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26 fevereiro 2026

MOSSORÓ/RN: EXAME DESCARTA MPOX EM PACIENTE INTERNADA

Foto: NIAID
A possibilidade de mpox foi descartada em uma jovem de 19 anos que está internada no Hospital Rafael Fernandes, em Mossoró, na Região Oeste do Rio Grande do Norte. O resultado do exame, que foi feito em uma clínica particular, saiu nesta quarta-feira (25).

Com o resultado, que foi confirmado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap), o estado não registra, até esta quarta, nenhum caso de mpox em 2026.

🔍 A mpox é uma doença viral que causa febre e lesões na pele que viram bolhas e feridas, transmitida principalmente pelo contato direto com essas lesões ou com objetos contaminados.

A jovem deu entrada na UPA de São Manoel, em Mossoró, no dia 20 de fevereiro, depois de apresentar sintomas virais e lesões na pele, o que fez a equipe médica suspeitar de infecção por mpox. A paciente havia acabado de retornar de uma viagem feita a João Pessoa.

A unidade informou que a jovem estava consciente e se alimentando bem, mas seguia apresentando erupções cutâneas na terça (24).

Na noite de terça, a paciente foi transferida para o Hospital Rafael Fernandes, que é referência no tratamento de doenças infectocontagiosas. Lá, ela foi isolada e tinha quadro de saúde estável.

Segundo a Sesap, a jovem vai passar por uma avaliação médica antes de receber alta.
O que é a Mpox?

Conforme o Ministério da Saúde, a Mpox é uma doença viral. Os principais sinais e sintomas da doença são: lesões na pele, aumento de ínguas, febre, dor de cabeça e no corpo, calafrios e fraqueza.

A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais e objetos contaminados.

O tratamento da doença é feito de acordo com suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. Até o momento, não há medicamento específico para a doença. Segundo o Ministério da Saúde.

*Do G1 RN 

UERN lança campanha para arrecadar alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade social e a instituições filantrópicas

Durante a Aula Magna, foi lançada a campanha “Uern Pela Vida no combate à fome” que tem como finalidade arrecadar cestas báscias que serão destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade social e a instituições filantrópicas.

Para contribuir com as doações par a campanha, a Universidade sugeriu aos participantes da Aula Magna que fizessem a doação de 1kg de alimento não perecível.

O período de arrecadação será de 24 de fevereiro a 27 março, com a distribuição dos donativos prevista para os dias 30 a 31 de abril.

Em Mossoró, a doação dos alimentos pode ser feita na Reitoria, Progep, Ouvidoria, Unidades Acadêmicas e na Prae. Já nas cidades de Assú, Caicó, Natal, Patu e Pau dos Ferros, as doações ocorrem nas secretarias e nas ouvidorias dos respectivos campi.

Coordenada pela Diretoria de Desenvolvimento de Pessoas e Qualidade de Vida, da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (DDPQV/Progep), o campanha ocorre sempre às vésperas da Semana Santa, no período da Quaresma, marcado pela reflexão e solidariedade. A proposta é visa reforçar a responsabilidade social da Uern, incentivando a participação tanto da comunidade acadêmica quanto da sociedade em geral na ação solidária.

A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, com ênfase no ODS 2 da Agenda 2030, que busca erradicar a fome e promover a segurança alimentar.

*Blog do PC

ÓTICAS GOMES


Saída de Haddad do governo depende de reunião entre Lula e Trump

Foto: Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (25) que a data de sua saída do cargo dependerá da possível viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos para reunião com o presidente americano, Donald Trump.

Em entrevista a jornalistas, Haddad disse que pretende se reunir com Lula nesta quinta (26) para definir se integrará a comitiva presidencial. A expectativa é de que o encontro bilateral ocorra entre os dias 15 e 20 de março, embora ainda não haja confirmação oficial.


“Se eu for [viajar], a data de saída é uma, se eu não for, a data é outra”, declarou o ministro na portaria do Ministério da Fazenda, após retornar da Índia e da Coreia do Sul, onde acompanhou o presidente Lula.

Desde o fim de 2025, Haddad indica a intenção de deixar a pasta para colaborar com a campanha de reeleição de Lula. Inicialmente, ele cogitou deixar o cargo ainda em fevereiro, mas a mudança deve ficar para meados de março.

Antes de sair, o ministro pretende concluir estudos sobre alternativas de financiamento para a proposta de tarifa zero no transporte público, que devem ser apresentados até abril, e a regulamentação sobre a tributação de criptoativos.
Sucessão

O nome mais cotado para assumir o comando da Fazenda é o do atual secretário-executivo da pasta, Dario Durigan. Caso a mudança se confirme, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, assumirá a secretaria-executiva.

Apesar de descartar publicamente candidatura nas eleições deste ano, Haddad enfrenta pressão dentro do PT para disputar o governo de São Paulo ou uma das duas vagas para o Senado no estado. O ministro, no entanto, continua a dar declarações de que não quer disputar as próximas eleições.

*Fonte: Agência Brasil

Conab aponta queda de preços na maioria das frutas mais vendidas nas Ceasas

Das cinco frutas mais comercializadas nos principais mercados atacadistas do país, quatro ficaram mais baratas no último mês. De acordo com os dados do 2º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), banana, laranja, mamão e melancia registraram queda na média ponderada de preços de janeiro quando comparada a dezembro.

O movimento de redução foi acompanhado pela batata e cebola, como mostra o documento divulgado nesta quarta-feira (25/2) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A maior redução foi verificada para a melancia, com queda de 29,96% na média ponderada, mesmo diante da menor oferta da fruta devido à redução da safra paulista, ao lento crescimento da safra gaúcha, à oferta estagnada no sul da Bahia e à entressafra em Goiás. A variação negativa é influenciada especialmente pela menor demanda registrada, principalmente, na Ceasa do Rio de Janeiro. Para o mamão a Conab verifica uma queda de 11,04% dos preços na média ponderada, diante do aumento da oferta, principalmente da variedade papaya originária do norte capixaba e do formosa produzido no sul baiano.

O mercado da banana registrou queda nas cotações de 8,99% na média ponderada, influenciada especialmente pela maior oferta da variedade nanica. As temperaturas mais altas favoreceram o amadurecimento da fruta e, associadas a chuvas regulares, contribuíram para melhor enchimento e qualidade dos cachos. Para a laranja, em janeiro, foram apresentadas pequenas variações de preços com preponderância de queda, chegando a uma diminuição de -4,83% na média ponderada, sendo as maiores reduções registradas nos entrepostos de Campinas (-8,74%) e Goiânia (-9,58%) diante da maior oferta local.

Dentre as hortaliças, a batata e a cebola acompanham o movimento de queda registrado. A redução na média ponderada de preços para o tubérculo chega a 11,75%, explicada pela maior oferta do produto, impulsionada pela safra das águas que contribui para o abastecimento do mercado e para a manutenção das cotações em patamar reduzido. Já no caso da cebola, a diminuição de 11,01% nas cotações é incomum para a época e motivada pela oferta proveniente de Santa Catarina, que cresceu 115% em relação a dezembro de 2025.
Demais produtos

Em contrapartida, alface, cenoura, tomate e maçã tiveram alta nos preços. No caso da folhosa, o aumento chega a 36,56% na média ponderada devido às chuvas nas regiões produtoras, que ao mesmo tempo em que dificultam a colheita e provocam perdas no campo, também comprometem a qualidade e reduzem a vida útil da hortaliça. Além disso, o excesso de precipitações restringe novos plantios, influenciando a oferta nas semanas seguintes.

A cenoura teve nova alta de preços em janeiro. A média ponderada entre as Ceasas apresentou elevação de 8,55%. A elevação dos preços em relação a dezembro está associada à redução na oferta da raiz, que apresentou queda de 9%. Apesar da alta mensal, os preços ainda permanecem abaixo dos verificados em janeiro de 2025. A Conab também verificou aumento de 9,46% nos preços médios do tomate, diante da redução das áreas com frutos em ponto de colheita, o que resultou em menor volume comercializado na maioria das Ceasas, pressionando os valores para cima.

Com menor quantidade de maçã nos mercados, as cotações da fruta também tiveram alta de 7,75% na média ponderada. A queda de oferta registrada nas Ceasas pode ser explicada pela finalização dos estoques mantidos nas câmaras frias catarinenses e gaúchas, pela menor oferta da maçã eva paranaense e pelo fim do pico da safra paulista. O aumento de preços só não foi mais elevado por causa da menor demanda pela fruta.
Exportações

Em janeiro de 2026, o volume total de frutas enviado ao exterior foi de 98,44 milhões de toneladas, queda de 12% em relação a janeiro de 2025. O faturamento foi de U$S 112 milhões (FOB), superior 4,4% em relação ao mesmo mês de 2025, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Mesmo com a queda mensal para melões, limões, uvas e melancias, a temporada começou o ano com boas vendas, principalmente para a Europa e a Ásia, após recordes registrados em 2025.
Destaques

Nesta edição, a seção de Destaques das Ceasas aborda a importância das Ceasas como indutoras da utilização da cadeia do frio em frutas e hortaliças no processo de conservação desses alimentos.

Atualização do Boletim

A 2ª edição deste ano do Boletim Prohort traz um novo leiaute, planejado para facilitar a leitura das principais informações sobre o mercado atacadista. A nova versão do documento simplifica a linguagem e reorganiza as informações, de forma a tornar o acesso à informação mais simples, claro e ágil, assegurando o compromisso da Companhia com a melhoria contínua de seus serviços e com a comunicação transparente.

As informações completas sobre preços e comercialização praticados em janeiro nas principais Centrais de Abastecimento brasileiras estão reunidas no 2º Boletim Prohort.