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09 março 2026

[VÍDEO] PSOL define Robério Paulino como candidato ao governo e Sandro Pimentel ao Senado

Foto: Reprodução
O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) definiu o ex-vereador Robério Paulino como o nome da legenda para disputar as eleições de 2026 ao governo do Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada pelo presidente estadual da legenda, Sandro Pimentel, em entrevista à 98 FM Natal nesta segunda-feira (9).

Além da indicação de Paulino, a legenda também definiu o nome de Pimentel na disputa pelo Senado Federal. Segundo o próprio presidente, a legenda manteve o compromisso de apoiar a candidatura de Fátima Bezerra ao cargo.

Veja:






“Foi definido de consenso o nome do professor Robério Paulino como candidato ao governo e também de consenso o meu nome ao Senado Federal, que o pessoal vai manter os esforços para garantir uma boa nominata para Estadual e Federal, e também diálogo com o PT no sentido de indicar que o nosso segundo voto ao Senado seja na professora Fátima Bezerra”, disse.

A decisão ocorreu durante um encontro realizado pelo diretório nacional durante a sexta-feira (6). Outra deliberação em pauta foi a possibilidade da formação de uma federação com o PT. Porém, o posicionamento foi contrário ao movimento, conforme também escolheu o diretório nacional.

A vereadora de Natal e pré-candidata a deputada federal Thabbata Pimenta foi a única filiada que defendeu a aliança institucional entre os partidos.

Pimentel também rebateu declarações que indicam uma dependência política do PSOL em relação ao PT. Ele defendeu que a legenda possui autonomia e relevância para construir suas próprias articulações.


“Nós somos um partido que tem autonomia. Nós não dependemos do PT nem do outro partido para nada. As nossas decisões são tomadas nas nossas instâncias, tanto é que está aí, os nomes para quem estava duvidando, está aí, o pessoal vai ter nome para o governo e nome para o Senado”, afirmou.
*98 FM de Natal

COLISÃO ENTRE MOTOS RESULTA NA MORTE DE DUAS PESSOAS NO OESTE POTIGUAR

Uma tragédia foi registrada no final da manhã deste domingo, 8, quando duas mortos bateram de frente uma na outra na rodovia estadual que liga as cidades de Rafael Godeiro e Patu na região Oeste do RN, deixando dois mortos.

As vítimas foram identificadas como André Queiroz, estudante do 2º Período do Curso de Tecnologia da Informação da UFERSA, no Campos de Pau dos Ferros, e Pedro Gomes, conhecido por Pedrinho, de Almino Afonso-RN.

Os dois trafegavam em sentidos opostos, quando aconteceu o acidente. O que teria causado, está sendo investigado pela Policia Civil, com base na perícia feita no local e o testemunhos das testemunhas.

André Queiroz morreu no local e Pedro Gomes foi socorrido, ainda com vida, para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, mas não resistiu aos ferimentos.

*Fim da Linha 

BARAÚNA/RN: HOMEM É ESFAQUEADO PELO PRÓPRIO IRMÃO E MORRE APÓS DAR ENTRADA NO HOSPITAL DA CIDADE

Um desentendimento entre dois irmãos terminou em tragédia na cidade de Baraúna, na região Oeste Potiguar. O caso foi registrado por volta das 23h40min deste domingo 08 de março de 2026 e chocou moradores do município.


De acordo com informações preliminares, os irmãos identificados como Irlando e Irailton teriam se envolvido em uma discussão que acabou evoluindo para agressão. Durante o desentendimento, Irailton teria atacado o próprio irmão com golpes de faca.

Irlando chegou a ser socorrido e levado para o hospital da cidade, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade hospitalar.

O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias da briga e o que teria motivado o crime. Após o ocorrido, o suspeito poderá responder por homicídio. O crime causou grande repercussão entre moradores de Baraúna, onde episódios de violência familiar costumam causar forte comoção.

*Fim da Linha 

ÓTICAS GOMES: LEMBRETE IMPORTANTE!

Lembrando a todos, que nesta TERÇA-FEIRA, dia 10/03/2026 é dia de atendimento em SOLEDADE.
Das 14:00 às 17:30 horas.
Cuide bem da sua saúde visual✌🏻😎
Óticas Gomes!

Mito das 5 da manhã: porque acordar cedo não garante mais sucesso

Foto: Pixabay
Rotinas que começam às 5 da manhã são frequentemente apresentadas nas redes sociais como o segredo da produtividade. Banhos gelados, exercícios ao nascer do sol e momentos de planejamento fazem parte da fórmula divulgada por gurus da performance e associada a nomes conhecidos como o CEO da Apple Tim Cook, o empresário Richard Branson e a atriz Jennifer Aniston.

A ideia difundida é simples: acordar mais cedo levaria a melhores resultados. No entanto, pesquisas indicam que a relação entre sucesso e horário de despertar depende do ritmo biológico individual, conhecido como “cronotipo”.

O cronotipo define quando uma pessoa tende a sentir mais sono ou mais energia ao longo do dia. Esse padrão é influenciado pela genética e também muda com a idade.

Adolescentes costumam dormir mais tarde, enquanto adultos mais velhos tendem a acordar mais cedo. A maioria das pessoas, porém, fica entre os extremos.

Tipos matutinos, chamados de “cotovias”, despertam cedo e se sentem alertas logo pela manhã, mantendo esse padrão até nos fins de semana.

Já os tipos noturnos, ou “corujas”, costumam ter mais energia no fim do dia e à noite.

Cronotipos na vida diária


Estudos indicam que pessoas matutinas costumam relatar melhor desempenho acadêmico e hábitos mais saudáveis, como maior prática de exercícios e menor consumo de álcool, cigarro e drogas.

Já os tipos noturnos apresentam, em média, maior incidência de burnout e piores indicadores de saúde física e mental. Uma explicação é o desalinhamento entre o relógio biológico e os horários de trabalho e estudo, que normalmente começam cedo.
Esse descompasso pode levar à privação de sono, fadiga e estresse ao longo do tempo.

Apesar disso, especialistas apontam que adotar uma rotina matinal não garante os mesmos benefícios observados em quem naturalmente acorda cedo.

Como o cronotipo é fortemente influenciado pela biologia, mudanças bruscas podem gerar dívida de sono, pior concentração e alterações de humor.

Este é o ponto principal: acordar cedo por si só não cria sucesso. O desempenho tende a ser melhor quando a rotina diária está alinhada ao ritmo biológico da pessoa.

Assim, quem é naturalmente matutino se adapta melhor a sistemas com horários antecipados, enquanto pessoas noturnas podem ter pico de energia mais tarde.
Kris Jenner começa seu dia às 4h30.

Mudanças para acordar muito cedo podem funcionar inicialmente por causa da motivação, mas o efeito costuma diminuir com o tempo, quando a rotina entra em conflito com o relógio biológico.

Esse desajuste é chamado de jet lag social, termo usado para descrever a diferença entre o ritmo natural do corpo e as exigências da rotina social.

Pesquisas associam o jet lag social a pior desempenho acadêmico, menor bem-estar e maior risco de doenças como diabetes, hipertensão e obesidade.

Alguns estudos também sugerem que pessoas matutinas têm vantagens profissionais. No entanto, especialistas indicam que isso ocorre porque a sociedade moderna é organizada em torno de horários cedo, o que favorece quem já tem esse ritmo biológico.
Coruja ou cotovia?

Identificar o cronotipo pode começar com a observação dos padrões de sono.
Registrar horários de dormir e acordar em dias de trabalho e em dias livres ajuda a revelar o ritmo natural.

Observar os níveis de energia ao longo do dia também pode indicar quando a pessoa funciona melhor.

Dormir em até 30 minutos após deitar geralmente indica que o horário é adequado, enquanto demoras maiores podem sugerir um cronotipo mais tardio.

Pequenos ajustes, como dormir gradualmente mais cedo, receber luz natural pela manhã e reduzir o uso de telas à noite, podem ajudar a antecipar o sono. Ainda assim, especialistas ressaltam que a biologia impõe limites.

Mais do que acordar cedo, a produtividade tende a aumentar quando as rotinas respeitam o funcionamento natural do corpo e do cérebro.

*Com informações do g1 e The Conversation Brasil.

Volume de Oiticica dobra após chuvas no interior do RN

Desde que as chuvas chegaram ao Sertão do Rio Grande do Norte, a partir da segunda quinzena de fevereiro, os reservatórios públicos monitorados pelo Governo do Estado receberam 100 milhões de metros cúbicos de água.

Os dados são das últimas coletas feitas pelo Instituto de Gestão de Águas (IGARN), órgão responsável pelo monitoramento de 69 açudes e barragens nas principais bacias hidrográficas do RN.

A recarga ocorre no momento em que 75 municípios estão em situação emergencial reconhecida pela Defesa Cívil, tendo como fator a seca em estágio extremo, isto é, quando há forte impacto social e econômico causado pela escassez hídrica na região.

O volume produzido pelas chuvas de fevereiro e início de março encheu pequenos reservatórios, reforçou as reservas de açudes de médio porte e dobrou o volume de Oiticica, segunda maior barragem do RN. Oiticica tem capacidade para armazenar 742,6 milhões de metros cúbicos. Nesta sexta-feira (06), ela armazenava 214,1 milhões, 28,8% da capacidade.

No total, 40 reservatórios públicos receberam recargas. Em Serra Negra do Norte, o sistema de abastecimento gerido pela prefeitura foi restabelecido depois que as chuvas encheram o complexo de 10 barragens, criando uma calha de 28 quilômetros de água no leito do Rio Espinharas.

As barragens Armando Ribeiro Gonçalves, em Itajá; Santa Cruz, em Apodi, e Umari, no município de Upanema – não tiveram volumes elevados pelas chuvas. Responsável pelo fornecimento de água para 500 mil pessoas em 38 municípios atendidos pela CAERN, além de projetos de irrigação no Vale do Açu, a Armando Ribeiro está com menos de 1 bilhão de metros cúbicos – 997,6 milhões -, conforme aferição feita nesta sexta-feira (06).

Santa Cruz acumula 320,5 milhões (53,4%). E Umari, fonte de captação de carros-pipa que levam água para municípios em situação de emergência, 143,6 milhões (49,0%). As reservas hídricas superficiais totais do RN acumulam 2,06 bilhões de m³, 39,0% da capacidade total, que é de 5,29 bilhões.

Águas da transposição

O planejamento estratégico dos órgãos governamentais que cuidam dos recursos hídricos para 2026 prevê a entrada em Oiticica da segunda cota da transposição, que é de 93 milhões. A primeira, de 47 milhões, ocorreu no segundo semestre de 2025.

“Estamos vendo isso, mas a tendência é receber uma nova cota de água do PISF porque nossas reservas acumulam hoje 39% da capacidade de armazenamento. E pode ser que o volume de chuvas em março e abril não corresponda ao que estamos esperando. Além do mais, a Barragem Armando Ribeiro vem perdendo água progressivamente”, diz o diretor presidente do IGARN, Procópio Lucena, lembrando que a barragem do Assú, como a Armando Ribeiro era conhecida anteriormente, é responsável por uma boa fatia do PIB potiguar.

“O volume armazenado nela atualmente equivale a 42% da capacidade. Então, vamos acumular tudo o que puder em Oiticica para depois fazer uma gestão compartilhada, de forma a garantir água para as duas, gerando riqueza, emprego, renda, segurança alimentar, enfim, desenvolvimento”, defende Procópio.

Sobre as chuvas registradas nas duas últimas semanas de fevereiro e nos primeiros dias de março, o diretor do IGARN afirma que elas foram importantes também para mudar o cenário no campo. “Ocorreram coisas maravilhosas em algumas regiões. Os riachos desceram com água, pequenos açudes encheram, cisternas receberam água da chuva, os animais podem matar a sede nos açudes e barreiros… Então, melhorou muito a situação, tanto na área urbana como na zona rural de pequenos municípios”, comemora Procópio.

O Rio Grande do Norte tem cerca de 25 mil espelhos d’água e 80 mil cisternas, que são instrumentos importantes nas ações de convivência com a seca.