Bandas lamentaram a morte do cantor, que marcou trajetória no forró. A causa da morte não foi divulgada.
O cantor Neto Araújo, vocalista da banda Collo de Menina e ex-integrante da banda Cavaleiros do Forró, morreu nesta quinta-feira (2), aos 42 anos.
A informação foi confirmada pela banda Collo de Menina em uma publicação nas redes sociais. A causa da morte não havia sido informada até a última atualização desta reportagem.
Em nota, a banda lamentou a morte do artista e destacou a trajetória dele na música.
"A memória que permanece é a de um artista apaixonado pela música, de um companheiro querido e de alguém que deixou sua marca através do talento, do sorriso e da alegria que levava por onde passava", afirmou.
A banda também ressaltou que a história de Neto Araújo "seguirá viva na Collo de Menina e no coração de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo".
A banda Cavaleiros do Forró, da qual Neto Araújo também fez parte, publicou uma nota de pesar e relembrou a contribuição do cantor para a história do grupo.
"Neto fez parte da história da Cavaleiros do Forró, onde deixou sua voz, seu talento e sua dedicação, marcando uma importante fase da nossa trajetória", informou a banda.
O grupo ainda manifestou solidariedade aos familiares, amigos, colegas de profissão e fãs do cantor, desejando que Deus conforte a todos neste momento de luto.
*Fonte: G1-RN
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02 julho 2026
LEMBRETE IMPORTANTE!!!
Lembrando a todos que neste SÁBADO, dia 04/07/2026 é dia de atendimento.
*APODI*
De 8:00 às 12:00 horas.
*FELIPE GUERRA*
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Cuide da sua saúde visual✌🏼😎
Óticas Gomes!!!
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APODI/RN: MOTOCICLISTA É PRESO POR EMBRIAGUEZ APÓS COLISÃO NA BR-405
Foto: Divulgação PRF
Um motociclista de 29 anos foi preso por embriaguez ao volante na noite desta quarta-feira (1º), após se envolver em um acidente na BR-405, em Apodi, na região Oeste do Rio Grande do Norte. A prisão foi realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) depois que o teste do bafômetro confirmou que o condutor havia ingerido bebida alcoólica acima do limite permitido por lei.Segundo a PRF, o homem conduzia uma motocicleta Honda CG 150 quando colidiu frontalmente com um carro na altura do quilômetro 77 da rodovia. Após o acidente, ele foi submetido ao teste do etilômetro, que registrou 0,44 miligrama de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões, índice que configura crime de trânsito, conforme o Código de Trânsito Brasileiro.
Após a confirmação do resultado, o motociclista foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Pau dos Ferros, onde foram adotados os procedimentos legais. O crime de embriaguez ao volante prevê pena de detenção de seis meses a três anos, além de multa e suspensão ou proibição do direito de obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
*98 FM de Natal
MOSSORÓ/RN: 78° HOMICÍDIO EM 2026 - JOVEM DE 22 ANOS É MORTO A TIROS AO SAIR DE CASA NO CONJUNTO INTEGRAÇÃO
A violência segue fazendo vítimas em Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte. Na noite desta quarta-feira 01 de julho, a cidade registrou mais um crime de homicídio, elevando para 78 o número de assassinatos contabilizados em 2026.
O crime ocorreu por volta das 22h30min, na Avenida da Integração, no Conjunto Integração. De acordo com as primeiras informações, a vítima, identificada como Emanuel Wykson Santos Oliveira, 22 anos, que morava em um apartamento de primeiro andar.
O jovem estava saindo de motocicleta para comprar um lanche e no momento em que abriu o portão de entrada do imóvel, foi surpreendido por um homem armado, que efetuou cerca de três disparos de arma de fogo.
A vítima foi atingida antes mesmo de conseguir sair do imóvel e morreu no local. Equipes da Polícia Militar foram acionadas e realizaram o isolamento da área até a chegada da Polícia Civil e da Polícia Científica, que irão realizar os procedimentos de perícia e iniciar as investigações.
Até o momento, não há informações sobre a motivação do crime, nem sobre a identidade ou o paradeiro do autor dos disparos. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios, que buscará esclarecer as circunstâncias do assassinato.
O crime ocorreu por volta das 22h30min, na Avenida da Integração, no Conjunto Integração. De acordo com as primeiras informações, a vítima, identificada como Emanuel Wykson Santos Oliveira, 22 anos, que morava em um apartamento de primeiro andar.
O jovem estava saindo de motocicleta para comprar um lanche e no momento em que abriu o portão de entrada do imóvel, foi surpreendido por um homem armado, que efetuou cerca de três disparos de arma de fogo.
A vítima foi atingida antes mesmo de conseguir sair do imóvel e morreu no local. Equipes da Polícia Militar foram acionadas e realizaram o isolamento da área até a chegada da Polícia Civil e da Polícia Científica, que irão realizar os procedimentos de perícia e iniciar as investigações.
Até o momento, não há informações sobre a motivação do crime, nem sobre a identidade ou o paradeiro do autor dos disparos. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios, que buscará esclarecer as circunstâncias do assassinato.
*Fim da Linha
Valdemar diz que Michelle não quer participar de campanha de Flávio Bolsonaro
Valdemar Costa Neto, presidente do PL, disse nesta quinta-feira (2), em entrevista à Rádio Gaúcha, que Michelle Bolsonaro não quer participar da campanha de Flávio Bolsonaro e que, talvez, não dispute uma vaga no Senado.
“Eu sinto que ela não quer participar”, afirmou Valdemar ao ser questionado sobre a presença de Michelle na campanha. Ainda assim, afirmou que a situação entre Michelle e Flávio está resolvida.
Conforme Valdemar, a campanha segue normalmente após uma reunião realizada com Flávio na quarta-feira (1º).
“O Flávio está tocando a campanha para frente, a Michelle resolveu sair da presidência do PL Mulher e nós estamos tocando a nossa vida”, disse.
Valdemar afirmou que a saída de Michelle representa uma perda para o partido. Segundo ele, Michelle comunicou pessoalmente que gostaria de deixar a presidência do PL Mulher, na terça-feira (30). Durante a conversa, ela também teria indicado que talvez não fosse candidata ao Senado.
“Ela me disse que queria sair da presidência do partido. Eu não tenho o que fazer, que talvez não fosse candidata a senadora”, afirmou. “Ela fez um trabalho no PL Mulher que eu não sei se outra mulher teria condições de fazer”, disse.
Vídeo de Garotinho
Valdemar também criticou Michelle por compartilhar um vídeo do ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (Republicanos), sobre festas que teriam sido promovidas por Vorcaro. Para ele, a ex-primeira-dama errou ao divulgar um conteúdo cuja veracidade não estaria confirmada.
“Olha, ela fez muito mal de pôr o vídeo do Garotinho. O Garotinho não tem credibilidade”, afirmou. “O posicionamento da presidente Michelle, e eu tenho ela no melhor conceito do mundo, foi desaprovado”, completou.
Segundo Valdemar, Flávio reconhece que não deveria ter procurado Vorcaro mesmo após a prisão, mas afirmou que o Banco Master não estava sob acusação quando o dinheiro foi solicitado.
Embate entre Michelle e Flávio
Na quarta-feira (24), a ex-primeira-dama publicou um depoimento em suas redes sociais em que diz ter sido maltratada e humilhada por Flávio. Em dois vídeos, Michelle expõe uma briga com Flávio e diz que eles não se falam desde o fim de 2025.
A discussão dos dois envolve a disputa pelo palanque do PL no Ceará, em que o partido tentou se aliar com o ex-governador Ciro Gomes (PSDB) — apoio criticado por Michelle.
A ex-primeira-dama alega que não fez o depoimento com o objetivo de ser candidata no lugar de Flávio Bolsonaro ao rebater “fofoqueiros vazadores” de informação que, segundo ela, dizem que ela ficou incomodada com a escolha do senador como presidenciável.
“Eu sinto que ela não quer participar”, afirmou Valdemar ao ser questionado sobre a presença de Michelle na campanha. Ainda assim, afirmou que a situação entre Michelle e Flávio está resolvida.
Conforme Valdemar, a campanha segue normalmente após uma reunião realizada com Flávio na quarta-feira (1º).
“O Flávio está tocando a campanha para frente, a Michelle resolveu sair da presidência do PL Mulher e nós estamos tocando a nossa vida”, disse.
Valdemar afirmou que a saída de Michelle representa uma perda para o partido. Segundo ele, Michelle comunicou pessoalmente que gostaria de deixar a presidência do PL Mulher, na terça-feira (30). Durante a conversa, ela também teria indicado que talvez não fosse candidata ao Senado.
“Ela me disse que queria sair da presidência do partido. Eu não tenho o que fazer, que talvez não fosse candidata a senadora”, afirmou. “Ela fez um trabalho no PL Mulher que eu não sei se outra mulher teria condições de fazer”, disse.
Vídeo de Garotinho
Valdemar também criticou Michelle por compartilhar um vídeo do ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (Republicanos), sobre festas que teriam sido promovidas por Vorcaro. Para ele, a ex-primeira-dama errou ao divulgar um conteúdo cuja veracidade não estaria confirmada.
“Olha, ela fez muito mal de pôr o vídeo do Garotinho. O Garotinho não tem credibilidade”, afirmou. “O posicionamento da presidente Michelle, e eu tenho ela no melhor conceito do mundo, foi desaprovado”, completou.
Segundo Valdemar, Flávio reconhece que não deveria ter procurado Vorcaro mesmo após a prisão, mas afirmou que o Banco Master não estava sob acusação quando o dinheiro foi solicitado.
Embate entre Michelle e Flávio
Na quarta-feira (24), a ex-primeira-dama publicou um depoimento em suas redes sociais em que diz ter sido maltratada e humilhada por Flávio. Em dois vídeos, Michelle expõe uma briga com Flávio e diz que eles não se falam desde o fim de 2025.
A discussão dos dois envolve a disputa pelo palanque do PL no Ceará, em que o partido tentou se aliar com o ex-governador Ciro Gomes (PSDB) — apoio criticado por Michelle.
A ex-primeira-dama alega que não fez o depoimento com o objetivo de ser candidata no lugar de Flávio Bolsonaro ao rebater “fofoqueiros vazadores” de informação que, segundo ela, dizem que ela ficou incomodada com a escolha do senador como presidenciável.
Ufersa prepara maior concurso público da história
A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) foi contemplada pelo Governo Federal com mais 90 novos códigos de vagas para os cargos de Técnicos-Administrativos em Educação (TAE) e 15 novos códigos de vagas para Professor do Magistério Superior. A ampliação está prevista na Portaria Conjunta MGI/MEC nº 38, publicada nesta segunda-feira, 29 de junho, no Diário Oficial da União (DOU).
No ano passado, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos já havia destinado à Universidade 46 novas vagas para TAEs e 16 vagas para docentes. Com os dois atos, a UFERSA passa a acumular, em menos de um ano, 136 novas vagas para técnicos-administrativos e 31 novas vagas para professores.
O quantitativo de vagas para técnicos-administrativos representa um crescimento expressivo no quadro efetivo, correspondendo a cerca de um quarto do atual corpo de servidores técnicos. “A ampliação permitirá fortalecer setores estratégicos, melhorar a prestação dos serviços à comunidade acadêmica, acompanhar o processo de expansão e consolidação da universidade e reduzir a sobrecarga de trabalho da categoria”, avalia a pró-reitora de Gestão de Pessoas, Rannah Munay.
O reitor da UFERSA, professor Rodrigo Codes, reforça que os novos códigos de vagas visam fortalecer os serviços prestados à comunidade acadêmica. “Estamos caminhando para realizar o maior concurso da história da nossa universidade. Essa conquista é resultado de uma articulação assertiva que estamos mantendo com o MGI e o MEC a partir de dados técnicos levantados pela nossa equipe”, detalha o reitor.
Com as novas autorizações, a UFERSA figura entre as 15 universidades federais brasileiras mais contempladas com novos códigos de vagas para servidores. “Esse é um indicador que evidencia o reconhecimento das necessidades institucionais e o fortalecimento da educação superior pública federal”, avalia Codes.
No ano passado, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos já havia destinado à Universidade 46 novas vagas para TAEs e 16 vagas para docentes. Com os dois atos, a UFERSA passa a acumular, em menos de um ano, 136 novas vagas para técnicos-administrativos e 31 novas vagas para professores.
O quantitativo de vagas para técnicos-administrativos representa um crescimento expressivo no quadro efetivo, correspondendo a cerca de um quarto do atual corpo de servidores técnicos. “A ampliação permitirá fortalecer setores estratégicos, melhorar a prestação dos serviços à comunidade acadêmica, acompanhar o processo de expansão e consolidação da universidade e reduzir a sobrecarga de trabalho da categoria”, avalia a pró-reitora de Gestão de Pessoas, Rannah Munay.
O reitor da UFERSA, professor Rodrigo Codes, reforça que os novos códigos de vagas visam fortalecer os serviços prestados à comunidade acadêmica. “Estamos caminhando para realizar o maior concurso da história da nossa universidade. Essa conquista é resultado de uma articulação assertiva que estamos mantendo com o MGI e o MEC a partir de dados técnicos levantados pela nossa equipe”, detalha o reitor.
Com as novas autorizações, a UFERSA figura entre as 15 universidades federais brasileiras mais contempladas com novos códigos de vagas para servidores. “Esse é um indicador que evidencia o reconhecimento das necessidades institucionais e o fortalecimento da educação superior pública federal”, avalia Codes.
*Saulo Vale
Censo Escolar 2025: Ensino Fundamental na rede pública tem avanço histórico
O acesso ao ensino fundamental na rede pública é uma realidade cada vez mais inclusiva. De 2007 a 2025, a rede pública alcançou 97% de aprovação, mantendo a tendência de crescimento. Já a taxa de reprovação caiu de 13% para 2,4% e a taxa de abandono caiu de 5,2% para 0,6% no mesmo período.
Os dados fazem parte da segunda etapa do Censo Escolar 2025. Divulgados na última sexta-feira, 26 de junho, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e pelo Ministério da Educação (MEC), os indicadores educacionais permitem calcular as taxas de rendimento escolar (2024 – 2025), que avaliam a situação dos estudantes ao término do ano letivo. A melhoria do rendimento de um ano para o outro foi universal e os saltos mais expressivos ocorreram nos grupos historicamente mais vulneráveis.
A aprovação de estudantes indígenas subiu para 92,9%, e as comunidades quilombolas viram o índice chegar a 95,3%, impulsionada por uma queda real na reprovação e no abandono. O avanço é fundamental para preservar culturas e garantir a autonomia dos povos originários, além de fortalecer a identidade étnica.
No campo da equidade e da inclusão, a educação especial avançou para 96,7% de aprovação, e a distância entre estudantes pretos e pardos em relação às médias nacionais encurtou, com o grupo atingindo 96,7% de sucesso escolar.
Onde o acesso costuma ser mais difícil, os resultados também apareceram: as escolas rurais registraram um crescimento robusto, alcançando 96,0% de aprovação e encurtando a distância para os centros urbanos, que lideram com 97,1%. Essa evolução proporciona ao cidadão a escolha de viver no campo, com dignidade e desenvolvimento.
Os resultados consolidam também o compromisso com a permanência, mostrando taxas de abandono residuais em todos os segmentos (variando entre 0,4% entre os brancos e 2,2% nas escolas indígenas) e um desempenho sólido de gênero, no qual as meninas alcançaram 97,6% de aprovação e os meninos, 96,4%.
Essas taxas são calculadas com base nas informações declaradas na segunda etapa do Educacenso e servem para avaliar a qualidade, o fluxo e a retenção no sistema educacional em nível nacional, estadual e municipal.
Os indicadores mostram que a trajetória da política pública cumpre seu papel mais urgente: reduzir as desigualdades históricas e territoriais, com avanços viabilizados por programas estruturantes como o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, o Escola em Tempo Integral e a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas.
Censo Escolar – Principal pesquisa estatística da educação básica, o Censo Escolar é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. O levantamento abrange as diferentes etapas da educação básica: educação infantil, ensino fundamental e médio, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional e tecnológica.
As estatísticas de matrículas servem de base para o repasse de recursos do Governo Federal e para o planejamento e a divulgação das avaliações realizadas pelo Inep. O Censo Escolar também é uma ferramenta fundamental para que os atores educacionais possam compreender a situação da educação no Brasil, nas unidades federativas, nos municípios e nas escolas, permitindo-lhes acompanhar a efetividade das políticas públicas educacionais.
Essa compreensão é proporcionada por meio de um conjunto amplo de indicadores que possibilitam monitorar o desenvolvimento da educação brasileira. Entre eles, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), as taxas de rendimento e de fluxo escolar, além da distorção idade-série, todos calculados com base no Censo Escolar. Parte dos indicadores também serve de referência para o monitoramento e o cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE).
Os dados fazem parte da segunda etapa do Censo Escolar 2025. Divulgados na última sexta-feira, 26 de junho, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e pelo Ministério da Educação (MEC), os indicadores educacionais permitem calcular as taxas de rendimento escolar (2024 – 2025), que avaliam a situação dos estudantes ao término do ano letivo. A melhoria do rendimento de um ano para o outro foi universal e os saltos mais expressivos ocorreram nos grupos historicamente mais vulneráveis.
A aprovação de estudantes indígenas subiu para 92,9%, e as comunidades quilombolas viram o índice chegar a 95,3%, impulsionada por uma queda real na reprovação e no abandono. O avanço é fundamental para preservar culturas e garantir a autonomia dos povos originários, além de fortalecer a identidade étnica.
No campo da equidade e da inclusão, a educação especial avançou para 96,7% de aprovação, e a distância entre estudantes pretos e pardos em relação às médias nacionais encurtou, com o grupo atingindo 96,7% de sucesso escolar.
Onde o acesso costuma ser mais difícil, os resultados também apareceram: as escolas rurais registraram um crescimento robusto, alcançando 96,0% de aprovação e encurtando a distância para os centros urbanos, que lideram com 97,1%. Essa evolução proporciona ao cidadão a escolha de viver no campo, com dignidade e desenvolvimento.
Os resultados consolidam também o compromisso com a permanência, mostrando taxas de abandono residuais em todos os segmentos (variando entre 0,4% entre os brancos e 2,2% nas escolas indígenas) e um desempenho sólido de gênero, no qual as meninas alcançaram 97,6% de aprovação e os meninos, 96,4%.
Essas taxas são calculadas com base nas informações declaradas na segunda etapa do Educacenso e servem para avaliar a qualidade, o fluxo e a retenção no sistema educacional em nível nacional, estadual e municipal.
Os indicadores mostram que a trajetória da política pública cumpre seu papel mais urgente: reduzir as desigualdades históricas e territoriais, com avanços viabilizados por programas estruturantes como o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, o Escola em Tempo Integral e a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas.
Censo Escolar – Principal pesquisa estatística da educação básica, o Censo Escolar é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. O levantamento abrange as diferentes etapas da educação básica: educação infantil, ensino fundamental e médio, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional e tecnológica.
As estatísticas de matrículas servem de base para o repasse de recursos do Governo Federal e para o planejamento e a divulgação das avaliações realizadas pelo Inep. O Censo Escolar também é uma ferramenta fundamental para que os atores educacionais possam compreender a situação da educação no Brasil, nas unidades federativas, nos municípios e nas escolas, permitindo-lhes acompanhar a efetividade das políticas públicas educacionais.
Essa compreensão é proporcionada por meio de um conjunto amplo de indicadores que possibilitam monitorar o desenvolvimento da educação brasileira. Entre eles, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), as taxas de rendimento e de fluxo escolar, além da distorção idade-série, todos calculados com base no Censo Escolar. Parte dos indicadores também serve de referência para o monitoramento e o cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE).
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