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07 setembro 2026

Lula vai defender soberania nacional e riquezas brasileiras em pronunciamento de 7 de Setembro

Foto: Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai usar o pronunciamento de 7 de Setembro para defender a soberania nacional e a democracia. A fala será transmitida em cadeia nacional de rádio e televisão no próximo domingo (6/9).

Durante o discurso, Lula destacará a defesa de riquezas brasileiras, como terras raras, petróleo, água doce e a Amazônia. No entanto, o presidente não fará menção direta aos Estados Unidos ou a qualquer outra nação estrangeira.

Lula vai relacionar a independência do Brasil à necessidade de impedir que o país volte a “se transforme, novamente, em colônia de outras potências estrangeiras”. “Não somos e não seremos colônia de ninguém”, afirma o presidente.

Além disso, Lula fará uma defesa do livre comércio. Segundo ele, “nenhum país estrangeiro tem o direito de dizer de quem podemos comprar e para quem podemos vender”.


“Somos um país soberano, e nossas decisões pertencem a nós e a mais ninguém. Temos motivos de sobra para nos orgulharmos do nosso país”, declara Lula. O discurso foi publicado pelo Metrópoles.
Educação, trabalho e saúde

O presidente também abordará desafios relacionados ao cotidiano dos brasileiros, como educação, trabalho e saúde.

Nesse contexto, Lula afirmará que um país soberano precisa criar oportunidades para que sua população conquiste a própria independência.


“A independência financeira, a independência de poder estudar, pensar livremente, escolher a melhor profissão e o melhor emprego”, diz o presidente.

Lula também fará uma referência indireta à discussão sobre a escala de trabalho 6×1. No discurso, ele afirmará que o brasileiro precisa “ter mais tempo para si mesmo e para sua família”.

O pronunciamento terá três minutos e 40 segundos. Até o momento, não há informação sobre o horário de transmissão.
Defesa das riquezas brasileiras

Na fala, Lula também destacará a importância dos recursos naturais do país. O presidente citará as terras raras, a água doce e o petróleo como riquezas que devem contribuir para o desenvolvimento nacional.

Lula afirmará que o Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo e a maior fonte de água doce. Também mencionará a descoberta recente de uma nova reserva de petróleo.

Segundo o presidente, esses recursos devem ser utilizados em benefício da população brasileira. Ele também citará o marco legal aprovado pelo Congresso Nacional para permitir o aproveitamento de minerais críticos e terras raras.

Além disso, Lula defenderá o uso dos recursos naturais para desenvolver tecnologia de ponta e gerar empregos de qualidade no país.
Soberania e relações internacionais

Lula também defenderá que o Brasil mantenha uma posição firme diante de interesses estrangeiros.


“Precisamos nos manter fortes e altivos, sem baixar a cabeça, para não deixarmos que o Brasil se transforme, novamente, em colônia de outras potências estrangeiras”, afirma.

Em seguida, o presidente reforçará a defesa da soberania brasileira e citará a proteção do território, das fronteiras, do meio ambiente, das riquezas naturais e da população.

Lula também defenderá saúde pública e educação gratuita, além do combate à fome, à pobreza e às desigualdades.

No campo internacional, o presidente afirmará que o Brasil trabalha pela paz mundial e pela harmonia entre as nações. Além disso, defenderá o livre comércio.


“Nenhum país estrangeiro tem o direito de dizer de quem podemos comprar, e para quem podemos vender”, declara Lula.

O presidente também destacará a Amazônia e a biodiversidade brasileira. Segundo ele, o país é exemplo na defesa do meio ambiente e referência mundial na transição energética e no enfrentamento da emergência climática.

Ao final, Lula destacará a diversidade cultural brasileira e desejará um feliz Dia da Independência.
Lula precisou de autorização do TSE

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) precisou solicitar autorização ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para transmitir o pronunciamento.

No pedido, a Secom apresentou medidas adotadas para garantir que o discurso não configurasse propaganda eleitoral.

Segundo o documento, o conteúdo foi elaborado para assegurar impessoalidade, sobriedade e neutralidade político-eleitoral. A Secom também afirmou que o pronunciamento não faria menção a candidatos ou partidos.

Além disso, o órgão informou que o discurso não teria slogans governamentais, exaltação de realizações administrativas ou promoção pessoal de agentes públicos.

O ministro Nunes Marques, presidente do TSE, autorizou a veiculação do pronunciamento.

02 agosto 2026

“Se bater na mulher, não precisa votar em mim”, diz Lula em convenção

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, neste domingo 2, que homens que agridem mulheres não precisam votar nele. A declaração foi feita durante a convenção nacional do PT, realizada no Expo Center Norte, em São Paulo.

“O cara vai ter que escolher: ou ele vota em mim ou ele bate na mulher. Se bater na mulher, não precisa votar em mim. Pega a sua mão e vota em quem você quiser”, declarou.

Lula afirmou que não se importa em perder votos por assumir publicamente esse posicionamento e defendeu que o partido e o governo enfrentem a violência contra as mulheres de forma direta.

Durante o discurso, o presidente reconheceu que as ações adotadas até agora não foram suficientes para acabar com o problema, mas afirmou que o Governo Federal tem avançado no combate à violência de gênero.

O petista também declarou que o mundo somente estará completo quando a sociedade conseguir enfrentar as pessoas que praticam atos de violência, principalmente homens que agridem mulheres.

Candidatura oficializada

A candidatura de Lula à reeleição foi homologada em uma reunião interna do PT realizada antes do ato político com apoiadores. O presidente repetirá a chapa vencedora de 2022, com Geraldo Alckmin (PSB) como candidato a vice.

Além da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, a coligação reúne PSB, PDT e a Federação PSOL/Rede. A convenção nacional confirmou a chapa para a disputa presidencial de outubro.

17 julho 2026

“Chorar para mamar foi seu primeiro ato político”, diz Lula ao governador do RJ

Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma declaração nesta sexta-feira (17) durante cerimônia no Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro, ao falar sobre política, trajetória pessoal e o papel do governador Ricardo Couto à frente do estado.

Durante o discurso, Lula afirmou que “todo mundo nasce político” e usou uma comparação envolvendo o nascimento de uma criança e a relação com os pais para explicar sua visão sobre a política como uma forma de reivindicação e conquista.


“Governador, Vossa Excelência é um magistrado, estudou muito, fez concurso, foi juiz, virou desembargador, é especialista na letra, nunca fala que não é político. Você sabe por quê? A gente nasce político”, disse Lula.

Na sequência, o presidente afirmou que o primeiro ato político do governador seria o choro ao nascer, usado como uma forma de comunicação e busca por necessidades básicas.


“Quando você nasceu, fizeram você chorar. Aquele choro já foi o primeiro ato político teu para respirar. Depois, você começa a fazer política pedindo o peito da sua mãe para mamar. Se ela não der, você faz um escarcéu, chora, chora, chora, até ela colocar o peito na sua boca. É uma conquista que você vê”, declarou.

Lula destacou que Ricardo Couto não é um político partidário por não estar filiado a uma legenda, mas afirmou que a atuação dele no governo estadual tem importância política.


“O que você não é, é um político partidário. Você não está em nenhum partido político, você está na Justiça, mas nunca esquece que o papel que você está cumprindo no Rio de Janeiro, eu acredito muito em Deus, não é de graça”, afirmou.

O presidente ainda disse acreditar que o governador recebeu uma oportunidade de transformar o estado.


“Eu acho que não é de graça ter acontecido na sua vida a oportunidade de você salvar da imoralidade o Estado do Rio de Janeiro”, completou Lula.

A declaração ocorreu durante o evento que oficializou a adesão do Rio de Janeiro ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), iniciativa voltada à renegociação das dívidas estaduais com o governo federal. A medida busca ampliar o prazo de pagamento e estabelecer novas condições para o equilíbrio fiscal do estado.

*98 FM de Natal 

01 dezembro 2023

Na COP 28, Lula diz que ‘trilhões’ gastos com armas deveriam ser usados contra fome e mudança climática

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizou nesta sexta-feira (1º) seu primeiro discurso na abertura da conferência do clima da Organização das Nações Unidas (ONU), a COP 28, em Dubai, nos Emirados Árabes.

Durante a fala, ele afirmou que gastos com armas deveriam ser usados contra a fome e a mudança climática, como o impacto climático afeta o Brasil e sobre a necessidade de ter uma economia menos dependente de combustíveis fósseis.

A conferência do clima — que deve durar duas semanas — é um evento que reúne governos do mundo inteiro, diplomatas, cientistas, membros da sociedade civil e diversas entidades privadas visando debater e buscar soluções para a crise climática causada pelo homem.

Gastos com fome e mudança climática

Lula disse durante o discurso que o mundo gasta mais em armas, e que a quantia poderia ser usada no combate à fome e no enfrentamento à mudança do clima. “Quantas toneladas de carbono são emitidas pelos mísseis que cruzam o céu e desabam sobre civis inocentes, sobretudo crianças e mulheres”.

O presidente afirmou que “o mundo naturalizou disparidades inaceitáveis de renda, de gênero e de raça, e que não é possível enfrentar a mudança do clima sem combater a desigualdade”.

Lula também criticou a postura da ONU sobre a incapacidade de manter a paz, “simplesmente porque alguns dos seus membros lucram com a guerra”. A Organização das Nações Unidas tem Rússia, Ucrânia e Israel como países-membros, por exemplo.

“Governantes não podem ser eximidos de suas responsabilidades. Nenhum país resolverá seus problemas sozinho. Estamos todos obrigados a atuar juntos, além de nossas fronteiras. O Brasil está disposto a liderar pelo exemplo. Ajustamos nossas metas, que são hoje mais ambiciosas do que a de muitos países desenvolvidos”, disse.

Amazonas e Rio Grande do Sul

Lula afirmou também que a Amazônia amarga uma das “mais trágicas secas de sua história”. Ele também citou que, no sul, tempestades e ciclones deixam um rastro inédito “de destruição e morte”.

“A ciência e a realidade nos mostram que desta vez a conta chegou antes”, afirmou.

No Amazonas, a seca atingiu ao menos 62 duas cidades e afetou o cotidiano de pelo menos 600 mil pessoas. A região Sul, por sua vez, registrou 71 dos 92 alertas emitidos ao governo federal nos últimos dez anos por conta desse fenômeno natural.

De acordo com Lula, “a geração que destrói o meio ambiente não é a geração que paga o preço”.

“O planeta já não espera para cobrar a próxima geração. O planeta está farto de acordos climáticos não cumpridos, de metas de redução de emissão de carbono negligenciadas, de discursos vazios. Precisamos de atitudes e práticas concretas. Quantos líderes mundiais estão de fato comprometidos em salvar o planeta?”.

O presidente declarou ainda que este ano é o mais quente “dos últimos 125 mil anos”. As fortes temperaturas são resultados das contínuas emissões de gases com efeito de estufa, combinadas com o El Niño, que aquece as águas superficiais no leste do Oceano Pacífico.

Combustíveis fósseis

Lula também disse que “é hora de enfrentar o debate sobre o ritmo lento da descarbonização do planeta e trabalhar por uma economia menos dependente de combustíveis fósseis”.

O assunto também foi comentado pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, que falou não ser possível salvar o planeta com altas temperaturas “com uma mangueira de incêndio de combustíveis fósseis”.

Só será possível parar (as altas temperaturas) se pararmos de queimar todos os combustíveis fósseis. Não reduzirmos. Não diminuirmos”, afirmou.

Os combustíveis fósseis também são tema da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+), que confirmou na quinta-feira (30) a entrada no Brasil no grupo. Os líderes da organização ainda defendem o uso combustíveis fósseis, mesmo que em menor escala.

A organização disse também na quinta que realizou reunião ministerial com participação do ministro brasileiro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

“A reunião deu as boas-vindas a Sua Excelência Alexandre Silveira de Oliveira, Ministro de Minas e Energia da República Federativa do Brasil, que aderirá à Carta de Cooperação da OPEP+ a partir de janeiro de 2024”, diz a nota da organização.

A Opep foi criada em 1960 e reúne hoje 13 grandes países ofertantes de óleo no mundo, como Arábia Saudita, Irã, Iraque, Emirados Árabes Unidos e Venezuela.

A sigla com o símbolo de adição (+) inclui também os chamados “países aliados” – que não integram a organização propriamente, mas atuam de forma conjunta em algumas políticas internacionais ligadas ao comércio de petróleo e na mediação entre membros e não membros.

Não participam do grupo, no entanto, outros grandes produtores como Estados Unidos, Canadá, Brasil, China e Catar.

*Fonte: G1

15 julho 2023

Apesar de ser o único presidente derrotado na reeleição, Bolsonaro se acha o vice mais amado do Brasil

Apesar de ser o único presidente do Brasil a ter direito mas não conseguir se reeleger, e pouco tempo após ser derrotado se tornar inelegível, Jair Bolsonaro repetiu em Goiânia nesta sexta-feira (14), um discurso chinfrim que já tinha feito em Orlando, nos Estados Unidos: "Eu sou o ex mais amado do Brasil".

Ele fala e ele mesmo vai à loucura, diante de um público convocado a ir para a frente da clínica odontológica onde ele foi atendido.

Tinha público e microfone. Tudo organizado para o ex-presidente enganar a ele próprio que está tudo maravilhoso.
No instagram do portal Metrópoles, que postou o vídeo, logo apareceram os comentários.

"Se fosse o mais amado seria reeleito e não ficaria inelegível", postou Gusthavo Vieira.

"Alguém conta pra ele que o ex mais amado do Brasil foi eleito TRÊS VEZES como presidente", comentou One Berto.

"Se o cara é amado pelo Brasil todo, por que não foi eleito?

*FONTE: thaisagalvao.com.br