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06 agosto 2026

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ASSU/RN: HOMEM É EXECUTADO A TIROS, APÓS TER CASA INVADIDA POR FALSOS POLICIAIS DURANTE A MADRUGADA

A cidade de Assú, na região Oeste do Rio Grande do Norte, voltou a registrar mais um crime de homicídio na madrugada desta quinta-feira (6). A ação criminosa aconteceu no bairro Dom Elizeu e teve como vítima Vinícius Clementino dos Santos, morto a tiros dentro da residência de familiares.

De acordo com as primeiras informações, um grupo de criminosos armados chegou ao local se passando por policiais. Os suspeitos arrombaram o portão do imóvel, invadiram a casa e localizaram a vítima na área da residência.

Vinícius foi executado com diversos disparos de pistola calibre 9 milímetros e morreu antes da chegada do socorro. Após o crime, os autores fugiram com destino ignorado.

Equipes da Polícia Militar isolaram a área até a realização da perícia pela Polícia Científica do Rio Grande do Norte (PCI-RN). Em seguida, o corpo foi recolhido para exames no Instituto de Medicina Legal (IML).

A Polícia Civil instaurou inquérito e já iniciou as investigações para identificar os responsáveis pelo homicídio e esclarecer a motivação da execução. Até o momento, ninguém foi preso.

*Fim da Linha 

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Municípios do RN terão apoio para fortalecer educação especial e atendimento a alunos com deficiência e TEA

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) iniciou uma ação para ajudar municípios a melhorar o atendimento de alunos com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA), altas habilidades e superdotação nas escolas públicas. O projeto IncluiRN vai unir formação de profissionais, avaliação das redes de ensino e criação de metas de melhoria para cada município participante.

Na prática, o projeto funcionará em três etapas. A primeira será uma avaliação das condições atuais da educação especial nas cidades selecionadas. Técnicos da iniciativa farão visitas às escolas e analisarão como funciona o atendimento aos estudantes, a estrutura disponível, a atuação dos professores e os serviços oferecidos pela rede municipal.

Após esse diagnóstico, será elaborado um relatório com os principais desafios encontrados e, junto com as prefeituras, serão definidas metas para melhorar o atendimento aos alunos.

A segunda etapa será uma formação continuada conduzida pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Entre setembro e dezembro, cerca de mil profissionais devem participar de capacitações sobre educação inclusiva. O treinamento será voltado para gestores escolares, professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE), professores das salas comuns e profissionais de apoio.

A terceira fase será o acompanhamento das mudanças implementadas pelos municípios, com o objetivo de fortalecer uma política permanente de inclusão escolar.

O IncluiRN foi desenvolvido pelo MPRN em parceria com a UFRN e terá participação, nesta primeira etapa, dos municípios de Açu, Jaçanã, Jucurutu, Lagoa de Velhos, Marcelino Vieira, Parelhas, Tibau do Sul e Vila Flor.

Ao todo, 28 municípios demonstraram interesse em participar do projeto. A seleção levou em conta critérios como a existência de normas municipais sobre educação especial, estrutura de atendimento, integração entre áreas e oferta de capacitação para professores.

*98 FM de Natal 

Agosto Lilás reforça combate à violência contra a mulher em todo o Brasil

O Agosto Lilás mobiliza instituições públicas, organizações da sociedade civil e a população para conscientizar sobre o combate à violência contra a mulher. Durante todo o mês, a campanha promove ações educativas, amplia a divulgação dos canais de denúncia e fortalece a rede de proteção às vítimas.

A mobilização acontece em agosto porque o mês marca o aniversário da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), considerada um dos principais instrumentos de proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Além disso, a campanha busca incentivar denúncias e ampliar o acesso à informação sobre os direitos das vítimas.
O que é o Agosto Lilás?

O Agosto Lilás é uma campanha nacional de conscientização criada para ampliar o debate sobre a violência de gênero e estimular ações de prevenção. A iniciativa foi oficializada pela Lei nº 14.448/2022, que instituiu agosto como o mês de proteção à mulher.

Além disso, governos, prefeituras, tribunais, ministérios públicos, escolas e entidades promovem palestras, campanhas educativas, atendimentos especializados e atividades voltadas ao fortalecimento da rede de apoio às mulheres.
Lei Maria da Penha completa mais um ano

A Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agosto de 2006 e representou um marco no enfrentamento à violência doméstica no Brasil. Desde então, a legislação ampliou as medidas protetivas, endureceu punições e garantiu mais instrumentos para proteger mulheres em situação de risco.

Entretanto, especialistas destacam que a legislação, por si só, não elimina o problema. Por isso, campanhas como o Agosto Lilás incentivam a prevenção, a informação e o rompimento do ciclo da violência.
Como denunciar casos de violência

Mulheres em situação de violência podem buscar ajuda por diferentes canais. O principal deles é o Ligue 180, serviço gratuito que funciona em todo o país, oferece orientação e recebe denúncias.

Além disso, em situações de emergência, qualquer pessoa pode acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. Também é possível procurar Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs), Centros de Referência e serviços da rede municipal e estadual de assistência.
Violência contra a mulher exige ação coletiva

O Agosto Lilás reforça que o enfrentamento à violência doméstica depende da participação de toda a sociedade. Familiares, vizinhos, amigos e colegas de trabalho podem identificar sinais de abuso e contribuir para que as vítimas recebam apoio.

Da mesma forma, especialistas alertam que denunciar pode salvar vidas. Por isso, a campanha incentiva a população a conhecer os direitos das mulheres, divulgar os canais de atendimento e fortalecer a cultura do respeito e da igualdade.
Canais de ajudaLigue 180 – Central de Atendimento à Mulher.
190 – Polícia Militar, para casos de emergência.
Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs).
Centros de Referência de Atendimento à Mulher em estados e municípios.

*Gláucia Lima