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25 agosto 2026

MOSSORÓ/RN: ROCAM apreende adolescente com armas, munições e mais de 7 kg de maconha no bairro Belo Horizonte

A Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (ROCAM) apreendeu, na tarde desta terça-feira (25), um adolescente durante uma operação realizada no bairro Belo Horizonte, em Mossoró, no Oeste do Rio Grande do Norte.

Durante a ação, os policiais localizaram um vasto material ilícito, incluindo arma de fogo, munições de diferentes calibres, carregadores de fuzil, coletes balísticos e uma grande quantidade de drogas.

Ao todo, foram apreendidas 104 munições de calibre 5.56, 25 munições de calibre .38 e seis munições de calibre .32, além de um revólver calibre .32 e três carregadores para fuzil calibre 5.56.

A operação também resultou na apreensão de dois coletes balísticos, 35 porções de haxixe, 17 porções de maconha e oito tabletes da mesma droga, que totalizaram aproximadamente 7,7 quilos de maconha.
Os policiais ainda apreenderam duas balanças de precisão e R$ 135 em dinheiro, material que, segundo a polícia, estaria relacionado à atividade de tráfico de drogas.

O adolescente e todo o material apreendido foram encaminhados à autoridade policial para a adoção dos procedimentos cabíveis.

*Fim da Linha

PARELHAS/RN: PF deflagra operação contra suposta pirâmide financeira com ativos digitais

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (25), a Operação Blue Mirage para investigar um suposto esquema de captação irregular de recursos de terceiros, estruturado nos moldes de uma pirâmide financeira e operado sob a fachada de uma empresa de investimentos em ativos digitais.

A investigação ocorre em Parelhas, no Rio Grande do Norte, onde a Justiça Federal autorizou o cumprimento de um mandado de busca e apreensão domiciliar.

Segundo a PF, o investigado teria recebido valores de vítimas por meio de ativos digitais, prometendo rentabilidade fixa diária e bônus por indicação, sem o correspondente retorno aos investidores.

Os recursos teriam sido posteriormente transferidos para outros endereços digitais, o que poderia dificultar o rastreamento e eventual bloqueio dos valores.

Os fatos são investigados, em tese, como crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, contra a economia popular e lavagem de capitais. O investigado poderá responder pelos crimes que forem comprovados durante as investigações.

*Difusora de Mossoró

ALUGUEL DE BETONEIRAS, ANDAIMES E ESCORAMENTOS PARA LAJES, FALE COM PINGÓ!!!!


TRE-RN: DIA 27 DE AGOSTO SERÁ A POSSE DA NOVA PRESIDÊNCIA

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) realizará, no próximo dia 27 de agosto, às 15h, no Plenário Ministro Seabra Fagundes, a sessão solene de posse da nova gestão que conduzirá a instituição durante o biênio 2026-2028.

Os desembargadores Martha Danyelle e João Rebouças serão empossados na Presidência e Vice-Presidência/Corregedoria Regional Eleitoral, sucedendo a atual administração no comando da Justiça Eleitoral estadual.

Antes do início da solenidade, às 14h30, haverá uma coletiva de imprensa com a futura presidente da Corte, Martha Danyelle. O espaço servirá para o diálogo e esclarecimento de dúvidas sobre os planos e metas para o próximo biênio.

A desembargadora Martha Danyelle e o desembargador João Rebouças foram indicados pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) no dia 3 de junho e aprovados por votação em sessão plenária pelo TRE-RN, no dia 25 do mesmo mês.

A nova presidência sucede a desembargadora Maria de Lourdes Azevêdo e o desembargador Ricardo Procópio Bandeira de Melo, atual presidente e vice-presidente, respectivamente, que estão na gestão do Regional desde 30 de agosto de 2024.

Emagreceu com Mounjaro ou bariátrica? Plano de saúde pode ser obrigado a custear cirurgia reparadora, explica especialista

Pacientes que desenvolveram excesso de pele após grande perda de peso podem ter direito à cobertura de cirurgias reparadoras pelo plano de saúde quando houver indicação médica. Advogado Luan Vieira, representante do escritório Mylena Leite Advocacia, explica quando a negativa pode ser considerada abusiva.

O número de brasileiros que perderam dezenas de quilos com medicamentos como Mounjaro (tirzepatida), Ozempic e Wegovy (semaglutida) nunca foi tão alto. Ao lado da cirurgia bariátrica, esses tratamentos vêm transformando a vida de milhares de pacientes. Mas um efeito comum do emagrecimento acelerado tem levantado dúvidas e provocado disputas com as operadoras de saúde: o excesso de pele após a perda de peso.

Embora muitos planos de saúde classifiquem automaticamente esses procedimentos como estéticos, especialistas afirmam que essa interpretação nem sempre encontra respaldo na legislação. Quando o excesso de pele provoca limitações físicas, infecções recorrentes, dificuldade de higiene ou outras complicações clínicas, a cirurgia pode assumir caráter reparador e passar a integrar o próprio tratamento da obesidade.

Segundo Luan Vieira, advogado com atuação em Direito à Saúde e representante do Mylena Leite Advocacia, cada caso deve ser analisado com base na condição clínica do paciente e na documentação médica.

“Existe uma diferença importante entre uma cirurgia realizada apenas por finalidade estética e outra indicada para corrigir sequelas decorrentes da obesidade ou do seu tratamento. Quando há comprovação médica de comprometimento funcional, estamos diante de uma situação que pode gerar obrigação de cobertura pelo plano de saúde”, afirma.

A perda expressiva de peso compromete a elasticidade da pele, favorecendo a formação de grandes sobras de tecido em regiões como abdômen, braços, coxas, mamas, glúteos e tronco. Essas alterações vão muito além da aparência e podem provocar dermatites de repetição, infecções nas dobras da pele, dores, lesões por atrito, dificuldades para caminhar, praticar atividade física, realizar a higiene pessoal e até impacto significativo na saúde mental.

Para Luan Vieira, é justamente essa repercussão clínica que diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia reparadora.

“O objetivo deixa de ser apenas melhorar a aparência. A cirurgia busca devolver funcionalidade, reduzir complicações médicas e permitir que o paciente recupere qualidade de vida após vencer a obesidade.”

Cirurgia reparadora integra o tratamento da obesidade
O entendimento jurídico sobre o tema ganhou força com o julgamento do Tema 1.069 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconheceu ser obrigatória a cobertura, pelos planos de saúde, das cirurgias plásticas de caráter reparador ou funcional indicadas ao paciente após a cirurgia bariátrica, por integrarem o tratamento da obesidade.

A mesma lógica também aparece na Portaria nº 425/2013, do Ministério da Saúde, que inclui as cirurgias reparadoras na linha de cuidado destinada aos pacientes com obesidade.

Outro marco importante foi a Lei nº 14.454/2022, que estabeleceu que o rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) constitui referência básica para a cobertura assistencial, permitindo, em determinadas situações, a autorização de tratamentos que não estejam expressamente previstos quando houver respaldo científico e indicação médica. Alguns procedimentos reparadores, como a dermolipectomia abdominal após grande perda de peso, inclusive já fazem parte do próprio rol da ANS, observadas as diretrizes técnicas.

Além disso, conforme entendimento consolidado pelo STJ, o Código de Defesa do Consumidor aplica-se à maioria dos contratos de planos de saúde, reforçando a proteção do beneficiário diante de negativas consideradas abusivas.

Quem emagreceu com Mounjaro também pode ter direito?

Embora o precedente do STJ tenha sido construído a partir de casos envolvendo pacientes submetidos à cirurgia bariátrica, Luan Vieira explica que o fundamento jurídico da decisão está na necessidade clínica da cirurgia reparadora, e não na forma como ocorreu o emagrecimento.

Segundo ele, pacientes que perderam 30, 40 ou até 50 quilos utilizando medicamentos como Mounjaro, Ozempic ou Wegovy podem desenvolver exatamente as mesmas sequelas funcionais observadas em quem realizou bariátrica.

“O que deve ser analisado é a existência de indicação médica e das limitações provocadas pelo excesso de pele. A discussão envolvendo pacientes que emagreceram com medicamentos ainda é relativamente recente nos tribunais, mas já existe uma linha jurídica consistente quando a documentação demonstra que o procedimento possui finalidade reparadora.”

Entre as cirurgias que podem apresentar caráter funcional estão a dermolipectomia abdominal, mamoplastia reparadora, braquioplastia, cruroplastia, torsoplastia e gluteoplastia, além do pós-operatório, incluindo malhas compressivas, drenagem linfática, fisioterapia e acompanhamento multidisciplinar quando houver prescrição médica.

O que fazer se o plano de saúde negar a cobertura?

De acordo com Luan Vieira, o primeiro passo é solicitar que a operadora apresente a negativa formal por escrito, com a justificativa e o número do protocolo de atendimento.

Também é fundamental reunir laudos médicos detalhados, fotografias clínicas, exames, histórico do tratamento da obesidade, relatórios do cirurgião plástico e, quando houver, documentos que comprovem infecções recorrentes, limitações físicas ou outras complicações decorrentes do excesso de pele.

O advogado recomenda ainda que o paciente busque orientação jurídica antes de assumir integralmente os custos da cirurgia.

“A negativa do plano de saúde não significa, automaticamente, que o paciente não possui direito. Em muitos casos, ela apenas demonstra que será necessária uma análise técnica da documentação médica, do contrato e das circunstâncias específicas para verificar se houve uma negativa abusiva.”

Para mais informações e conteúdos, acesse o perfil no Instagram: @mylenaleiteadvocacia

*Sobre o especialista*

Luan Vieira é advogado (OAB/RN 22.938), atua em Direito à Saúde e é representante do Mylena Leite Advocacia, escritório com atuação nacional na defesa dos direitos dos usuários de planos de saúde e dos servidores públicos.

MOSSORÓ/RN: Grave acidente entre carro e moto deixa um morto e um ferido no Abolição I

Um grave acidente de trânsito do tipo colisão entre um carro e uma motocicleta deixou uma pessoa morta e outra ferida no início da madrugada desta terça-feira, 25 de agosto de 2026, em Mossoró. O sinistro foi registrado por volta das 02h, no cruzamento das ruas Rodrigues Alves e Dracon de Albuquerque, próximo a Praça das Baixinha no Conjunto Abolição I.

Vítima fatal: João Gabriel da Costa Gurgel, de 20 anos. Ele chegou a ser socorrido por equipes de resgate e encaminhado ao Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e foi a óbito na unidade hospitalar.

Segunda vítima: Uma segunda pessoa envolvida no acidente também ficou ferida e foi conduzida ao HRTM para atendimento médico. Até o momento, não há atualizações sobre o seu estado de saúde.
As circunstâncias e a dinâmica da colisão ainda são desconhecidas. As autoridades do trânsito municipal estiveram no local realizando procedimentos. A Polícia Civil devem investigar as causas do acidente.

*Fim da Linha 

FISIOTERAPEUTA, DRA. LILIANE, ATENDE EM: PATU-RN E CATOLÉ DO ROCHA-PB



Junho Vermelho é instituído como campanha nacional de incentivo à doação de sangue

Foto: Reprodução
O governo federal instituiu a campanha de saúde pública Junho Vermelho, que será realizada anualmente durante o mês de junho para estimular a doação de sangue e conscientizar a população sobre a importância desse gesto.

A medida está prevista em lei sancionada e publicada nesta terça (25) e estabelece que o poder público deverá promover ações de mobilização, sensibilização, incentivo e conscientização sobre a doação de sangue.

Entre as iniciativas previstas estão a produção e a divulgação de materiais educativos, em formato impresso ou digital, e a realização de ações e eventos públicos para informar a população sobre a importância da doação.

A lei também prevê a iluminação de prédios públicos na cor vermelha durante o mês de junho, como forma de reforçar a campanha.

De acordo com o texto, a implementação das ações deverá observar as dotações orçamentárias disponíveis, além de promover a articulação entre os diferentes níveis de governo e o alinhamento com as diretrizes do Ministério da Saúde.

A lei entra em vigor na data de sua publicação.

Governo projeta salário mínimo de R$ 1.741 para o próximo ano

O salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027, conforme projeção anunciada nesta segunda-feira (24) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.

A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que deverá ser enviado pelo Governo Federal ao Congresso Nacional até 31 de agosto.

Caso seja confirmado, o valor representará um aumento de R$ 120, equivalente a 7,4%, sobre o piso atual de R$ 1.621.

Valor ainda não é definitivo

A previsão de R$ 1.741 ainda poderá mudar. O valor definitivo será conhecido no fim de 2026, após a divulgação do INPC acumulado até novembro.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor mede a inflação para famílias com renda mensal de até oito salários mínimos.

Uma inflação diferente daquela considerada pelo governo poderá alterar o resultado final do cálculo.

Se a projeção de R$ 1.741 for confirmada, o novo piso entrará em vigor em janeiro de 2027.

Estimativa aumenta R$ 24 desde abril

A nova projeção ficou R$ 24 acima da previsão apresentada pelo governo no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias, em abril.

Naquele momento, o PLDO de 2027 estimava o piso em R$ 1.717.

A regra atual considera a inflação medida pelo INPC e um ganho real limitado a 2,5%, conforme os parâmetros da legislação e do arcabouço fiscal.

Dessa forma, o trabalhador recebe uma correção inflacionária acompanhada de um aumento acima da inflação.

Benefícios também serão reajustados

O aumento do piso nacional interfere diretamente nos benefícios previdenciários e assistenciais vinculados ao valor.

Entre os pagamentos influenciados pelo reajuste estão:
aposentadorias e pensões do INSS;
Benefício de Prestação Continuada;
seguro-desemprego;
abono salarial;
contribuições previdenciárias dos microempreendedores individuais.

“Cumprindo a legislação brasileira, vai também para a Previdência e para os benefícios sociais que têm indexação no salário mínimo”, afirmou Dario Durigan.

Reajuste aumenta despesas públicas

A elevação também terá impacto nas despesas do governo. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social possuem valor vinculado ao piso nacional.

Assim, quanto maior o reajuste, maior tende a ser o gasto público com aposentadorias, pensões e programas assistenciais.

Por outro lado, o ganho acima da inflação aumenta o poder de compra de trabalhadores e beneficiários.

O dinheiro adicional também pode estimular o consumo, principalmente entre as famílias de menor renda, que utilizam uma parcela maior dos recursos em despesas básicas.

Orçamento ainda será analisado

O PLOA de 2027 passará pela análise dos deputados e senadores após ser encaminhado ao Congresso Nacional.

Segundo Durigan, o governo pretende preservar o ganho real e controlar o crescimento das demais despesas obrigatórias.

A definição final ocorrerá em dezembro, após a divulgação do INPC de novembro e a atualização dos cálculos utilizados no reajuste.

*Gláucia Lima