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21 janeiro 2026

Livro de Márcio Morais sobre Pedro Rocha ganha destaque nacional no Portal UOL

Jornalistas: Ari Peixoto, Márcio Morais e Márcio Neves - TV Record
Após repercussão nacional no UOL, livro de Márcio Morais registra aumento nas vendas e consolida sucesso do projeto “Por Trás das Grades”.

O livro “Pedro Rocha”, de autoria do jornalista e policial penal do Rio Grande do Norte Márcio Morais, ganhou repercussão nacional ao ser destaque no Portal UOL, um dos maiores veículos de comunicação do país.

A obra retrata a história de Pedro Rocha, considerado um dos mais temidos assaltantes de bancos do Nordeste, e foi tema da coluna do jornalista Josmar Jozino, com o título “Roubei mais de 100 bancos e não tenho onde morar, diz assaltante em livro”, publicada nesta terça-feira (13).
Na reportagem, o UOL apresenta detalhes da trajetória criminosa e da atual realidade de Pedro Rocha, narrados a partir de entrevistas e do trabalho investigativo desenvolvido por Márcio Morais, escritor apodiense com longa atuação no jornalismo e na área da segurança pública.

Para o autor, a repercussão nacional representa o reconhecimento de um trabalho construído no interior do Rio Grande do Norte.

“É uma honra ver um livro produzido em Apodi ganhando espaço em um dos maiores portais do Brasil”, destacou Márcio Morais.

Após a publicação no Portal UOL, as vendas do livro registraram crescimento significativo, com exemplares comercializados para diversos estados brasileiros, ampliando o alcance da obra e do debate proposto.

Márcio Morais é o idealizador do Projeto “Por Trás das Grades”, iniciativa literária e jornalística por meio da qual já lançou quatro livros com o mesmo título. A série tem alcançado ampla repercussão e vem se consolidando como sucesso em todo o país, ao retratar histórias reais do sistema prisional brasileiro, dando voz a personagens muitas vezes invisibilizados pela sociedade.
Pedro Rocha na porta da agência bancária 
O livro “Pedro Rocha” pode ser adquirido pelo site oficial
👉 www.portrasdasgrades.com.br
ou pelo Instagram
👉 @livroportrasdasgrades

O PROJETO “POR TRÁS DAS GRADES”

Criado pelo jornalista e policial penal Márcio Morais, o projeto “Por Trás das Grades” tem como objetivo contar histórias reais do sistema prisional brasileiro, abordando crimes, personagens, bastidores e as consequências da violência sob uma ótica jornalística e documental. Ao longo do projeto, já foram lançados quatro livros, com repercussão nacional e leitores em diversos estados do país.

*Fonte: Márcio Morais

FLÁVIO BOLSONARO APAGA FAKE NEWS SOBRE LULA

Depois da denúncia da revista Fórum, Flávio Bolsonaro fez aquilo que já virou especialidade do clã: correu para apagar o rastro. Sumiu a postagem bizarra, mentirosa e ofensiva em que se atribuía a Lula a frase de que “pobre não precisa estudar”. Uma mentira tão mal-ajambrada que não se sustenta por cinco minutos fora da bolha bolsonarista. Mas, como sempre, o objetivo nunca foi informar — foi confundir, atacar e espalhar desprezo disfarçado de “opinião”.

O mais revelador não é apenas a fake news em si, mas o gesto covarde de apagá-la quando a farsa veio à tona. Nenhum pedido de desculpas, nenhuma retratação pública, nenhum compromisso com a verdade. Apenas o velho truque de fingir que nada aconteceu, como se a internet não tivesse memória e como se a mentira deixasse de existir só porque foi deletada.

Estamos falando de alguém que se apresenta como liderança política, que posa de defensor do povo, mas que recorre à desinformação mais rasteira para atacar adversários. Uma figura que prefere o deboche à responsabilidade, a mentira ao debate, o apagamento ao enfrentamento dos fatos.

Agora, fica a pergunta inevitável ao leitor: imagina uma figura dessas, sem credibilidade, sem compromisso com a verdade, sentada na Presidência da República?

#flaviobolsonaro #Lula2026 lula

*Por: Moisés Cambuy

Dono da frase: “Votei em Bolsonaro porque PT não é exemplo de Democracia”, Eduardo Leite é vaiado em evento com Lula

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), foi vaiado nesta terça-feira 20 enquanto discursava em agenda com a participação do presidente Lula (PT). Os dois participaram da cerimônia em Rio Grande, no litoral gaúcho. Em 30/10/2021, Eduardo Leite disse que votou em Bolsonaro porque PT “não é exemplo de democracia”.

Diante da reação da plateia, o pessedista reagiu: “Este é o amor que venceu o medo? Não, né. Então vamos respeitar, por favor. Eu estou aqui cumprindo o meu dever institucional”, disse. Enquanto Leite protestava contra as vaias, Lula, que estava sentado ao lado de ministros do governo, fazia gestos para a plateia parar.

O governador é um dos pré-candidatos do PSD à Presidência nas eleições deste ano. Seu colega do Paraná, Ratinho Júnior, também afirma publicamente ter a intenção de concorrer ao Planalto pelo partido, mas a sigla chefiada por Gilberto Kassab ainda não definiu se terá candidato próprio, apoiará algum dos nomes já postos ou se manterá neutro, liberando os diretórios estaduais.

Em seu discurso, Leite declarou que a reação da plateia seria um sinal do acirramento da polarização política. Além disso, disse que não se pode “hostilizar quem pensa diferente” para conseguir a “união e reconstrução”, citando um slogan do governo federal.

“A efetiva união que a gente quer para o nosso País, envolve respeito às funções, respeito às pessoas, respeito aos ambientes. Aqui é um ambiente institucional, é o presidente da República. Não é um comício eleitoral”.

*Jair Sampaio 

STF torna ré mulher que ofendeu ministro em voo comercial

Foto: Luiz Silveira/STF
Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou denúncia e tornou ré uma mulher que hostilizou verbalmente o ministro Flávio Dino (foto), integrante do próprio colegiado. A votação sobre o caso – que corre sob sigilo – foi realizada em dezembro de 2025. O acórdão (decisão colegiada) foi publicado no Diário de Justiça na última sexta-feira (16).

Segundo o relato de Dino, a passageira, cuja nome não foi revelado, embarcou “aos gritos” em um voo de São Luiz para Brasília e passou a proferir ofensas ao reconhecer o ministro, que estava em seu assento. Ela teria dito, por exemplo, que “não respeita essa espécie de gente” e que o “avião estava contaminado”, segundo nota divulgada pela assessoria dele à época.

Rebelião

“Ressalte-se que a passageira também gritava frases como “o Dino está aqui”, apontando para o ministro, em clara tentativa de incitar uma espécie de rebelião a bordo. A mulher somente cessou sua conduta após ser advertida pela aeromoça chefe de cabine”, diz o texto.

Na ocasião, a servidora pública Maria Shirlei Piontkievicz foi abordada pela Polícia Federal (PF) ainda antes da decolagem. Ela foi depois indiciada pela corporação e o caso enviado à Procuradoria-Geral da República, que a acusou dos crimes de injúria, incitação ao crime e atentado contra a segurança do transporte aéreo.

“Acusação coerente na exposição dos fatos criminosos, com todas as suas circunstâncias, a qualificação da acusada, a classificação do crime e o rol das testemunhas permitindo à acusada a compreensão da imputação e, consequentemente, o pleno exercício do seu direito de defesa, como exigido por esta suprema corte”, diz a decisão que tornou a passageira ré.

Impedido por figurar como parte no processo, o próprio Dino não votou no caso. Votaram pelo recebimento da denúncia os demais integrantes da Primeira Turma: Cristiano Zanin (presidente), Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia (decana do colegiado).

O acórdão publicado pelo Supremo não traz o posicionamento da servidora, nem identifica quem a defende no STF. A Agência Brasil tenta contato com a defesa e deixa o espaço aberto para manifestação.
Inquérito das fake news

O caso tramita sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, uma vez que o Supremo, com aval da PGR, ligou o episódio aos inquéritos das fake news e das milícias digitais, dois processos abertos ainda em 2019 visando apurar ofensas e ataques aos próprios ministros da Corte.

Os dois inquéritos foram abertos de ofício (sem provocação externa) pelo presidente do Supremo à época, ministro Dias Toffoli, que designou Moraes como relator, sem passar pelo procedimento usual de sorteio da relatoria.

A então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, acusou o procedimento como irregular e chegou a pedir o arquivamento das investigações, alegando ofensa à exclusividade do Ministério Público para abrir processos criminais, entre outros argumentos.

Parecer

Na ocasião, o Supremo rejeitou o arquivamento. A PGR depois mudou de posicionamento com a troca de comando para o procurador-geral Augusto Aras. Em seguida, o procurador Paulo Gonet, atual chefe do Ministério Público, manteve o parecer pela regularidade dos inquéritos.

Desde que foram abertos, os chamados inquéritos das fake news e das milícias digitais acumulam sucessivas prorrogações e diversas linhas de investigação, tendo dezenas de pessoas como alvo.

Juristas e advogados criticam a duração indefinida dos inquéritos, além da falta de objeto claro das investigações, bem como o fato de ministros aparentemente figurarem ao mesmo tempo como vítimas e julgadores nos processos.

*Fonte: Agência Brasil

Lula destaca sucesso de obras do Minha Casa, Minha Vida feitas por entidades populares

Ao discursar nesta terça-feira, 20 de janeiro, na cidade de Rio Grande (RS), durante cerimônia entrega de 1.276 unidades habitacionais Minha Casa, Minha Vida do empreendimento Junção, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou que a criação da modalidade Entidades no programa foi acertada e que a prova disso eram as casas e apartamentos entregues às famílias gaúchas.

Quando nós começamos a discutir a construção de casa pelas entidades, havia muita gente que dizia que nós não deveríamos arriscar construir casa com as entidades porque elas não teriam competência para administrar as casas. O que eu posso constatar é que as entidades não só aprenderam a fazer conjuntos habitacionais, como elas conseguem fazer maior e melhor do que as outras casas que a gente contrata de empresas”, afirmou Lula.

O presidente discursou após visitar as moradias do empreendimento Junção. As novas unidades do programa beneficiarão 5.104 pessoas, que entram em 2026 realizando o sonho da casa própria.

A modalidade Entidades se destaca por permitir que entidades sem fins lucrativos da sociedade civil organizem e executem os projetos habitacionais com participação ativa dos próprios beneficiários, sendo voltada para famílias com renda bruta mensal de até R$ 2.850 por mês (Faixa 1).

Dirigindo-se a centenas de famílias gaúchas beneficiadas com as entregas, Lula ressaltou que o Minha Casa, Minha Vida extrapola os limites físicos das moradias e, para quem as recebe, ganham um significado muito maior.

“Eu tenho a exata noção do que significa uma casa própria para as pessoas mais humildes desse país. A construção de casas, como nós resolvemos fazer com o Minha Casa, Minha Vida, é mais do que entregar uma casa. É a gente deixar ao povo brasileiro um legado de respeito, um legado de dignidade”.

POLÍTICAS PÚBLICAS – Outro ponto frisado pelo presidente foi que seu governo seguirá trabalhando para todos os brasileiros, mas que dará atenção especial às classes menos favorecidas. “Quando a gente governa, a gente cuida. E quando a gente cuida, a gente escolhe quem são as pessoas que precisam de cuidado. Os ricos precisam ser tratados com respeito, mas as políticas públicas têm que ser voltadas para o povo trabalhador deste país, para a classe média e para as pessoas abandonadas. É para isso que serve o Estado brasileiro”, afirmou Lula.

ENTIDADES – Dentro da modalidade Entidades do programa Minha Casa, Minha Vida, entidades sem fins lucrativos da sociedade civil que executam os projetos habitacionais são responsáveis por propor, planejar e acompanhar a construção das moradias. As entidades também realizam o trabalho social de mobilização e orientação das famílias, inclusive no pós-entrega, para garantir a boa convivência comunitária e manutenção dos espaços. O complexo habitacional Junção é composto por seis empreendimentos distintos, abrangendo casas e apartamentos: Loteamento Cootrahab I e II, Residencial Cooparroio, Residencial Cooperlar, Residencial Coopernova e Residencial Uniperffil. A organização e execução dos projetos ficaram sob a responsabilidade de cinco cooperativas e entidades da sociedade civil sem fins lucrativos.

*GláuciaLima