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18 fevereiro 2026

BBB 26: MARCELO DO RN É O 5° ELIMINADO DO PROGRAMA

Marcelo foi o eliminado do quinto Paredão doBig Brother Brasil 26, decidido na noite desta terça-feira (17). O médico deixou o reality show com 68,56% da média dos votos.
Na votação detalhada, Marcelo recebeu 69,85% dos Votos Únicos e 65,56 % dos Votos da Torcida, encerrando sua participação na quinta semana do programa.

MOSSORÓ/RN: 14º HOMICÍDIO EM 2026 - APODIENSE DE 48 ANOS É EXECUTADO A TIROS NO LUGAR DO FILHO NO BAIRRO BARROCAS

A cidade de Mossoró contabilizou o 14º homicídio do ano de 2026. O crime aconteceu por volta das 03h30min desta madrugada de quarta-feira, 18 de fevereiro, na Rua Francisca mendonça de Souza, próximo a Praça José de Freitas Nobre no bairro Barrocas.

A vítima foi identificada como Ildo Rebouças de Oliveira, de 48 anos, natural de Apodi/RN, morto após ser atingido por vários disparos de arma de fogo no portão da própria residência.

De acordo com as informações preliminares, cerca de oito homens, armados, em quatro motos, chegaram na casa com o objetivo de matar o alvo que seria o filho da vítima, que utiliza tornozeleira eletrônica e conseguiu fugir ao perceber a movimentação suspeita.

Ao ouvir barulho no portão, Ildo saiu de casa para verificar o que estava acontecendo e acabou sendo surpreendido e executado pelos atiradores. Não se sabe ainda porque ele saiu de dentro de casa e foi até o portão, em uma distância de aproximadamente 15 metros.


Equipes da Polícia Militar do Rio Grande do Norte foram acionadas, isolaram a área e realizaram diligências na região, mas até o momento ninguém foi preso. A motivação e a autoria do crime ainda são desconhecidas.
O caso será investigado pela Polícia Civil, através da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que busca imagens de câmeras de segurança e depoimentos que possam ajudar a esclarecer mais esse episódio de violência na cidade.

*Fonte: Fim da Linha 

SAO PAULO: MOCIDADE ALEGRE É CAMPEÃ DO CARNAVAL 2026

A Mocidade Alegre confirmou o favoritismo e levantou o troféu do Grupo Especial. A apuração ocorreu na tarde desta terça-feira (17), no Sambódromo do Anhembi, na zona norte da capital paulista. Assim, após a leitura dos quesitos, a escola assegurou seu 13º título na elite do carnaval paulistano.

Sendo a terceira a desfilar no sábado (14), a agremiação apresentou o enredo “Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra”. Além disso, a escola exaltou a atriz Léa Garcia e destacou seu pioneirismo na dramaturgia brasileira. O desfile trouxe referências marcantes à trajetória da artista, que brilhou no Brasil e no exterior, inclusive na novela “Escrava Isaura”.
Mocidade Alegre consagra enredo

Em primeiro lugar, o quesito Evolução abriu a apuração e já indicou equilíbrio na disputa. Na sequência, os jurados divulgaram as notas de Samba-enredo, Bateria, Enredo, Mestre-sala e Porta-bandeira, Alegoria, Comissão de Frente, Harmonia e Fantasia. Conforme definido previamente, Fantasia funcionou como critério de desempate.

Assim, o conjunto apresentado pela escola garantiu vantagem decisiva. Como resultado, a Mocidade Alegre somou 269,8 pontos e superou concorrentes tradicionais. Por exemplo, a Gaviões da Fiel alcançou 269,7 pontos, enquanto a Dragões da Real registrou 269,6.

Por outro lado, duas agremiações iniciaram a apuração com penalidades. A Rosas de Ouro perdeu cinco décimos por entregar documentos fora do prazo. Além disso, a Camisa Verde e Branco sofreu desconto de dois décimos após ultrapassar o tempo regulamentar de desfile em 19 segundos, devido a problemas técnicos em carro alegórico.

Enquanto isso, na parte inferior da tabela, Águia de Ouro e Rosas de Ouro terminaram nas últimas posições e foram rebaixadas para o Grupo de Acesso I em 2027. Em contraste, a Acadêmicos do Tucuruvi, campeã do Acesso I, e a Pérola Negra, vice-campeã, garantiram vaga no Grupo Especial.

Lula aprova aumento para servidores do Legislativo, mas veta adicionais acima do teto

Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta terça-feira (17) o reajuste salarial para carreiras do Legislativo federal, que engloba a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, além do Tribunal de Contas da União (TCU). A sanção e os vetos foram publicados na edição do Diário Oficial da União (DOU), desta quarta-feira (18).

O reajuste havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no início deste mês e estabelece aumento para o ano de 2026. Ao confirmar o texto, Lula manteve os pontos centrais da proposta, mas vetou dispositivos considerados “penduricalhos” que poderiam elevar os vencimentos acima do teto constitucional, atualmente fixado em cerca de R$ 46,3 mil mensais.

Com a sanção, também foram confirmadas mudanças estruturais nas carreiras. Entre os pontos aprovados está a substituição das atuais gratificações de desempenho pela Gratificação de Desempenho e Alinhamento Estratégico, que passa a ter natureza remuneratória e, portanto, fica sujeita ao teto constitucional. Também foi sancionado o reconhecimento das três carreiras como típicas de Estado.

No caso do TCU, o texto prevê ampliação do número de cargos, elevação dos níveis das funções de confiança e a exigência de nível superior para todos os cargos da estrutura.

Vetos atingem reajustes futuros e licença convertida em dinheiro

Apesar da sanção ao reajuste de 2026, Lula vetou trechos que previam escalonamento automático de aumentos para os anos de 2027, 2028 e 2029. Também foram barradas medidas que autorizavam o pagamento retroativo de despesas continuadas e a criação de licença compensatória com possibilidade de conversão em pecúnia, mecanismo que permitiria transformar o benefício em pagamento em dinheiro.

Segundo o Palácio do Planalto, esses dispositivos poderiam gerar despesas obrigatórias sem a devida previsão orçamentária e, em alguns casos, resultar em valores acima do teto constitucional.

Respeito à Lei de Responsabilidade Fiscal

De acordo com o governo, os vetos têm como justificativa o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, visto que a norma proíbe a criação de despesas obrigatórias nos dois últimos quadrimestres do mandato que não possam ser integralmente cumpridas dentro do período.

O mandato presidencial se encerra em dezembro, e a avaliação do Executivo foi de que a previsão de reajustes escalonados e de benefícios adicionais poderia comprometer o equilíbrio fiscal nos anos seguintes.

Com a decisão, o reajuste para 2026 fica mantido, mas sem os dispositivos que ampliariam automaticamente os gastos nos anos posteriores ou criariam novas vantagens remuneratórias fora do limite constitucional.

*Com informações da CNN Brasil