Foto: Cedida pela PM
O Grupo Tático de Operações (GTO) da Polícia Militar de Apodi recuperou, na zona rural do município, uma motocicleta Honda Fan 125cc de cor preta, que havia sido furtada na cidade de Pau dos Ferros, no Alto Oeste potiguar. O veículo foi localizado na manhã de domingo (14) em uma área de mata nas proximidades da entrada da Barragem de Santa Cruz.A localização do veículo começou a se desenhar após uma denúncia de moradores da região. Populares abordaram uma viatura da PM de Severiano Melo que trafegava pela BR-405 e informaram sobre a presença de uma moto abandonada naquelas imediações. De imediato, o alerta foi repassado para a Central de Operações da PM de Apodi, que enviou uma guarnição do GTO para averiguar a situação.Ao chegarem ao local indicado, os policiais constataram a veracidade da informação, mas depararam-se com um obstáculo inicial: a motocicleta estava sem a placa de identificação. Em um primeiro momento, a consulta ao sistema através do número do chassi não apontou nenhuma queixa de furto ou roubo.Diante da suspeita, os policiais iniciaram o trabalho de cruzamento de dados com os batalhões e delegacias de cidades vizinhas. O esforço deu resultado e a equipe descobriu que a moto, de placa OSI 0E79, havia sido furtada no fim de semana na cidade de Pau dos Ferros."A moto foi roubada em um forró de bairro na sexta-feira, em Pau dos Ferros, porém não estava constando no sistema por que a proprietária não tinha prestado queixa ainda na delegacia", explicou o sargento PM Valério.A motocicleta foi recolhida e encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Apodi para a realização dos procedimentos cabíveis de apreensão. Até o momento ninguém foi preso pela autoria do crime.
*Fonte: Apodi 360
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A Alemanha fez valer o favoritismo e goleou Curaçao por 7 a 1, neste domingo (14), em pleno Houston Stadium, em Houston, no Texas (EUA), em sua estreia na Copa do Mundo.
Depois de amargar eliminações precoces nas últimas duas edições, a seleção tetracampeã começou 2026 com pé direito e voltou a aplicar o mesmo placar que massacrou o Brasil no Mundial de 2014.
Nmecha abriu o marcador para os alemães, que levaram um ”susto” com o gol de empate anotado por Livano Comenencia, o primeiro da história da equipe caribenha em Mundiais. No entanto, Schlotterbeck, Havertz (duas vezes), Musiala, Brown e Undav completaram o marcador.
No outro duelo da chave, Costa do Marfim e Equador se enfrentam ainda neste domingo, às 20h (de Brasília).
*Informações de Novo Notícias
A governadora Fátima Bezerra sancionou nesta quinta-feira (11) a Lei Complementar nº 803/2026, que impede a promoção de servidores públicos estaduais civis e militares denunciados por feminicídio e outros crimes hediondos.
De iniciativa do Governo do Estado, a legislação determina a suspensão das promoções a partir do recebimento da denúncia pela Justiça, permanecendo a restrição até o trânsito em julgado da decisão final.
Segundo a governadora, a medida reforça o compromisso do Estado com o enfrentamento à violência contra as mulheres e com a ética no serviço público.
“Estamos do lado da vida, das mulheres e da justiça. A função pública exige conduta compatível com os valores que a sociedade espera daqueles que têm a missão de servi-la”, afirmou.
Fátima destacou ainda que a norma não afronta o princípio da presunção de inocência, uma vez que, em caso de absolvição definitiva, o servidor terá direito à reavaliação de sua situação funcional, com efeitos retroativos à data em que faria jus à promoção.
A lei foi articulada pela Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (Semjidh) e contou com apoio da Frente Parlamentar da Mulher da Assembleia Legislativa e de entidades ligadas à defesa dos direitos humanos.
Durante a solenidade, representantes do Ministério Público, do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres e da Assembleia Legislativa classificaram a medida como um avanço no combate à violência de gênero e um exemplo para outros estados.
A solenidade contou com a participação da promotora de Justiça Erica Canuto, da secretária estadual Júlia Arruda, da deputada estadual Divaneide Basílio, do procurador-geral do Estado Antenor Roberto, do secretário de Segurança Pública Coronel Araújo e de representantes de órgãos e entidades de defesa dos direitos das mulheres.
*Saulo Vale
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou um projeto que cria a modalidade de aluguel social no Minha Casa, Minha Vida, voltada a famílias com renda de até R$ 5 mil por mês.
A proposta atende quem se enquadra nas Faixas Urbano 1 e 2 do programa, mas não tem como assumir um financiamento longo para comprar a casa própria. Em vez disso, o valor do aluguel fica vinculado à capacidade de pagamento da família, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).
Confira a seguir quem poderá ser beneficiado, como o aluguel social vai funcionar e quais os próximos passos do projeto no Congresso.
Como será o novo aluguel social dentro do Minha Casa, Minha Vida
A proposta aprovada prevê a inclusão do aluguel social como uma nova modalidade dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida.
O objetivo é atender famílias que têm renda bruta mensal enquadrada nas Faixas Urbano 1 e 2, ou seja, aquelas com rendimento de até R$ 5 mil por mês, público já tradicionalmente atendido pelo programa.
Segundo o relator do projeto, deputado Merlong Solano, o aluguel social vincula o valor da moradia à capacidade de pagamento das famílias, dispensando o endividamento de longo prazo para aquisição do imóvel.
Isso facilita o acesso à moradia digna, principalmente entre quem não consegue arcar com custos fixos elevados em tradicionais contratos imobiliários de compra.
Recursos e funcionamento da locação social
O aluguel social será viabilizado com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Esse fundo já é conhecido por financiar a construção de habitações populares e, agora, poderá apoiar também a política de locação para famílias que se enquadrem nos critérios do programa.
Dois mecanismos principais estão previstos: a construção ou requalificação (reforma) de imóveis urbanos e a aquisição de imóveis usados pelo poder público. Assim, amplia-se a oferta de opções para atender diferentes necessidades e cenários urbanos.
Gestão dos imóveis e responsabilidades dos gestores
A administração dessas moradias ficará a cargo da entidade que receber ou adquirir o imóvel construído com recursos do FAR. Isso inclui prefeituras, companhias estaduais de habitação ou parceiros privados.
Essas gestoras poderão operar diretamente os contratos de aluguel social ou terceirizar o serviço, seguindo regras a serem estipuladas pelo Poder Executivo. Este modelo busca flexibilidade e eficiência na implementação, adaptando-se a distintas realidades municipais e regionais.
Quem poderá ser beneficiado pelo aluguel social
A nova modalidade de locação social será destinada principalmente a famílias urbanas de baixa renda, com prioridade para grupos com dificuldades de acesso à moradia por meio do financiamento tradicional.
Entre os principais beneficiários, destacam-se trabalhadores informais, pessoas desempregadas, mães solo e idosos, além de famílias vivendo em áreas de risco ou submetidas a remoções emergenciais após desastres naturais.
O acesso imediato ao aluguel social pode proporcionar segurança e estabilidade para quem enfrenta incertezas financeiras, além de colaborar na redução do déficit habitacional nas cidades.
Impacto orçamentário e controle dos gastos
De acordo com o texto aprovado, a implementação do aluguel social dentro do Minha Casa, Minha Vida não gerará despesas automáticas para os cofres públicos.
O início das operações estará condicionado à disponibilidade orçamentária anual, respeitando os limites de responsabilidade fiscal do governo federal.
Esta regra é fundamental para assegurar o equilíbrio das contas públicas e evitar sobrecarga financeira. Assim, a expansão do programa acontece de forma planejada, projetando crescimento sustentável conforme recursos forem disponibilizados a cada exercício governamental.
Processo de aprovação e próximos passos
O projeto de lei segue em tramitação conclusiva na Câmara dos Deputados e precisará ser avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de avançar ao Senado.
Caso aprovado em todas as instâncias legislativas, a nova modalidade de aluguel social poderá ser implementada e expandida em todo o território nacional.
Especialistas destacam a importância desse avanço, que espera-se resultar em menor número de famílias em situação de vulnerabilidade e maior circulação de recursos em setores diretamente ligados à moradia urbana.