Um jovem de 24 anos foi assassinado a tiros na madrugada desta quarta-feira (18), no município de Rodolfo Fernandes, região Oeste do Rio Grande do Norte.
A vítima foi identificada como Erik Ferreira Viana, de 24 anos, natural de Fortaleza, mas residente em Rodolfo Fernandes. Segundo informações da polícia, o jovem já era conhecido pelas forças de segurança.
O crime ocorreu por volta das 2h10, na Rua Antônio Feitosa, no centro da cidade. De acordo com relatos, criminosos invadiram a residência da vítima e a executaram na porta de casa, utilizando uma espingarda calibre 12. Erik não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
A Polícia Militar realizou diligências na região, mas até o momento nenhum suspeito foi localizado. A perícia foi realizada por uma equipe da Polícia Científica de Pau dos Ferros, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) para exames.
O homicídio ocorre em meio ao aumento dos índices de violência em cidades do Oeste potiguar. Rodolfo Fernandes está situada na divisa com o estado do Ceará, em uma área considerada sensível devido a disputas entre grupos criminosos.
Fonte: Folha Potiguar
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18 março 2026
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MOSSORÓ/RN: 27º HOMICÍDIO EM 2026 - JOVEM DE 21 ANOS É EXECUTADO A TIROS NO ABOLIÇÃO III
A cidade de Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte, registrou mais um crime de homicídio na noite desta terça-feira (17), reforçando o cenário de violência que preocupa moradores e autoridades.
O crime ocorreu no Conjunto Abolição III, nas proximidades da antiga Telerj. De acordo com as primeiras informações, um homem identificado como Caio Vinícius da Silva 21 anos foi executado com diversos disparos de pistola em via pública. No local, ficaram espalhadas várias cápsulas de munição pelo asfalto, evidenciando a intensidade do ataque.
A Polícia Militar foi acionada e realiza o isolamento da área para preservar a cena do crime. As equipes aguardam a chegada da perícia, por meio da Polícia Científica, e da Polícia Civil, que ficará responsável pelas investigações.
Com este caso, Mossoró chega ao 27º homicídio registrado em 2026. A motivação e a autoria do crime ainda são desconhecidas.
O crime ocorreu no Conjunto Abolição III, nas proximidades da antiga Telerj. De acordo com as primeiras informações, um homem identificado como Caio Vinícius da Silva 21 anos foi executado com diversos disparos de pistola em via pública. No local, ficaram espalhadas várias cápsulas de munição pelo asfalto, evidenciando a intensidade do ataque.
A Polícia Militar foi acionada e realiza o isolamento da área para preservar a cena do crime. As equipes aguardam a chegada da perícia, por meio da Polícia Científica, e da Polícia Civil, que ficará responsável pelas investigações.
Com este caso, Mossoró chega ao 27º homicídio registrado em 2026. A motivação e a autoria do crime ainda são desconhecidas.
*Fim da Linha
Procon multa postos em Natal; etanol tinha margem de lucro de até 86%
O órgão de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio Grande do Norte (Procon RN), vinculado à Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (SEMJIDH), vem realizando nas últimas semanas uma operação de fiscalização em postos de combustíveis na capital potiguar após o recebimento de diversas denúncias de consumidores sobre aumento repentino no preço da gasolina.
As reclamações chegaram por meio dos canais oficiais de atendimento do órgão e também pelas redes sociais, onde consumidores relataram elevação nos valores praticados nos postos. Diante do volume de denúncias, o Procon RN intensificou as ações de fiscalização e deslocou equipes para verificar a situação diretamente nos estabelecimentos.
Durante as diligências, os fiscais analisaram a formação de preços dos combustíveis com base nas últimas notas fiscais de compra dos postos, comparando os valores adquiridos junto às distribuidoras ou refinarias com os preços praticados ao consumidor final. O procedimento permite identificar se os reajustes realizados possuem justificativa compatível com o custo de aquisição ou se configuram prática abusiva.
A fiscalização constatou que os postos avaliados aplicaram aumentos superiores aos percentuais observados na compra do combustível, caracterizando elevação arbitrária da margem de lucro. Em alguns casos, foi verificada margem de lucro bruto no etanol que chegou a 86%, sem justificativa proporcional ao custo de aquisição.
Diante das irregularidades identificadas, todos os postos fiscalizados foram autuados, com aplicação de multa administrativa. Os estabelecimentos terão prazo de 20 dias para apresentar defesa, conforme prevê o processo administrativo e o direito ao contraditório.
A prática identificada infringe o artigo 36, inciso III, da Lei nº 12.529/2011, que proíbe o aumento arbitrário de lucros por agentes econômicos.
O Procon RN reforça que a atuação do órgão busca garantir maior transparência na formação de preços e proteger os direitos dos consumidores. A população pode continuar contribuindo com o trabalho de fiscalização por meio dos canais oficiais de denúncia do instituto.
As reclamações chegaram por meio dos canais oficiais de atendimento do órgão e também pelas redes sociais, onde consumidores relataram elevação nos valores praticados nos postos. Diante do volume de denúncias, o Procon RN intensificou as ações de fiscalização e deslocou equipes para verificar a situação diretamente nos estabelecimentos.
Durante as diligências, os fiscais analisaram a formação de preços dos combustíveis com base nas últimas notas fiscais de compra dos postos, comparando os valores adquiridos junto às distribuidoras ou refinarias com os preços praticados ao consumidor final. O procedimento permite identificar se os reajustes realizados possuem justificativa compatível com o custo de aquisição ou se configuram prática abusiva.
A fiscalização constatou que os postos avaliados aplicaram aumentos superiores aos percentuais observados na compra do combustível, caracterizando elevação arbitrária da margem de lucro. Em alguns casos, foi verificada margem de lucro bruto no etanol que chegou a 86%, sem justificativa proporcional ao custo de aquisição.
Diante das irregularidades identificadas, todos os postos fiscalizados foram autuados, com aplicação de multa administrativa. Os estabelecimentos terão prazo de 20 dias para apresentar defesa, conforme prevê o processo administrativo e o direito ao contraditório.
A prática identificada infringe o artigo 36, inciso III, da Lei nº 12.529/2011, que proíbe o aumento arbitrário de lucros por agentes econômicos.
O Procon RN reforça que a atuação do órgão busca garantir maior transparência na formação de preços e proteger os direitos dos consumidores. A população pode continuar contribuindo com o trabalho de fiscalização por meio dos canais oficiais de denúncia do instituto.
*Do Jornalista Saulo Vale
Brasil tem menor taxa de mortalidade infantil em 34 anos, diz Unicef
Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil
O relatório Níveis e Tendências da Mortalidade Infantil, divulgado nesta terça-feira (17) pelas Nações Unidas, aponta que o Brasil alcançou as menores taxas de mortalidade neonatal e em crianças abaixo dos cinco anos dos últimos 34 anos.

Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), um conjunto de políticas adotadas pelo país têm diminuído as mortes preveníveis de crianças, em consonância com a tendência global.
Em 1990, a cada mil crianças nascidas, 25 morriam ainda recém-nascidas, antes de completar 28 dias de vida. Em 2024, o número caiu para sete a cada mil.
O mesmo aconteceu com a probabilidade de morrer antes dos cinco anos de idade. No Brasil, em 1990, a cada mil crianças que nasciam, 63 faleciam antes do quinto aniversário. Nos anos 2000, a taxa caiu para 34 a cada mil e, em 2024, chegou a 14,2 mortes.
Entre as políticas públicas citadas para este resultado, está o Programa Saúde da Família, o Programa de Agentes Comunitários de Saúde, a Política Nacional de Atenção Básica e a expansão da rede pública de saúde. Juntas, essas iniciativas que ajudaram a promover a saúde de mães, bebês e crianças desde os anos 1990 e foram operacionalizadas com o apoio da sociedade brasileira e de organizações internacionais, como o próprio Unicef.
“Estamos falando de milhares de bebês e crianças que não sobreviveriam, e hoje podem crescer, se desenvolver com saúde e chegar até a vida adulta”, explica Luciana Phebo, chefe de Saúde e Nutrição do Unicef no Brasil.
“E essa mudança foi possível porque o Brasil escolheu investir em políticas que funcionam, como a vacinação e o incentivo à amamentação. Agora, precisamos voltar a acelerar esses esforços, mantendo e ampliando os avanços históricos das últimas décadas e alcançando aqueles nos quais essas políticas ainda não chegam como deveriam”, enfatiza.
Apesar dos avanços, o Brasil também viu uma desaceleração na queda da mortalidade de crianças na última década, em linha com a tendência global.
Entre 2000 e 2009, por exemplo, o país diminuía a mortalidade de recém-nascidos em 4,9%, todos os anos. Já entre 2010 e 2024, a redução passou a ser de 3,16% ao ano.
O levantamento mostra que as mortes de crianças menores de cinco anos no mundo caíram em mais da metade, globalmente, desde 2000, mas desde 2015, há pouco mais de uma década, o ritmo de redução da mortalidade infantil desacelerou mais de 60%.
Adolescentes e jovens
O relatório da ONU sobre mortalidade também revela que aproximadamente 2,1 milhões de crianças, adolescentes e jovens entre cinco e 24 anos morreram em 2024 no planeta.
No Brasil, no mesmo ano, a violência foi responsável por quase metade (49%) das mortes de meninos de 15 a 19 anos, com doenças não transmissíveis ocupando o segundo lugar (18%). Acidentes de trânsito foram a terceira causa mais comum (14% das mortes).
Entre meninas na mesma faixa etária, doenças não transmissíveis foram a principal causa de morte (37%), seguidas por doenças transmissíveis (17%), pela violência (12%) e pelo suicídio (10%).
Recomendações
Citando apontamentos do relatório, o Unicef reforça que as evidências mostram que investimentos em saúde infantil estão entre as medidas de desenvolvimento com melhor custo efetivo.
Intervenções comprovadas e de baixo custo, como vacinas, tratamento da desnutrição e profissionais de saúde qualificados na gestação, parto e pós-parto, dão alguns dos maiores retornos em saúde global, aumentando a produtividade, fortalecendo economias e reduzindo gastos públicos futuros.
Cada US$ 1 investido na sobrevivência infantil pode gerar até US$ 20 em benefícios sociais e econômicos, aponta a entidade.
O relatório global foi feito pelo Grupo Interagencial das Organizações Nações Unidas (ONU) para Estimativas de Mortalidade Infantil (UN IGME), em parceria com Banco Mundial, Organização Mundial da Saúde (ONU) e Departamento Assuntos Econômicos e Sociais (Desa/ONU).
*Fonte: Agência Brasil
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