O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, assumirá a pasta.
Nísia estava no cargo desde o início do governo e enfrentava pressões para adotar um posicionamento mais político e concretizar entregas consideradas prioritárias pelo presidente. Desde o início do ano, as cobranças aumentaram em reuniões no Palácio do Planalto.
A permanência da ministra não teve apoio público de mulheres do governo e do PT, segundo interlocutores.
Primeira mulher a chefiar o Ministério da Saúde, Nísia foi anunciada por Lula na transição de governo, em dezembro de 2022. Antes, presidiu a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), onde coordenou ações de enfrentamento à pandemia de Covid-19 e criou o “Observatório Covid-19”, que monitorava e divulgava informações sobre a crise sanitária.
*Agora RN
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