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| Foto: reprodução |
Segundo a reportagem, os advogados informaram aos investigadores que o escopo do acordo foi definido e considerado satisfatório.
A proposta será apresentada sob sigilo e inclui os chamados anexos da delação, com relatos sobre fatos, indicação de pessoas envolvidas e possíveis meios de prova.
Após a entrega, a PF e a PGR devem avaliar a consistência e o ineditismo das informações.
Os órgãos poderão aceitar, rejeitar ou solicitar complementações ao material.
De acordo com a apuração, os investigadores já indicaram à defesa que a colaboração precisa trazer novos elementos além dos dados obtidos em celular apreendido.
O material deverá incluir fatos inéditos e complementar provas já reunidas.
Há expectativa de que o banqueiro apresente esclarecimentos sobre relações com políticos e integrantes do Judiciário.
O acordo pode incluir a colaboração do empresário Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, apontado como operador financeiro de pagamentos ilícitos.
Segundo a reportagem, Zettel trocou de equipe de defesa para avançar nas negociações.
A defesa também pretende solicitar proteção para familiares citados nas investigações, entre eles o pai, Henrique Vorcaro, e a irmã, Natália.
Vorcaro foi preso pela segunda vez em 4 de março e, em 19 de março, assinou termo de confidencialidade para iniciar as negociações da delação.
Desde então, passou a receber visitas da equipe jurídica para elaboração do documento.
A investigação também envolve outro possível colaborador, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília, preso em abril e que manifestou interesse em firmar acordo.
*Agora RN

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