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20 setembro 2026

Segurança é reforçada em 20 municípios do RN durante Prova Nacional Docente

Foto: Divulgação/PMRN
A segurança foi reforçada neste domingo (20) em 20 municípios do Rio Grande do Norte durante a aplicação da Prova Nacional Docente (PND) 2026. Ao todo, são 54 locais de prova, com cerca de 13.794 candidatos esperados.

A operação inclui policiamento nos locais de aplicação e escolta dos malotes de provas, em parceria com os Correios. As equipes acompanham o transporte dos materiais até os pontos de prova e realizam também a operação reversa após o exame.A ação é coordenada pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN), sob acompanhamento do coronel Maximiliano.

A PND é realizada pelo Ministério da Educação (MEC), com aplicação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). No horário de Brasília, os portões foram abertos às 12h e fechados às 13h, com início da prova às 13h30 e término previsto para as 19h.

MOSSORÓ/RN: APÓS DENÚNCIA, PM LOCALIZA CORPOS DE ADOLESCENTES QUE ESTAVAM DESAPARECIDOS HÁ QUATRO DIAS

Após uma denúcia chegada ao COPOM, a Polícia Militar localizou os corpos dos dois adolescentes que estava desaparecido há quatro dias em Mossoró. Eder Rodrigues da Costa, de 15 anos, e Renan Erick, de 16 anos, foram encontrados enterrados em uma cova na região de mato do bairro Boa Vista.

No dia seguinte ao desaparecimento, ao saírem de casa no Conjunto Abolição IV para o Bairro Belo Horizonte, começou a circular um vídeo nas redes sociais onde os dois eram executados a tiros. No início da tarde deste sábado19 de setembro de 2026, os corpos dos dois adolescentes foram localizados. A área foi isolada para os procedimentos de perícia e investigação.
A Polícia Civil deverá apurar as circunstâncias dos assassinatos, identificar os responsáveis e esclarecer a motivação. A Polícia Científica também foi acionada para realizar os procedimentos de perícia e remoção dos corpos.

Com mais essas duas mortes violentas, a cidade de Mossoró passa a contabilizar 113 homicídios no ano.

*Fim da Linha 

Styvenson quebra silêncio sobre operação que envolveu aliado

Saulo Vale entrevista Styvenson - Foto: web
O senador Styvenson Valentim (Podemos), candidato à reeleição, comentou nesta quinta-feira (18) a operação da Polícia Federal que teve como alvo o deputado estadual Luiz Eduardo (PL).

Styvenson vinha sendo criticado após publicar um vídeo em que condenava duramente o alvo da operação, antes de saber que se tratava de um político do mesmo agrupamento. Após a identificação de Luiz Eduardo, seu aliado, o senador não havia voltado a se manifestar sobre o caso.

A postura foi questionada por adversários políticos, entre eles a candidata ao Senado Samanda Alves (PT), que criticou o silêncio de Styvenson e o provocou a se pronunciar.

Durante entrevista ao programa Meio Dia TCM, programa da 95 FM de Mossoró, o senador foi questionado sobre o episódio e afirmou que não faz distinção em razão de alinhamento político.

“Se tá errado, tá errado. O cara com um milhão e meio dentro de casa tem que se explicar. Quer dizer que rende mais o dinheiro dentro de casa do que no banco?”, questionou, em entrevista ao jornalista Saulo Vale.

Styvenson também afirmou: “Eu não tenho compromisso com mentira, nem com coisa errada”.
Operação

Luiz Eduardo, candidato à reeleição pelo PL, foi alvo de uma operação, na segunda-feira (14), da Polícia Federal. Durante a ação, os agentes apreenderam documentos, aparelhos eletrônicos e R$ 1,5 milhão em espécie na residência do deputado, em Natal.

Em nota, a defesa de Luiz Eduardo afirmou que a investigação tem como base saques realizados em contas bancárias de titularidade do parlamentar. Segundo a nota, o dinheiro tem origem “lícita, declarada e plenamente comprovada”.

Ainda segundo a nota, os valores sacados permaneciam guardados em sua residência e não foram gastos e, por isso, a defesa alega que a circunstância afasta “qualquer finalidade eleitoral”.

Os representantes informaram que colabora integralmente com as investigações e declararam que “restará demonstrada a inexistência de qualquer ilícito, seja na origem, seja na destinação dos recursos”.

*Saulo Vale

ALUGUEL DE BETONEIRAS, ANDAIMES E ESCORAMENTOS PARA LAJES, FALE COM PINGÓ!!!!


Oito em cada dez religiosos rejeitam política dentro das igrejas, diz pesquisa

Foto: Reprodução
Oito em cada dez brasileiros são contrários à discussão de política dentro de espaços religiosos, enquanto nove em cada dez não querem a presença de candidatos em igrejas. Os dados são da pesquisa “Religião e Vida Pública no Brasil”, realizada pelo Instituto de Estudos da Religião (Iser) em parceria com a Quaest, com 15 mil entrevistas presenciais em todo o país.

Apesar da rejeição, o levantamento mostra que lideranças religiosas exerceram influência sobre parte dos eleitores nas eleições de 2022. Entre os entrevistados, 11% disseram ter recebido orientação de líderes religiosos para votar em Jair Bolsonaro (PL), enquanto 5% foram orientados a votar em Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Entre os evangélicos, a influência sobre o voto em Bolsonaro foi maior. O índice chegou a 20% entre protestantes e a 23% entre pentecostais, grupo que reúne denominações como as Assembleias de Deus, a Universal e a Quadrangular.

A pesquisa também aponta que a influência política ultrapassa os espaços físicos das igrejas. Apenas um em cada cinco entrevistados participa de grupos ou comunidades religiosas nas redes sociais. Entre essas pessoas, 48% disseram ver com frequência ou sempre conteúdos políticos em grupos do Facebook, enquanto 34% relataram o mesmo no WhatsApp.

Os dados também mostram diferenças entre as denominações. Na Igreja Universal, por exemplo, 27% dos fiéis afirmaram ter recebido recomendação de voto em Bolsonaro e 12% em Lula. Além disso, 26% disseram concordar que o pastor indique em quem votar, o dobro da média geral da pesquisa.

O levantamento indica ainda que não há um comportamento eleitoral uniforme entre os fiéis. A religião aparece como um dos fatores que podem influenciar as escolhas políticas, ao lado de outros aspectos sociais e individuais.

Na eleição de 2026, lideranças religiosas continuam sendo alvo de aproximação por parte de candidatos, enquanto o debate político também se mantém presente nas redes sociais ligadas a comunidades religiosas.

*Informações: O Globo

Comparecimento às urnas vale como Prova de Vida automática no INSS

O comparecimento eleitoral é válido para a verificação no processo de Prova de Vida no INSS. O procedimento de revisão anual, focado em identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos, abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.

“A Prova de Vida pode se dar por meio do comparecimento eleitoral. Então, se você for votar no dia das eleições, você já terá a prova de vida realizada. O INSS recebe esses dados e já computa como prova de vida”, explica o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, destacando a praticidade da medida.

A Prova de Vida passou por modificações para reduzir filas, custos e transtornos que o antigo modelo presencial gerava, especialmente para idosos e pessoas com mobilidade reduzida. A partir da Lei nº 13.846/2019 e do Decreto nº 10.972/2022, o comparecimento presencial deixou de ser a regra, estabelecendo que o próprio Estado deve buscar, de forma proativa, dados que confirmem a vivacidade do cidadão perante a administração pública.

O exercício do voto no dia do pleito atende a essa diretriz, dispensando o beneficiário que votou de realizar outras formas de comprovação. “Além de simplificar a Prova de Vida a milhões de segurados, a medida também traz segurança ao pagamento de benefícios da Previdência Social”, aponta a presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ana Cristina Silveira.

Cruzamento de dados e sistema automático

Para os casos em que o cidadão não comparecer ao pleito eleitoral, o INSS continua utilizando o sistema SIRIS, que coleta diversas fontes de dados do governo em busca de outros eventos comprobatórios, como a emissão de documentos, movimentações registradas ou atendimentos realizados. O segurado só é convocado a regularizar a situação quando não é encontrada nenhuma fonte que confirme a sua vivacidade.

Números do cruzamento eleitoral

A base de dados do TSE teve contribuição significativa para a Prova de Vida em 2024. Nesse período, foram registrados eventos eleitorais para 20.957.288 beneficiários, resultando na atualização de aproximadamente 5 milhões de Provas de Vida.