A discussão começou pelos recursos hídricos. Cadu citou a Barragem de Oiticica, a chegada das águas da transposição do Rio São Francisco, o Túnel Major Sales e as adutoras do Agreste e do Seridó Norte como resultados da atuação conjunta dos governos estadual e federal.
“O governo da professora Fátima, em parceria com o presidente Lula, tem feito uma verdadeira revolução do ponto de vista de recursos hídricos”, afirmou.
Allyson rebateu citando Santa Cruz, Upanema e São Miguel como exemplos de municípios onde, segundo ele, moradores ainda enfrentam dificuldades de abastecimento. O candidato do União também lembrou que Cadu integrou a gestão Fátima e classificou as soluções apresentadas pelo petista como promessas que se repetem há oito anos.
“O candidato aqui está renovando as promessas, que já são de oito anos. Ele não quer dizer, de forma clara, que participou do governo de oito anos, um governo de promessas”, declarou.
Ao responder, Cadu afirmou que obras em andamento deverão enfrentar os problemas citados pelo adversário. Segundo ele, a Adutora do Agreste deverá atender Santa Cruz, enquanto as águas do São Francisco e novos sistemas de adutoras deverão beneficiar municípios do Alto Oeste.
O confronto também teve ataques entre os candidatos. Cadu ironizou a presença de Allyson nas redes sociais ao afirmar que não percorreu os municípios potiguares para “dar soquinho no ar e fazer vídeo para TikTok”. Allyson, por sua vez, questionou se uma eventual eleição do petista não representaria “mais quatro anos de desmantelo”.
Cadu reagiu fazendo referência à Polícia Federal: “Desmantelo é Polícia Federal na porta da casa do prefeito. No governo da professora Fátima não tem desmantelo”.
Na sequência, o petista voltou a defender a atuação conjunta dos governos estadual e federal e afirmou ter “muito orgulho” de ter participado da gestão Fátima. O candidato também citou obras em andamento no Rio Grande do Norte, como a duplicação da BR-304 e a Adutora do Agreste.
Durante o confronto, Cadu defendeu os investimentos realizados a partir da parceria entre Fátima e Lula, enquanto Allyson concentrou as críticas nos problemas de abastecimento ainda enfrentados por municípios potiguares e nos oito anos da atual gestão estadual.
Opinião de Erivan Morais: Prá um bom entendedor, meia palavra basta! Ficou bem claro, que Allyson não quer negócio com Lula. Apenas os votos dos eleitores do Presidente petista. Com isso, o eleitor de Lula vota em Allyson, sem enganação, num verdadeiro bolsonarista!

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