A cidade de Mossoró contabilizou, na tarde deste domingo 15 de fevereiro, o décimo terceiro homicídio do ano de 2026. O crime foi registrado por volta das 14h30min, na Rua José Malaquias, na região conhecida como Favela do Fio.
A vítima, identificada como, Alexsander Maia Campelo Batista, de 18 anos. Ele foi morto a tiros enquanto trafegava em uma motocicleta. que havia pego emprestada minutos antes de ser baleado e morto.
As circunstâncias do ataque ainda são desconhecidas, e não há informações oficiais sobre a motivação do crime. Uma mulher (identidade preservada) chegou ao local do crime e conversou com a Polícia Civil. Ela disse que o jovem o qual ela não conhecia, se aproximou dela e pediu a moto para comprar cervejas em determinado local e que a devolveria o veículo logo logo.
Ela temendo ser um assalto, entregou a moto, mas logo ficou sabendo por amigas que a moto dela estava na cena de um crime. O delegado Renato Oliveira disse que o argumento dela foi convincente e determinou a liberação da moto.
Policiais da Polícia Militar do Rio Grande do Norte estiveram no local realizando o isolamento da área e preservando a cena, até a chegada das equipes da Polícia Científica do Rio Grande do Norte e da delegacia de plantão, que ficaram responsáveis pelos procedimentos periciais e início das investigações.
O corpo foi removido após os trabalhos técnicos, e o caso será apurado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A população pode colaborar com as investigações repassando informações de forma anônima às autoridades.
*Fim da Linha
Comerciantes do município de Apodi estão em estado de alerta após o registro da circulação de cédulas falsas de R$ 200 no comércio local nesse período de carnaval.
Segundo relato de um empresário da cidade, que pediu para não ter o nome divulgado por medo de represálias, três notas de R$ 200 foram recebidas em seu estabelecimento.
Ao tentar realizar o depósito em um caixa eletrônico de uma agência bancária, as cédulas foram automaticamente devolvidas pelo equipamento, levantando a suspeita de falsificação.
Ainda de acordo com o comerciante, diante da situação, ele procurou a gerência da agência para comunicar o ocorrido e receber orientações sobre os procedimentos cabíveis. O pedido de anonimato ocorre em meio ao clima de insegurança que tem preocupado moradores e empresários do município.
O caso serve de alerta para que outros comerciantes redobrem a atenção ao receber cédulas de alto valor e comuniquem imediatamente qualquer suspeita às autoridades competentes.
*Fim da Linha
Foto: Reprodução
Um homem foi detido na manhã do último sábado (14), em Areia Branca, no litoral norte do Rio Grande do Norte, após tentar comercializar drogas a policiais militares da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam) que estavam fora de serviço. O caso foi divulgado pelo perfil @rocaniano14, no Instagram.De acordo com a publicação, os agentes estavam em horário de descanso após o plantão de Carnaval na noite anterior quando foram abordados pelo suspeito. Sem saber que se tratava de policiais, ele teria oferecido maconha pelo valor de R$ 40.Diante da situação, os militares realizaram a abordagem e deram voz de prisão ao homem. Com ele, foi encontrada uma faca peixeira na cintura. Após ser contido, o suspeito foi encaminhado à Delegacia Civil para os procedimentos cabíveis.
*98 FM de Natal
Aeroportos de todo o Brasil estão priorizando a Carteira de Identidade Nacional (CIN) como documento de identificação no embarque de passageiros. O novo modelo utiliza o CPF como número único, o que facilita a conferência de dados e aumenta a segurança.
Embora a CIN ainda não seja obrigatória para embarque, autoridades e companhias aéreas recomendam que passageiros atualizem sua documentação, principalmente diante de restrições envolvendo o uso do RG antigo.
RG com mais de 10 anos pode ser recusado
Em alguns locais, documentos de identidade muito antigos, especialmente com mais de 10 anos de emissão ou em mau estado de conservação, podem não ser aceitos como forma válida de identificação.
A restrição ocorre porque, com o passar do tempo, a foto pode não corresponder mais à aparência atual do titular, dificultando a conferência e abrindo margem para fraudes.
Nos aeroportos, o embarque em voos domésticos exige documento oficial com foto. Embora o RG tradicional ainda seja aceito, versões muito antigas podem ser questionadas ou recusadas durante o check-in ou no portão de embarque.
Quais documentos são aceitos para embarque
Segundo orientações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), seguem válidos para voos nacionais:
- RG ou CIN (em bom estado)
- CNH (física ou digital)
- Passaporte
- Carteira de trabalho
- Documentos oficiais digitais reconhecidos
- Transição até 2032
- O governo federal estabeleceu prazo até 2032 para que o modelo antigo de RG seja substituído gradualmente pela CIN em todo o território nacional.
A recomendação é que cidadãos que ainda possuem documentos muito antigos procurem os órgãos responsáveis em seus estados para emitir a nova carteira e evitar transtornos em viagens e atendimentos.
*Difusora de Mossoró
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) destinou, em janeiro, R$ 8,8 milhões ao pagamento de agricultores familiares que comercializaram a sua produção por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
A iniciativa do Governo do Brasil compra alimentos produzidos pela agricultura familiar e doa os itens para organizações das redes socioassistencial, públicas e filantrópicas de ensino, saúde e justiça que atendem pessoas em situação de insegurança alimentar.
Ao todo, neste mês, 2.715 agricultores e agricultoras familiares de diferentes regiões do país venderam a sua produção para o programa, que promove o acesso à alimentação saudável e incentiva a produção da agricultura familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs), fortalecendo culturas e hábitos alimentares locais.
O repasse aos agricultores ocorre por meio da modalidade Compra com Doação Simultânea, executada pelo MDS, por meio de Termos de Adesão com governos estaduais e municipais. O PAA conta ainda com outras quatro modalidades: PAA Leite, Compra Direta, Formação de Estoque e Compra Institucional, sendo as duas últimas de responsabilidade do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).
A maior parte do recurso pago pelo MDS em janeiro para o PAA foi destinada a agricultores e agricultoras dos estados do Pará, com R$ 1.347.564,82; Paraíba, com R$ 1.205.289,24; Maranhão, com R$ 889.843,86; e Bahia, com R$ 696.289,83.
Sobre o PAA
Com mais de 20 anos de existência, o PAA foi criado inicialmente pelo art. 19 da Lei nº 10.696/2003 , reinstituído pela Lei nº 14.628, de 20 de julho de 2023 e regulamentado pelo Decreto nº 11.802, de 28 de novembro de 2023 . Trata-se de um programa estratégico para o país, tanto no combate à fome quanto na promoção da segurança alimentar e nutricional, tendo sido um dos pilares para a saída do Brasil do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2025, junto a outras políticas públicas conduzidas pelo MDS.
O PAA conta com dois públicos beneficiários: os fornecedores e os consumidores de alimentos. Os primeiros são agricultores familiares e de Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs), como indígenas e quilombolas. Já os consumidores são as famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional e pessoas atendidas pela rede socioassistencial; pelos equipamentos públicos e sociais de alimentação e nutrição; e pelas redes públicas e filantrópicas de ensino e de saúde.
O PAA traz também como inovação o foco na inclusão de Povos e Comunidades Tradicionais como beneficiários fornecedores e recebedores do programa, ampliando ainda mais o alcance dessa política pública. O PAA voltado aos PCTs se configura ainda como uma estratégia fundamental no enfrentamento às mudanças climáticas, ao fortalecer sistemas agroalimentares, valorizar a diversidade sociocultural e reconhecer os modos de vida desses grupos como centrais para a conservação ambiental e a soberania e segurança alimentar e nutricional.
De 2023 a 2025, o PAA já adquiriu 339,32 mil toneladas de alimentos, que foram distribuídas a quase 17 mil organizações recebedoras de alimentos (entidades socioassistenciais, equipamentos públicos e sociais de alimentação e nutrição; e pelas redes públicas e filantrópicas de ensino e de saúde que atendem pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional). Ao todo, 125.635 agricultores e agricultoras familiares – incluindo povos indígenas, povos e comunidades tradicionais – participaram do PAA nesse período. Foram pagos R$ 1,72 bilhão diretamente às famílias agricultoras que forneceram alimentos ao PAA. A iniciativa tem transformado realidades em 3.763 municípios por todo o país.