Um grave acidente de trânsito do tipo colisão entre um carro e uma motocicleta deixou uma pessoa morta e outra ferida no início da madrugada desta terça-feira, 25 de agosto de 2026, em Mossoró. O sinistro foi registrado por volta das 02h, no cruzamento das ruas Rodrigues Alves e Dracon de Albuquerque, próximo a Praça das Baixinha no Conjunto Abolição I.
Vítima fatal: João Gabriel da Costa Gurgel, de 20 anos. Ele chegou a ser socorrido por equipes de resgate e encaminhado ao Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e foi a óbito na unidade hospitalar.
Segunda vítima: Uma segunda pessoa envolvida no acidente também ficou ferida e foi conduzida ao HRTM para atendimento médico. Até o momento, não há atualizações sobre o seu estado de saúde.
As circunstâncias e a dinâmica da colisão ainda são desconhecidas. As autoridades do trânsito municipal estiveram no local realizando procedimentos. A Polícia Civil devem investigar as causas do acidente.
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Foto: Reprodução
O governo federal instituiu a campanha de saúde pública Junho Vermelho, que será realizada anualmente durante o mês de junho para estimular a doação de sangue e conscientizar a população sobre a importância desse gesto.A medida está prevista em lei sancionada e publicada nesta terça (25) e estabelece que o poder público deverá promover ações de mobilização, sensibilização, incentivo e conscientização sobre a doação de sangue.Entre as iniciativas previstas estão a produção e a divulgação de materiais educativos, em formato impresso ou digital, e a realização de ações e eventos públicos para informar a população sobre a importância da doação.A lei também prevê a iluminação de prédios públicos na cor vermelha durante o mês de junho, como forma de reforçar a campanha.De acordo com o texto, a implementação das ações deverá observar as dotações orçamentárias disponíveis, além de promover a articulação entre os diferentes níveis de governo e o alinhamento com as diretrizes do Ministério da Saúde.
A lei entra em vigor na data de sua publicação.
O salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027, conforme projeção anunciada nesta segunda-feira (24) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.
A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que deverá ser enviado pelo Governo Federal ao Congresso Nacional até 31 de agosto.
Caso seja confirmado, o valor representará um aumento de R$ 120, equivalente a 7,4%, sobre o piso atual de R$ 1.621.
Valor ainda não é definitivo
A previsão de R$ 1.741 ainda poderá mudar. O valor definitivo será conhecido no fim de 2026, após a divulgação do INPC acumulado até novembro.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor mede a inflação para famílias com renda mensal de até oito salários mínimos.
Uma inflação diferente daquela considerada pelo governo poderá alterar o resultado final do cálculo.
Se a projeção de R$ 1.741 for confirmada, o novo piso entrará em vigor em janeiro de 2027.
Estimativa aumenta R$ 24 desde abril
A nova projeção ficou R$ 24 acima da previsão apresentada pelo governo no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias, em abril.
Naquele momento, o PLDO de 2027 estimava o piso em R$ 1.717.
A regra atual considera a inflação medida pelo INPC e um ganho real limitado a 2,5%, conforme os parâmetros da legislação e do arcabouço fiscal.
Dessa forma, o trabalhador recebe uma correção inflacionária acompanhada de um aumento acima da inflação.
Benefícios também serão reajustados
O aumento do piso nacional interfere diretamente nos benefícios previdenciários e assistenciais vinculados ao valor.
Entre os pagamentos influenciados pelo reajuste estão:aposentadorias e pensões do INSS;
Benefício de Prestação Continuada;
seguro-desemprego;
abono salarial;
contribuições previdenciárias dos microempreendedores individuais.
“Cumprindo a legislação brasileira, vai também para a Previdência e para os benefícios sociais que têm indexação no salário mínimo”, afirmou Dario Durigan.
Reajuste aumenta despesas públicas
A elevação também terá impacto nas despesas do governo. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social possuem valor vinculado ao piso nacional.
Assim, quanto maior o reajuste, maior tende a ser o gasto público com aposentadorias, pensões e programas assistenciais.
Por outro lado, o ganho acima da inflação aumenta o poder de compra de trabalhadores e beneficiários.
O dinheiro adicional também pode estimular o consumo, principalmente entre as famílias de menor renda, que utilizam uma parcela maior dos recursos em despesas básicas.
Orçamento ainda será analisado
O PLOA de 2027 passará pela análise dos deputados e senadores após ser encaminhado ao Congresso Nacional.
Segundo Durigan, o governo pretende preservar o ganho real e controlar o crescimento das demais despesas obrigatórias.
A definição final ocorrerá em dezembro, após a divulgação do INPC de novembro e a atualização dos cálculos utilizados no reajuste.
*Gláucia Lima