, defensor do relaxamento, e o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta.

“Isso é muito importante para o nosso processo que está sendo desenhado, de usar os testes para melhor entender a doença, a evolução e fazer um planejamento, um projeto, que já está sendo feito, para a revisão do distanciamento social”, disse o ministro em vídeo divulgado pelo ministério.

O ministro afirmou que a nova previsão de aquisição de equipamentos vai servir para colocar em prática a testagem em massa da população. Teich, no entanto, disse que testar em massa não significa aplicar os exames em todos os brasileiros.

“Só para a gente criar uma analogia em relação ao teste de massa, ele é a mesma coisa que acontece quando você faz uma pesquisa de opinião, que você define qual é a amostra ideal da sociedade que você vai usar, para que ela reflita essa sociedade, para que você entenda o que está acontecendo, para que você possa tomar sua decisão, desenhar sua política e desenhar suas ações da forma mais segura e organizada possível”, afirmou.

O Ministério também fechou hoje um contrato para o processamento de testes, com a capacidade de 30 mil por dia. O ministro afirmou que o contrato prevê um total de 3 milhões de testes.

Em uma outra frente, também foi anunciada a aquisição de 3.300 respiradores mecânicos para doentes da Covid-19. Desse total, 1.500 equipamentos serão entregues no próximo mês. O ministro afirmou que a compra dos equipamentos terá um custo de R$ 78 milhões.

“A gente está atuando em três braços que são fundamentais”, afirmou o ministro. “Um: entender melhor a doença, fazer o diagnóstico, entender a evolução. A segunda coisa: preparar a infraestrutura para o tratamento, para que, nesse tempo em que a gente está afastado, vai ser usado para melhorar, preparar para o cuidado. E o terceiro, com essa preparação, desenhar esse programa de saída progressiva, estruturada e planejada do distanciamento social”, afirmou.

*FolhaPress/G1/JBelmont

sexta-feira, 10 de abril de 2020

A POLÍTICA ESTÁ CADA VEZ MAIS DISTANTE DA CREDIBILIDADE

Meus amigos e minhas amigas. Observando o comportamentos dos nossos representantes, confesso que me decepsiono cada vez mais da classe política, daqueles que foram escolhos pelo próprio povo, mas não sabem ter postura e nem palavra.
Diante do maior problema que o Brasil e o mundo enfrenta, a 'pandemia' provocada pelo Novo Coronavírus (Covid-19) os nossos representantes não têm palavra e não sabem respeitar a população. 
A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda o isolamento social, o presidente da república diz que não, o ministro da saúde diz para o povo f icar em casa e recebe ameaças de demissão. Os governos baixam decretos para suspender feiras e evitar aglomeração de pessoas, os prefeitos não obedecem aos decretos e o povo fica perdido no meio de um tiroteio de governantes que estão pensando somente em questões políticas. Isso é uma vergonha! 
Presidente, governadores, prefeitos, vereadores e médicos vocês precisam ter união, tomar uma posição e terem uma só palavra.