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29 março 2026
Planeta vive década mais quente da história e ONU alerta para “emergência climática”
O estudo, intitulado Estado do Clima Global 2025, revela que o ano de 2025 está entre os mais quentes da história, com temperatura média cerca de 1,43°C acima dos níveis pré-industriais. Foto: Agência Brasil
O planeta atingiu um novo patamar de aquecimento. Relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial aponta que o período entre 2015 e 2025 foi o mais quente já registrado desde 1850, quando começaram as medições globais.
Os dados mostram que 2025 está entre os anos mais quentes da história, com temperatura média cerca de 1,43°C acima dos níveis pré-industriais. Para o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, o cenário é crítico.
“O estado do clima global é de emergência. O planeta está sendo levado além de seus limites”, afirmou.
Segundo o documento, a sequência de onze anos consecutivos de calor recorde não deixa dúvidas sobre a gravidade da situação. “Não é mais coincidência, é um chamado à ação”, reforçou Guterres.
O avanço das temperaturas está diretamente ligado ao aumento das emissões de gases de efeito estufa, como dióxido de carbono, metano e óxido nitroso. Esses compostos retêm calor na atmosfera, provocando um efeito em cadeia que atinge oceanos, geleiras e ecossistemas.
Um dos pontos mais preocupantes é o chamado desequilíbrio energético da Terra, que mede a diferença entre a energia recebida do Sol e a liberada pelo planeta. Hoje, esse balanço está alterado — e em aceleração. Cerca de 91% do calor extra está sendo absorvido pelos oceanos, o que eleva a temperatura das águas e acelera o derretimento de gelo polar.
As consequências já são visíveis: elevação do nível do mar, perda de biodiversidade e degradação dos ecossistemas marinhos. O relatório destaca que essas mudanças podem ser irreversíveis por séculos ou até milênios.
Eventos extremos também se intensificaram. Em 2025, o mundo registrou ondas de calor, enchentes, secas, incêndios florestais e ciclones tropicais, que deixaram milhares de mortos e milhões de pessoas afetadas.
Além dos impactos ambientais, o relatório alerta para efeitos diretos na saúde humana. Mais de 1,2 bilhão de trabalhadores enfrentam riscos relacionados ao calor extremo, principalmente em setores como agricultura e construção. Também cresce a incidência de doenças e problemas de saúde mental ligados às mudanças climáticas.
Para a secretária-geral da WMO, Celeste Saulo, a interferência humana no clima já compromete o equilíbrio natural do planeta. Segundo ela, as consequências desse processo devem persistir por centenas ou até milhares de anos.
Diante do cenário, o relatório reforça a necessidade urgente de ações preventivas. A recomendação é integrar dados climáticos aos sistemas de saúde e ampliar políticas públicas que reduzam riscos antes que os impactos se agravem ainda mais.
*Com informações da Agência Brasil
O planeta atingiu um novo patamar de aquecimento. Relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial aponta que o período entre 2015 e 2025 foi o mais quente já registrado desde 1850, quando começaram as medições globais.
Os dados mostram que 2025 está entre os anos mais quentes da história, com temperatura média cerca de 1,43°C acima dos níveis pré-industriais. Para o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, o cenário é crítico.
“O estado do clima global é de emergência. O planeta está sendo levado além de seus limites”, afirmou.
Segundo o documento, a sequência de onze anos consecutivos de calor recorde não deixa dúvidas sobre a gravidade da situação. “Não é mais coincidência, é um chamado à ação”, reforçou Guterres.
O avanço das temperaturas está diretamente ligado ao aumento das emissões de gases de efeito estufa, como dióxido de carbono, metano e óxido nitroso. Esses compostos retêm calor na atmosfera, provocando um efeito em cadeia que atinge oceanos, geleiras e ecossistemas.
Um dos pontos mais preocupantes é o chamado desequilíbrio energético da Terra, que mede a diferença entre a energia recebida do Sol e a liberada pelo planeta. Hoje, esse balanço está alterado — e em aceleração. Cerca de 91% do calor extra está sendo absorvido pelos oceanos, o que eleva a temperatura das águas e acelera o derretimento de gelo polar.
As consequências já são visíveis: elevação do nível do mar, perda de biodiversidade e degradação dos ecossistemas marinhos. O relatório destaca que essas mudanças podem ser irreversíveis por séculos ou até milênios.
Eventos extremos também se intensificaram. Em 2025, o mundo registrou ondas de calor, enchentes, secas, incêndios florestais e ciclones tropicais, que deixaram milhares de mortos e milhões de pessoas afetadas.
Além dos impactos ambientais, o relatório alerta para efeitos diretos na saúde humana. Mais de 1,2 bilhão de trabalhadores enfrentam riscos relacionados ao calor extremo, principalmente em setores como agricultura e construção. Também cresce a incidência de doenças e problemas de saúde mental ligados às mudanças climáticas.
Para a secretária-geral da WMO, Celeste Saulo, a interferência humana no clima já compromete o equilíbrio natural do planeta. Segundo ela, as consequências desse processo devem persistir por centenas ou até milhares de anos.
Diante do cenário, o relatório reforça a necessidade urgente de ações preventivas. A recomendação é integrar dados climáticos aos sistemas de saúde e ampliar políticas públicas que reduzam riscos antes que os impactos se agravem ainda mais.
*Com informações da Agência Brasil
Hotéis e pousadas têm até 20 de abril para adotar ficha digital de hóspedes
A era do papel nas recepções dos hotéis brasileiros está com os dias contados. Empreendimentos do ramo têm até o dia 20 de abril para usar a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH), no formato 100% digital.
“A implementação definitiva da FNRH Digital é um marco para o turismo. Com a implementação definitiva da ferramenta digital, o setor entra em uma nova fase de modernização, eliminando processos burocráticos e facilitando o check-in tanto para os estabelecimentos quanto para os viajantes. Também significa uma redução de custos e mais tempo para o hoteleiro focar no que realmente importa: receber bem e com agilidade o turista que visita o nosso país”, destaca o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
A ferramenta é 100% on-line e dispensa totalmente o uso de formulários físicos. A partir de agora, o armazenamento dos dados passa a ser feito de forma digital e vitalícia nos servidores do Governo Federal. Para os meios de hospedagem, essa mudança representa uma economia real de tempo e custos operacionais, além de garantir uma segurança jurídica muito mais robusta para o negócio.
PREPARAÇÃO – Para auxiliar gestores e profissionais nessa transição, o Ministério do Turismo tem desenvolvido uma série de ações educativas. Uma delas é o vídeo instrucional para os meios de hospedagem seguirem o passo a passo de como aderir a nova ficha. O conteúdo completo está disponível para consulta e pode ser assistido AQUI.
Além do vídeo, o Ministério disponibiliza uma página dedicada exclusivamente a perguntas e respostas frequentes (FAQ), na qual é possível tirar dúvidas sobre a operação do sistema. Para acessar clique AQUI.
DADOS – A transição para o modelo digital é amparada pela Lei Geral do Turismo (Lei 14.978, de 2025) e resolve um problema antigo: a falta de precisão em estatísticas colhidas de forma manual. Com a centralização das informações, o MTur passa a compreender com exatidão o perfil dos visitantes, os motivos da viagem e os meios de transporte usados.
Com mais dados estratégicos em mãos, o Brasil ganha inteligência de mercado para planejar políticas públicas e investimentos que atendam melhor às necessidades do setor hoteleiro e dos próprios turistas, fortalecendo a economia nacional como um todo.
SEGURANÇA – Desenvolvida pelo Ministério do Turismo, em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a plataforma assegura que todas as informações registradas sigam rigorosamente as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Os dados são consolidados pelo Ministério do Turismo sem identificação individual, ou seja, eles ficam protegidos, sem revelar a identidade de nenhum hóspede.
“A implementação definitiva da FNRH Digital é um marco para o turismo. Com a implementação definitiva da ferramenta digital, o setor entra em uma nova fase de modernização, eliminando processos burocráticos e facilitando o check-in tanto para os estabelecimentos quanto para os viajantes. Também significa uma redução de custos e mais tempo para o hoteleiro focar no que realmente importa: receber bem e com agilidade o turista que visita o nosso país”, destaca o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
A ferramenta é 100% on-line e dispensa totalmente o uso de formulários físicos. A partir de agora, o armazenamento dos dados passa a ser feito de forma digital e vitalícia nos servidores do Governo Federal. Para os meios de hospedagem, essa mudança representa uma economia real de tempo e custos operacionais, além de garantir uma segurança jurídica muito mais robusta para o negócio.
PREPARAÇÃO – Para auxiliar gestores e profissionais nessa transição, o Ministério do Turismo tem desenvolvido uma série de ações educativas. Uma delas é o vídeo instrucional para os meios de hospedagem seguirem o passo a passo de como aderir a nova ficha. O conteúdo completo está disponível para consulta e pode ser assistido AQUI.
Além do vídeo, o Ministério disponibiliza uma página dedicada exclusivamente a perguntas e respostas frequentes (FAQ), na qual é possível tirar dúvidas sobre a operação do sistema. Para acessar clique AQUI.
DADOS – A transição para o modelo digital é amparada pela Lei Geral do Turismo (Lei 14.978, de 2025) e resolve um problema antigo: a falta de precisão em estatísticas colhidas de forma manual. Com a centralização das informações, o MTur passa a compreender com exatidão o perfil dos visitantes, os motivos da viagem e os meios de transporte usados.
Com mais dados estratégicos em mãos, o Brasil ganha inteligência de mercado para planejar políticas públicas e investimentos que atendam melhor às necessidades do setor hoteleiro e dos próprios turistas, fortalecendo a economia nacional como um todo.
SEGURANÇA – Desenvolvida pelo Ministério do Turismo, em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a plataforma assegura que todas as informações registradas sigam rigorosamente as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Os dados são consolidados pelo Ministério do Turismo sem identificação individual, ou seja, eles ficam protegidos, sem revelar a identidade de nenhum hóspede.
*Gláucia Lima
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